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Etapa inaugural da Stock Car em Goiânia leva 45 mil ao autódromo

Corrida de duplas emocionante e extremamente movimentada teve várias disputas. Os pilotos Ricardo Maurício e o argentino Nestor Girolami subiram ao degrau mais alto do pódio

Cantareira registra alta pelo 16º dia consecutivo

Nível subiu para 12,9%. Com o alto índice de chuvas, o nível dos demais sistemas administrados pela Sabesp também subiu

Aos 74 anos, morre o ator Cláudio Marzo

Paulista estava internado no Rio de Janeiro com pneumonia

Colunista da Folha diz que relação de Dilma e Lula está em seu pior momento

[caption id="attachment_31390" align="aligncenter" width="620"]Dilma vs. Lula? Folha diz que sim | Foto: Roberto Stuckert Filho Dilma vs. Lula? Folha diz que sim | Foto: Roberto Stuckert Filho[/caption] A coluna Painel de Folha de S. Paulo evidenciou, neste domingo (22/3), a crise na relação entre Lula e Dilma -- que está em seu pior momento. "Em meio à crise que abarca o governo, o ex­-presidente tem dito a aliados que a sucessora não o escuta mais e, mesmo que concorde com suas sugestões, não aplica nenhuma delas na prática", versa o texto. Para exemplificar a afirmação, Painel aponta  que, após a demissão de Cid Gomes do Ministério da Educação, Lula teria sugerido que a atual mandatária fizesse uma reforma ministerial, colocando Aloizio Mercadante naquela pasta. No entanto, Dilma já garantiu que não é necessária uma reforma. E parece que até João Santana -- o marqueteiro do PT -- teria entrado na mira do ex-presidente.  

Governo forma grupo para tentar resolver problema do Fies

Ministérios da Educação e Justiça vão analisar mensalidades cobradas pelos cursos superiores financiados pelo financiamento

Com especialistas internacionais, 2º Fórum Goiânia 2020 discute transformações urbanas

Evento desta segunda-feira (23), no Bougainville, trará renomados nomes para tratar do crescimento sustentável da cidade, por meio da cultura e do planejamento técnico

NY Times diz que Dilma “desapontou” como líder — para o Brasil e o mundo

Editorial critica política externa da petista e a voz do País virou "sussurro"

Dividido, PT de Aparecida tem pelo menos dois possíveis candidatos à prefeitura em 2016

“Rixa” entre vereador Helvecino Moura e Ozair José, vice-prefeito, divide o diretório aparecidense

São Paulo registra segundo verão mais chuvoso em 15 anos

Entre 21 de dezembro e 20 de março choveu 24,7% acima da média, com o acúmulo de 790,5 mm de chuva. O esperado era 634mm

Quer fazer tatuagem ou maquiagem semidefinitiva? Veja riscos e cuidados a se tomar

Observar a higiene do local é essencial. Para mulheres que desejam fazer "sobrancelha fio a fio", atenção para o fato do procedimento ser considerado tatuagem é o principal

Iris Rezende opera, com relativa discrição, para se livrar do desgaste do prefeito Paulo Garcia

[caption id="attachment_31372" align="alignnone" width="620"]Iris Rezende: no seu estilo sutil, mas afirmativo, o peemedebista-chefe está se livrando aos poucos da presença incômoda do PT em Goiânia | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Iris Rezende: no seu estilo sutil, mas afirmativo, o peemedebista-chefe está se livrando aos poucos da presença incômoda do PT em Goiânia | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Não se pode dizer que o ex-governador Iris Rezende, que fará 82 anos em dezembro, não é um político sutil. A partir de seu escritório, com conversas ao pé do ouvido — como Ulysses Gui­marães e Tancredo Neves, avalia que conversa por telefone é comício (os grampos estão na ordem do dia) —, o peemedebista-chefe vai articulando os movimentos do peemedebismo. Sua força deriva, ao menos em parte, do fato de ser um político presente, encontrável — o que não ocorre com Júnior Friboi e mes­mo com o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela. Na semana passada, alguns movimentos — que não parecem mas são “de” Iris Rezende — puderem ser captados. Primeiro, numa conversa com dois peemedebistas, no seu estilo de sondar sem parecer que está sondando, Iris Rezende perguntou se o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), teria condições de bancar a deputada estadual Adriana Accorsi como candidata à sua sucessão. Um dos interlocutores disse que “sim” e quis saber qual era a preocupação do líder político. No seu estilo enviesado, como a sugerir que não tem muito interesse na questão, tão-somente insinuou que uma candidatura de Adriana Accorsi seria importante para o candidato do PMDB — seja o chefão ou outro. Motivo: a deputada, e não ele, teria de fazer a defesa do paulo-garcismo. Noutras palavras, o peemedebista-chefe está sugerindo que não assumirá a defesa da gestão do prefeito. Segundo, uma filha de Iris Rezende, a advogada Ana Paula, foi flagrada na manifestação de domingo, 15, contra a corrupção e o governo da presidente Dilma Rousseff. Por qual motivo o decano peemedebista liberou a filha para participar de uma manifestação antipetista? Porque não tem simpatia pela petista-chefe e, paulatinamente, está se dissociando do PT. PMDB e PT estão fazendo “terapia de casal” — mais por insistência do petismo, pois o parceiro, o peemedebismo, está noutra relação, com o DEM de Ronaldo Caiado, e, portanto, à beira do divórcio, que não se sabe se litigioso ou não. A aproximação com Caiado é um recado que o PT insiste em não entender — parecendo acreditar que se trata de, digamos, “um casinho”. Não é. É namoro para vivar noivado em 2016 e casamento em 2018. Terceiro, e mais emblemático, Iris Rezende aconselhou as figuras mais conhecidas do PT, notadamente os deputados estaduais, a se manterem longe da visita da presidente Dilma Rousseff ao prefeito Paulo Garcia, no Paço Municipal. Nada contra Paulo Garcia — que o peemedebista “aprecia” como amigo — mas tudo contra Dilma Rousseff. O deputado José Nelto, localizado em São Paulo, disse ao Jornal Opção: “O PMDB de Goiás não tem nenhuma gratidão à presidente Dilma. Somos favoráveis a que ajude o Estado, mas ela está se notabilizando por viabilizar o governo de Marconi Perillo”. José Nelto frisa que, na disputa de 2014, Dilma Rousseff em nenhum momento colaborou com a campanha de Iris Rezende. “Ela não ajudou a nossa aliança; pelo contrário, permitiu a candidatura de Antônio Gomide, do PT, o que nos prejudicou por exemplo em Anápolis. Agora que sua imagem está no ‘chão’, Dilma vem a Goiás. A bancada e o partido decidiram não prestigiá-la, assim como ela não nos prestigia. Maguito Vilela esteve no encontro como prefeito.” Mesmo dizendo que tem apreço pelo prefeito Paulo Garcia, José Nelto frisa que o PMDB está cada vez mais distante do petista. Que nota o sr. daria para a gestão do prefeito? “Paulo Garcia precisa cuidar melhor da cidade, limpá-la adequadamente. Eu dou ao prefeito a mesma nota que a cidade está lhe dando.” O deputado do PMDB não diz qual é nota, mas sugere que é baixa.

PMDB de Goiás vai expulsar Júnior Friboi mas deve trocar Vilelas por Ronaldo Caiado

[caption id="attachment_31370" align="alignnone" width="620"]Júnior Friboi e Ronaldo Caiado: o primeiro não apoiou Iris Rezende para governador e será expulso do PMDB; o segundo é apoiado pelo PMDB, embora seja filiado a outro partido. Ninguém será expurgado | Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção Júnior Friboi e Ronaldo Caiado: o primeiro não apoiou Iris Rezende para governador e será expulso do PMDB; o segundo é apoiado pelo PMDB, embora seja filiado a outro partido. Ninguém será expurgado | Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Na semana passada, integrantes da Comissão de Ética do PMDB reuniram-se, na sede do Diretório Regional, para discutir a expulsão de Júnior Friboi. O empresário é acusado de, na eleição de 2014, ter apoiado o candidato do PSDB a governador, Marconi Perillo, e não o postulante do PMDB, Iris Rezende. Um observador atento da cena política estava no Di­retório e faz um relato das contradições do PMDB. Numa sala ao lado, antes de saberem do veto de Iris Rezende, militantes convidavam filiados para a recepção da presidente Dilma Rousseff, do PT. Noutra sala, membros da direção metropolitana discutiam o caminho mais adequado para uma aliança com o partido Democratas do senador Ro­naldo Caiado. Eles diziam, inclusive, que o presidente do DEM deveria ser o candidato do PMDB a governador de Goiás, em 2018. “Ora, se a reunião era para expulsar Friboi, porque este não apoiou o candidato do partido, não é contraditório que se discuta o apoio a Caiado, de outro partido, para governador, se há nomes internos, como o deputado federal Daniel Vilela e o prefeito Maguito Vilela?”, questiona o peemedebista. “Como o Comissão de Ética pode cobrar ‘firmeza’ de Friboi se seus filiados ‘almoçam’ com Dilma Rousseff, do PT, e ‘jantam’ como Caiado?” Um ex-deputado diz que o presidente do PMDB, Samuel Belchior, é contraditório. “Na sexta-feira, 13, cobrava diálogo com a direção do PT. No entanto, na segunda-feira, 16, postulava o fim da aliança com o partido de Paulo Garcia. Deve se acreditar no Samuel ou no Belchior — um personagem duplo ou dúbio?” No domingo, 15, as duas filhas de Iris Rezende participaram da manifestação “contra a corrupção” e “fora Dilma!”, na Praça Tamandaré. Pode dizer que o PMDB aderiu ao samba do crioulo doido? É possível. Entretanto, é este partido contraditório, cheio de fissuras, que planeja expulsar Júnior Friboi de seus quadros.

Ao defender Dilma Rousseff, Marconi Perillo pode ter viabilizado seu governo num ano de crise aguda

[caption id="attachment_31378" align="aligncenter" width="620"]Marconi Perillo e Dilma Rousseff: no lugar de jogar para a “plateia” do PSDB nacional, o tucano pensou no interesse dos goianos | Foto: Wagnas Cabral Marconi Perillo e Dilma Rousseff: no lugar de jogar para a “plateia” do PSDB nacional, o tucano pensou no interesse dos goianos | Foto: Wagnas Cabral[/caption] Um tucano com presença política nacional afirma que, ao fazer a defesa da presidente Dilma Rousseff (PT), no encontro de Goiânia, na semana passada, o governador de Goiás, Marconi Perillo, fez três movimentos — quem sabe de maneira estudada, e não de improviso, como pareceu a alguns jornalistas. Primeiro, num lance ousado, usurpou a festa do prefeito Paulo Garcia, que lançava o BRT. A festa, que era do petista-chefe, se tornou “de” Marconi Perillo — que ganhou destaque nacional, ao pregar a tolerância numa momento de grave crise econômica e política. A maioria das pessoas parece ter aprovado o comportamento do tucano-chefe. Segundo, ao se expor, não tendo receio de defender Dilma Rousseff, Marconi pode ter colaborado para viabilizar seu governo. O ano de 2015 está sendo ruim para o Brasil e, como Goiás não é uma ilha, a crise começa a atingi-lo. É provável que a petista libere mais recursos para o Estado, inclusive para a construção do VLT. Terceiro, na cúpula do PSDB nacional, e na imprensa mais crítica ao PT, a movimentação de Marconi não agradou. Porém, ao pensar mais em seu governo, quer dizer, nos interesses dos goianos — e não nos debates políticos nacionais —, Marconi agradou políticos e empresários locais. Até petistas goianos, inclusive os que nutrem um paixão edipiana por Iris Rezende, admitiram que Marconi Perillo, ao agradar Dilma Rousseff com seu discurso, deu uma tacada de mestre. O tucano “usou” as vaias, articuladas por um grupo de petistas ensaiados, contra os próprios apupadores e deu-se bem. Ao lado, um petista comentou: “Bem que o prefeito Paulo Garcia poderia ter a habilidade de Marconi”. A um tucano, que, embora próximo, guarda independência em relação a Marconi, perguntaram: “O governador foi sincero?” Sua resposta: “Foi. Marconi criou uma relação positiva, de respeito, com a presidente Dilma. Seu problema é com o ex-presidente Lula, porque este não lhe perdoa o fato de ter confirmado que o havia alertado sobre o mensalão. O fato é que, como Dilma, o governador é republicano. Lula é jacobino”.

“100% dos prefeitos do Entorno de Brasília não vão se reeleger em 2016”, diz deputado Célio Silveira

[caption id="attachment_31366" align="alignnone" width="620"]Célio Silveira: “Lêda Borges e Sônia Chaves são candidatas imbatíveis” | Foto: reprodução Célio Silveira: “Lêda Borges e Sônia Chaves são candidatas imbatíveis” | Foto: reprodução[/caption] O deputado federal Célio Silveira, do PSDB, diz que 100% dos prefeitos do Entorno de Brasília não devem se reeleger na disputa de 2016. “Há prefeitos até bem intencionados, mas não têm recursos suficientes para administrar. Estão engessados. Mas há prefeitos que não têm o mínimo preparo para administrar uma cidade e, por isso, atribuem à culpa de sua incompetência à crise nacional.” Marcelo Melo “deve ser eleito prefeito de Luziânia”. Célio Silveira afirma que o ex-deputado federal deve trocar o PMDB pelo PSDB ou pelo Pros. A rejeição do prefeito Cristóvão Tormin (PSD) “chega a 73%”, afirma o tucano. “A rejeição de Tormin só não é maior do que a da prefeita de Valparaíso, Lucimar Nascimento, que se aproxima de 90%.” Em Valparaíso, os eleitores “querem votar na ex-prefeita Lêda Borges” (PSDB). “A sociedade avalia que, para recuperar o município, precisa-se de uma gestora experiente e eficiente como Lêda. Sob pressão popular, pode disputar, mas tem dito que prefere ficar na Secretaria de Cidadania. A alternativa é o vereador Pablo Mossoró (PSDB). Ressalvo que, no município, quem dá o rumo eleitoral é Lêda.” Em Cristalina, há três nomes fortes, sugere Célio Silveira: “Edu Martins (PTB), Wanderley Benetti e Daniel do Sindicato”. “O prefeito de Cristalina, Luiz Carlos Attié (PSD), tem uma rejeição de 70%”, afirma Célio Silveira. O deputado admite que, em Formosa, o peemedebista Ernesto Roller é forte. “Porém, se Tião Caroço for candidato a prefeito, Roller não será eleito. Já em Nova Gama, com a gestão mal avaliada do prefeito Everaldo do Detran, a ex-deputada Sônia Chaves tem chance de ser eleger. Ela está muito bem.”

PSDB de Aparecida reorganiza comissão provisória e pode bancar Tatá Teixeira para prefeito

Com a queda do Pastor Jair, que havia transformado o PSDB de Aparecida de Goiânia em PSDB do JC (do João Campos), o partido ganhou nova comissão provisória, composta por Tatá Teixeira (presidente), Lorena Aires (secretária-geral, representando o deputado federal Alexandre Baldy), Alcione Jacometti (tesoureira, indicada por João Campos) e, como membros, De­legada Cibele Tristão (vereadora), Sebastião Viana, Manoel Nascimento (vereador) e Ailton Moreira (sugerido pelo deputado federal Waldir Soares). O Diretório Municipal deve ser escolhido entre os dias 5 e 10 de maio. O tucanato quer preparar uma chapa forte de candidatos a vereador e, ao mesmo tempo, lançar um candidato a prefeito. Tatá Teixeira é cotado.