Notícias
Um dos autores mais talentosos e polêmicos do século passado é o tema de evento que ocorre na tarde desta segunda-feira
[caption id="attachment_104861" align="aligncenter" width="620"]
Antropóloga Lilia Schwarcz, biógrafa de Lima Barreto[/caption]
A professora Lilia Moritz Schwarcz, titular do Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo (USP), e curadora adjunta do Museu de Arte de São Paulo (Masp), protagoniza debate nesta segunda-feira, às 14h30, na Biblioteca Central da UFG. O evento tem como título "Lima Barreto: triste visionário", mesmo nome do lívro recém-lançado por ela.
Entre outras obras, Lilia é autora também de "As Barbas do Imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos", que ganhou o Prêmio Jabuti de Livro do Ano, em 1999. A biografia do grande escritor brasileiro do início do século passado é resultado de um trabalho de mais de uma década, no qual ela se valeu do olhar de antropóloga e historiadora para lançar luz sobre sua vida e seus livros. Lima Barreto é tido como um dos escritores mais militantes da literatura nacional e trouxe polêmicas sociais à frente de seu tempo, especialmente em relação ao racismo - era mulato e sentiu a discriminação ele próprio.
O debate contará ainda com a participação do professor Luis Felipe Kojima Hirano, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFG (PPGAS) e do artista plástico de Goiás Dalton Paula, que participou da 32ª Bienal de São Paulo (2016) com a obra "Rota do Tabaco", sobre a religiosidade afro-brasileira.
Evento: Debate "Lima Barreto: triste visionário"
Local: Auditório da Biblioteca Central da Universidade Federal de Goiás (Campus Samambaia)
Data e horário: segunda-feira (11/9), às 14h30
Valor: entrada franca
O furo duplo mostra que pequenas unidades jornalísticas começam a derrotar os grandes jornais e revistas
Em Buenos Aires, governador apresenta potencialidades e oportunidades de negócios a autoridades e empresários argentinos
Sede da JBS também é alvo da polícia nesta segunda-feira (11), após prisão dos executivos no último domingo
A PF também cumpre mandado de busca e apreensão na casa de Joesley Batista, em São Paulo
Nos próximos 30 dias, local receberá obras de reforço estrutural e ampliação da rede de drenagem pluvial
Deputado goiano aposta que, mesmo após erros da PGR, situação do presidente não está tão garantida na Câmara
Plenário analisa item único da reforma política que cria fundo público para custear campanhas eleitorais e altera regras para eleição de deputados e vereadores
Caso aprovado, a matéria obriga companhias a retomarem a prestação de serviço sem custo adicional no caso de corte por inadimplência
Carolina Cimenti está em Miami onde faz a cobertura da passagem do furacão Irma pela Florida. Ventos chegam a 215 km/h
Promoção do relacionamento comercial atrai investimentos estrangeiros para o Estado, garante balança comercial positiva e abre mais 34 mil empregos
Mais de 6 milhões de pessoas evacuaram o Estado antes da chegada do furacão. Os ventos chegam até 215 km/h
STF determinou prisão dos colaboradores da JBS após novos áudios virem a público
Equipe de bombeiros precisou de auxílio da força tarefa regional e de caminhões da prefeitura e da companhia energética para conter o fogo
Empresários estão em São Paulo e devem ir até Brasília até segunda-feira (11) para se apresentarem à polícia A assessoria do empresário Joesley Batista confirmou neste domingo (10/9) que ele e o ex-executivo da J&F Ricardo Saud devem se apresentar à Polícia Federal até a próxima segunda-feira (11), depois que o ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin autorizou a prisão temporária dos dois, a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Os empresários estão em São Paulo e podem ir a Brasília para se entregar. [relacionadas artigos="104818"] O pedido de prisão foi feito depois de Janot concluir que os colaboradores esconderam do Ministério Público fatos criminosos que deveriam ter sido contados nos depoimentos. A conclusão de que os delatores omitiram informações passou a ser investigada pela PGR a partir de gravações entregues pelos próprios delatores como complemento do acordo. A PGR também pediu a prisão do ex-procurador da República Marcelo Miller, mas Fachin disse que não há elemento indiciário com a consistência necessária à decretação da prisão temporária. No sábado (9), a defesa do grupo J&F colocou à disposição os passaportes do empresário Joesley Batista e do ex-diretor de Relações Institucionais da holding Ricardo Saud. A defesa do ex-procurador Marcelo Miller também colocou os documentos dele à disposição.


