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Memórias do neurologista, um dos mais importantes divulgadores da ciência, com sua prosa de escritor consumado, saem em abril
“A OAB-GO necessita ter à frente da instituição um advogado militante, que conhece as dificuldades pelas quais passam seus colegas”, afirma o advogado
Mal Enil Henrique foi eleito para presidir a Ordem dos Advogados do Brasil-Seção de Goiás, para o mandato-tampão que vai até o fim do ano, e praticamente já começou outra campanha. O presidente afirma que não será candidato à reeleição, mas, se conclamado, pode recuar e disputar. As oposições podem bancar Lúcio Flávio ou o desembargador aposentado Paulo Teles. O Portal Rota Jurídica, editado pela bem informada jornalista Marilia Costa e Silva, informa que Djalma Rezende [foto acima] deve ser candidato a presidente da OAB. Seria o tertius?
Um dos advogados mais ricos de Goiás, com forte atuação na questão de terras, Djalma Rezende tem capital para bancar uma campanha dispendiosa. Não à toa alguns advogados que privam de sua intimidade o chamam de “Júnior Friboi da advocacia”. Um exagero, é claro. Mas, de fato, Djalma Rezende tem dinheiro e aprecia gastá-lo com as coisas boas da vida. É um bon vivant. Sobretudo, é proprietário de um dos mais azeitados escritórios de advocacia de Goiânia, funcionando no Setor Oeste, mas com projeto de sede em preparo para a região do Alphaville.
Entrevistado por Marilia Costa e Silva, Djalma Rezende admitiu que deve pleitear a presidência da OAB-GO. “A OAB-GO necessita ter à frente da instituição um advogado militante, que conhece as dificuldades pelas quais passam seus colegas. Tudo que tenho hoje eu adquiri com o meu trabalho de advogado”, disse ao Portal Rota Jurídica. “A Ordem precisa apoiar quem tem intenção de ser só advogado”, acrescentou.
Djalma Rezende seria candidato por qual grupo? Na última eleição, apoiou Leon Deniz. Desta vez, se Lúcio Flávio e Paulo Teles não recuarem — acredita-se que os dois vão compor —, Djalma Rezende tende a pôr seu bloco na rua, atropelando a oposição mais tradicional. Trata-se de um candidato sólido, uma novidade.
O grupo de Enil Henrique poderia apoiar Djalma Rezende? Não se sabe. Mas tudo é possível, até por que o advogado transita com desenvoltura entre as várias correntes. Agora, se apoiado pelo grupo de Enil Henrique, poderá ser a grande surpresa do pleito.
O grupo de Miguel Cançado-Henrique Tibúrcio-Reinaldo Barreto, um dos mais articulados, apoiaria Djalma Rezende? Não se sabe. A tendência da OAB Forte é bancar a candidatura de Flávio Buonaduce Borges.
Portanto, há a possibilidade de se ter três chapas? Se tiver, se Flávio Buonaduce for candidato, suas chances crescem. O fato é que, por comandar a Ordem, Enil Henrique terá peso decisivo na escolha de um candidato consistente. Na escolha e no apoio. O presidente costuma desequilibrar o jogo — tanto como candidato quanto como cabo eleitoral.
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[Carlos Freitas: o advogado conhece a Celg]
O presidente da Celg indicado pela Eletrobrás, Leonardo Lins, pode sair por dois motivos. Primeiro, problemas familiares e desejo de voltar para Recife. Segundo, dadas as condições inadequadas de trabalho (falta de investimentos necessários na requalificação e ampliação da rede de distribuição). Não está certo que vai deixar a Celg, pois é considerado um técnico eficiente tanto pela Eletrobrás quanto pelo governo de Goiás — os sócios na companhia de eletricidade de Goiás. Porém, se sair, o PMDB e o PT vão se unir para tentar indicar o próximo presidente.
[Sebastião Ferreira Leite: advogado ligado ao PT de Delúbio Soares e Lula]
Se depender do deputado federal Rubens Otoni, o indicado pode ser seu irmão, o ex-prefeito de Anápolis Antônio Gomide. Este pode não entender do ramo de energia, mas tem experiência com gestão pública, que é, no momento, ao lado de recursos financeiros, o que a Celg está precisando.
A tendência Articulação prefere outro nome, o do advogado Sebastião Ferreira Leite, o Juruna, que é amigo e aliado tanto de Delúbio Soares quanto do prefeito de Goiânia, Paulo Garcia. Juruna já advogou para o ex-presidente Lula da Silva e garante que são amigos.
[Antônio Gomide: é o que mais tem experiência como gestor]
O procurador-geral da Prefeitura de Goiânia, o advogado Carlos Freitas, tem sido apontado como líder da lista dos indicáveis. Ele é funcionário efetivo da Celg e, embora não seja engenheiro, conhece os meandros técnicos e os negócios. Não é petista de carteirinha, mas é bem visto pelo PT.
O PMDB não tem colocado nomes para o debate. Mas há quem aposte que cinco nomes são bem vistos: Marcelo Melo, ex-deputado federal (ligado ao vice-presidente Michel Temer), Samuel Belchior, Lívio Luciano, Romilton Morais, ex-deputados estaduais, e Mauro Miranda, ex-senador.
Do lado do PSDB, prefere-se a permanência de Leonardo Lins, considerando que sua gestão tem sido técnica, e não política.
Dados divulgados pela Polícia Rodoviária Estadual mostram que o número de ocorrências envolvendo condutores embriagados e multas aumentaram no período

