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A juíza Maria Marlene Maciel Queiroz proibiu a circulação da “IstoÉ” e mandou recolher os exemplares em circulação devido a uma denúncia de que o governador do Ceará, Cid Gomes, mantinha relações espúrias com o ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa. Se descumprir a determinação da juíza, a publicação da Editora 3 terá de pagar multa de 5 milhões de reais.
Ao decidir pró-Cid Gomes, a magistrada escreveu: “o autor [Cid Gomes] encontra-se na iminência do perigo de ver o seu nome envolvido em uma situação cuja futura ação apreciada pelo Poder Judiciário, ante ser notório que os fatos ainda estão em fase de investigação tramitando em segredo de Justiça”.
A revista percebe o ato de Cid-Justiça do Ceará como censura e vai apresentar sua defesa.
Dos casos registrados, apenas um tratou-se de latrocínio. Conforme a Polícia Militar, Thyonisson Campos Santos, de 21 anos, foi morto a tiros durante assalto enquanto conduzia uma motocicleta
Em grande comício realizado para a juventude, em Itumbiara, o candidato ao senado Vilmar Rocha (PSD) afirmou que, se eleito, lutará para levar um curso de medicina para a cidade. O evento, realizado domingo, 14, na Praça da Feira da Avenida Beira Rio, reuniu milhares de jovens e contou com as presenças do vice-governador José Eliton, do prefeito Chico Bala, do ex-prefeito José Gomes e de diversos candidatos a deputado federal e estadual.
“Itumbiara é uma cidade importante, economicamente forte, estruturada e tem todas as condições de receber uma faculdade de medicina”, afirmou Vilmar Rocha em seu discurso. “Essa é também uma forma de interiorizar o atendimento e os serviços de saúde. Por isso, estipulei uma meta: caso seja eleito, vou lutar para trazer cinco faculdades de medicina para o interior de Goiás e Itumbiara será um local”, explicou.
Vilmar ressaltou ainda que, na semana passada, o Ministério da Educação (MEC) autorizou 39 novos cursos de medicina no Brasil. “Só em São Paulo serão 14. Na Bahia, seis. Minas e Paraná receberão quatro cada. E sabe quanto em Goiás? Nenhum!”, destacou Vilmar.
Segundo o deputado federal, é preciso aumentar o número de cursos da área da Saúde em Goiás. Não de forma indiscriminada, mas de forma planejada, em cidades estruturadas e que já contem com campus da UFG ou da UEG. Para Vilmar Rocha, formar médicos nos locais onde eles residem faria com que eles atuassem em suas regiões de origem, mantendo-os próximos das famílias e dos amigos e aumentando a prestação de serviços de saúde no interior. “O que acreditamos é na garantia da presença dos médicos no interior, com as faculdades regionais, com hospitais universitários locais”, afirmou.
Vilmar Rocha lembrou ainda que, enquanto o Brasil importa médicos de Cuba, da Bolívia e de outros países, mais de 2 mil jovens goianos estudam medicina exatamente nesses países. “É um grande paradoxo”, afirmou. Para o candidato, o problema da falta de médicos no Brasil é crônico e ações como o Mais Médicos são apenas paliativas. “Precisamos universalizar a presença dos médicos no Brasil. O investimento em faculdades de medicina no interior atuaria nas diversas frentes de melhoria da saúde pública”, concluiu.
Lula, no seu "terceiro" governo, funciona como uma espécie de primeiro-ministro informal, sempre à mão para resolver crises
Entre as 10 melhores do ranking, seis são americanas e quatro britânicas
Rio de Janeiro (GB),
6 de dezembro de 1973
Minha boa amiga Vera Brant,
Estou no Rio, mas não se extinguiu em mim, em minha capacidade de sentir, a lembrança dos instantes admiráveis que você, com sua graça, simpatia e inteligência soube proporcionar-me em Brasília. E penso, com a larga experiência dos homens e das coisas, que nada tão precioso quanto receber bem, integrando o visitante na atmosfera que o rodeia.
Na sua casa, usufruindo de uma hospitalidade tradicionalmente afamada, tive a impressão de que um pedaço de nossa Diamantina se deslocava de seus serros alcatifados e vinha ao planalto envolver Brasília, absorvendo-a na sua totalidade.
As noites de estrelas iluminando as distâncias formavam o cenário de sua poesia comovente e tão delicada, às vezes tisnada de um realismo que contunde, sem ser, no entanto, o mórbido pessimismo. Humana, sensível como é, natural que a depressão a visite, mas reação vem da musa que fala no seu estro:
“Não deixarei que a madrugada
avance sobre o meu tédio
e o meu cansaço
Ela que ameaça auroras
e que só traz dias iguais”
A seu lado, querida amiga, minha estada em Brasília assumiu aspecto diferente e embora não seja dado a confidências, uma insisto em fazer-lhe: Brasília, nesses anos tempestuosos que o destino me impôs, deprimia-me quando aí, por uma circunstância ou outra, tive de estar. Possivelmente minha capacidade de assimilar vacilasse entre o esplendor do passado, quando então a construímos e estas horas intermináveis de borrasca. Desta vez, em sua casa, pude respirar aura de grande ternura, achando espalhada por todos os cantos a mensagem de um carinho tão sincero. E a quem devo tudo isto, senão a você, à sua bondade, à sua capacidade de ser útil, de levar a todos a alegria que mora no seu coração.
Li os seus versos. Belos, fluentes e não só os aprecio como deles me envaideço. É o espírito de Diamantina que flui nas suas veias, que desce de tão alto para viver em você, tornando-a afetuosa convergência.
Receba meu grande e reconhecido abraço
Juscelino Kubitschek
Nota da redação: A carta foi transcrita do livro "JK — O Reencontro com Brasilia" (Record, 94 páginas, de 2002), de Vera Brant.
No local, ao lado da criança, havia apenas um carrinho de bebê com um cachimbo de crack dentro
Investigações começaram em 2012, a partir de denúncia feita pela Justiça Eleitoral de Caldas Novas. Um cartório de Marzagão é suspeito de envolvimento. Prejuízo ao INSS pode ser de R$ 7,5 milhões
Contabilista, o candidato a deputado estadual Darlan Braz pretende, caso eleito, propor leis que ofereçam respaldo à categoria
Título de reportagem do site do “Correio Braziliense” (segunda-feira, 15): “Sucuri de aproximadamente cinco metros é capturada em Luziânia”. A reportagem diz: “Uma cobra sucuri medindo quase cinco metros foi capturada pelo Corpo de Bombeiros Militar (CBM) de Luziânia, na tarde de domingo (14/9). Um morador acionou os bombeiros após a cobra assustar a vizinhança caçando os animais de criação de uma fazenda, a 20 km do centro da cidade”. A fonte do jornal é o sargento Naves, do Corpo de Bombeiros”. “Foi a primeira vez que pegamos uma cobra desse porte”, disse o militar.
Reportagem do “Pop”, com o título de “Bombeiros capturam sucuri em fazenda” (terça-feira, 16), informa: “O animal tinha seis metros de comprimento”. O jornal “aumentou” um metro ou o “Correio” diminuiu um metro. A única coisa certa é que se trata da mesma cobra.
O peemedebista não vai disputar mandato de senador em 2018, o que aumenta a possibilidade de Daniel Vilela ser candidato a governador neste ano
Pesquisas para deputado federal e estadual são válidas quando feitas por regiões ou municípios, com o objetivo de definir a força dos postulantes nestas localidades. No entanto, em termos de todo o Estado, é praticamente impossível fazer uma pesquisa equilibrada a respeito. Um candidato a deputado pode ser eleito com os votos do Entorno do Distrito Federal, mas, se a pesquisa for feita, noutras regiões, como Norte, Sudoeste e Grande Goiânia, é possível que ele não seja citado pelos eleitores. Assim também ocorre com políticos de outras regiões, como o Sudoeste. Em 2010, Heuler Cruvinel (PSD) foi eleito deputado federal com os votos do Sudoeste, notadamente de Rio Verde, mas não aparecia em pesquisas referentes às outras regiões.
Mas há um dado curioso sobre a Grande Goiânia. As cúpulas partidárias avaliam que, dada a escassa estrutura financeira e falta de apoio político, o delegado Waldir Soares, candidato a deputado federal pelo PSDB, não será eleito. No entanto, pesquisas e levantamentos feitos na região sempre mencionam o tucano. O motivo? Não se sabe exatamente, mas é possível que as redes sociais e o intenso trabalho nas bases estejam “ajudando” o jovem político.
Na internet, o delegado Waldir é mais conhecido do que a maioria dos políticos. Não à toa é chamado de “Rei do Facebook”. Ele tem mais seguidores do que vários políticos consagrados. O que concluir? Que, “abertas” as urnas e apurados os votos, o policial pode surpreender e, de repente, ser eleito deputado federal. Quem viver, se quiser, verá — sempre afirma o tucano de bico cada vez mais longo.
Os ataques destruíram seis veículos do EI perto de Sinjar e uma posição estratégica a sudoeste de Bagdá, que abria fogo sobre as forças iraquianas
O Hospital Municipal terá o dobro de leitos que o Hospital de Urgências de Aparecida (Huapa). “O Hospital Municipal será referência no Estado e também irá desafogar as unidades menores", destaca o prefeito
[Alberto Youssef e Carlos Cachoeira: Polícia Federal investiga conexões entre o doleiro e o empresário]
Eduardo Bresciani e Francisco Leali, de “O Globo”, publicaram na segunda-feira, 15, a reportagem “PF apura conexão entre quadrilhas de Cachoeira e Youssef”. Segundo a dupla de repórteres, “a Polícia Federal encontrou no escritório da contadora Meire Poza documentos que revelam as conexões entre duas quadrilhas flagradas em escândalos com desvio de recursos públicos nos últimos anos. Contratos, notas fiscais e extratos bancários que estavam com a contadora mostram que uma empresa de fachada do doleiro Alberto Youssef manteve negócios com outra empresa de fachada que atuava no esquema operado pelo bicheiro Carlos Cachoeira. Do lado de Youssef está a RCI Software. Do lado de Cachoeira, que mantinha ligações com a empreiteira Delta, aparece a empresa Alberto & Pantoja”.
Os repórteres relatam que, “em maio de 2012, encontrado pelo ‘Globo” em São Paulo, Eufranio Ferreira Alves confessou ser laranja. Na época, a RCI tinha sido listada pela CPI do Cachoeira por ter recebido repasses de recursos da Alberto & Pantoja. Alves contou que tinha emprestado o nome a pedido de um amigo, Waldomiro de Oliveira. Hoje, se sabe que Oliveira é um dos homens de confiança de Youssef, investigado na Operação Lava-Jato da PF”.
“O Globo” informa que “a CPI enviou um ofício à empresa pedindo esclarecimentos. Em agosto de 2012, em resposta assinada pelo mesmo Alves que se disse laranja, a RCI afirma que o repasse feito pela empresa ligada a Cachoeira referia-se à venda de nove computadores e seis servidores. A CPI concluiu que a empresa recebeu R$ 753 mil em quatro transações no ano de 2010”.

