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Do Grunge ao Massacre de Columbine: um ácido acidente musical

Jornalista Henrique Morgantini lança seu primeiro romance. Trata-se uma história cosmopolita

Livro resgata história de banda de 5 músicos cegos e de um pracinha da 2ª Guerra Mundial

O jornalista Tiago Abreu lança obra que conta a história da cidade de Paratinga, no sertão da Bahia

Brasil ganha tradução de Arquipélago Gulag, de Soljenítsyn, com tradução direta do russo

São destaques a escala da empreitada (relatos enviados ao autor serviram de fonte documental), a forma (investigação artística) e a qualidade literária

Lançamento Livro afirma que Churchill e Orwell eram irmãos na luta pela liberdade do indivíduo

Ganhador do Pulitzer afirma que, mesmo pertencendo a linhas ideológicas diferentes, os dois britânicos se irmanavam na defesa da democracia

Livro sugere que Stálin pode ter sido assassinado por seus aliados

A bibliografia sobre o ditador soviético é extensa. Chega o livro de Michal Kerrigan. Já temos os de Oleg Khlevniuk e Simon Montefiore

A escritora de 19 anos que é chamada de George R. R. Martin brasileira

Ana Beatriz Brandão lança “Entre a Luz e a Escuridão”, romance que tende a se tornar best seller. Outro livro será levado ao cinema Sérgio Prado de Oliveira Especial para o Jornal Opção Houve um tempo, não muito distante, que best sellers eram lançados por José Lins do Rego — “Menino de Engenho” —, José Mauro de Vasconcelos — “Meu Pé de Laranja Lima” — e Jorge Amado — “Gabriela, Cravo e Canela” e “Tieta”. Os tempos mudaram. Primeiro, surgiu Paulo Coelho, que se tornou best seller internacional — de Paris ao Texas. Hoje, Ana Beatriz Brandão, de apenas 19 anos, é a grande best seller brasileira. Há quem a chame de George R. R. Martin de saia — se é que aprova saia, rebelde que talvez seja. Paulistana, Ana Beatriz Brandão não é, claro, nenhuma Machado de Assis, nenhuma Graciliano Ramos, nenhuma Guimarães Rosa, nenhuma Clarice Lispector, nenhuma Ana Maria Gonçalves. Porque não é uma estilista da Língua Portuguesa — a penúltima flor do Lácio (o romeno seria a última). Mas a garota escreve bem, com clareza, precisão e, aqui e ali, certa contenção. Os leitores (os seus fãs, diga-se; há uma legião deles) apreciam o banho de sangue de sua literatura. A autora mata seus personagens sem dó nem piedade. Agora, a autora precoce volta com “Entre a Luz e a Escuridão” (Verus, 252 páginas), que será lançado no dia 7 de setembro, na Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro. Best seller à vista — o que prova que os leitores estão devorando determinado tipo de literatura (há notícias de que o último romance de Cristóvão Tezza, um dos maiores prosadores brasileiros da atualidade, vendeu menos de 200 exemplares). Humanos, vampiros e metacromos (pessoas com poderes especiais) são os personagens do romance de Ana Beatriz Brandão. No Instagram (@anabiabrandao), a autora escreveu, aparentemente divertindo-se com a própria surrealidade: “Eu não sei dizer não aos meus personagens. Se eles querem me contar uma história de amor, eu escrevo. Se é terror, eu escrevo. Se é fantasia com vacas voadoras, eu escrevo. Eles mandam em mim, já aceitei isso. (...) A cada lançamento maluco que eu faço, de histórias que vocês não esperam, eu admiro e agradeço ainda mais pelos leitores que eu tenho”. [caption id="attachment_207426" align="aligncenter" width="620"] Ana Beatriz Brandão: é preciso admitir, na literatura que faz, de entretenimento e sem altas pretensões literárias, que se trata de uma autora competente. Sua literatura convence, entretém, diverte e prende os leitores. Vale ler sua prosa sem compará-la com os grandes da literatura brasileira | Foto: Facebook da autora[/caption] Sinopse enviada pela editora: “O aguardado segundo volume da série ‘Sob a Luz da Escuridão’, da autora do best-seller ‘O Garoto do Cachecol Vermelho’. Lollipop assume a liderança da Área 4 e comanda tudo com mãos de ferro. Depois que novas áreas são conquistadas, o clã está mais poderoso do que nunca. Com a ajuda de um novo aliado, Sam, Lolli e Jazz se preparam para interceptar um dos maiores contêineres enviados pelo Instituto. E quando tudo sai do controle, um grupo de guerrilheiros precisa partir em uma missão suicida que os levará ao encontro do maior inimigo dos metacromos. Destemida, rebelde, divertida e incansável... Uma garota repassa essas palavras em sua mente como um mantra que a mantém equilibrada e a torna forte para obedecer às ordens que recebe de uma voz desconhecida. Programada para trabalhar arrecadando dinheiro para o Instituto LTG, ela é capaz de tudo para se manter viva. Até mesmo matar”. [caption id="attachment_207425" align="aligncenter" width="620"] Ana Beatriz Brandão tem 19 anos e escreveu cinco livros | Foto: Facebook da autora[/caption] Dados sobre a autora: “Com 5 anos já era uma ávida leitora, aos 13 iniciava uma jornada cercada de magia junto aos seus personagens e atualmente, com 19 anos, já publicou cinco livros e embarca na forte emoção de acompanhar o filme baseado em seus dois best-sellers, ‘O Garoto do Cachecol Vermelho’ e ‘A Garota das Sapatilhas Brancas’. Targaryen, potterhead, narniana, semideusa e tributo, Ana Beatriz Brandão vive intensas aventuras todos os dias e celebra suas publicações, desde a mais recente obra ‘Sob a Luz da Escuridão’, até aquela que pela primeira vez cativou o público, ‘Sombra de um Anjo’. Não esquece as emoções vivenciadas em ‘Caçadores de Almas’ que também tem um valor inestimável à jovem escritora. Seu maior sonho é poder continuar contando suas histórias para todos aqueles que, assim como ela, acreditam que os livros são a melhor forma de tocar o coração das pessoas e mudar suas vidas”. J. K. Rowling, autora de “Harry Potter”, está se aventurando numa prosa mais sofisticada. É provável que, mais madura, Ana Beatriz Brandão salte dos atuais temas para uma literatura mais densa? É possível. Mas, é preciso admitir, na literatura que faz, de entretenimento e sem altas pretensões literárias, que se trata de uma autora competente. Sua literatura convence, entretém, diverte e prende os leitores. Vale ler sua prosa sem compará-la com os grandes da literatura brasileira. A garota sabe escrever. É o primeiro e grande passo. Sérgio Prado de Oliveira é formado em Letras.

Goiás na biografia de Mário de Andrade escrita por Jason Tércio

O avô foi governador de Estado e o pai também trabalhou na Cidade de Goiás. Um médico goiano presenteou o escritor com um cocarzinho

Maternidade Dona Iris | Foto: divulgação/Secom
Mutirão de ultrassom feminina pretende zerar fila de espera em Goiânia

Mutirão faz parte do Programa Saúde em Dia que está sendo implementado pela Secretaria Municipal de Saúde

Livro de Jared Diamond talvez possa “ensinar” Paulo Guedes a arrancar o Brasil da crise

O professor da Ucla tem uma visão diferente dos chicago-boys, mas, ainda assim, pode apontar caminhos para o país de Bolsonaro

Livro de doutor em história revela que Plínio Salgado espionou para a Alemanha de Hitler

“Plínio Salgado se via como um líder fascista exilado e estava mais do que disposto a se articular com o Eixo para garantir sua posição de líder nacional”, diz João Fábio Bertonha

Attílio Corrêa Lima projetou jardim para Roberto Marinho

Biógrafo Leonencio Nossa sugere que irmãos Luiz e Oswaldo Aranha podem ter sido os criadores dos campeões nacionais

Livro revela bastidores da pedofilia e da homofobia na Igreja Católica

Reprimir a sexualidade, como se não existisse e pudesse ser ignorada, está, por vezes, por trás de atos arbitrários e abusivos

Vargas Llosa discute o pensamento de Hayek, Popper, Aron, Berlin e Revel

Mario Vargas Llosa, prêmio Nobel de Literatura, é um prosador de primeira linha e, ao mesmo tempo, um crítico literário de primeira linha. Não só. Ele está se tornando um pensador da política e da cultura. Vários de seus textos são obras-primas do ensaísmo. A Editora Objetiva lança agora “O Chamado da Tribo — Grandes Pensadores do Nosso Tempo” (216 páginas, tradução de Paulina Wacht e Ari Roitman). Sinopse da editora: “O autor do prêmio Nobel selecionou os sete pensadores liberais que o ajudaram a desenvolver um novo conjunto de ideias após uma grande decepção: o desencanto com a Revolução Cubana e o distanciamento das ideias de Jean-Paul Sartre, o autor que mais o inspirou na juventude. “Vargas Llosa estabelece um diálogo denso e detalhado com os pensadores que formaram sua base de leitura durante seus anos de frustração: Adam Smith, José Ortega y Gasset, Friedrich Hayek, Karl Popper, Raymond Aron, Isaiah Berlin e Jean-François Revel. A partir desses autores, Vargas Llosa conheceu uma tradição de pensamento que favorece o indivíduo frente à tribo, à nação, à classe ou ao partido, e que defende a liberdade de expressão como um valor fundamental para o exercício da democracia. O chamado da tribo é a autobiografia intelectual de um dos maiores escritores dos nossos tempos. ‘“A doutrina liberal representou desde a sua origem as formas mais avançadas de cultura democrática e a que mais tem nos defendido do inextinguível ‘chamado da tribo’. Este livro quer contribuir com um grãozinho de areia para essa indispensável tarefa.”’

Livro analisa avanços e retrocessos na conquista de direitos LGBTI

"Fatos, Afetos e Preconceitos: Uma História de Todos os Dias", da advogada Chyntia Barcellos, será lançado no dia 6 de dezembro (quinta-feira), na Livraria Palavrear

Rodrigo Alvarez autografa novo livro em Goiânia nesta terça-feira

O escritor e jornalista lança #MadalenaSemFiltro, narrado em primeira pessoa por Maria Madalena, na Livraria Leitura do Goiânia Shopping