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Foto: Divulgação[/caption]
O jornalista Thomas Traumann trabalhou na revista “Veja”, como repórter, editor e colunista, e como porta-voz da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e assessor do ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci. Agora, publica o livro “O Pior Emprego do Mundo — 14 Ministros da Fazenda Contam Como Tomaram as Decisões Que Mudaram o Brasil e Mexeram no Seu Bolso” (344 páginas).
Sinopse do livro: “Pense em uma deliberação que mexa no seu bolso e na ponta estará o ministro da Fazenda. Do gabinete no quinto andar do Ministério da Fazenda, em Brasília, foi decidido quanto dinheiro cada brasileiro poderia retirar da sua caderneta de poupança; se o país ia parar de pagar sua dívida com os bancos estrangeiros; e até qual deveria ser o preço da passagem de ônibus. Nenhum outro posto concentra tanto poder. O nível de intrigas, conspirações e invejas que cerca o Ministro da Fazenda é insuperável.
“Neste livro, o jornalista Thomas Traumann compara o cargo de Ministro da Fazenda do Brasil com o pior emprego do mundo. Poucas pessoas sofrem tanta pressão e em nenhum país alguém tem tantas atribuições, fruto da crônica dependência governamental da economia brasileira. A inflação subiu? É culpa do ministro. A geração de postos de trabalho, o crescimento da economia, o peso dos impostos e outro punhado de indicadores do bem-estar econômico funcionam como uma espada sobre a cabeça do ministro, ameaçando cortá-la.
“Com entrevistas com quinze ex-ministros e uma pesquisa exaustiva, Traumann reconta a história recente da economia brasileira. É um retrato sobre o jogo do poder de Brasília, como ele é exercido, quem o exerce e como ele muda a sua vida.”
“Medo — Trump na Casa Branca” revela que auxiliares mais preparados e autônomos criaram conspiração para segurar a Loucolândia do presidente
Roberta Ribeiro lança o livro “Woody Allen e a História”, pela Editora Caminhos. Pesquisadora precisou mergulhar na filmografia do cineasta para compreender sua forma peculiar de tratar os temas que envolvem a psicanálise e as demandas que envolvem história e cinema
Livro conta como as mulheres atuaram tanto na linha de frente quanto nos bastidores da Ação Libertadora Nacional
Em seu terceiro disco de estúdio, banda goiana não se acomoda no sucesso de "Princesa" (2016) e arrisca novo caminho ao buscar olhar mais introspectivo
Escritora pernambucana estará em Goiânia neste sábado (04) para um bate-papo e sessão de autógrafos de "Maravilhas Banais", publicado pela martelo casa editorial
Autor escreveu sobre organização de proteção aos nazistas e sobre o mercado das drogas
A tradução é de Paulo Henriques Britto. Rogério Galindo verte para o português “Terra Estranha”
Edinho, Duda, Piauí, Rosinha, Josias e Tuca saíram vivos da Guerrilha do Araguaia. Goiano foi infiltrado no PC do B e guerrilheira teve caso com sargento do Exército
A obra é um apanhado fotográfico de toda a tradição da festa de Nossa Senhora do Rosário, realizada todos os anos em Catalão
Estudo alentado prova que Joaquim José da Silva Xavier era um homem corajoso e digno
Longe de apenas avançar no processo de modernizar, o Brasil deve reforçar suas qualidades positivas, como a celebração imotivada da vida
“Considerações Sobre a Poesia Goiana” (Cânone Editorial, 2018) será lançado no dia 14 de junho, às 18:30, na Livraria Palavrear, Setor Universitário; obra traz teoria e história literária, além de estudos de crítica sobre os poetas de Goiás
Obra dos jornalistas Allan de Abreu e Carlos Petrocilo conta como o delator revelou a corrupção no esporte mais amado pelos brasileiros
A CIA é “personagem” de dezenas de livros, bons e ruins. Alguns, por vezes, chegam a ser mais conspiratórios do que a própria agência de Inteligência do governo dos Estados Unidos. Mas o fato é que livros a respeito vendem, são lidos. “Treinado Para Matar — Os Planos da CIA para Eliminar Castro, Kennedy e Che” (Seoman, 232 páginas), de Antonio Veciana e Carlos Harrison, tentam explicar, segundo sinopse da editora, a ação dos grupos paramilitares dirigidos pelo governo americano. Fica a pergunta: a CIA realmente participou do assassinato do presidente John Kennedy? Fala-se a respeito, inclusive sobre possível conexão com a Máfia (menciona-se sobretudo o FBI de Hoover e há livros que sugerem que até o Pentágono conspirou contra o presidente, mas não a ponto de articular sua morte), mas a prova, aquela evidência cabal, não existe. Quanto a Fidel Castro e Che Guevara, aí sim, houve participação direta tanto no assassinato do segundo quanto na tentativa de assassinato do primeiro.

