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Disputa pela vice-presidência da Assembleia: Mané de Oliveira se diz “traído” por Nédio Leite

Radialista revela ao Jornal Opção Online que correligionário inviabilizou sua candidatura e chegou a pedir votos para oposicionistas

Nova mesa diretora da Assembleia: Helio de Sousa reeleito, Nédio Leite na 1ª vice e Tejota, na 2ª

Chapa única foi votada por unanimidade. Houve mudanças na primeira vice-presidência e na segunda secretaria. Mané de Oliveira recuou

Ronaldo Caiado é o novo líder do Democratas no Senado

Senador goiano foi eleito por unanimidade para conduzir a bancada em 2015

Em meio a vaias, José Nelto ataca governo e avisa: “A oposição está muito viva”

Escolhido como orador da bancada oposicionista, deputado peemedebista apontou falhas na administração do governador Marconi Perillo

Com Assembleia cheia, Deputados estaduais são empossados neste domingo (1º/2)

Evento conta com a presença do governador Marconi Perillo e de autoridades do estado. Presidente Hélio de Sousa conduz a cerimônia

Deputados federais são empossados para a 55ª legislatura

No total, 510 parlamentares vão exercer mandato entre 2015 e 2019. Eleição da mesa diretora da Casa está agendada para as 18h de hoje

Deputados estaduais tomam posse neste domingo (1º/2) com desafio de manter diálogo com governo estadual

41 parlamentares goianos eleitos em 2014 dão início à nova legislatura. Governador Marconi Perillo tem maioria absoluta, o que deve garantir governabilidade

Agonia do fumante José Carlos vira bicho-papão na internet

Iúri Rincón Godinho Segue o mantra: a velhice é um tormento. Tem dias bons e muitos ruins. Isso se a pessoa tiver saúde. Quando a perde, a terceira idade — um nome e eufemismo ao mesmo tempo — é um massacre, como resumiu Philip Roth (vide “Homem Comum”). Que o diga o jornalista José Carlos Gomes, biografado por sua filha Luciana, em “A Imagem que o Cigarro lhe Deu”. Antes de morrer de trombose aos 64 anos em 2000 — novo para os padrões do século XXI —, amputou duas pernas, sofria de enfisema pulmonar e depressão. Todos os males foram atribuídos ao hábito de fumar desde os 11 anos. Ganhou o apelido de Zé Fumaça e chegava a mandar para os pulmões 80 cigarros por dia. Tanto que o então ministro da Saúde, José Serra, o convidou para uma campanha anti-tabagismo às vésperas de sua morte. José Carlos viveu em um mundo diferente, onde fumar era sinal de status e masculinidade e quando denominar afrodescendentes de “negão” era normal — Renato Aragão, em Os Trapalhões, chamava Mussum assim. Nas redações dos jornais onde trabalhava, nuvem de fumaça fazia parte da decoração. O jornalista goiano Armando Accioli, que começou a cerreira nos anos 50, tragava duas carteiras por dia. Azar de quem estava perto. O colunista social João Guimarães foi diagnosticado com um aumento nos pulmões graças ao hábito de fumar. Só que ele nunca colocou um cigarro na boca nos seus mais de 80 anos de vida. Entretanto, o livro dá pistas de que não apenas o cigarro, mas também o álcool minaram a saúde de José Carlos. Colunista social do jornal “Correio da Manhã”, viveu um período de glamour, de festas, fumaça e uísque. Combinação que passa longe de beneficiar o corpo. O também jornalista José Guilherme Schwam, do programa Pelos Bares da Vida, sabe bem disso. Com até cinco compromissos por noite, ele só bebe Coca-Cola light e não fuma. Caso contrário, diz, não suportaria a rotina de badalações. Mesmo com uma história de sofrimento, “A Imagem que o Cigarro Lhe Deu” não é um livro de revolta, mas um relato jornalístico bem-escrito e bem-editado, daqueles de se ler em uma sentada. A força da internet reduziu a obra a um libelo contra o fumo e agravantes da saúde como depressão e álcool foram deixados de lado. Tanto que José Carlos hoje virou uma espécie de bicho-papão para os fumantes, com textos até no prestigiado Instituto de Combate ao Câncer, o Inca. Serve de alerta, com certeza, mas a vida é a consequência do tempo e dos hábitos. Não apenas do cigarro. Iúri Rincón Godinho é publisher da Contato Comunicação.

Candidatos à Presidência da Câmara pedem votos na véspera da eleição

Eduardo Cunha, Chinaglia, Delgado e Chico Alencar disputam a preferência dos deputados federais eleitos. Goianos preferem Eduardo Cunha

Novo Congresso: direitos humanos em baixa, religião e bancada da “bala” em alta

Estudo mostra que deputados e senadores que tomam posse neste domingo (1º/2) são mais conservadores e com tendências econômicas liberais. Goianos não são diferentes

Pesquisa aponta que quase metade dos brasileiros não usou preservativo nas últimas relações sexuais casuais

Ministério da Saúde exibiu dados no lançamento da campanha para o carnaval que incentiva prevenção combinando uso de preservativo, testagem e tratamento

Djalma Araújo avalia expulsão de Tayrone e Felisberto: “equivocada, autoritária e puro capricho do prefeito”

Vereador e ex-militante do PT questiona incoerências do partido, garantindo que decisão do Diretório Metropolitano foi retaliação de Paulo Garcia

Juiz Sergio Mattarella é eleito para a Presidência da Itália

Parlamentares italianos elegeram o ex-ministro em quarta votação, após renúncia de Giorgio Napolitano

Machado de Assis e o leitor do século 21

A língua é um ente vivo, logo muda. Dessa forma, aquilo que foi escrito há mais um século se torna estranho ao olhar de um leitor já não acostumado com a linguagem empregada na obra em questão.  Certo? Sim e, por isso, a pesquisadora da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB) Marta de Senna desenvolveu, desde 2008, um projeto para rever a obra do glorioso Machado de Assis (1839-1908). O projeto chamado “Edição dos Romances e Contos de Machado de Assis como Hipertexto”, visa aumentar a compreensão — não apenas linguística como também cultural — das obras de um dos maiores autores brasileiros para os leitores do século 21. Graças a esse trabalho, toda a ficção de Machado está acessível a todos no portal www.machadodeassis.net. Nunca leu? Está esperando o quê?!

Durante duas semanas: amor, morte e paixões no Bougainville

Acontece de 11 a 25 de fevereiro a edição 2015 da mostra O Amor, a Morte e as Paixões. Neste ano, a mostra traz 93 filmes, entre eles os indicados ao Oscar de melhor filme: A Teoria de Tudo; Boyhood - Da Infância à Juventude; O Grande Hotel Budapeste; O Jogo da Imitação; Selma - Uma Luta pela Igualdade; e Sniper Americano, além do indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro, o russo Leviatã, um dos destaques da mostra. O filme tem causado polêmica na Rússia de Vladimir Putin, dado as críticas ao governo do país. O ministro da Cultura, Vladimir Medinsky, chegou a acusar o diretor do longa, Andrei Zvyagintsev, de “sujar a imagem do país para ganhar elogios no Ocidente”. É importante dizer que Leviatã foi financiado pelo Ministério da Cultura russo. Uma grande parte dos filmes é inédita em Goiás — 84 —, sendo 21 inéditos no Brasil. A mostra acontecerá no Cine Lumière do Shopping Bougainville.