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Francisco Jr. elogia Marconi e diz que Goiás na Frente é fantástico

Deputado estadual tem acompanhado eventos do programa do governo 

Paulo Mourão destaca grave momento do País

[caption id="attachment_88670" align="aligncenter" width="620"] Paulo Mourão: sem reconhecer que o partido dele levou o País à crise atual | Foto: Divulgação[/caption] No retorno dos trabalhos legislativos de terça-feira, 1º, o deputado estadual Paulo Mourão (PT) usou a tribuna para relembrar os problemas enfrentados na gestão do país. Apontou que é preciso trazer à pauta da gestão pública a sensatez, para que assim seja possível vencer a crise econômica e política que assola todo o País. Como de praxe, Mourão não fez o mea culpa partidário, reconhecendo que seu partido, o PT, é que levou o País à situação de crise em que se encontra hoje. O deputado lembrou o momento de “extrema gravidade” que o Brasil vive atualmente. “Temos um país de dimensões continentais, de um povo determinado ao trabalho, ordeiro, e o que nós vemos é um desequilíbrio. As forças e lideranças do país não estão conseguindo se entender e o país sangrando dificuldades, desemprego e sem poder retomar o desenvolvimento.” Ele lembrou que a maciça maioria da sociedade tocantinense deseja que o Brasil seja passado a limpo, apesar de alguns setores defenderem a manutenção do atual governo no sentido de evitar uma paralisação do País. Para Mourão é preciso ir além e destacou a frustração das receitas e os meios que o governo federal tem lançado mão para suprir o déficit orçamentário. “A única forma que o governo tem ainda é aumentar os impostos através de decreto. Estes impostos incidem no consumo das família, como o aumento do PIS e Cofins nos combustíveis, o que acarretará em um ataque brutal ao bolso dos brasileiros.” O parlamentar ressaltou outro agravante: o desequilíbrio da Previdência. Mourão alertou que hoje são sete trabalhadores na ativa para cobrir um aposentado e a previsão, segundo o deputado, é que em 2030 o número deve chegar a três na ativa para cobrir os gastos de um aposentado.

Brasília precisa de um projeto

[caption id="attachment_101410" align="aligncenter" width="620"] Foto: Renato Araújo[/caption] O presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT), foi o entrevistado da semana e durante a conversa o parlamentar falou sobre os projetos prioritários para votação em 2017 e analisou o cenário político para 2018. O presidente do Legislativo é cotado para concorrer ao governo, mas diz que sua prioridade é a disputa para deputado federal. “Brasília não precisa de um candidato, mas de um projeto”, disse o parlamentar.

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Prefeitos e deputados devem deixar partidarismos e picuinhas de lado para um bem maior

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Impulsionado pela eleição presidencial de Donald Trump, nos Estados Unidos, o historiador norte-americano elaborou 20 lições que a história, sobretudo o período da ascensão dos regimes totalitários no século XX, pode nos ensinar, no momento presente

“Governo Temer fabrica déficit para emplacar reformas”, critica auditora fiscal

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Investigação de dois jornalistas do “Washington Post” sobre o Caso Watergate, que derrubou o então presidente Richard Nixon, foi narrada em um clássico do cinema, e pode ser comparada ao atual momento político vivido nos Estados Unidos

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E se “fica, Temer” for o menos ruim?

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Lista divulgada na última terça-feira (30/5) apontou que 12 deputados goianos receberam recursos da empresa

O Brasil, a crise generalizada e a inquietante atualidade de Oliveira Vianna

As teses do intelectual fluminense sobre nossas liberdades civis e políticas podem nos ensinar a “ler” melhor a situação crítica pela qual passamos, sobretudo porque subsiste em nosso “DNA civilizacional” um abismo entre as elites políticas e os cidadãos

“Os que virão após Marconi assumirão um estado arrumado, com contas em dia”, diz Vitti

Presidente da Assembleia ressalta importância do Programa Goiás na Frente e o compromisso com os municípios

Jornal internacional destaca deputados goianos como políticos honestos do Brasil

"The Globe and Mail", periódico de maior circulação do Canadá, entrevistou Pedro Chaves (PMDB) e Fábio Sousa (PSDB) sobre atual crise no país