Projeto de lei quer proibir festas open bar em Goiás

Autor da proposta citou o festival sertanejo Villa Mix como justificativa 

Deputado Malúcio Pereira | Foto: Marcos Kennedy

Deputado Malúcio Pereira | Foto: Marcos Kennedy

Um projeto de lei de autoria do deputado estadual Marlúcio Pereira (PTB) pretende proibir em território goiano a realização de festas “open bar”, aquelas em que o preço da entrada inclui a consumação de bebida alcoólica.

Conforme a proposta, os proprietários e responsáveis pela organização das festas que descumprirem a ordem ficarão sujeitos a pena de multa de até doze salários mínimos, bem como a suspensão do alvará de autorização de realização de eventos.

O projeto de lei especifica que outros produtos, que não sejam bebidas alcoólicas, poderão ser objetos de consumo livre. A proposta já tramita pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa.

Em sua justificativa, o deputado Marlúcio Pereira cita como exemplo o festival Villa Mix. Segundo ele, relatos de pessoas que foram ao evento dão conta que a área sem open bar não foi alvo de qualquer tipo de violência, diferente do que foi relatado nas áreas que possuíam consumo livre de bebida.

Para o autor da proposta, a medida não fará com que as pessoas deixem de ir aos eventos, mas ajudará a diminuir o estímulo dos jovens em relação ao álcool. “Nesses eventos open bar, as pessoas tentam compensar o dinheiro investido no ingresso por meio da bebida e não se controlam. Todos dizem saber seu limite, mas isso não é verdade”, avaliou.

9 respostas para “Projeto de lei quer proibir festas open bar em Goiás”

  1. Andressa disse:

    Esse deputado tá doido e ?
    As festas melhores são as open bar.
    Palhaçada essa lei .

  2. Tulio Carvalho disse:

    Mds, quanto mimimi… –”

  3. José Mariano disse:

    E pq não tem nada o que fazer ai ficam inventai o que não precisa pq não fazem lei pra quem rouba o estado.

  4. Priscyla disse:

    Me fala qual a necessidade disso? Por favor né, me poupe! As festas que são open bar, ninguém é obrigado a beber não, bee se quiser! Agora tem tantas outras coisas mais importantes pra preocupar, porque não cria um projeto para o transporte público, pra segurança…! Quer se aparecer coloca uma melancia no pescoço ;)

  5. Epaminondas disse:

    Open bar = bebida ordinária. A proposta mereceria ser vista como uma questão de saúde pública. Embora se o cara quer entornar baldes do red label made in Mato Grosso que encontra num open bar sertanejo, é azar inteiro dele.

    Alías, pra quem ouve sertanejo, é até merecido.

  6. Guilherme Alves da Silva disse:

    Concordo plenamente com a posição do autor desse projeto. Festas open bar está incentivando jovens ao consumo de bebidas alcoólicas. Festas com menos álcool, teremos menos violência. Parabéns ao autor.

  7. Fernando Wisley disse:

    Gente quem pode beber e entrar em festas open bar já é maior de idade e bem resolvido né!
    Tanto assunto importante pra se resolver e o cara vem com uma dessas. Faça me o favor né meu caro!

  8. Marcelo Cândido disse:

    Malgrado a bebida alcoólica ser excelente fonte de renda fiscal, paradoxalmente, o seu abuso provoca o dobro dos gastos da administração pública de cada país, ante a série de enfermidades, degenerações orgânicas, crimes, desastres, acidentes, infelicidades, embrutecimento e desencaminhamento da juventude! Há verbas vultosas para atender a manutenção de asilos, hospitais, cárceres, presídios, institutos de recuperação psíquica e excepcionais filhos de alcoólatras.
    O bêbedo descuida-se do seu vestuário, torna-se excêntrico e extravagante; interpreta a vida a seu modo e confunde anomalias censuráveis com a naturalidade da existência. Irrita-se facilmente, discute numa fatigante verborragia as coisas mais simples e tolas, contradiz-se, revolta-se, rebaixa-se moralmente e perde o senso psicológico do ambiente e do ridículo.

  9. Marcelo Cândido disse:

    Malgrado a bebida alcoólica ser excelente fonte de renda fiscal, paradoxalmente, o seu abuso provoca o dobro dos gastos da administração pública de cada país, ante a série de enfermidades, degenerações orgânicas, crimes, desastres, acidentes, infelicidades, embrutecimento e desencaminhamento da juventude! Há verbas vultosas para atender a manutenção de asilos, hospitais, cárceres, presídios, institutos de recuperação psíquica e excepcionais filhos de alcoólatras.
    O bêbedo descuida-se do seu vestuário, torna-se excêntrico e extravagante; interpreta a vida a seu modo e confunde anomalias censuráveis com a naturalidade da existência. Irrita-se facilmente, discute numa fatigante verborragia as coisas mais simples e tolas, contradiz-se, revolta-se, rebaixa-se moralmente e perde o senso psicológico do ambiente.

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