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Promotora abre inquérito para apurar a devolução de verbas federais destinadas à reforma do Complexo Prisional

Representação encaminhada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apontou o cancelamento de obras do Estado pelo não cumprimento do prazo de execução previstos em contratos

Guarda Civil Metropolitana entra em greve por tempo indeterminado

Cumprimento do Plano de Carreira é a principal reivindicação da categoria

Novo presidente da Comurg promete encerrar crise até esta quarta-feira

Ormando José Pires Júnior defendeu que não haja terceirização dos serviços próprios da Comurg e garantiu que na quinta-feira será coletado lixo produzido naquele dia, sem acumulo

Secretaria da Fazenda de Goiás é ocupada por cerca de dois mil camponeses

Eles reivindicam a aprovação de uma lei voltada à agricultura familiar, que traz benefícios ao agricultor, incentivando a produção e cultivo de alimentos

Apenas três deputados participam de visita técnica no Hugo 2

Intenção era mostrar andamento das obras da nova unidade de atendimento. Previsão que o hospital possa ser lançado neste semestre, mas sem data definida

Votação de reforma administrativa do prefeito Paulo Garcia é atrasada mais uma vez

Desta vez, quem fez o pedido foi a líder do governo, Célia Valadão, que semana passada pediu para a base votar contra o pedido de vistas do vereador Felizberto Tavares (PT). Após o pedido de vistas a vereadora convocou uma reunião com a base do governo

Izídio Alves deixa liderança do PMDB na Câmara e fala que partido “tem que acordar”

O peemedebista Mizair Lemes disse que várias questões podem ter motivado a decisão de seu colega de partido, como por exemplo, de acordo com ele, desavenças entre PT e PMDB” na Casa

Senado quer ouvir operadoras de telefonia móvel antes da Copa

Além da Anatel, as empresas Oi, Vivo, Claro e Tim serão alvo de questionamentos dos senadores. Proposta é polêmica pelo curto espaço de tempo entre a primeira partida do Mundial e as datas das audiências

Fotoclube Fotocriativa promove exposição COR a partir desta terça-feira

Evento de abertura contará com palestra do publicitário e fotógrafo catarinense Marco Aurélio Chapecó, especializado em fine art

Andamento de obras do Hugo 2 é visto com bons olhos por ex-presidente do Cremego

Salomão Rodrigues disse que cronograma está dentro do prazo e que a aquisição de medicamentos está sendo fiscalizada. SES vai investir R$ 50 milhões em equipamentos

Dona Iris reforça que não quer vaga ao Senado em chapa de Friboi

Deputada federal reiterou que vai buscar a reeleição e “ponto”, como enfatizou

OCDE reduz projeção de crescimento da economia em 2014 e 2015

A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) reduziu as projeções para o crescimento da economia brasileira em 2014 e no próximo ano. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, caiu de 2,2% para 1,8%, este ano, e de 2,5% para 2,2%, em 2015. Essas projeções estão no relatório Perspectivas da Economia Global (Economic Outlook). A economia brasileira vai crescer menos que a média dos 34 países-membros da OCDE. A projeção para o crescimento desses países é 2,2%, neste ano, e 2,8%, em 2015. A economia mundial deverá crescer 3,4%, em 2014, e 3,9%, no próximo ano. Segundo o relatório, a economia brasileira perdeu impulso apesar de a inflação permanecer “teimosamente” acima do centro da meta de 4,5%. Para a OCDE, a política monetária mais apertada (aumentos na taxa básica de juros, a Selic), a menor demanda externa e as incertezas na política devido às eleições presidenciais vão pesar na atividade econômica em 2014. No próximo ano, a expectativa é de crescimento um pouco maior, mas vão persistir as restrições de oferta, o mercado de trabalho apertado e a necessidade de continuar o aperto nas políticas macroeconômicas para segurar a demanda doméstica. Para a OCDE, o Banco Central subiu a taxa básica apropriadamente para aumentar a inflação e é preciso que o governo implemente o planejamento de aperto na política fiscal em 2014. A organização também diz no relatório que aumentar a velocidade dos investimentos em infraestrutura, reduzir as barreiras comerciais e fazer reforma tributária são necessários para aumentar o crescimento potencial do país.

Iris Rezende não sai pelo Senado e iristas articulam PMDB dissidente

Conversa com articulador pró-Iris evidencia que o clima de divisão dentro da legenda segue a todo vapor. Assessor de Sarney está entre os apoiadores que o ex-prefeito voltou a receber em seu QG político

Mais de 800 mulheres morrem diariamente por complicações da gravidez

Mais de 800 mulheres morrem todos os dias devido a complicações na gravidez e no parto, mostra a Organização Mundial da Saúde (OMS) em dados divulgados hoje (6). A mortalidade materna, no entanto, registra redução de 45% desde 1990. Segundo a OMS, 289 mil mulheres morreram em 2013 devido a complicações relacionadas à gravidez e ao parto. Em 1990, foram 523 mil mortes. A quase totalidade das mortes maternas (99%) ocorre em países em desenvolvimento e um terço do total é regitrado em apenas dois países: a Índia (50 mil) e a Nigéria (40 mil). De acordo com a OMS, a região mais perigosa para se ter um filho é a África Subsaariana. A taxa de mortalidade materna nos países em desenvolvimento em 2013 foi 230 por 100 mil nascimentos, enquanto nos países desenvolvidos foi 16 por 100 mil nascidos vivos. A organização, sediada em Genebra, alerta para as grandes disparidades entre os países – com alguns registrando taxas de mortalidade materna extremamente elevadas, de 1.000 por cada 100 mil nascidos vivos - e também entre pobres e ricos dentro de alguns países. Outro estudo da agência da ONU para a saúde, publicado hoje na revista The Lancet Global Health revela que uma em cada quatro mortes se deve a complicações previamente existentes, como diabetes, HIV, malária ou obesidade, cujos impactos são agravados pela gravidez. Um quarto das mortes deve-se a hemorragia severa. Outras causas identificadas são a hipertensão induzida pela gravidez (14%), as infeções (11%), obstruções e outras complicações no parto (9%), complicações relacionadas com o aborto (8%) e coágulos sanguíneos (3%). “Juntos, os dois relatórios destacam a necessidade de investir em soluções comprovadas, como cuidados de saúde de qualidade para todas as mulheres durante a gravidez e o parto, e cuidados especiais para grávidas com problemas clínicos pré-existentes”, disse a diretora-geral adjunta da OMS para a Saúde da Família, Mulher e Criança, Flavia Bustreo, citada em comunicado da OMS. Outro alerta da organização é sobre a falta de dados rigorosos relacionados à mortalidade materna. Apesar de ter aumentado o conhecimento sobre o número de mulheres que morrem e as razões das mortes, muitos dados ainda não são registrados. “Trinta e três mortes maternas por hora são 33 mortes a mais”, disse o diretor de Saúde, Nutrição e População do Banco Mundial, citado no comunicado. "Precisamos documentar cada um desses acontecimentos trágicos, determinar as suas causas e iniciar ações corretivas urgentemente”, acrescentou Bustreo.

Promotores querem definição de prazo máximo para que Saneago restabeleça abastecimento de água em Anápolis

Em casos de descumprimento, os promotores pedem a fixação de multa de R$ 1 mil por consumidor lesado, a ser destinado ao Fundo Municipal de Defesa do Consumidor