Notícias

Encontramos 150019 resultados
Entenda o que muda com o Programa de Combate à Intimidação Sistemática

Lei federal obriga instituições de ensino a se posicionarem sobre prática, promovendo campanhas educativas e capacitando profissionais

Lêda Borges diz acreditar em reforma integral de sua condenação

Um dia depois da publicação da sentença por uso de recursos municipais para autopromoção quando era prefeita de Valparaíso de Goiás, secretária estadual afirma que decisão da Justiça não envolve enriquecimento ilícito e desvio de verba pública

Revista americana publica anúncios com modelos plus size e de 59 anos

Em sua tradicional edição especial de moda praia, publicação abre espaço para mulheres que não costumam ser convidadas para ensaios do tipo

O jornalista Mauro Naves, da Globo, ataca o comentarista Neto, da Band. Veja o vídeo

“F...-se o Neto”, afirma o repórter global. Neto entendeu o mundo do espetáculo e divulgou o vídeo Mauro Naves 1 Gravar e vazar é só começar. Se não quiser que um vídeo vaze não o faça — é a regra número dos reservados. Mas quem grava por vezes não quer divulgar, mas, por um descuido ou não, o vídeo acaba aparecendo e viralizando na internet. Mauro Naves, jornalista esportivo da TV Globo — uma de suas celebridades —, curtindo seu descanso no período do Rei Momo (num barco, com amigos agradáveis), decidiu gravar-se xingando o comentarista esportivo e ex-jogador de futebol Neto, da Band — que xinga muito e é sempre xingável, diriam seus múltiplos desafetos. https://www.youtube.com/watch?v=m8fHi6K31J8 Ao descobrir o vídeo, que Mauro Naves teria feito para um amigo, o próprio Neto, sabendo que se trata de um filão de ouro em termos de repercussão, tratou de divulgá-lo o mais rápido possível. Mauro Naves diz para o amigão, “superconfiável”: “Estamos aqui na maior praia aqui, tudo bonito, tudo gostoso. É carnaval, tudo bem. Você (amigo) tá pegando alguém aí ou tá olhando vídeo de futebol? se tiver p… que pariu”. Em seguida, sublinhou: “É o seguinte galera, continue ligado no futebol. Carnaval vai passar, mas futebol é eterno. É o seguinte, um drinque, muita saúde pra vocês. Estamos sempre juntos e ligados no futebol. Assista mais Globo Esporte, TV Globo. F…-se o Neto, da Bandeirantes e o caraca é ‘nóis’ na Globo. Fica com ‘nóis'”. Não consta que havia bebido umas e outras. Mas nas suas mãos decerto não havia um copo d’água. Alguns sites falaram em “drinque” (daqueles que Putin aprecia, quem sabe) e, de fato, parece que está bebendo cerveja. Entendendo que, no mundo do espetáculo, até e talvez principalmente as críticas são “alimentos do crescimento” — falar mal por vezes aumenta mais o ibope do que falar bem —, Neto repercutiu o vídeo, acrescentando a alfinetada: “Aí grande Mauro Naves, gente fina, obrigado pela moral. Continue assim…”.

Delegado Waldir formaliza desistência das prévias nesta quinta-feira

Deputado realmente não enfrentará Vecci e Anselmo para se tornar candidato do partido à Prefeitura de Goiânia, mas por enquanto não deixa PSDB

Do Jabuti ao Nobel, um tributo para Lygia Fagundes Telles

Vencedora três vezes do Prêmio Jabuti, a autora de “Ciranda de Pedra”, “As Meninas” e “As Horas Nuas”, agora, tem tudo para conquistar o maior do mundo, o Nobel de Literatura [caption id="attachment_57899" align="alignnone" width="620"]UBE indicou a escritora ao Prêmio Nobel de Literatura de 2016 | Foto: Reprodução UBE indicou a escritora ao Prêmio Nobel de Literatura de 2016 | Foto: Reprodução[/caption] Luís Antonio Torelli Especial para o Jornal Opção Lygia Fagundes Telles é a maior escritora viva do Brasil. Sua indicação ao Prêmio Nobel de Literatura foi uma iniciativa muito feliz, lúcida e justa da União Brasileira de Escritores (UBE). Para o nosso país, a concessão do prêmio à autora de obras-primas como “Ciranda de Pedra”, “As Meninas” e “As Horas Nuas” seria uma imensa conquista, à altura da qualidade e importância de nossa literatura, uma das mais ricas, diversificadas e belas do mundo, mas que jamais recebeu reconhecimento de tamanha envergadura. [caption id="attachment_58475" align="alignleft" width="334"]"Sentei na cama. Era cedo para tomar banho. Tombei para trás, abracei o travesseiro e pensei em M.N., a melhor coisa do mundo não é beber água de coco verde e depois mijar no mar, o tio da Lião disse isso mas ele não sabe, a melhor coisa mesmo é ficar imaginando o que M.N. vai dizer e fazer quando cair meu último véu. O último véu! escreveria Lião, ela fica sublime quando escreve, começou o romance dizendo que em dezembro a cidade cheira a pêssego. Imagine, pêssego." | Foto: Reprodução Foto: Reprodução[/caption] Por isso, a candidatura é muito importante para o País, nossa população, literatura e setor editorial. A Câmara Brasileira do Livro (CBL) apoia a indicação de Lygia, que, aos 92 anos, é uma expressão do que há de melhor na literatura nacional. Independentemente da decisão da Academia Sueca de Letras, responsável pela eleição do vencedor do Nobel de Literatura, a presença de nossa escritora entre os indicados é uma ótima oportunidade para todos os brasileiros conhecerem melhor nossa grande autora e o mundo saber quem é Lygia Fagundes Telles. É importante entender como funciona o processo de indicação e escolha dos candidatos e do vencedor do Nobel. A Academia Real das Ciências da Suécia, que promove pesquisas científicas, é responsável pelos prêmios de Física, Química e Economia. O Instituto Karolinska, da Universidade de Estocolmo, indica os ganhadores em Medicina. A Academia Sueca de Letras escolhe o vencedor em Literatura. E o Comitê Nobel Norueguês, formado por pessoas indicadas pelo Parlamento daquele país, é quem entrega o prêmio da Paz. Estas instituições enviam formulários a cientistas, professores e intelectuais de todo o mundo, solicitando a indicação de candidatos, cujos currículos e trajetórias são examinados por comitês de especialistas. São estes que, em cada um dos quatro órgãos, votam e elegem os vencedores. Tomara que, em outubro, quando costuma ocorrer o anúncio dos ganhadores, em Estocolmo, na Suécia, o Brasil receba pela primeira vez um Prêmio Nobel. Seria fantástico que essa inusitada conquista se desse no universo dos livros e por meio da genialidade de Lygia Fagundes Telles. Nossa menina autora ganhou três vezes o Prêmio Jabuti (1966, 1974 e 2001), o primeiro que recebeu em sua brilhante trajetória de escritora e o mais importante do setor editorial brasileiro. Agora, tem tudo para conquistar o maior do mundo, o Nobel de Literatura. Sempre desbravadora, foi uma das primeiras mulheres a se formar na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Integrante da Academia Paulista de Letras, da Academia Brasileira de Letras (ABL) e da Academia das Ciências de Lisboa, pode, mais uma vez, ser pioneira, dando o primeiro Nobel ao Brasil. Saiba, porém, querida Lygia, que, para todos nós, você já é a maior, independentemente do resultado final. Cabe-nos agradecer tudo o que já fez e ainda fará pela literatura e o livro do Brasil. Leia abaixo um trecho de "As Meninas", romance de 1973. "Sentei na cama. Era cedo para tomar banho. Tombei para trás, abracei o travesseiro e pensei em M.N., a melhor coisa do mundo não é beber água de coco verde e depois mijar no mar, o tio da Lião disse isso mas ele não sabe, a melhor coisa mesmo é ficar imaginando o que M.N. vai dizer e fazer quando cair meu último véu. O último véu! escreveria Lião, ela fica sublime quando escreve, começou o romance dizendo que em dezembro a cidade cheira a pêssego. Imagine, pêssego. Dezembro é tempo de pêssego, está certo, às vezes a gente encontra as carroças de frutas nas esquinas com o cheiro de pomar em redor mas concluir daí que a cidade inteira fica perfumada, já é sublimar demais. Dedicou a história a Guevara com um pensamento importantíssimo sobre a vida e a morte, tudo em latim. Imagine se entra latim no esquema guevariano. Ou entra? E se ele gostava de latim. Eu não gosto? Nas horas nobres deitava no chão, cruzava as mãos debaixo da cabeça e ficava olhando as nuvens e latinando, a morte combina muito com latim, não tem coisa que combine tanto com latim como a morte. Mas aceitar que esta cidade cheira a pêssego, exorbita. ¿Qué ciudad será esa? ele perguntaria na maior perplexidade. ¿Tercer Mundo? Terceiro Mundo. ¿Y huele a durazno?Na opinião de Lia de Melo Schultz, cheira." Luís Antonio Torelli é presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL).

“Delegado Waldir suspeita de um processo democrático e transparente”, diz presidente do PSDB goiano

Afrêni Gonçalves lava as mãos sobre a possível saída do deputado federal do partido e dispara: "Não podemos fazer nada"

Após denúncia de homofobia, internautas bombardeiam página do bar 1008 no Facebook

Após casal homossexual denunciar agressão, clientes postam comentários criticando suposta atitude discriminatória do estabelecimento. Beijaço também já foi organizado

Jornalista Renata Vieira curte seu novo amor, Celso da Porto Bello, na bela Toscana

A ex-apresentadora da TV Anhanguera e o empresário curtem la dolce vita na Itália de Dante e Leopardi

Morre em presídio Mohammed d’Ali, condenado pelo homicídio de jovem inglesa em Goiás

Mohammed cumpria 21 anos de pena por crime cometido em 2008. Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte

Após desocupação, direção do Colégio Lyceu denuncia depredação e sumiço de objetos

Vistoria técnica realizada no local constatou o desaparecimento de dois computadores, um microondas, quatro caixas de som e pelo menos 195 colchonetes

Ministério da Saúde confirma terceira morte por Zika em adultos no Brasil

A maioria dos casos em investigação são de bebês com microcefalia. Morte ocorreu em abril, mas os resultados dos exames só saíram agora

Goiânia recebe 2ª Mostra de Arte Urbana no Brasil Central

Exposição de 17 artistas ocupa a partir do próximo sábado (13/2), o salão principal da Vila Cultural Cora Coralina

Irreverente e sem papas na língua, Ana Paula cai nas graças da internet

A jornalista quase nunca sai dos assuntos mais comentados nas redes. Ainda no início do programa, a loira já é considerada uma das participantes mais polêmicas do reality

Manifestantes desocupam Colégio Estadual Lyceu, no centro de Goiânia

Sobe para 21 o número de escolas desocupadas no Estado de Goiás