Notícias

Encontramos 151199 resultados
Posse ou porte ilegal de fuzis passa a ser considerada crime hediondo

A Lei já foi publicada no Diário Oficial da União e entrou em vigor nesta sexta-feira (27/10)

Justiça determina avaliação psicológica de adolescente que atirou em colegas

Segundo advogada, família do autor do atentado na escola Goyases está bastante abalada 

Professores terão prioridade na restituição do imposto de renda a partir de 2018

A lei foi sancionada pelo presidente Michel Temer e entra em vigor dia 1º de janeiro de 2018

Michel Temer veta uso de armas de fogo por agentes de trânsito

A proposta havia sido aprovada pelo Congresso Nacional no mês passado

Justiça cassa liminar e governo Temer vai leiloar pré-sal brasileiro

Este será o primeiro que não contará com a Petrobras como operadora única

Ex-governadora do RS, deputada Yeda Crusius defende Marconi para Presidência

Em entrevista ao Jornal do Comércio, de Porto Alegre, tucana afirma que governador de Goiás é "agregador, sabe construir e tem história"

Muito mais psicólogos do que policiais

Entre as séries mais interessantes do ano, “Mindhunter” é um prato cheio para quem quer compreender o lado menos humano do ser humano [caption id="attachment_108365" align="aligncenter" width="620"] "Mindhunter" vem conquistando grande público pela qualidade da produção e da trama[/caption] Ricardo Silva Especial para o Jornal Opção Dois agentes do FBI que se propõem a estudar a engenharia psicológica de assassinos em série na década de 70, quando os estudos de psicologia criminal ainda eram embrionários, quase inexistentes. Para dar conta disso, a dupla formada por Holden Ford (Jonathan Groff) e Bill Tench (Holt McCallany) viaja pelo Estados Unidos entrevistando criminosos que cometeram os mais horrendos crimes e começa a traçar os perfis psicológicos dos detentos. Essa é a premissa básica de Mindhunter, série da Netflix, criada por Joe Penhall e produzida por David Fincher e Charlize Theron. O que poderia facilmente ser o mote para mais uma série pobre de investigação policial, nas mãos de Fincher — o verdadeiro núcleo criativo da obra — transforma-se numa inteligente narrativa ficcional. Baseado no caso real de dois agentes — John E. Douglas e Mark Olshaker que decidiram quebrar os protocolos da agência federal americana para estudar a estrutura mental de assassinos —, Minhunter sagra-se com uma das produções mais interessantes no seguimento de séries desse ano — ao lado de The Handmaid’s Tale, The Deuce, o retorno de Twin Peaks, apenas para citar algumas. Fincher — que dirigiu 4 dos 10 episódios — conseguiu imprimir seu DNA de forma definitiva na série — quem já assistiu Zodíaco facilmente concordará com essa afirmação. Com diálogos longos e muito bem escritos, a estrutura narrativa de Mindhunter não se concentra na velocidade. Sua ação é, como seria de esperar, totalmente psicológica. Com uma fotografia em tons pastéis, bastante sobria, que ambienta o clima da série de forma sombria e lúgubre — mas sem ser tenebroso —, a sutileza dos recursos permitem que o espectador receba o peso de cada cena na medida certa. O que vai dar intensidade à narrativa é a performance de cada núcleo: a dupla de agentes funciona com uma organicidade impressionante, a Dra. Wendy Carr (Anna Torv) é daqueles personagens hipnotizantes, e mesmo os criminosos têm suas psicologias e personalidades profundamentes bem captadas pelos seus intérpretes — com destaque para Cameron Britton e o seu irretocável Ed Kemper. Para o espectador familiarizado com a agilidade de cenas e as tramas cheias de plots de produções como C.S.I ou Criminal Minds, pode ser o que ritmo lento de Mindhunter não cative de primeira. Mas ao se dar conta da evolução muito bem construída dos personagens e de como suas vidas pessoais vão sendo influenciadas pelo seu ambiente de trabalho, o espectador mais sensível e esperto vai entender que está diante de uma grande obra — que já tem continuação garantida, segundo Fincher. O pioneiro trabalho de John E. Douglas e Mark Olshaker rendeu no livro “Mindhunter: o primeiro caçador de serial killers americano” — publicado no Brasil pela editora Intrínseca na tradução de Lucas Peterson —  que revela os procedimentos que a dupla precisou adotar para conseguir extrair os métodos, os gatilhos emocionais, as motivações dos serial killers — expressão cunhada pelos dois. Para conseguir isso precisaram ser muito mais psicólogos do que policiais. O trabalho de Fincher consegue exemplificar muito bem isso ao apresentar o agente especial Holden como um professor burocrata e meticuloso na primeira parte da série e, depois do contato com os criminosos, ele ir se transformar num irreconhecível burlador de regras e adotar comportamentos reprováveis pelo FBI afim de dar prosseguimento ao seu projeto e obter resultados mais autênticos e sinceros dos entrevistados. As cenas de entrevistas dos assassinos impressionam pela forma como cada um deles apresenta seus crimes. É possível entender ali que quem estava por trás daqueles crimes desumanos não eram bestas feras, ou qualquer espécie de animal. Eram humanos. Ao começar a traçar os perfis psicológicos de criminosos extremamente cruéis em seus crimes, Mindhunter apresenta algo que procuramos ignorar: a natureza humana pode ser profundamente cruel. Aquilo que chamamos “desumano” nada mais é do que outro desdobramento da natureza humana. A mente dos serial killers ainda estava numa zona gasosa para os estudos da psicologia criminal porque eles não eram compreendidos como humanos, tinham sua humanidade retirada por terem cometidos “atos desumanos” — como esquartejar um corpo e fazer sexo com o cadáver, por exemplo. No entanto, foi necessário o problemático processo de humanização desses sujeitos para conseguir submetê-los a um estudo. E isso gera conflitos — o agente Bill Tench é esse contraponto na série. Ao abordar esses meandros da natureza humana — como fez em Seven e Zodíaco — Fincher obtém uma fórmula preciosa na construção da estrutura de Mindhunter,  que é o estudo do grotesco criminal sem a necessidade de cenas gráficas, indo somente pela sua abordagem psicológica, muito mais sutil e interessante para quem vai se dedicar às dez horas da primeira temporada da série. Mindhunter é pura psicologia e loucura, explorando a natureza humana no que ela parece ter de menos humano, com bastante calma e maestria. Uma das melhores séries do ano, sem dúvida. Ricardo Silva é graduando em Filosofia pela Universidade do Estado do Amapá (UEAP) e crítico de literatura e cinema.

Prefeitura anuncia que até final do ano todos os radares de Goiânia estarão multando

Entre os dias 31 de agosto e 2 de outubro, foram mais de 66 mil infrações aplicadas pela SMT 

Advogado Djalma Rezende está sendo tratado de câncer no Hospital de Câncer de Barretos

A partir do dia 6, o advogado começa a fazer sessões de quimioterapia. Médicos estão otimistas

“Alegação de bullying é injusta”, rebate advogado da família de vítima de atentado

Representante dos pais de João Pedro Calembro, de 13 anos, que foi morto por um colega de sala, pede agilidade na resolução do caso

Zé Eliton diz que Vila São Cottolengo foi inspiração para Goiás na Frente 3º Setor

Em Trindade, vice-governador vistoriou obras e anunciou novos investimentos em agenda junto ao prefeito Jânio Darrot (PSDB)

A substituta de Maju como “moça do tempo” é a jornalista Jacqueline Brazil

A jornalista vai apresentar as notícias do tempo aos sábados e feriados. Maria Júlia Coutinho permanece como apresentadora durante a semana

Paulo Daher admite que não negaria pedido para substituir secretária da Saúde

Vereador declarou ainda que gestão passa por problemas e população precisa de atendimento com melhor qualidade

Justiça suspende regra sobre respeito aos direitos humanos em redação do Enem

Decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região determinou a suspensão da regra prevista no edital