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O eletricista teria matado a jovem enforcada após uma discussão
Vereadores do PMDB e PT, bem como de partidos de sustentação do prefeito, estão na composição da oposição à presidência da Câmara
O procurador do Estado de Goiás Francisco Kleber Paes Landim, de 49 anos, sofreu um AVC na quarta-feira, 10, e está internado no Instituto de Neurologia de Goiânia. Seu estado, dizem os médicos, é regular. Ele está consciente, mas com déficit motor e da fala.
Francisco Kleber não pode receber visitas. “Os médicos estão tentando desobstruir o coágulo com o uso de medicamentos”, relata um amigo médico.
O procurador teve um AVC há algum tempo e se recuperou integralmente.
Como músico, Francisco Kleber participou de várias bandas, como a 17º Sexo. Ele estava se preparando para gravar um CD. No sábado, 6, ele e o jornalista Iúri Rincon Godinho fizeram uma música. "O Chico Kleber estava ótimo", afirma Iúri.
Camila Cristina Prado, de 30 anos, teve 85% do corpo queimado e veio a óbito depois de passar 10 dias na UTI
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Welington Peixoto é o nome mais forte | Foto: Marcello Dantas/Jornal Opção Online[/caption]
Alguns vereadores garantem que o governador Marconi Perillo (PSDB) e o prefeito Paulo Garcia (PT) não entraram pra valer, apoiando “A” ou “B”, na disputa pela presidência da Câmara Municipal de Goiânia. Quem está mandando alguns sinais é o ex-prefeito Iris Rezende, que teria dito a vereadores de seu partido que a “melhor escolha” é a vereadora Célia Valadão (PMDB). Os peemedebistas respeitam Iris e Célia, mas sugere que não tem experiência e tutano para dirigir a casa. Há quem avalie que Denício Trindade (PMDB) pode deixar a Secretaria da Habitação da Prefeitura de Goiânia para dirigir o Legislativo.
Porém, enquanto se fala na intervenção das cúpulas, os vereadores articulam por si sós. O bloco independente, composto de 8 integrantes, uniu-se às oposições e tende a bancar um candidato. Se a eleição fosse hoje, o blocão provavelmente faria o presidente, pois teria também os votos dos oposicionistas, aproximadamente 12 nomes. Wellington Peixoto é o nome forte.
As oposições estão discutindo nomes e, sobretudo, critérios para escolha do presidente, como unidade do grupo, defesa da cidade e não do prefeito, valorização do vereador, credibilidade do candidato interna (Câmara) e externa (sociedade). O candidato precisa ter uma presença ativa na Câmara e levar suas ações para a população.
A mulher, que estava sozinha em casa, conseguiu descer sozinha pelo elevador, e os bombeiros a socorreram já no térreo do residencial
No calendário “civil”, novas eleições somente dentro de longos dois anos. No calendário “político”, as articulações começam já
Inquérito é referente à acusação do assassinato de Rosirene Gualberto da Silva, de 29 anos, apontada nas investigações como a 13ª vítima de Tiago Henrique
A solicitação deve ser feita pelo telefone 156
"O que era absurdo, com todo mundo contra, ainda continua sendo abusivo, porque a prefeitura agora quer apresentar uma proposta de 60% de aumento para todos os imóveis de Goiânia sem, inclusive, justiça fiscal”, diz o petista
A apresentação do balanço estava marcada anteriormente para o dia 28 de outubro e foi adiada, mas agora Jeovalter garante que a nova data será mantida
Geovani Antônio (PSDB), um dos nomes mais cotados, afirma que as discussões estão apenas em fase “embrionária”
A prestação de contas deveria ter sido realizada nesta terça-feira (28/10 )mas foi adiada para que sejam resolvidas questões contábeis
Célia Valadão e Geovani Antônio são os principais nomes na disputa
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Vereadores Geovani Antônio (em pé), Célia Valadão e Carlos Soares | Foto: Alberto Maia/ Câmara Municipal[/caption]
Sarah Teófilo e Thiago Burigato
Com a aproximação da data da escolha do novo presidente da Câmara de Goiânia, começam as articulações entre os vereadores. O assunto, inclusive, foi um dos focos das discussões na Casa legislativa nesta terça-feira (28/10).
Um dos principais nomes cotados pela situação, Célia Valadão (PMDB) diz que está preparada para concorrer ao cargo, caso seja escolhida pelo seu partido. "Se o PMDB entender que estou a altura de representa-los, estou a disposição. Todo vereador deseja ser presidente da casa, disse.
Ela acredita que o fato da base do prefeito passar por dificuldades na Câmara não devem afetar a decisão. "A eleição da casa não se dá no perfil de base e oposição. É uma eleição interna da casa. É claro que haverá debates, preferências. Agora vamos ver de que maneira acontecerá isso."
A situação, porém, pode complicar caso se concretize o boato de que o governador Marconi Perillo (PSDB) vai tomar providências para influenciar no resultado. "O governador tem muita preocupação a nível de Estado. Não vejo se haverá a participação dele nesse processo municipal. Mas caso haja, teremos que aceitar e entender que é um processo de disputa, de poder, e estará interferindo sim em todos os âmbitos", relata Célia.
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Paulo Magalhães (à direita) está junto com o bloco moderado na disputa pela presidência na Câmara/ Foto: Alberto Maia/ Câmara Municipal[/caption]
Já Elias Vaz (PSB), acredita que existe possibilidade. "Se o governador entrar as chances do prefeito perder aumentam, pois a insatisfação aqui é geral", diz.
Além de Célia, Geovani Antônio (PSDB) é o principal nome cotado pela oposição. Ele descarta a possibilidade de intervenção do governador. "Marconi Perillo respeita o poder municipal e não quer impor nada. Se eu for escolhido, quero deixar claro que não tentarei fazer desse Casa um secretaria do governador, nada disso."
O Bloco Moderado, por sua vez, ainda não possui nenhum indicativo. O grupo, anteriormente composto por quatro integrantes, hoje tem sete, e cada um deles tem iguais chances de participar da disputa: Zander Filho (PSL), Paulo da Farmácia, Divino Rodrigues (Pros) e Jorge do Hugo (PSL) recebem agora Wellington Pial (PTB), Rogério Cruz (PRB) e Paulo Magalhães (PSD).
Paulo Magalhães relatou que o Bloco Moderado já se reuniu com o prefeito e vai se reunir com a oposição. De acordo com ele, a união deve ocorrer com quem aceitar um deles na cabeça de chapa.
A eleição do novo presidente está prevista para o dia 15 de dezembro.
Como trata-se de uma emenda à LOM, o texto não precisa passar pelo crivo do prefeito Paulo Garcia (PT). A própria Câmara pode promulgar a lei, publicando-a no Diário Oficial do Município posteriormente

