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Iquego assina contrato com empresa canadense

Durante missão internacional, Marconi firmou contrato de transferência de tecnologia entre indústria química goiana e a Pharmascience

Goleiro da Coreia do Norte protagoniza “gol mais ridículo da história”. Veja vídeo

Lance ocorreu durante partida entre equipes da Coreia do Norte e Uzbequistão pelo Campeonato Asiático Sub-16

Alunos teriam sido suspensos após publicação de foto em apoio a Bolsonaro

Segundo estudantes, escola teria os punido por não apagarem foto em que apoiam candidatura a presidência de deputado do Facebook; Secretaria de Educação nega caso

A partir deste sábado (24), Goiânia sedia o DADASpring

Capital goiana é única cidade brasileira a integrar agenda internacional do evento que celebra os cem anos do Dadaísmo no mundo

Postos de Saúde em todo País abrem neste sábado para dia D de vacinação

Objetivo da ação é combater a ocorrência de doenças imunopreveníveis e reduzir os índices de abandono à vacinação – principalmente entre adolescentes

Dilma Rousseff preferiu sacrificar o labrador Nego. Eu não sacrifiquei nem vendi o burro Sabiá

Nego, presente de Zé Dirceu para a ex-presidente, estava velho e doente. Foi sacrificado. Sabiá, quando ficou velho, foi muito bem tratado

Quadro de medalhas da paraolimpíada não reflete desempenho real dos brasileiros

Continuo a pensar que a classificação dos países apenas pelas medalhas de ouro conquistadas, desconhecendo, como se não existissem, os segundos e terceiros lugares e suas medalhas de prata e bronze, é uma rematada estultice. Acompanhe o leitor meu raciocínio: se um país A conquista onze medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze, logo treze medalhas, é dado como à frente de outro, que conquistou dez medalhas de ouro, vinte de prata e vinte de bronze, cinquenta no total. Não seria inteligente também uma classificação pelo número total de medalhas: um país que conquistasse onze medalhas de bronze, evidentemente, não seria mais destacado no campo esportivo do que um com dez medalhas de ouro. Mas seria totalmente lógico, cartesiano, um método classificatório que desse peso às medalhas, como eu disse na semana passada: três pontos para cada medalha de ouro, dois para cada de prata e um ponto para cada bronze alcançado. Foi injusto classificar o Brasil em oitavo lugar nas paraolimpíadas, levando em conta apenas os ouros. Veja como muda a classificação dos dez maiores paraolímpicos se dermos pesos às medalhas (O Brasil ficaria perto do quinto lugar que almejava).

Se Mantega fez o que Eike delata, então ele foi achacador para o PT

A corrupção sistêmica engendrada pelos governos petistas vai sendo escancarada nas delações dos próprios sócios do lulopetismo

Cúmulo da cegueira de Mauro Santayana

Padre Vieira, num memorável sermão sobre as paixões, fala de como elas cegam os apaixonados. A paixão política ilustra com inúmeros exemplos o sermão do inteligente padre e literato português. Há uma frase no discurso de Vieira que é de se lembrar: “(os apaixonados) são cegos quando não veem, e quando veem, muito mais cegos”. A propósito disso, o jornalista marxista Mauro Santayana escreveu um apaixonado (e cego) artigo, co­mentando o impeachment de Dilma. Faz três afirmações, tão peremptórias quanto cegas, que resumo aqui: 1) os governos petistas foram os mais realizadores, profícuos e benéficos de quantos passaram pelo Brasil. 2) Só faltou a eles a comunicação de seus feitos para a sociedade, que por isso ficou sem saber o quanto os petistas foram bons, honestos, competentes, trabalhadores e realizadores. O povo acabou não percebendo o quanto havia progredido em todos os setores. 3) Quem tramou e executou a derrubada de Dilma foi a embaixada norte-americana, que já havia feito o mesmo no Paraguai com Fernando Lugo.

Cúmulo da mistificação: Marta Suplicy diz que nunca foi de esquerda

Marta Suplicy é fundadora do PT. Nele viveu e dele usufruiu, apesar de toda sua configuração marxista e sua voraz corrupção, por 33 longos anos. Dele se afastou para concorrer à Prefeitura de São Paulo: não teria espaço no PT para tanto. Sai agredindo sua casa partidária durante décadas. Viu só agora uma corrupção de pelo menos 15 anos. E, suprema desfaçatez: nunca viu o comunismo, pecado original e inegável do petismo. Declarou no dia 20 deste mês à “Folha de S. Paulo”: “Nunca me coloquei como uma pessoa de esquerda”.

Pesquisas mostram disputa indefinida

Tendência registrada por quatro institutos revela que Vanderlan tem condições de vencer. Iris precisa evitar a “virada” para não comprometer definitivamente o 2º turno

“Tudo o que é novidade, e nos tira do que estamos acostumados, pode assustar”

pritn Beth Silva Sobre a matéria “Raquel Teixeira: ‘Reforma do ensino médio é a pauta mais importante para a Educação’” [Jornal Opção Online, 2150]: Para mim, como sempre, a fala da professora e secretária da Educação, Raquel Teixeira, ficou clara. Ela resume tudo muito bem na conclusão de seu discurso. Tudo o que é novidade, e nos tira do que estamos acostumados, pode até assustar. Mas da forma responsável e comprometida que já conhecemos dela, vamos enfrentar nossas dificuldades com muita coragem e a certeza de estarmos no caminho certo. Email: [email protected]

“Permissibilidade escolar é a verdadeira responsável pelos índices do ensino médio”

Antonio Alves “Hoje, eles evadem do ensino médio por falta de interesse no que está sendo oferecido.” Isso é uma doce ilusão de quem acha que vai fazer reforma de ensino sem acabar com as aberrações do Sistema. A partir do momento em que a escola proíbe o uso do celular em sala de aula, mas permite que o celular entre na escola, não terá competência para controlar a disciplina do aluno. A permissibilidade dentro da escola é a verdadeira responsável pelos maus índices no ensino médio. Há alunos que trabalham a semana toda em um sistema de horário revezado, tendo apenas um dia de folga de seis em seis dias, mesmo assim a escola permite que o aluno esteja matriculado. Frequentando a escola uma vez por semana, ele já começou evadido. O Sistema faz suas graças e dentro da escola sempre tem alguém que quer fazer esmola com o chapéu do outro. Entrar na segunda aula, por exemplo, só desqualifica a escola e o discente, pois são 200 aulas perdidas e, assim, o aluno acaba esbarrando na evasão porque há contas que não fecham. Essas permissões acabam por estimular a corrupção daqueles que querem sim dar um jeitinho brasileiro. Email: [email protected]

“Alicerçado em Sônia Braga, ‘Aquarius’ é um bom filme”

sonia Lisandro Nogueira Cezar Santos viu muito bem o filme e sua crítica, “‘Aqua­rius’ é melhor que o discurso micado de golpe” [Opção Cultural, 2150], viu a força da personagem com uma atriz no auge da interpretação. “Aqua­rius” é um bom filme, alicerçado em Sônia Braga. “Som ao Redor” é ainda melhor. Kleber Men­donça Filho domina a encenação, é estudioso e tem uma equipe que entende bastante de marketing. Lisandro Nogueira é professor de cinema na UFG e curador da mostra “O Amor, a Morte e as Paixões”

“Homenagem à obra de Maurício de Sousa é simplesmente genial”

Marcos Juliano Sobre “Turma da Mônica mostra para o mundo a força das HQs brasileiras” [Opção Cultural, 2148]: Adquiri a coleção completa recentemente (incluindo “Mônica – Força”, lançada há pouco tempo). A homenagem à obra de Maurício de Sousa é simplesmente genial! Cada artista transmite autenticidade, com seus traços únicos, e ao mesmo tempo resgata a nostalgia nos antigos leitores da Turma da Mônica. Vale a pena investir nessa coleção! Ainda não li todos, mas garanto que sempre fica a sensação de “quero mais”.

“Fusão de Bayer e Monsanto muda muita coisa no cenário do agrobusiness”

Adalberto de Queiroz Sobre “Bayer compra a Mon­santo por 66 bilhões de dólares. Juntas, faturaram 23 bilhões de euros em 2015” [Jornal Opção, Coluna Bastidores, 2149]: Vi um respeitável analista dizendo que “não muda nada”. A fusão muda, sim, muita coisa no cenário da produção agrícola de impacto (quando a necessidade de alimentos para uma população crescente é imperativo de altas pesquisas de produtividade). Muda também o cenário da geopolítica do business agrícola – a empresa nova, nascida do casamento feito em Washington, pode significar perdas de impostos e taxas pagas nos Estados Unidos e Alemanha (e Índia). É um viés a analisar também para concluir que, novamente: sim, muda muito o cenário do agrobusiness. Adalberto de Queiroz é empresário.

“Ou mudamos o sistema agrícola brasileiro ou vamos viver em uma zona desértica”

Antônio Gonçalves Rocha Júnior Parabéns pela entrevista “O Cerrado está extinto e isso leva ao fim dos rios e dos reservatórios de água” [Jornal Opção, 2048]. Simplesmente chocante. Mas o pior é que sabemos que não existe alternativa no atual cenário político e econômico. No meu ponto de vista, a única solução possível e urgente é o estabelecimento de um modelo econômico que possa controlar o “mercado”, que possa substituir o agronegócio por um tipo de agricultura sustentável, que não esteja voltada para a exportação e plantação intensiva, mas que respeite os limites da terra, sustentável e não voltada prioritariamente para a produção de alimentos para o mercado interno brasileiro. Para que isso aconteça, é necessário romper com o agronegócio e com o atual modelo econômico. Precisamos de um sistema que não aja de acordo com os interesses do grande capital urbano e rural. O professor Altair toca em muitas questões importantes, mas a central é a discussão sobre o modelo agrícola brasileiro, que passa por muitas intervenções, desde a desapropriação de áreas perto de rios e córregos, deslocamento de cidades, criação de corredores ambientais, reforma agrária, entre outras medidas. Ou fazemos isso ou vamos viver em uma zona desértica. A discussão é urgente e envolve todo o Brasil. Antônio Gonçalves Rocha Júnior é advogado.

Lúcio Flávio precisa pedir desculpas à advocacia

[caption id="attachment_75488" align="alignright" width="620"]Divulgação/Youtube Divulgação/Youtube[/caption] Até o mais apaixonado defensor do presidente da OAB-GO, Lúcio Flávio Paiva, dessa vez sentiu o golpe, tanto é que o título acima ilustra fala de um conselheiro da OAB-GO em relação ao fato de Lúcio Flavio ter pedido votos a um candidato a vereador na sede da OAB, dentro do gabinete da presidência. O referido conselheiro ainda disse mais: “O presidente precisa pedir desculpas à advocacia. Cometeu um erro e isso faz parte do processo de aprendizado. A vocação política da OAB deve ser a advocacia e esta não tem partido ou agremiação política”. O que gerou espanto a mim não foi o equívoco cometido, afinal, quem nunca errou? Contudo, a “emenda ficou pior do que o soneto”. Ao responder às críticas, o Presidente não se redimiu, aliás, afirmou que não pediu votos para o candidato, embora tenha colocado mosquitinho na lapela do paletó e diversos santinhos na mesa. De duas opções uma deve ser verdadeira, ou Lúcio Flávio é ingênuo ou pensa que a advocacia de Goiás é ingênua! De qualquer maneira, o episódio é lamentável, seja pelo fato, seja pela ausência e capacidade de reconhecer seus erros. Tristemente, tais circunstâncias me fazem lembrar dois ex-presidentes que o Brasil teve, um que não sabia de nada e não viu nada e o outro mais recente, que até hoje diz que não possui conta no exterior.

Novo Fórum começa a funcionar nesta semana

Será inaugurado nesta segunda, 26, uma das principais obras da gestão do presidente do TJ-GO, desembargador Leobino Valente Chaves: o novo Fórum Cível. O prédio atual não suportava mais o crescimento do número de demandas do Judiciário goiano, então, o novo prédio era grande sonho dos jurisdicionados e da advocacia de Goiás. Entretanto, somente no dia 29 de setembro, primeiro dia aberto ao atendimento definitivo, é que 23 unidades judiciárias da comarca de Goiânia estarão à disposição do público no novo prédio do Fórum Cível da comarca de Goiânia, no Parque Lozandes. A transferência das unidades judiciárias e administrativas para o endereço teve início na segunda-feira, 19, e prossegue nos próximos dias, e nos meses de outubro e novembro. Nos dias 27 e 28 de setembro, as unidades já instaladas no novo Fórum atenderão apenas os casos urgentes. A Diretoria do Foro da comarca de Goiânia coordena a mudança das unidades para o novo prédio. Várias reuniões com magistrados, escrivães e servidores foram realizadas antes do início das transferências.  

Vitória de Vanderlan Cardoso em Goiânia pode renovar o PMDB e o PSDB para a disputa de 2018

Se retirar Iris Rezende do páreo, enfraquecendo Ronaldo Caiado, o candidato do PSB fortalecerá o novo, Daniel Vilela. Se reduzir a estrutura do senador, que perderá o PMDB para o vilelismo, fortalecerá José Eliton, outra força política nova