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Beer garden, “Retetê” é o novo rolê da capital goiana

Sol, música e gastronomia regam a ideia de embrincar rua, espaço urbano e jardim [gallery type="slideshow" size="full" ids="80254,80258,80255,80257"] Sabe aquele dia de quentura que a única coisa que se tem vontade de fazer em Goiânia é ficar deitado no chão frio? Agora é a vez de se refrescar no Retetê, um beer garden que mistura deck, pista de dança, bar, parada gastronômica e rua não apenas como um lugar de passagem, mas para possibilitar encontros. Criado pelos produtores Caio Alê – da festa semanal Bapho! – e Lucas Manga e Carol Maia, proprietários do El Club, o projeto abarca as diferentes possibilidades do urbanismo tático nas vielas do Setor Marista e será lançado no sábado, 19, em caráter de soft open. O Retetê foi criado em 2015 como uma espécie de festa itinerante que acontecia sempre no fim da tarde, com discotecagens especiais e comida, como o Churrascão, por exemplo, que ocupou o Centro Cultural Martim Cererê. Para agora, o espaço brinca com a memória daqueles que conheceram a festa e que podem se divertir durante a tarde num ambiente que é ao mesmo tempo bar, jardim e balada. “O foco agora não é em evento específico. É no espaço. Ter a vontade de ter um lugar, um espaço físico com essa proposta. Trazer a ideia do que eu que vi em Nova York, uma vontade de curtir o sol em um lugar desses depois de meses de inverno. Por que não trazer essa vontade pra cá, já que a gente tem esse sol e clima de verão o tempo inteiro?”, indaga Lucas Manga. Há mais de oito anos que os sócios trabalham com produção de festas e baladas, com foco para uma alternativa para a noite de Goiânia. A vontade de abrir o local cresceu junto com a experiência dos três. A ideia agora é de criar uma espécie de catarse coletiva, o livre acesso entre a rua e as pessoas. O funcionamento do beer garden, por exemplo, vai se sistematizar em entradas gratuitas e num esquema novo de check in e check out, dando mais liberdade para o cliente. “Ele pode sair, curtir outro lugar e voltar, ou ficar do lado de dentro, de fora. É pra se sentir na casa de um brother, curtindo a festinha”, reitera Manga. CAWA Um dos focos do Retetê é a experiência do público com o espaço. Para isso, não será cobrado couvert artístico em evento algum e toda a cozinha é assinada pela hamburgueria CAWA, do chef Caio Caetano, que busca inspirações na culinária tradicional e com referência dos livros de receita de sua avó. “Aos poucos ele foi formando sua identidade gastronômica artesanal e preocupada com a qualidade dos ingredientes, que os combina de uma forma nova para proporcionar sabores únicos”, conta Caio Alê. Sem mesas e cadeiras separadas, com uma abertura maior com a rua, Lucas avisa que o jardim tem um compromisso com a valorização da experiência. “Estamos falando de ocupação urbana. Queremos que as pessoas ocupem o lugar de forma despretenciosa, como se estivessem recebendo amigos em casa, sentadas em almofadas no nosso deck, ou conhecendo pessoas novas em uma de nossas mesas coletivas”, pontua o sócio. Serviço Abertura Retetê Data: sábado, 19 de novembro Horário: 16h Endereço: Viela 1.133, n. 118 - Setor Marista Entrada gratuita

Políticos de Anápolis querem Victor Hugo na Superintendência da Indústria e Comércio de Goiás

O principal prefeito eleito da base governista é Roberto Orión, de Anápolis. Políticos da cidade querem mais espaço no governo de Marconi Perillo

Manifestante confunde bandeira do Japão com símbolo comunista e vira piada na internet

Parte do grupo que invadiu o Congresso Nacional, mulher denunciou suposta alteração na bandeira brasileira, que estaria ganhando detalhes vermelhos

Colégio de Anápolis demite professores suspeitos de assediar alunas sexualmente

Administração da escola decidiu afastar três docentes após denúncias de estudantes do 3º ano. MPGO apura o caso

Prefeitura interdita viaduto próximo ao Flamboyant para obras de manutenção

Movimentação de veículos pelo local será impedida apenas no período da manhã. Previsão é de que os trabalhos durem de 8 a 10 dias

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Medida prevê atraso do pagamento de parcelas da dívida da empresa com a usina de Itaipu entre as datas da venda e a assinatura do contrato

Romero Jucá é indicado líder do governo no Congresso

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Thiago Peixoto quer ser titular da comissão que discutirá a reforma da Previdência

Deputado federal goiano, que faz parte do colegiado que discute a MP do Ensino Médio, defende mudanças profundas no país

Clécio Alves anuncia candidatura à presidência da Câmara e quer chapão único

Ex-presidente afirmou que lutará pelo consenso, "para unir forças em uma mesa que contemple a todos"

Delegado diz que polícia está demorando demais a esclarecer o assassinato de Zé Gomes

O especialista em crimes intrincados pergunta: “O que está atrasando a conclusão do inquérito: tudo leva a crer que a polícia está com dificuldade de estabelecer o nome do mandante ou dos mandantes, se existem mandantes?”

Justiça Eleitoral cassa registro de prefeito e vice eleitos em Iporá

Atual prefeito e secretário municipal também foram alvos de ação do Ministério Público Eleitoral e estão inelegíveis por oito anos

Ministério Público oferece denúncia contra 31 envolvidos no esquema das UTIs

Operação SOS Samu, deflagrada em junho deste ano apurou irregularidades no encaminhamento de pacientes por socorristas do Samu [caption id="attachment_69115" align="alignleft" width="620"]Ambulâncias do Samu de Goiânia | Foto: Alexandre Parrode Ambulâncias do Samu de Goiânia | Foto: Alexandre Parrode/Jornal Opção[/caption] O Ministério Público de Goiás (MP-GO) ofereceu denúncia contra 31 pessoas envolvidas nos crimes apurados na Operação SOS Samu, deflagrada em junho deste ano. Entre os denunciados estão médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, motoristas de ambulância, bombeiros e administradores de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Os denunciados são suspeitos de integrar organização criminosa composta por empresários de (UTIs) e funcionários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Goiânia, na qual, por meio do pagamento de propinas, esses servidores encaminhavam pacientes que tivessem planos de saúde a determinadas UTIs, fraudando a regulação dos leitos. Eles também foram denunciados pelos crimes de corrupção ativa e passiva, ou por ambos, de acordo com o envolvimento no esquema. Médicos, sócios e prepostos de UTIs particulares de Goiânia burlavam a concorrência de forma "sistematica e continuada", pelo menos entre os anos de 2012 e 2016, oferecendo vantagem indevida a servidores do Samu para que encaminhassem irregularmente pacientes às UTIs a que eles eram vinculados. Esses encaminhamentos, por vezes desnecessários, possibilitavam alta lucratividade aos proprietários das UTIs envolvidas no esquema. Os valores oscilavam em razão do plano de saúde e da condição do paciente, ficando entre R$ 100,00 e R$ 500,00 para os condutores socorristas, técnicos de enfermagem e enfermeiros do Samu, e chegando até o valor de uma diária de UTI no caso de médicos, estimada em até R$ 15 mil. A variação também ocorria em função da operadora do plano de saúde. O pagamento da propina era feito em dinheiro, diretamente, ou mediante depósito bancário. Em algumas ocasiões, o pagamento dos valores não era feito pelos sócios os representantes das UTIs, mas pelos próprios servidores do Samu que integravam a organização criminosa. Entre os casos apurados na ação estão situações em que os profissionais do Samu deixaram de aplicar glicose em caso de hipoglicemia, o que gerava a redução do nível de consciência do paciente para o encaminhamento à Unidade de Terapia Intensiva, uma vez que hipoglicemia não seria caso de UTI; ou ainda, o uso de medicação para rebaixar artificialmente a consciência do paciente e, assim, simular situação que justificasse a internação. Os denunciados Entre os denunciados proprietários ou prepostos de UTIs estão: - o médico Rafael Haddad, sócio das pessoas jurídicas Instituto Goiano de Terapia Intensiva (Saúde Total Limitada), Illuminata UTI Ltda., Centro Vida Ltda. (UTI – Centro Vida), Centro Brasileiro de Medicina Avançada Limitada (Centro Goiano de Terapia Intensiva - Cegoti), Esperanza UTI Ltda., Hospital Renaissance Ltda., Organização Hospitalar de Goiás Ltda. (Hospital e Maternidade São Lucas) e SCP Hospital São Lucas. Ele já responde criminalmente (ação penal em trâmite) e civilmente (ação civil pública por ato de improbidade em trâmite) pelo direcionamento de pacientes atendidos no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) para suas UTIs. Estas ações foram fruto da operação denominada Saúde I, deflagrada pelo MP-GO e pela Polícia Civil em 2009; - o médico Rodrigo Teixeira Cleto, sócio das pessoas jurídicas Central Vida Prestação de Serviços Hospitalares Ltda.-ME - UTI Central Vida, Instituto Brasileiro de Terapia Intensiva Ltda (Ibrati), Transmédica UTI Móvel e Assistência Médica Ltda., Intensivida Ltda (UTI do Hospital de Acidentados); - Maurício Batista Leitão, médico regulador no Samu e sócio do Instituto Goiano de Terapia Intensiva (Saúde Total Limitada); - Waler José de Campos Reis, médico regulador no Samu e médico no Hospital Renaissance; - Jean Vicente Rezende Silva, empregado do Grupo Haddad; - Michelle Cristina Gonçalves de Faria, gerente administrativa do Hospital Renaissance; - Paulo César Silvestre Ribeiro, funcionário da Medilar (SOS Unimed); - Rafael Vieira de Farias, funcionário da Medilar (SOS Unimed) e servidor do Samu; - Pedro Paulo Tomaz Japiassu, administrador da UTI Organização Aparecidense de Terapia Intensiva (OATI); - Edison da Conceição Filgueiras Junior, faturista da Oati, já foi faturista do Ibrati e da empresa Transmédica; Os servidores do Samu denunciados foram: - os técnicos em enfermagem André Alves dos Santos, Clécio Portes de Melo, Diogo Luís da Costa Mieto, Elton Messias de Sousa, Fernando Lopes de Oliveira (também funcionário da Clínica do Esporte), Lorena Rodrigues Loureiro Barros, Manoel da Silva Melo, Osvaldo José de Oliveira Filho, Stenio Junio da Silva e Wellington José do Egito; - os condutores socorristas Bartolomeu Crispim Monteiro, Diego de Freitas Fernandes, Ítalo Glenio Morais, Joelson Machado da Silva, Junior Marques dos Santos, Luiz Sandro Alves de Souza, Márcio de Sousa Linhares, Rogério Cassiano e Wassy Carlos Ferreira; Por fim, foram ainda denunciados os sargentos do Corpo de Bombeiros Militar Rafael Antunes Filho, que também era coordenador de enfermagem da UTI do Hospital Jacob Facuri e auditor da UTI do Hospital de Acidentados (Intensivida), e Relton Salmo Carneiro, que atuava como socorrista na empresa Medilar (SOS Unimed). Outros crimes Rodrigo Cleto também foi denunciado por embaraçar a investigação que envolve a organização criminosa (artigo 2º, parágrafo 1º, da Lei nº 12.850/2013). Conforme apontado na peça acusatória, Rodrigo Cleto determinou que as imagens do sistema de monitoramento por vídeo do Hospital Jacob Facuri e das UTIs Ibrati e Central Vida, armazenadas em DVRs, fossem apagadas ao tomar conhecimento de que havia uma requisição do Ministério Público de cópia das imagens. Segundo se verifica nos autos, enquanto servidores do MP-GO cumpriam uma requisição, houve a determinação de Rodrigo Cleto para que as imagens fossem apagadas remotamente.

Ministro pode ser convocado para explicar ação da PF contra comandante da PM de Goiânia

Tenente-coronel Ricardo Rocha foi alvo da "segunda fase" da Operação Sexto Mandamento, deflagrada pela PF na última semana