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Ozair José na chapa do ano que vem

[caption id="attachment_40220" align="alignleft" width="300"]Maione é sistemático ao dizer que Aparecida terá candidato próprio à sucessão na prefeitura Maione é sistemático ao dizer que Aparecida terá candidato próprio à sucessão na prefeitura[/caption] O marconista Maione Padeiro tem trabalhado intensamente para ver instituído o diretório municipal do PSDB na cidade. Ele tem tido reuniões com alguns dos possíveis nomes do partido para a prefeitura. Reuniu-se, na semana passada, como o empresário Osvaldo Zilli, o coronel Sílvio Benedito e o vereador João Antônio (PSB). Maione é sistemático ao dizer que Aparecida terá candidato próprio à sucessão na prefeitura, além de uma bancada forte de candidatos a vereador. Para isso, ele não descarta uma aliança com o professor Alcides Ribeiro — que não é do partido, mas pode se filiar até setembro — e Ozair José, que já foi convidado para o PSDB, mas ainda não deu resposta. Na visão de Maione, essa seria uma boa chapa: Alcides na cabeça e Ozair na vice, pois mostram as características que a cidade precisa: “Um perfil moderno, empreendedor e administrativo. O povo aparecidense quer o município crescendo e não retroagindo”, afirma o tucano.

Por que o PMDB de Iris Rezende prefere Ronaldo Caiado ao PT?

[caption id="attachment_40214" align="alignleft" width="620"]Senador Ronaldo Caiado: será ele o “salvador da pátria” do PMDB? | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Senador Ronaldo Caiado: será ele o “salvador da pátria” do PMDB? | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] A pergunta do título foi feita a quatro políticos de Goiás: dois peemedebistas, um petista e uma pessoa ligada à base governista. A intenção foi saber os motivos que levaram à separação PMDB-PT e à união PMDB-Caiado — o DEM de Goiás é visto como sendo o Senador Ronaldo Caiado, uma vez que os prefeitos debandaram e o presidente da Assembleia Legislativa, Helio de Sousa, é mais PSDB que DEM. As respostas variam quanto às palavras, mas os sentidos convergem. O político da base é objetivo: “Prefere porque enxerga no Caiado uma ascensão que vai em sentido contrário ao PT nacional”. O petista afirma que seu partido realmente não tem vivido um bom momento, sobretudo nacionalmente, mas que considera isso um bom caminho, pois “permite ao PT se distanciar da figura de Iris Rezende, algo que o prefeito Paulo Garcia, mesmo que lentamente, já começou a fazer. Veja quantas oportunidades para se renovar o PMDB perdeu. E agora importa a renovação pela via do Caiado.” Já o peemedebista chega a dizer que, na hora “h”, a necessidade fará a união das três forças. Porém, a afirmativa é mais movida pela vontade que pela análise. Há três fatos que impedem uma aliança envolvendo PT e Caiado: 1) A forte oposição que o democrata faz contra o governo Dilma no Senado; 2) O iminente processo movido pelo ex-presidente Lula contra o senador; 3) As duras críticas feitas à gestão do prefeito de Goiânia, Paulo Garcia. Chamou-o de “inoperante” e “preguiçoso”. Isto é, para Caiado, se unir ao PT de Paulo seria agora uma incoerência sem tamanho. Não há volta. E por que o PMDB não larga mais o democrata? Caiado tem gastado grande parte de seu tempo percorrendo o interior do Estado articulando as candidaturas dos peemedebistas para as eleições do ano que vem. “Tem feito um trabalho que Iris, devido à idade, não consegue”, aponta outro peemedebista. Além disso, há 2018. Sem um nome da confiança de Iris no PMDB, Caiado é o único que poderá ocupar o cargo.

Em meio à crise nacional, Goiás, Tocantins e o Centro-Oeste podem ser os “vendedores de lenço”

Em um cenário que ataca principalmente o setor industrial, o Sudeste brasileiro – mais dependente das fábricas — tende a ser a região mais afetada. A bola da vez vai para o Centro-Norte do País

DEM pouco acrescentará à coligação com o PMDB de Iris

Praticamente inexistente em Goiânia, embora com bom capital eleitoral em cidades do interior, democratas devem somar muito pouco aos peemedebistas

“Precisamos de heróis no Brasil”

[caption id="attachment_40203" align="alignright" width="620"]Escritor critica individualismo do craque Neymar | Divulgação Escritor critica individualismo do craque Neymar | Divulgação[/caption] TOM COELHO Quem é Neymar Jr.? Para o mundo do futebol, é o maior jogador brasileiro da atualidade, com uma habilidade ímpar, capaz de fazer a diferença entre a vitória e a derrota, inclusive para a seleção canarinho. Para a mídia, é um personagem tido como de elevado carisma, com 52 milhões de seguidores no Facebook e 19 milhões no Twitter, garantindo repercussão às marcas que o patrocinam. De fato, ele pode ser tudo isso, mas definitivamente não é um herói tal como postulado por aqueles que buscam em alguém com exposição pública uma referência, uma pessoa notável capaz de influenciar e criar conceitos, tornando-se um autêntico paradigma. No universo dos esportes, é fácil exemplificar este ideal a partir de Ayrton Senna. Mais de 20 anos se passaram e não conseguimos eleger um representante à altura. Um herói, por definição, carrega consigo valores dignos de admiração, como integridade, generosidade e altruísmo. Neymar é um individualista por natureza, com comportamentos tomados pela vaidade e o benefício próprio – basta observar suas mensagens nas redes sociais, regadas por selfies e campanhas publicitárias. E a ética não é um de seus fundamentos. Não me refiro apenas a sua contestada transferência para o Barcelona, mas a sua postura em campo. Apenas para exemplificar, recentemente, na final da Champions League, teve um gol anulado pelo fato de a bola ter batido em sua mão. Durante a argumentação com o juiz, tentou convencê-lo de que a bola havia tocado em seu ombro. É compreensível: seu desejo de vencer o leva a acreditar que os fins justificam os meios. Compreensível, mas não justificável. Essa escassez de heróis, evidentemente, expande-se para outros cenários. Seja no mundo corporativo — onde faltam líderes autênticos —, passando pela vida pessoal — na qual os pais, os mais legítimos ícones para os próprios filhos, mostram-se cada vez mais ausentes da educação dos mesmos. Falta convivência para instruir, faltam exemplos para compartilhar. No cenário político, os heróis seriam os chamados estadistas, pessoas capazes de exercer a liderança acima de interesses pessoais e partidários. Entretanto, o que temos hoje são apenas políticos preocupados exclusivamente com o próximo pleito, seja para a reeleição, quando possível, ou para fazer seu sucessor. O estadista pensa na próxima geração; o político, na próxima eleição. O estadista edifica o futuro; o político, sua perpetuação no poder. Precisamos de heróis. Não trajando fardas, capas e máscaras, mas sim vestindo o manto do inconformismo, com um interesse genuíno em provocar mudanças capazes de transformar positivamente o meio e deixar um legado. Como diz o historiador e escritor Ricardo Bonalume Neto, “a escolha dos heróis diz muito sobre a sociedade que os escolhe”. Quem se habilita? Tom Coelho é educador, escritor e palestrante em gestão de pessoas e negócios. E-mail: [email protected].

“É preciso analisar o fenômeno do sertanejo universitário”
SOLANGE FRANCO Parabéns pelo texto “A comoção na morte de Cristiano Araújo: uma análise do infeliz texto de Zeca Camargo” (coluna “Imprensa”, Jornal Opção 2087), pela coerência na argumentação e por rechaçar os muitos equívocos do jornalista da Globonews, que chegaram a ludibriar muita gente lúcida. Apesar de ter mencionado a bolha cultural, senti falta de uma abordagem sobre valores e cultura, já que Zeca faz duas referências em seu texto: “pobreza da atual alma cultural brasileira” e “verdadeiro valor desses produtos”. Ainda que não goste desse tipo de música — e que me espante com o avanço do gênero de Norte a Sul no País —, creio ser preciso analisar o fato ou fenômeno (como querem muitos) do sertanejo universitário, até para poder compreender este momento histórico. Quem sabe em outro texto, possa ser analisada essa questão sob a luz dos conceitos de cultura. Solange Franco é jornalista.
“A verdadeira cultura goiana nunca me envergonhará”
[caption id="attachment_40202" align="alignright" width="620"]Leitores e o caso Cristiano Araújo Leitores e o caso Cristiano Araújo[/caption] IVACIL F. DE CARVALHO Sou goiano com muito orgulho e concordo plenamente com o artigo de Henrique Morgantini [“A revolta pelo sertanejo morto & a prelazia da mediocridade”, Jornal Opção 2087]. A verdadeira cultura goiana é representada por Cora Coralina (grande poetisa), Ângela Barra e Marília Álvares (cantoras líricas de renome), José J. Veiga, Gilberto Mendonça Teles e outros grandes escritores. Dessa cultura, ninguém jamais me envergonhará, porque ela é goiana, brasileira, telúrica! E-mail: [email protected]
“Tirar Waldir Soares da disputa é entregar a Prefeitura a Iris Rezende”
DIEMERSON ALMEIDA Deixar o delegado e deputado Waldir Soares (PSDB) fora da disputa da sucessão municipal é o mesmo que entregar a Prefeitura de Goiânia de bandeja a Iris Rezende (PMDB). E o PSDB sabe muito bem disso. A base eleitoral de Iris é principalmente nos bairros mais pobres, onde o delegado é muito forte. Se Waldir estiver na disputa, as chances da oposição serão muito maiores. Mesmo se ele não vencer, tirando a força do Iris nos bairros mais humildes, Vanderlan Cardoso (PSB) leva. Daí é só juntar A + B: fazer aliança com o Vanderlan e fortalecer ainda mais a base para 2018. E-mail: [email protected]

De olho em 2018, políticos devem buscar o PP de José Eliton

[caption id="attachment_40205" align="alignleft" width="620"]Provável saída de Marconi para disputar Senado ou cargo majoritário nacional deixa governo com José Eliton, que vira candidato natural ao posto | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Provável saída de Marconi para disputar Senado ou cargo majoritário nacional deixa governo com José Eliton, que vira candidato natural ao posto | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Pelas salas do Palácio Pedro Ludovico Teixeira já surgem os comentários que devem delinear o futuro político de Goiás. Dizem que o secretário de Desenvolvimento e vice-governador, José Eliton (PP), “está em todas”. Tem se esforçado ao máximo para mostrar serviço e com razão: para quem entende de política, 2018 já começou. Mostrar serviço é o que levará José Eliton a se firmar como o candidato da base nas próximas eleições ao governo. É certo que o governador Marconi Perillo (PSDB) deverá deixar o mandato no início de 2018 para disputar o Senado ou — se os planos derem certo — um cargo majoritário nacional: a presidência ou a vice. Dessa maneira, durante nove meses, José Eliton será efetivamente o governador de Goiás, o que dá a ele muita força, mas não lhe garante a vitória. É preciso manter a base unida e, para isso, é preciso que ele chegue naquele ano já com muito a ser mostrado. É por isso que José Eliton “está em todas”. Ele precisa estar, pois este é o caminho. E quem está vendo esse movimentar de ondas são aqueles que têm algum interesse maior para os próximos anos — além de uma visão mais aprimorada. É possível perceber que muitos políticos têm trocado suas legendas pelo PP do vice-governador. Por quê? A análise é simples: querem estar no partido de quem será o governador, mesmo que seja por nove meses, mas que tem chances reais de ser o candidato. Muitos prefeitos, por exemplo, já assinaram seus passaportes progressistas. É o caso dos democratas Aurolino José dos Santos “Ninha”, de Campos Belos de Goiás; Marco Aurélio Naves, de Buriti Alegre; e José do Nasci­mento Januário, de Gouvelândia. Essa “debandada” do DEM não é nova; vem das eleições do ano passado, quando uma grande parte — para não dizer todos — dos prefeitos do partido declarou apoio à candidatura de Marconi Perillo, deixando o líder Ronaldo Caiado sozinho na aliança com o PMDB de Iris Rezende. Contudo, estavam esperando para se entrar de vez na base governista. E escolheram qual partido? O PP. “É o sinal de que muitos outros irão”, avalia um político ligado a Marconi, “veja os casos do prefeito de Rio Verde, Juraci Martins, e do deputado estadual Lissauer Vieira, ambos do PSD. Não foram procurados para se filiar. Foram por conta própria.” A corrida por 2018 começou e o resultado passa por 2016. E, se continuar fazendo um bom trabalho, José Eliton tem tudo para chegar daqui a três anos como um forte candidato.

Biografia de Sebastião Salgado é também uma declaração de amor à vida, ao planeta – e à própria mulher

Não se sabe até onde iria a fantástica trajetória do maior fotojornalista do mundo sem Lélia, com quem ele está há mais de 50 anos. A certeza é de que não teria sido tão longe

O Popular pode pagar caro por buscar o “jornalismo de resultados”

A não ser que queira mesmo uma nova cara — que até o momento não apareceu —, o Grupo Jaime Câmara faz gol contra e compromete o futuro de seu veículo mais emblemático [caption id="attachment_40196" align="alignright" width="620"]Karla Jaime, Robson Macedo, Leandro Resende e Rosângela Chaves: capital profissional de alta qualidade do qual o Pop abre mão. Substituirá à altura? | Fotos: Divulgação Karla Jaime, Robson Macedo, Leandro Resende e Rosângela Chaves: capital profissional de alta qualidade do qual o Pop abre mão. Substituirá à altura? | Fotos: Divulgação[/caption] Os tempos de crise assolam todos os setores da economia. Alguns mais, outros menos, mas todos são afetados. As redações dos jornais não escapam. Mas é preciso ter temperança para superar os momentos difíceis. Não é o que se vê na redação de “O Popular”. Não passa um mês sem que haja importantes defecções no quadro de jornalistas. A demissão de repórteres e editores, bem como a entrada de outros, obviamente é algo da rotina de qualquer trabalho da área. Mas assusta como tem sido intensificada a saída — às vezes sem troca — de profissionais de grande experiência em um período curto. Entre outras baixas (de profissionais da área de suporte, como Manoel de Sousa, da fotografia, e Antônio Baiano, da digitação), contabilizam-se desde o ano passado a saída de jornalistas do nível de Carla Borges, Cristina Cabral, Polly Duarte, Valéria Monteiro, Lídia Borges, Kríscia Fernandes, Patrícia Drum­mond, Thiago Rabelo, Karla Jaime, João Carlos de Faria, Rosângela Magalhães, Rogério Borges, Wan­derley de Faria, Leandro Resende, Robson Macedo, Maurílio Faleiro e Mariosan. É mais do que um time inteiro. E, a não ser que o Pop queira mesmo ter uma nova cara — o que até o momento não apareceu —, o Grupo Jaime Câmara está fazendo gol contra e comprometendo o futuro de seu veículo mais emblemático. Não é nada tão difícil de explicar, e dá para continuar a analogia com o futebol. Imagine um time bem montado, já entrosado há algum tempo. Se a escalação continua basicamente a mesma, é bem provável que haja um padrão de jogo consolidado na equipe. O que gera, de igual modo, uma estabilidade, inclusive no rendimento. De repente, há um desmonte no elenco: saem os principais jogadores, o “onze” titular se decompõe. Como dar sequência ao padrão de jogo? Como remontar um elenco e fazê-lo engrenar em pouco tempo? É o mal que sofrem vários clubes Brasil afora, campeões em um ano, rebaixados no seguinte. A redação do Pop passa por esse momento. É claro que renovar é preciso, mas o fato é que a equipe do jornal já não se reconhece mais — e nem estamos aqui falando do aspecto motivacional. Ainda há quem produza artigos de nível de excelência, como Silvana Bittencourt e Gilberto G. Pereira, e gente veterana de casa capacitada em todas editorias — Sérgio Lessa, Jânio José da Silva, Malu Longo, Rosana Melo, Rute Guedes, Fabiana Pulcineli, Paula Parreira e tantos outros. Mas a renovação intensa e a reposição insuficiente — isso em termos de quantidade, mas também de experiência — precarizam o trabalho e fazem com que o time não saiba “jogar”. Naturalmente, a responsabilidade não recai sobre a editora Cileide Alves. O “enxugamento” é política da empresa, que sempre alega contenção de despesas. Para o jornalismo goiano é uma pena. “O Popular” pode ser contestado em sua linha editorial, às vezes formal e carente de mais análise, mas é o jornal diário de referência do Estado. Precisa ser olhado, sim, por um viés mais institucional, por assim dizer.

Mônica Iozzi puxa a orelha dos fãs “novinhos” do sertanejo

[caption id="attachment_40185" align="alignright" width="620"]Mônica Iozzi: usando MPB  para “educar” fãs do sertanejo Mônica Iozzi: usando MPB para “educar” fãs do sertanejo[/caption] Ex-repórter do CQC e hoje fazendo dupla entrosada com Otaviano Costa no “Vídeo Show”, Mônica Iozzi deu durante a semana duas alfinetadas na juventude que curte o estilo sertanejo universitário. E usando duas datas emblemáticas: os 25 anos da morte de Cazuza (terça-feira, 7) e os 35 anos da morte de Vinicius de Moraes (quinta-feira, 9). Em ambas, aconselhou o “pessoal mais novinho” a trocar seu estilo para ouvir “um pouquinho mais” dos grandes nomes da MPB. Não custa tentar. Mas, se quisesse não passar qualquer suspeita de preconceito nem mexer com a ira — absurda, é verdade — de fãs do estilo, claramente condoídos com a morte do goiano Cristiano Araújo, poderia ela ter citado Almir Sater, Renato Teixeira, Tião Carreiro & Pardinho ou qualquer outro ícone da música sertaneja clássica. Como falou, soou como se colocasse a MPB em um nível acima. Há gente boa em ambos os estilos — embora a sigla MPB (de “música popular brasileira”) devesse representar muito mais do que um gueto do Eixo Rio–São Paulo que canta bossa nova, samba e pop-rock.

Trocando PMDB por PT

Na edição 2087 do Jornal Opção, na matéria “PMDB: o pior aliado político”, de Frederico Vitor, o presidente da Comurg, Ormando Pires, apareceu como um dos nomes peemedebistas no primeiro escalão da Prefeitura de Goiânia. Na verdade, Ormando é ligado ao PT.

Casos de urgências pré-hospitalares aumentam nos últimos 60 dias por conta de trotes

[caption id="attachment_4581" align="alignleft" width="293"]Em Goiânia, Samu conta com 27 ambulâncias | Divulgação Em Goiânia, Samu conta com 27 ambulâncias | Divulgação[/caption] Os casos de atendimento às urgências pré-hospitalares realizados pelo Samu e o Corpo de Bombeiros, em Goiânia, têm aumentado nos últimos dois meses. A constatação é do secretário de Saúde de Goiânia, Fernando Machado. Ele lamenta que muitas solicitações são trotes e pede à população que use conscientemente os contatos para o deslocamento das unidades de atendimento móvel. "E quando todas as ambulâncias estão ocupadas temos de esperar uma próxima vagar para que possa ser feito o atendimento, por mais grave que seja o caso. Temos plano de contingência, mas nossos serviços são finitos", informa o titular da SMS. O Samu conta hoje conta com 27 ambulâncias funcionando, e os Bombeiros (SIAT) têm mais sete. "Apesar de parecer um número grande, temos uma quantidade enorme de trabalho em toda a Região Metropolitana."

Veja lista de vereadores que vão avaliar o aumento do IPTU/ITU em Goiânia

[caption id="attachment_15020" align="alignleft" width="620"]Novos valores do IPTU/ITU serão discutidos e votados no próximo semestre | Foto: Divulgação Novos valores do IPTU/ITU serão discutidos e votados no próximo semestre | Foto: Divulgação[/caption] No dia último dia 5 de maio, o presidente da Câmara Municipal de Goiânia, Anselmo Pereira (PSDB), emitiu ofício ao secretário de Finanças, Jeovalter Correia, nomeando os 15 vereadores que irão representar a Casa na comissão que vai discutir novo reajuste da Planta de Valores Imobiliários da capital e, consequentemente, o aumento do IPTU/ITU. A comissão ainda é formada por representantes da Prefeitura de Goiânia, por entidades do setor imobiliário e por profissionais técnicos. O projeto com o reajuste dos tributos deve chegar à Câmara em agosto ou setembro. A primeira reunião do colegiado aconteceu na sexta-feira retrasada (26/6). Um relatório deve ser entregue ao Poder Legislativo no próximo dia 10 de outubro. No dia 20 de dezembro, a matéria tem que estar votada e sancionada pelo Poder Executivo para que seja devidamente aplicada em 2016. Anselmo Pereira avalia que em alguns setores o valor venal dos imóveis caiu e defende que a planta tem de ser ligada ao valor venal. "Por isso, alguns reajustes seriam para baixo." Abaixo, lista de vereadores que vão integrar comissão que reajusta Planta de Valores Imobiliários de Goiânia. Welington Peixoto (PROS) Carlos Soares (PT) Dr. Gian (PSDB) Pedro Azulão Júnior (PSB) Milton Mercez (sem partido) Tatiana Lemos (PCdoB) Antônio Uchôa (PSL) Célia Valadão (PMDB) Edson Automóveis (PMN) Paulo Magalhães (SDD) Paulinho Graus (PDT) Rogério Cruz (PRB) Bernardo do cais (PSC) Deivison Costa (PT do B) Felizberto Tavares (PR)

Fernando Machado avalia Hugol: “Contribui com a rede de atenção à cardiologia, neurologia e leitos de UTI”

[caption id="attachment_11313" align="alignleft" width="620"]Secretário de Saúde de Goiânia, Fernando Machado | Foto: Edilson Pelikano Fernando Machado ressalta ainda atendimento a pacientes com queimaduras | Foto: Edilson Pelikano[/caption] O secretário Municipal de Saúde (SMS), Fernando Machado, avaliou o novo Hospital de Urgências de Goiânia Otávio Lage de Siqueira, o Hugol da Região Noroeste, inaugurado no início da semana. "Vem a contribuir principalmente com a rede de atenção à cardiologia, neurologia e ao desafogamento dos leitos das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) adultos e pediátricos de Goiânia." Ele afirma também que o novo centro de atendimento é o único hospital público a atuar na área de queimaduras. "Tínhamos essa deficiência nesses atendimentos em Goiás e Goiânia é uma referência para o estado." Fernando Machado reconhece que o Hugol contribui em peso para a SMS com os novos leitos. "E apesar da capital ter número maior de leitos de UTI que o preconizado pelo Ministério da Saúde e a OMS [Organização Mundial da Saúde], Goiânia é referência para mais de 600 cidades. Realmente, temos que ter um quantitativo de leitos acima para poder servir", relatou. Por fim, relata que é a imprensa tem papel fundamental na conscientização para que a população entenda que o Hugo 1 e o Hugol atendem a casos de urgência. "A pessoa não pode procurar um hospital terciário, de grande porte, para tratar uma infecção urinária simples, febre, sinusite, dor de garganta. Isso vai tumultuar os atendimentos", analisa o auxiliar do prefeito Paulo Garcia (PT).

PT pode acabar representando uma alternativa a mais para Vanderlan Cardoso

[caption id="attachment_40170" align="alignleft" width="620"]Se aliança com o governador Marconi ruir, Vanderlan pode acabar encontrando boa alternativa no PT | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Se aliança com o governador Marconi ruir, Vanderlan pode acabar encontrando boa alternativa no PT | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] É certo que o ex-prefeito de Senador Canedo Vanderlan Cardoso (PSB) tem se aproximado da base do governador Marconi Perillo (PSDB). Já conversaram e, se confirmada sua candidatura à Prefeitura de Goiânia, está desenhada uma possível aliança para um provável segundo turno. Porém, essa aproximação pode acabar não dando certo. Se isso ocorrer, Vanderlan fica, de novo, na condição de terceira via, o que já está mais que provado — pelo menos em Goiás — não é bom negócio, mesmo que Vanderlan seja apontado como um forte candidato para a capital. Isso porque a eleição deverá ser composta de duas grandes forças: de um lado Iris Rezende (PMDB), que aglomera a aprovação dos goianienses; do outro, um candidato representando a base do governador Marconi Perillo (PSDB), com toda a ajuda da máquina governamental. Assim, qual a alternativa para Vanderlan, se sua aproximação com Marconi ruir? O PT. Alguns petistas comentam que uma aliança entre a sigla e o pessebista é benéfica para as duas partes, pois Vanderlan teria uma estrutura partidária que nunca teve para disputar uma eleição e o PT um candidato forte e já aprovado pela população. “Sairíamos na frente”, diz um petista. É uma alternativa.

Professor Alcides confirma: tem conversado com o PSDB visando a prefeitura de Aparecida de Goiânia

[caption id="attachment_40209" align="alignleft" width="300"]Professor Alcides: potencial para ser forte candidato em Aparecida Professor Alcides: potencial para ser forte candidato em Aparecida[/caption] Um dos nomes apontados como possível candidato à Prefeitura de Aparecida de Goiânia, Alcides Ribeiro, o Professor Alcides, confirma: quer disputar e, se tiver espaço, quer fazê-lo pelo PSDB. Atualmente no PSC, o empresário, que disputou as eleições majoritárias do ano passado como vice na chapa de Vanderlan Cardoso (PSB), é bem avaliado pela população e tem o apoio das lideranças tucanas na cidade. Alcides diz que ainda não se encontrou com o governador Marconi Perillo ou com o presidente estadual da legenda, Afrêni Gonçalves, mas que está próximo disso. “Tenho trabalhado muito para que a oposição esteja unida. Se fizermos isso, teremos condições de vencer no ano que vem, pois o candidato já não será Maguito Vilela [atual prefeito] e todos nós sabemos que transferência de voto não é feita com muita facilidade. A oposição de Aparecida precisa ter juízo”, diz como quem alfineta o deputado federal Waldir Soares, que detém o comando do partido na cidade.