Por Euler de França Belém

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Irapuan Costa Jr. lança livro e sua tradução de uma obra do filósofo inglês Herbert Spencer

O livro do pensador britânico sai pela Editora Ex Machina, de São Paulo, e a obra do ex-governador de Goiás ganha bem cuidada edição da Cânone Editorial

Humberto Aidar: “Comparar o rigor ético de Iris Rezende com o de Paulo Garcia é comparar cocô com doce”

"Se eu fosse o Paulo Garcia, já tinha colocado essa do PMDB pra correr há muito tempo", afirma o deputado estadual

Luiz Bittencourt diz “Goiânia virou projeto político-eleitoral de uma pessoa” (Iris Rezende)

O deputado estadual critica o caciquismo de Iris Rezende e sublinha que Paulo Garcia deveria abrir a caixa preta deixada pelo peemedebista-chefe

Pressão de deputados pode ter forçado Dilma Rousseff adiar vinda a Goiás pra anunciar 2 universidades

Deputados do PMDB e petistas trabalham contra visita da presidente da República

Marconi recebe Luiz Alberto, pré-candidato do PSD a prefeito de Nerópolis, no Palácio das Esmeraldas

Acompanhado do presidente regional do PSD, Vilmar Rocha, o pessedista falou com o governador sobre seu projeto político e sobre as principais demandas de Nerópolis

Senador Wilder Morais diz que não discrimina prefeitos e que apoia candidatos do PBM

PBM significa “Partido da Base do governador Marconi”. O presidente do PP destinou emenda para 120 municípios

“Edward Madureira é o melhor candidato do PT a prefeito de Goiânia”, diz Humberto Aidar

O deputado petista afirma que ele e Luis Cesar Bueno não temem enfrentar Iris Rezende para prefeito da capital

Humberto Aidar diz que união do PT com o PMDB de Iris Rezende “morreu até para o segundo turno”

O deputado estadual diz que o PT vai lançar candidato a prefeito da capital e que pode surpreender aqueles que o subestimam

Daniel Vilela e Agenor Mariano discutem eleições de 2016 para prefeito e de 2018 para governador

O encontro sinaliza um possível armistício entre as tropas políticas de Iris Rezende e de Daniel Vilela. Os dois querem comandar o PMDB

Argentina elegeu Mauricio Macri para retirar o kirchnerismo do poder

Eleitor derrotou o projeto de país criado pela família Kirchner, que leva ao não crescimento e à hipertrofia do Estado. Missão de Macri é incentivar o crescimento econômico e deskirchnerizar o país

Empurrado por sua apaixonada torcida, o Vila Nova ganha do Londrina e é campeão da Série C

Bom (será?) mesmo é saber que, em 2016, os torcedores poderão assistir um Campeonato Goiano na Série B e o Campeonato Goiano tradicional. Todos com Vila, Goiás e Atlético

PSD garante que vai lançar candidato a prefeito de Goiânia e anuncia quatro nomes

[gallery type="slideshow" ids="52259,52260,52261,52263"] O presidente do PSD de Goiânia, Dagoberto de Menezes, é peremptório: “O partido vai lançar candidato a prefeito de Goiás. Nós temos quatro pré-candidatos qualitativos e competitivos: o deputado federal e secretário Thiago Peixoto, o secretário das Cidades, Vilmar Rocha, e os deputados estaduais Virmondes Cruvinel e Francisco Júnior. Não é um time — é uma seleção. A orientação do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, é para lançar candidato a prefeito em todas as capitais”.

Ronda Rousey e Holly Holm provam que o MMA é o maior esporte “feminino” da atualidade

[caption id="attachment_52214" align="alignright" width="620"]Ronda Rousey e Holly Holm | Foto: divulgação Ronda Rousey e Holly Holm | Foto: divulgação[/caption] Parece brincadeira, ou boutade, mas o melhor esporte feminino da atualidade é mesmo o MMA. Na semana passada, nas rodas de homens e mulheres, a discussão era, muitas vezes, sobre a surra que a bela e formidável lutadora Ronda Roussey levou da igualmente bela e fabulosa Holly Holm. No octógono o que se viu, de maneira surpreendente, foi uma Ronda Rousey tentando caçar e sendo caçada. Como era o dia da caça, resultou que a atleta perdeu por nocaute. O observador que não ama tanto lutas — o boxe, sabe-se em Hollywood, é a sétima arte; o MMA é quase arte, como o cinema — parece acreditar que Ronda Roussey foi demolida pelo chute certeiro de Holly Holm. E foi, sem dúvida. Mas há o detalhe de que, quiçá racionalmente, Holly Holm primeiro “preparou” Ronda Rousey, quer dizer, foi deixando-a desnorteada com seu boxe agudo, que, além de minar a resistência — retirando o fôlego da oponente —, é desmoralizante. Portanto, quando foi nocauteada, Ronda Roussey estava tonta pelas estocadas do boxe de Holly Holm. O chute foi a gota d’água, a pá de cal, diria Carlos Monteiro, meu amigo coveiro. O que está ligeiramente equivocado nas análises, tanto as dos especialistas quanto as dos amadores — pertenço à segunda categoria —, é que a vitória de Holly Holm é definida, em larga medida, pela derrota de Ronda Rousey. Explico o repentino caos: Holly Holm ganhou porque lutou muito bem, pondo a adversária “dentro” de seu jogo, absorvendo-a — como os chineses faziam com seus adversários, segundo Henry Kissinger, em “Sobre a China” —, e não só por que Ronda Housey lutou mal, não conseguindo impor sua tática habilidosa de intimidar a adversária, “abafando”-a, como o cerco de Stalingrado. Certo, ao não conseguir impor seu estilo de luta, sequer conseguiu segurar Holly Holm no chão, Ronda Rousey não lutou bem. Mas Ronda Rousey não perdeu devido aos seus possíveis defeitos — autoconfiança, em termos esportivos, não é defeito; é virtude —, e sim por que Holly Holm lutou muito melhor. Mas, hein, queria diria: o MMA se tornou mesmo o esporte feminino por excelência, como prova a excelência técnica de Ronda Rousey — a melhor, apesar da derrota, do MMA —, Holly Holm, Paige VanZant (Chaplin do octógono) e Joanna Jędrzejczyk (fantástica lutadora). Os marmanjos não andam fazendo bonito, não é?, caros Rafael Teodoro, Nelsonmuaythai, Rayana Caetano, Candice Marques de Lima, Ricardo Tavares e Frederico Vitor e Alberto Nery.

Prefeito Carlos Amastha sofre baixa em sua base na Câmara

O vereador de Palmas Pastor João Campos (PTC) surpreendeu os colegas e populares presentes na galeria do plenário, na sessão de quinta-feira, 19, ao afirmar que não fará parte do palanque do prefeito Carlos Amastha em 2016.  O parlamentar justificou sua decisão enfatizando que a forma do prefeito fazer política não o motiva.

Michel Temer vai ficar ao lado em Goiás de quem manda deputado federal e senador para Brasília

[caption id="attachment_52308" align="alignright" width="620"]Michel Temer, Daniel Vilela e Iris Rezende: o vice-presidente quer uma convivência harmoniosa entre o novo e o histórico, mas sua opção é por quem tem voto, como o deputado Michel Temer, Daniel Vilela e Iris Rezende: o vice-presidente quer uma convivência harmoniosa entre o novo e o histórico, mas sua opção é por quem tem voto, como o deputado[/caption] Vice-presidente da Re­pública e poderoso chefão do PMDB, Michel Temer está preocupado, no momento, com a possibilidade de suceder a presidente Dilma Rous­seff, que pode sofrer impeachment. O peemedebista-chefe encomendou um plano de governo, elaborado por economistas — entre eles o ex-ministro Delfim Netto —, o qual tem sido elogiado por liberais e por revistas e jornais, dado o que chamam de “realismo”. O plano se propõe, por exemplo, a enfrentar o problema histórico da Previdência. Portanto, a política de Goiás não está entre as principais preocupações de Temer. Porém, como tem sido procurado por políticos do Estado, com e sem mandato, avalia que é preciso dar alguma atenção à crise local, que opõe os grupos de Iris Rezende e Maguito Vilela. O líder do PMDB nacional quer valorizar o novo, como o deputado federal Daniel Vilela, mas sem menosprezar os históricos, como Iris Rezende. Por isso, depois de conversar com Daniel Vilela, vai conversar com Iris Araújo — e, se quiser ir junto, Iris Rezende — nesta semana. Discreto, agindo no seu ti­ming e sem absorver a “pilha” de aliados regionais, Temer não explicita publicamente, mas, em conversas reservadas com aliados goianos, comenta que o PMDB de Goiás vai mal, muito mal. Em Brasília é assim: quem não tem mandato de deputado federal e senador tem menos importância. A força do PMDB no Con­gresso Nacional e no governo da presidente Dilma Rousseff advém de sua imensa bancada no Senado e na Câmara dos Deputados. Ao examinar o resultado eleitoral de 2014, Temer notou que, dos 17 deputados federais eleitos por Goiás, apenas dois são do PMDB — Daniel Vilela e Pedro Chaves, ambos ligados ao prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, e nenhum ao grupo de Iris Rezende. O PMDB, além de não ter nenhum dos três senadores, contribuiu para eleger Ronaldo Caiado, que é do DEM e adversário do governo federal. Mesmo sem menosprezar os históricos, como Iris Rezende, de 82 anos, o objetivo de Temer é prestigiar quem tem voto e, assim, envia representantes para Brasília, para fortalecer o PMDB nacionalmente. Eis a verdade; o resto é fuxico de botequim.