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Ministério Público tentou derrubar a decisão, mas justiça negou pedido

O Tribuna de Justiça de Goiás recusou o pedido de liminar feito pelo Ministério Público que pedia que as academias continuassem fechadas. Com a decisão, esses estabelecimentos poderão reabrir suas portas e receber os alunos seguindo algumas regras impostas.
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Na quinta-feira, 21, a justiça já havia concedido uma liminar que permitia a abertura das academias em Goiás. Segundo a decisão, esses estabelecimentos deveriam ser incluído na lista de serviços essenciais. O Ministério Público do Estado entrou com um pedido para derrubar essa decisão, e manter as academias fechadas, mas a justiça decidiu a favor da a reabertura.
Desde o primeiro decreto assinado pelo governador Ronaldo Caiado (DEM) ainda no mês de março, as academias seguem fechadas como forma de evitar o contágio pelo coronavírus. A decisão que permite a abertura foi a pedido do Sindicato dos Profissionais em Educação Física do Estado de Goiás (Sinpef-GO).
A decisão da justiça que permite a reabertura das academias exige que elas recebam alunos até 30% da capacidade total. Também é exigida a higienização mais rígida e o distanciamento durante as atividades.
O presidente Jair Bolsonaro já havia defendido a reabertura das academias de ginástica. Em um decreto federal ele inclui, além das academias, salões de beleza e barbearias como "atividades essenciais".
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Até então os bancos de sangue rejeitavam as doações de homossexuais que tivessem se relacionado nos últimos 12 meses
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| Foto: Nelson Jr./SCO/STF[/caption]
A maioria do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pela derrubada das restrições à doação de sangue por homossexuais.
Em julgamento histórico, os ministros decidiram pela inconstitucionalidade das normas vigentes do Ministério da Saúde e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O encontro, que terminou às 23h59 da última sexta-feira, 8, contou com os votos favoráveis dos ministros Edson Fachin, Luiz Fux, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Alexandre de Moraes.
Vale lembrar que até então os bancos de sangue rejeitavam as doações de homossexuais que tivessem se relacionado nos últimos 12 meses.
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