Por Euler de França Belém

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Prefeito Rogério Cruz confirma presença na posse de Jales Mendonça na presidência do IHGG

O prefeito afirma que o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás é importante para a historiografia

Bolsonaro pode assumir comando do PRTB no país e Major Vitor Hugo assumir em Goiás

O PRTB pode ganhar o passe dos deputados Major Vitor Hugo e Paulo Trabalho e do ex-senador Wilder Moraes

Grupo Soma compra a Hering por 5,1 bilhões de reais

A Arezzo tentou comprar, mas ofereceu “apenas” 3,1 bilhões de reais. Os principais acionistas optaram por negociar com o Soma

Manuel Cearense contesta boatos e diz que Heuler vai disputar mandato pelo MDB

O presidente do MDB em Rio Verde afirma que Osvaldo Fonseca não disputa mandato em 2022 e que Marussa Boldrin será candidata a deputada estadual

Presidente do MDB de Anápolis diz que partido tem 2 pré-candidatos consistentes a governador

Márcio Corrêa afirma que Daniel Vilela e Gustavo Mendanha são como “irmãos” e que o projeto de um é o projeto do outro

100 jornalistas brasileiros foram bloqueados no Twitter por autoridades

O presidente Jair Bolsonaro é o político que mais bloqueia jornalistas. Há 54 registros. Governador pelo PC do B também bloqueou jornalista

Dossiê da Revista Cult ignora um dos maiores filósofos brasileiros, José Arthur Giannotti

Roberto Romano e Denis Lerrer Rosenfield também foram esquecidos. Ruy Fausto foi citado en passant Há uma excelente edição da revista “Cult” nas bancas de revistas, jornais e quejandos (bolas, sapatos, chicletes, serviço de chaveiro etc.), com um dossiê formidável: “A história da filosofia no Brasil”. São de qualidade os textos de Paulo Margutti, Júlio Canhada, Filipe Ceppas, Silvana de Souza Ramos, Katiúscia Ribeiro, Renato Nogueira ,Vladimir Safatle, Rafael Haddock-Lobo, Ernani Chaves e Marcia Tiburi. Sugiro, porém, outra edição, com o acréscimo de filósofos importantes que foram, olimpicamente, ignorados. [caption id="attachment_325055" align="aligncenter" width="620"] José Arthur Giannotti, filósofo | Foto: Werther Santana/AE[/caption] Nos textos que discutem se existe uma filosofia brasileira, são citados Lélia González, Marilena Chaui (a mais mencionada), Bento Prado Jr., Rubens Rodrigues Torres Filho, Oswaldo Porchat, João Carlos Brum Torres, Carlos Alberto Ribeiro de Moura, Luiz Henrique Lopes dos Santos, Newton Bignotto, Maria Lúcia Cacciola, Scarlett Marton, Henrique Cláudio de Lima Vaz, Ricardo Ribeiro Terra, Oswaldo Giacoia Júnior, Ruy Fausto, Paulo Arantes, Guido de Almeida, Danilo Marcondes, Roberto Machado , Olgária Matos e Benedito Nunes. Não há a menor dúvida: os nomes listados são importantes, embora a contribuição de cada um à Filosofia não tenha sido apresentada a contento. Fica-se com a impressão de que, no final das contas, são todos iguais ou parecidos. [caption id="attachment_325054" align="aligncenter" width="620"] Roberto Romano, filósofo | Foto: Reprodução[/caption] Mas o principal “problema” possivelmente é a não inclusão de um filósofo da magnitude de José Arthur Giannotti, que, aos 91 anos, ainda escreve livros de Filosofia e, inclusive, sobre artes plásticas. O professor emérito da USP tem uma obra consistente, amplamente debatida e conhecida. É um grande intérprete de Karl Marx, Ludwig Wittgenstein e, entre outros, Heiddeger. Por que, portanto, não o incluir na lista dos filósofos brasileiros relevantes? Mero esquecimento, certamente, não foi. Porque um gigante como José Arthur Giannotti não é imperceptível. Entre suas obras estão: “Origens da Dialética do Trabalho” (um clássico), “Heidegger/Wittgenstein — Confrontos”, “Certa Herança Marxista”, “Apresentação do Mundo”, “Lições de Filosofia Primeira”, “O Capital — Crítica da Economia Política”. Por que ignorá-las? [caption id="attachment_122507" align="aligncenter" width="620"] Ruy Fausto: filósofo importante mas citado en passant | Foto: Divulgação[/caption] O fato de José Arthur Giannotti ser amigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, um tucano — e um tucano é sempre adversário do petismo (derrotou Lula da Silva duas vezes seguidas) —, pode ter influenciado os consultados pela Cult a deixá-lo de lado. Não seria um companheiro de jornada da “transformação social”. Ora, o filósofo fez muito mais pela divulgação do marxismo no Brasil — de maneira sofisticada, é claro — do que muitos marxistas consagrados. O filósofo Ruy Fausto é citado en passant. Intérprete notável e heterodoxo de Marx, acabou se tornando um grande crítico do PT — e de Marilena Chaui, a darling da academia —, mas sem se deixar contaminar pelas ideias da direita. Tanto ele quanto José Arthur Giannotti merecem estudos detidos, e não meras citações de seus nomes. [caption id="attachment_109664" align="aligncenter" width="620"] José Guilherme Merquior: talvez seja o caso de tratá-lo como filósofo | Foto: Reprodução[/caption] Outras omissões são as dos filósofos Leandro Konder e Roberto Romano? Por que não listá-los num mapeamento relativamente abrangente? A “Cult”, ótima revista, fica devendo aos leitores uma história da filosofia no Brasil mais, digamos, inclusiva. Não há, por exemplo, filósofos de direita, quiçá um Denis Lerrer Rosenfield? Não seria oportuno tratar José Guilherme Merquior, que morreu com apenas 49 anos, como filósofo? Frise-se que também fez críticas a Marilena Chaui. O que parece não ser de bom-tom. A edição comentada contém uma entrevista de alta qualidade com o filósofo Marcos Nobre, professor da Unicamp e presidente do Cebrap. Poucas vezes um scholar de esquerda interpreta um político de direita, Jair Bolsonaro, com tanta precisão.

Goianésia deve bancar 3 candidatos a deputado estadual e 1 a deputado federal

O favorito é o ex-prefeito Renato de Castro. Correm por fora Emerson AutoVip e o médico José Machado. Helio de Sousa vai a deputado federal

Zacharias Calil insiste em disputar o Senado e sugere que pode deixar a política

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Exército poderoso não quer aliança entre Ronaldo Caiado e o MDB de Daniel Vilela

Adib Elias, Paulo do Vale, Roberto Naves, Vanderlan Cardoso e Renato de Castro rejeitam acordão com o líder do emedebismo em Goiás

PP de Alexandre Baldy pode perder prefeitos para o Democratas de Ronaldo Caiado

O governismo rejeita o fato de o ex-deputado manter os pés em duas canoas: a do governo e a das oposições

Gustavo Mendanha pode ser o vice de Ronaldo Caiado em 2022

Há quem aposte que o emedebista pode disputar o governo. Daniel Vilela é cotado para disputar mandato de deputado federal, para puxar votos para o partido

Pacto secreto entre Carlesse e Eduardo Gomes pode atropelar Ronaldo Dimas no Tocantins

O governador apoia Eduardo Gomes para governador, mas rejeita Ronaldo Dimas. O vice-governador Wanderlei Barbosa Castro pode se candidato a governador

Mauro Carlesse pode disputar mandato de deputado pra não enfrentar a senadora Kátia Abreu

Deputado assegura que o governador vai renunciar em abril de 2022. “Porque, para ter ‘imunidade’, precisa de mandato”

Governismo não “avança” sobre os prefeitos do MDB

Dada a possibilidade de uma aliança entre o governador Ronaldo Caiado e Daniel Vilela, articuladores políticos não tentam atrair gestores emedebistas