Imprensa

Encontramos 5847 resultados
jornalista_zuenir_ventura
LUTO
Morre aos 95 anos Zuenir Ventura, um dos principais nomes do jornalismo brasileiro

Escritor transformou episódios da história recente do país em livros e reportagens e ocupava uma cadeira na Academia Brasileira de Letras desde 2014

Ana María Miller 1300 directora de Ediciones de la Flor | Foto: Sandra Cartasso/Página 12
Ediciones de la Flor, a editora da Argentina que publicou Mafalda por 55 anos, fecha as portas

Kuki Miller diz que a crise econômica e a mudança do perfil do mercado a levaram a fechar a editora. Ela critica também o presidente Javier Milei

Zuenir Ventura foto de 2018 foto de Alice Vergueiro Abraji 1300 por 867
O dia em que Zuenir Ventura me convidou para trabalhar no Rio de Janeiro

Eu trabalhava no “Diário da Manhã”, e Mestre Zu ligou para comentar uma resenha que havia escrito sobre seu livro. Gostou inclusive dos erros que apontei

Mary del Priore capa de História das Mestiçagens no Brasil capa tripla ok2
Mary del Priore lança livro sobre mestiçagem e é atacada nas redes sociais. Por que a Universidade não a defende?

O livro “História das Mestiçagens no Brasil”, de Mary del Priore e Gian Melo, tem sido execrado. Na Bienal do Livro, a historiadora precisou de proteção de vigilantes contratados pela Unesp

Antonio Risério capa tripla de Sociologia Paulista Contra o Pensamento social Brasileiro ok2
Antonio Risério desanca a Sociologia da USP e valoriza Joaquim Nabuco, Gilberto Freyre e Euclides da Cunha

Uspianos ignoraram José Bonifácio e Euclides da Cunha e declararam guerra a Gilberto Freyre, fecharam as portas para Guerreiro Ramos, fraudaram obra de Ruy Mauro Marini e sabotaram Mangabeira Unger

Malu Gaspar como cobra ok77
Malu Gaspar não é bolsonarista nem fascista; é repórter

Em nome do bom jornalismo, Malu Gaspar estaria a serviço da barbárie, ou seja, do bolsonarismo? Não está, postulo. Mas vale, tanto ela quanto nós, refletir a respeito

Amaury Ribeiro Júnior ok 1300 por 800
Abraji critica decisão da Justiça de MG que condenou Amaury Ribeiro Jr. à prisão em regime semiaberto

Repórteres investigativos vivem no limiar do submundo. Para obter informações exclusivas, precisam manter relacionamento, às vezes estreito, com figuras pouco ou nada católicas. Condená-los (e não apenas judicialmente) equivale a operar para a extinção do jornalismo investigativo.

Há casos de jornalistas investigativos que se tornaram investigados? Sim. Por vezes, são condenados e, até, presos. Os que acusam em geral não querem esclarecer os fatos. Na verdade, tentam intimidar os repórteres e evitar a continuidade do trabalho jornalístico.

Considerado um repórter ousado, por isso premiado, o jornalista Amaury Ribeiro Jr. — trabalhou na “Folha de S. Paulo” e em “O Globo” — foi condenado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais a cinco anos de prisão no regime semiaberto. “O jornalista já cumpria a pena em regime domiciliar, determinada pela Comarca de Itaúna, agora reformada para semiaberto”, relata Victor Félix, do Portal dos Jornalistas.

Amaury Ribeiro Jr. publicou um livro, “A Privataria Tucana” (Geração, 344 páginas), em 2011, no qual “problemas” do senador e ex-ministro José Serra e de alguns de seus aliados são expostos. A reportagem que gerou o livro, segundo a conclusão da Justiça, teria sido feita a partir de “falsificação de documento público e corrupção ativa”. O jornalista, outros profissionais e servidores públicos “também foram condenados”.

Direção de associação critica a decisão da Justiça mineira: “A Abraji considera a condenação em si uma violação da liberdade de imprensa e das garantias constitucionais concedidas aos jornalistas e entende que a decisão do TJMG agrava a injustiça”

De acordo com o processo judicial, registra o Portal dos Jornalistas, “os dados fiscais divulgados” na reportagem “foram obtidos por meio de uma procuração falsa, usada por terceiros acionados por um despachante, com quem o jornalista mantinha contato direto”.

Amaury Ribeiro Jr Foto Jornal Opçãook500

Entretanto, a defesa de Amaury Ribeiro Jr. contesta a tese acolhida pela Justiça. Ela sustenta que o jornalista “nunca pagou pela obtenção de dados sigilosos e não tinha conhecimento da falsificação e da ilicitude cometida na obtenção dos documentos no momento da publicação do livro” (o trecho entre aspas é do Portal dos Jornalistas).

Ao menos uma entidade defendeu o jornalista e criticou a decisão da Justiça. Talvez a “mão” do Tribunal de Justiça tenha sido por demais “pesada”.

A conversão da prisão domiciliar em regime semiaberto é, de acordo com a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), “inviável por questões de saúde de Amaury Ribeiro Jr, além” de comprometer seu trabalho em home office.

A Abraji acrescenta, registra o Portal dos Jornalistas, “que a conversão ao regime semiaberto é inviável na comarca e na região de residência do jornalista, onde não existe unidade prisional com estas características”.

A direção da associação critica a decisão da Justiça mineira: “A Abraji considera a condenação em si uma violação da liberdade de imprensa e das garantias constitucionais concedidas aos jornalistas e entende que a decisão do TJMG agrava a injustiça”.

A Abraji cobra que “a Justiça brasileira atenda o pedido da defesa e revogue ao menos a decisão mais recente, considerando as condições estruturais e de saúde do jornalista e mantendo o regime domiciliar”.

WhatsApp Image 2026-09-16 at 14.10.48
imprensa
Colaboradora da Bolha, do Jornal Opção, conquista 3º lugar no Prêmio Sebrae de Jornalismo

Estudante do 3º período de Jornalismo, Camila Nunes foi reconhecida na categoria Jornalismo Universitário pela reportagem “Tampinha não é lixo”

Caetano Veloso três fotos da capa de Verdade Tropical foto do Jornal Opção 1300 por 800
Caetano Veloso nocauteia Roberto Schwarz no 1º round

Usando a estética para mascarar o discurso ideológico, o crítico Roberto Schwarz diz que a Tropicália recontada por Caetano Veloso perdeu energia. Na verdade, ao nuançá-la, o artista ampliou sua percepção crítica, retirando-a do “controle” da esquerda

Octavio Guedes e Malu Gaspar fotos Reproduções 1300 p 800
Briga entre Malu Gaspar e Octavio Guedes prova que não há jornalismo independente e imparcial

Por ser contra o golpismo do bolsonarismo, o jornalista alinha-se com o petismo de Lula da Silva. A repórter Malu Gaspar parece ter perdido o “encanto” com as forças de esquerda

Daniel-Vorcaro
A revista IstoÉ estava a serviço de Daniel Vorcaro, do Banco Master, via a Entre Investimentos?

É preciso explorar, de maneira mais ampla, a ação altamente contaminada de Daniel Vilela na imprensa do país. Quem realmente escapou de seus tentáculos?

Okky de Souza jornalista Foto de Régis Filho 1300 p 867
Morre, aos 73 anos, o jornalista Okky de Souza, que trabalhou 34 anos na revista Veja

Numa reportagem para a Veja, o repórter disse que Rita Lee era a Rainha do Rock. Ele entrevistou Mick Jagger e Tina Turner. Era crítico de música

Claudio Carsughi foto Reprodução redes sociais 1300
Morre o jornalista Claudio Carsughi, aos 93 anos. Ele cobriu várias Copas do Mundo de futebol

Nascido na Itália, o jornalista começou a trabalhar na imprensa aos 16 anos. Foi correspondente de jornais italianos e, no Brasil, trabalhou na “Quatro Rodas” e na Rádio Jovem Pan

Daniel Vorcaro foto Divulgação
Daniel Vorcaro vai derrubar a República? Mas quais santos serão colocados no lugar dos impuros?

O mais certo é uma conciliação pelo alto, com alguns bagres sendo condenados, que acabe por preservar a República, que, apesar dos males, é democrática

Luciano Martins ex editor do Daqui1300 por 866
Jornal Daqui demite o editor-executivo Luciano Martins

O Grupo Zahran promoveu outras demissões no jornal e planeja reformular parte da equipe de televisão, jornais e rádios