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Governo de Goiás inaugura nova unidade do Vapt Vupt em Rio Verde

Funcionando desde o início do mês de outubro, a nova sede Vapt Vupt no shopping Rio Verde já realizou 15.264 atendimentos

Soprano Alice Zawadzki interpreta “Pierrot lunaire”, de Schoenberg, e outros clássicos, no “Música Impopular”

Sob a regência de Neil Thomson, Regente Titular e Diretor Artístico da Filarmônica de Goiás e idealizador da série de eventos do "Música Impopular", a soprano britânica Alice Zawadzki interpretará “Cabaret Songs” dos compositores Spoliansky e Hollaender e ainda, uma das obras musicais mais marcantes da era modera, “Pierrot lunaire” de Schoenberg. A suíte da “Ópera dos três vinténs” também integra o programa. A segunda etapa da série "Música Impopular" acontece no Teatro do Instituto Federal de Goiás no dia 19 de outubro, às 20h e no Centro Cultural Martim Cererê no dia 20 de outubro, às 21h. Zawadzki atua intensamente como solista e como colaboradora em consagrados festivais do Reino Unido, incluindo o London Jazz Festival, Vortex, Celtic Connections e ainda em festivais internacionais, como o Taipei International Jazz Festival (Taiwan), Coventry Calling (Massachusetts, EUA) e Sűdtirol Jazz Festival (Itália). SERVIÇO Data: 19 de outubro de 2017 (quinta-feira), 20h Local: Teatro do IFG Solista: Alice Zawadzki (soprano) Regente: Neil Thomson Programa Weill: Kleine Dreigroschenmusik (Suíte da “Ópera dos três vinténs”) M. Spoliansky e F. Hollaender: Cabaret Songs A. Schoenberg: Pierrot Lunaire, Op. 21 Data: 20 de outubro de 2017 (sexta-feira), 21h Local: Centro Cultural Martin Cererê Solista: Alice Zawadzki (soprano) Regente: Neil Thomson Programa Weill: Kleine Dreigroschenmusik M. Spoliansky e F. Hollaender: Cabaret Songs A. Schoenberg: Pierrot Lunaire, Op. 21 ENTRADA GRATUITA  

Número de trabalhadores em empresas de grande porte cai 29% em um ano

Percentual de pessoas que trabalhavam em pequenos empreendimentos aumentou de 48,1% para 50,1% no mesmo período

CCJ deve votar parecer de denúncia contra Temer ainda nesta quarta-feira (18)

Presidente da Comissão conseguiu prazo maior para discussão do relatório, mas deve cumprir data original e votar parecer do deputado Bonifácio Andrada [caption id="attachment_107676" align="alignleft" width="620"] Presidente da CCJ, deputado Rodrigo Pacheco (PMDB-MG) e Bonifácio Andrada (PSDB-MG) | Will Shutter/Câmara dos Deputados[/caption] A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara retomou na manhã de hoje (18) a discussão sobre a denúncia contra o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência), apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O prazo de cinco sessões para que a CCJ analise a denúncia terminaria nesta terça, mas o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), atendeu ao pedido do presidente da comissão, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), e autorizou a prorrogação por mais três sessões. A expectativa, no entanto, é que o parecer seja votado pelo colegiado ainda nesta terça. Quinze deputados estão inscritos para falar, sendo apenas dois da base governista. As inscrições continuam abertas. Ontem, 47 deputados debateram a denúncia por mais de 10 horas. A fase de discussão antecede a votação do parecer pela inadmissibilidade da denúncia, elaborado pelo relator Bonifácio de Andrada (PSDB-MG). Antes da votação, o relator e os advogados de defesa dos três acusados terão direito a réplica por até 20 minutos cada um. Em seguida, a comissão estará apta a iniciar o processo de votação, que deverá ser nominal. Antes de seguir para o plenário, o parecer de Andrada deve ser aprovado pela maioria simples do total de 66 deputados da comissão. Se for rejeitado, o presidente da comissão designará outro relator que deve apresentar um parecer com mérito divergente do relatório vencido. A votação no plenário da Casa deve ocorrer somente na próxima semana.

Denúncia

Em 14 de setembro, o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer. Em junho, Janot já havia denunciado o presidente pelo crime de corrupção passiva. Desta vez, Temer é acusado de formar organização criminosa e de obstruir a Justiça. De acordo com a acusação, o presidente e outros membros do PMDB praticaram ações ilícitas em troca de propina por meio da utilização de diversos órgãos públicos. Além de Temer, são acusados de participar da organização criminosa os integrantes do chamado "PMDB da Câmara": Eduardo Cunha, Henrique Alves, Geddel Vieira Lima, Rodrigo Rocha Loures, Eliseu Padilha e Moreira Franco. O presidente nega as acusações e, nesta semana, enviou uma carta aos parlamentares em que cita uma "conspiração" para derrubá-lo.

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Com os votos de 44 senadores contra a manutenção das medidas cautelares e de 26 favoráveis, os parlamentares impediram o afastamento do tucano

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