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Diretora Erika Neiva: “A cada dia, mais pessoas têm conhecido a UPA. Porém, os pacientes estão pouco esclarecidos em relação ao perfil da unidade”[/caption]
Há pouco mais de um mês, a Prefeitura de Anápolis inaugurou a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no setor Vila Esperança. A diretora de enfermagem, Erika Neiva, avalia positivamente o primeiro mês de funcionamento do pronto-socorro. “O atendimento tem aumentado. A cada dia, mais pessoas têm conhecido a UPA. Em alguns dias da semana, o movimento é bem acentuado. Porém, os pacientes estão pouco esclarecidos em relação ao perfil da unidade”, diz. A diretora explica que muitos pacientes, triados como casos mais leves, procuram a unidade por curiosidade ou por ser um prédio novo: “Eles querem fazer algum exame eletivo, consulta com especialista e a UPA não tem esse objetivo”.
Além da decepção, devido o tempo de espera para serem informados de que o caso não é específico do pronto-socorro, os cidadãos atrapalham a triagem dos pacientes em estado grave. Erika explica o que esses pacientes com casos mais leves devem fazer: “Todo serviço ambulatorial, hoje, é feito mediante cartão do Serviço Único de Saúde (SUS), na unidade mais próxima da residência, pois são 54 postos de saúde e dois Cais, que realizam esse atendimento ambulatorial. O Cais é dividido em duas partes: ambulatorial e emergencial. Para marcar, o cidadão deve ir ao ambulatório e não à emergência. As consultas começam às 7h30 da manhã em todas as unidades”. A diretora comenta que são casos de vômitos que não cessam, febres muito altas que não baixam, pressão muito alta, o que pode provocar um acidente vascular cerebral (AVC) ou infarto, quedas, entre outros casos característicos de uma unidade emergencial.
O secretário de Indústria e Comércio, William O’Dwyer, e o diretor de obras da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), Luiz Antônio de Paula, realizaram uma visita técnica ao Centro de Convenções de Anápolis, na quinta-feira, 11, e anunciaram que a obra, que está mais de 70% concluída, já está em fase de acabamento interno. Os trabalhadores cuidam, no momento, do revestimento de paredes e pisos, além das instalações elétricas, hidráulicas e do sistema de ar-condicionado. “O Centro de Convenções é uma das marcas de uma Anápolis moderna, cuja economia cresce bem acima da média nacional”, disse o secretário. Segundo Luiz Antônio, as obras estão dentro do cronograma de execução e devem ficar prontas até o fim do ano. O objetivo é que o complexo cultural traga maior competitividade às empresas do corredor Goiânia-Anápolis-Brasília.
A campanha eleitoral está chegando na reta final e os nervos estão à flor da pele, especialmente para os candidatos proporcionais e ao Senado — que precisam decidir suas vidas num só turno. É agora que se separam os homens dos meninos. Em outras palavras, distinguir os que têm ou não têm fôlego para as últimas semanas. É também a hora em que desponta o trabalho de quem se organizou melhor e sua campanha passa a ficar mais nítida nas ruas. Um exemplo é o de Alexandre Baldy, candidato a deputado federal pelo PSDB, que deu grandes demonstrações de força nos últimos dias. A mais destacada foi na inauguração do comitê de Marconi Perillo, em Anápolis, na quinta-feira, 11. O governador, candidato à reeleição, levou milhares de anapolinos ao chamado Espaço 45, no centro da cidade. Para isso, foram convocados candidatos de todos os partidos da base, que possuem trabalho em Anápolis. Todos atenderam mas, como muitas pessoas observaram, foi a equipe e o material de Baldy que mais se destacaram no evento. Marconi retribuiu o esforço do correligionário e o manteve ao seu lado no palanque, enquanto discursou para a multidão. Analistas apostam que Baldy terá em Anápolis uma grande votação, muito acima do que os candidatos a deputado federal da base marconista alcançaram nas últimas eleições. Segundo um ex-vereador da cidade, Baldy é “leve e tem tudo a ver com a Anápolis”. Ele se refere ao fato de o jovem tucano, ex-secretário de Indústria e Comércio, ser industrial com investimento na cidade e sua família ser anapolina. A força de Baldy também ficou nítida nas diversas carreatas realizadas pela campanha do governador nas últimas semanas. Em uma delas, em Aparecida de Goiânia, chamada de “gigante” por um candidato a deputado estadual, lá estava ele ao lado do governador no carro principal. “Baldy vai impressionar pela quantidade de votos que vai ter em Goiânia e na Região Metropolitana”, diz o mesmo candidato. “É a força da renovação.”
Atribuir violência à desigualdade, ideologia tão cara à esquerda, não é apenas utopia, mas um equívoco
Restando três semanas de campanha, objetivo principal dos opositores é evitar que Marconi vença já no 1º turno
Pintou desespero na campanha do deputado federal Heuler Cruvinel, do PSD. Tanto que ele está fazendo um trabalho cerrado em outros municípios. Uma autêntica legião estrangeira invadiu Rio Verde e pode prejudicar tanto seu projeto político-eleitoral quanto o de Paulo do Valle, do PMDB. Ambos podem ser derrotados. Entre os “chegantes” estão José Mário Schreiner, Marcos Abrão, Lucas Vergílio, Alexandre Baldy — todos fortes e com estruturas sólidas.
Os candidatos a deputado federal de fora estão obtendo forte apoio no município. Uma breve lista:
Alexandre Baldy, do PSDB, conta com o apoio de Aloísio Rodrigues, ex-diretor do Goiasindustrial.
José Mário Schreiner (foto), do PSD, tem o apoio do presidente da Comigo, Antônio Chavaglia, e do produtor rural e empresário Sadi Secco. A estrutura do presidente licenciado da Federação da Agricultura do Estado de Goiás (Faeg) em Rio Verde é poderosa, contando com pessoas de prestígio, como os dois nomes citados.
Lucas Vergílio, do Solidariedade, tem Leonardo Veloso, do PRTB, como um dos coordenadores de sua campanha.
Marcos Abrão, do PPS, é bancado pelo vice-prefeito Demilson Lima. Sua estrutura no município é razoável.
Além dos citados, há os candidatos locais, como Náudia Faedo (PT), vereadora, mulher do produtor rural e líder do PT Flávio Faedo, e a jovem Nayara Barcelos (PSB).
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O Jornal Opção pediu a políticos de Aparecida de Goiânia para avaliar uma possível votação local em candidatos a deputado federal. Eles concluíram que Daniel Vilela (PMDB) terá cerca de 50 mil votos. Antônio Faleiros (PSDB) pode levar de 13 a 15 mil. Olavo Noleto (PT) pode receber até 15 mil. Sandes Júnior (PP) deve conquistar 10 mil. Alexandre Baldy e João Campos, ambos do PSDB, tendem a receber de 8 a 10 mil.
O Delegado Waldir Soares pode surpreender e obter cerca de 8 mil votos.
Eronildo Valadares não tem entusiasmo com Iris Rezende, porque pertence ao grupo de Júnior Friboi, porém, por lealdade partidária, apoia a candidatura do peemedebista a governador de Goiás.
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O prefeito de Porangatu, Eronildo Valadares, do PMDB, apoia, para deputado federal, Pedro Chaves, do PMDB, e Sandes Júnior, do PP. “Sandes pôs uma emenda no valor de 1 milhão de reais para Porangatu e já organizamos uma licitação para comprar uma patrol e dois caminhões”, afirma o peemedebista.
Quando prefeito de Porangatu, o tucano José Osvaldo colocou vários idosos num asilo ao lado do cemitério da cidade. Os velhinhos reclamaram durante oito anos, alegando que, além de “mau agouro”, era de mau gosto e indelicado com eles. Nada adiantou. José Osvaldo fingia que não os ouvia. O prefeito Eronildo Valadares (PMDB) assumiu há menos de dois anos e já tirou os idosos da vizinhança mórbida do cemitério. O Lar dos Idosos agora está no bairro Santa Luzia, numa casa mais confortável e, sobretudo, longe de cemitério.
Jardel, que jogou como centroavante do Grêmio e do Goiás, é candidato a deputado estadual pelo PSD do Rio Grande do Sul. Evangélico, Jardel diz que é contrário ao casamento gay e afirma que, se eleito, vai trabalhar para recuperar dependentes químicos. Perguntado se é de esquerda ou de direita, Jardel disse: “Sou de direita”. Inquirido por quê, respondeu que é um homem “direito”. Por que Jardel é candidato? “O que me faltava era ocupação”, disse aos repórteres do “Zero Hora”.
Chegou-se a comentar que Iris Rezende, se eleito, poderia acabar com a Bolsa Universitária. Porém, depois de discussões internas, o peemedebista teria recuado e decidido que não pretende extingui-la. A irritação do irismo com a Bolsa Universitária é porque o programa “tem a cara” do governador Marconi Perillo — seu criador.

