Por Marcelo Gouveia

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Presidente da Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas declara apoio a Buonaduce

Em Goiânia, Silvia Burmeister destacou a participação de Aldo Arantes na campanha do candidato da OAB Forte

Elevador da PUC Goiás cai e deixa aluno ferido

Professores e estudantes já haviam solicitado manutenção de equipamento, que falhava constantemente

Em Goiânia, Aécio Neves afirma que viagens ao Rio foram “adequadas”

Relatório mostra que ex-governador de Minas Gerais usou aviões do governo para ir ao Rio de Janeiro 124 vezes ao longo de sua gestão

Aécio Neves: “Marconi Perillo é o melhor governador do Brasil”

Durante ato político de filiação do vice-governador José Eliton ao PSDB, senador mineiro não poupou elogios ao governador de Goiás

Frederido Jayme diz que candidato à Prefeitura de Anápolis é Alexandre Baldy

Ex-peemedebista, entretanto, reforçou ultimato ao colega de legenda: "Tem que decidir logo, senão vou ter que começar a trabalhar"

Marconi: “Ou empresa é viável economicamente, ou nós vamos privatizá-la”

Governador fechou parceria com multinacionais para transferência de tecnologia à Iquego e disse que empresa está fora de possível lista de privatizações

Em Goiânia, Gusttavo Lima é flagrado por fã com cigarro “suspeito”. Veja vídeo

De sua Ferrari, cantor acena para jovem que o agradece por "simplicidade"

Após destruição de 15 ônibus, CMTC volta atrás em mudanças no transporte coletivo

Em nota, companhia lamentou "atos de vandalismo" e disse que manifestações prejudicam população

Projeto de lei quer proibir festas open bar em Goiás

Autor da proposta citou o festival sertanejo Villa Mix como justificativa

A sede do setor imobiliário pode matar a Goiânia dos ovos de ouro

Agindo dentro do que a lei permite — e permite muito —, construtoras entendem que o céu é o limite nos novos lançamentos na capital. Sobra empreendedorismo e falta responsabilidade social

Dilma Rousseff não é Collor mas impeachment não é golpe

A presidente da República comete uma gafe ao comparar ação por impeachment com golpe. O impedimento é uma ação democrática. Em 1992, com a queda de Fernando Collor, a economia estabilizou e voltou a crescer

Em Goiânia, os nomes mais badalados sempre largam na frente

Levantamento feio pelo instituto Paraná Pesquisas sobre os nomes mais cotados para as eleições de 2016 na prefeitura da capital de Goiás se destaca pelo recall

“A culpa não é de Dilma. Nós também somos responsáveis pelo Estado inchado que temos”

Economista-chefe da maior empresa de investimentos do Brasil diz que recuperação do País vai ser mais lenta do que o previsto inicialmente e que os governantes precisam encarar de fato o desafio de tornar a máquina pública mais enxuta e eficiente

Amastha se torna o centro do assunto na Assembleia e na Câmara

Pré-candidato à Prefeitura, deputado Wanderlei Babosa não esconde sua críticas ao prefeito quando sobe na tribuna. As respostas vêm também da tribuna, mas da Câmara, onde o parlamentar é atacado pelos vereadores

Prefeitura de Palmas tem como objetivo economizar R$ 17 milhões até fim do ano

[caption id="attachment_46140" align="alignleft" width="620"]Prefeito Carlos Amastha: corte de gastos na máquina pública são a prioridade do governo neste tempo de crise Prefeito Carlos Amastha: corte de gastos na máquina pública são a prioridade do governo neste tempo de crise[/caption] Júnior Suzuki Especial para o Jornal Opção O prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB) lança pacote de medidas, com vistas a gerar uma economia de R$ 17 milhões até o final deste ano. Uma estratégia para ganhar fôlego e sobrevida para o seu projeto de reeleição. Os cortes, segundo previsões de seu staff econômico-financeiro e administrativo vão provocar uma redução de gastos de R$ 13 milhões com pessoal e mais de R$ 4 milhões com despesas de custeio. O prefeito explicou, durante entrevista coletiva à imprensa, que as medidas adotadas foram ne­ces­sárias devido à queda no repasse de verba federal ao município. De a­cordo com ele, a verba federal re­pre­­senta 61% do orçamento muni­cipal, o que, consequentemente, influencia muito na saúde financeira da cidade. “Mesmo a gente conseguindo dobrar a arrecadação do município, ainda temos um orçamento que depende mais de 50% do Governo Federal. Já melhoramos muito, pois a verba federal já chegou a representar 80% do orçamento”, argumentou Amastha. A queda de repasse de verba federal, que soma R$ 10 milhões a menos que em 2014, provocou medidas de contenção de despesas adotadas pela Prefeitura, como suspensão das férias e de horas extras dos servidores municipais, além de redução no uso de equipamentos como copiadoras e locação de veículos e redução do salário de servidores comissionados, de 10% a 20 %. “A obrigação da prefeitura é manter-se como indutora do desenvolvimento da cidade. Por isso, precisamos adotar medidas para atravessarmos esse momento difícil vivido em todo o País”, observa o prefeito. O conjunto de medidas to­ma­das já trouxe uma economia mensal de aproximadamente R$ 3,5 mi­lhões, segundo o gestor. Somente com a redução em quantitativo de comissionados, contratos, estagi­ários, e a suspensão de férias, gratificação e horas extras, a economia corresponde a R$ 3 milhões. Quanto às despesas de custeio como copiadora, combustível, locação de veículos, energia, telefone, materiais de consumo, a medidas adotadas resultarão numa economia de mais de R$ 4 milhões, pelos cálculos dos auxiliares mais diretos do prefeito. O planejamento orçamentário inclui ainda cobrança judicial de dívidas com o município, alienação de áreas públicas, depósitos judiciais referentes aos impostos arrecadados pelos Bancos que deveriam ser pagos à Prefeitura, doação de 20 % do salário dos secretários municipais, que ficarão guardados no Fundo do Município, além de cobrança ao Estado sobre a falta de repasse do Imposto sobre Serviço (ISS), valor correspondente a R$ 7 milhões. “Já estamos adotando medidas jurídicas para efetuar cobrança junto aos devedores. Vamos fazer de tudo para que essa crise pública não contamine a Cidade. Estamos com nossas contas em dia, e não podemos correr o risco de perder as grandes obras e projetos que estamos trazendo e desenvolvendo em Palmas”, sustentou Amastha. De acordo com os números apresentados pelo gestor municipal, a receita prevista para o 2º quadrimestre de 2015 era aproximadamente R$ 728 milhões e, no entanto, o município arrecadou cerca de R$ 583 milhões. Quanto à inadimplência com o município, 85% deste índice correspondem a mais R$ 429,5 milhões devidos pelos 50 maiores contribuintes. Desconhecimento O governo do Tocantins des­conhece a dívida de R$ 7 milhões que a prefeitura de Palmas alega que tem para receber do Estado. Para o secretário de Comunicação do Estado, Rogério Silva, nas contas da secretaria de Fazenda não há registro de nenhuma pendência de ISS com o município de Palmas. Na segunda-feira, 14, os secretários de Fazenda do Estado, Paulo Afonso, e da prefeitura, Cláudio Schuller, se reuniram para discutir o caso. “A Sefaz se colocou à disposição para estudar a situação, pediu as notas fiscais sobre as quais o município apurou o débito para checar a informação”, resumiu o titular da Comunicação.