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O “mito”, como seus seguidores o denominam, segue firme nas primeiras posições das pesquisas de intenção de voto na pré-campanha e os adversários, mesmo que não admitam de público, desconfiam que ele já é dono de um lugar no 2º turno
Especialista frisa que próximo gestor de Goiás deve ser aquele que encarnar o sentimento anti-caiadista
José Eliton também pode ser beneficiado pelo sentimento de que é preciso derrotar as forças do conservantismo
O prefeito já estaria sugerindo que a secretária da Saúde está “jogando” a cidade contra ele
O presidente da Câmara dos Deputados afirma que será candidato a presidente para se cacifar para voos menos altos
O presidente Michel Temer aposta que seu ministro é um vice qualitativo para o candidato do MDB a governador
A quem interessa a despessoalização da morte da vereadora que representava os mais desprotegidos da sociedade em que atuava?
Pastores dizem que o deputado federal negociou com a base de Marconi Perillo sem consultá-los
“Os quadros que parecem fixos e rígidos podem ser mudados porque, exatamente, os indivíduos são maleáveis”
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O prefeito de Goiânia, Iris Rezende, decidiu que, entre o final de março e o início de abril, vai, aproveitando a desincompatibilização de alguns auxiliares, reformar parte do secretariado, que é, no geral, tido como ineficiente e sem iniciativa. Todos culpam o emedebista, alegando que é centralizador e não libera recursos financeiros, mas não apresentam, segundo os iristas, projetos criativos. São apontados, inclusive pelos irisaraujistas, como ineptos.
Iris Rezende não vai exonerar Fátima Mrué, porque não governa sob pressão, mas, se a secretária da Saúde pedir demissão — ela já quis sair umas trocentas vezes —, o alcaide não vai titubear: aceita na hora. O prefeito tem conversado com alguns médicos e pedido sugestões sobre o que fazer — e sem comunicar a auxiliar, que é tida como “mal humorada”, ainda que “séria”.
O vereador e engenheiro Vinícius Clementino Cirqueira vai assumir a Secretaria de Infraestrutura. Ao indicar um vereador, Iris Rezende sinaliza que quer se reaproximar da Câmara Municipal.
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O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, pôs o bloco na rua, mas, ao perceber que estava desfilando sozinho, decidiu escapar do sambódromo da política.
Consta que estaria magoado com o presidente Michel Temer, que, como planeja disputar a reeleição, não deu nenhum sinal positivo de que poderia apoiá-lo. Só Romero Jucá decidiu bancar o engenheiro goiano. Mas, quando se tem um aliado como o lavajatizado Romero Jucá, não se precisa de adversários e inimigos.
Resultado: Henrique Meirelles deve ficar no governo até o fim. Depois, deve trabalhar como consultor financeiro.
O Jornal Opção, por intermédio de seu editor-chefe, Euler Fagundes de França Belém, pela presente retratação pública, decorrente de acordo homologado pela excelentíssima senhora juíza de Direito do 3º Juizado Especial Criminal de Goiânia, drª. Sandra Regina Teixeira Campos, nos autos do processo nº 5027910.73, vem a público, retratar-se frente ao deputado federal Delegado Waldir, por duas reportagens publicadas na coluna Bastidores do Jornal Opção, no dia 30/10/2015.
Reconhecemos que houve excessos nas referidas publicações e retiramos, publicamente, todas as qualidades negativas que lhes foram atribuídas, pois não temos conhecimento de nada que desabone sua honra, imagem e conduta.
Diante disso, sabendo que excedemos os limites da crítica jornalística, manifestamos escusas ao deputado federal Delegado Waldir pelos transtornos causados, ciente de que os excessos cometidos na publicação em referência causaram-lhe prejuízos e desgastes à sua imagem, razão pela qual nos retratamos diante do Poder Judiciário, do público leitor e do deputado federal Delegado Waldir.
Outrossim, o Jornal Opção considera o deputado federal Delegado Waldir como um político respeitável, íntegro e eleitoralmente consistente.
Euler Fagundes de França Belém
Editor-chefe do
Jornal Opção
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Os deputados Luis Cesar Bueno e Humberto Aidar, petistas históricos, têm sido sondados por partidos de esquerda. Segundo um peemedebista, os dois não se sentem confortáveis no PT.
O PT em Goiânia pode ficar tão-somente com a deputada estadual Adriana Accorsi, que deve disputar a reeleição — correndo o risco de não se eleger. Se não for vice de Daniel Vilela (ou postulante ao Senado), Antônio Gomide deve ser candidato a deputado estadual. Não é fraco. Há que aposte que não vai ficar no PT, mas ele e o irmão, deputado federal Rubens Otoni, sempre foram apaixonados pelo partido.
Pré-candidato tucano espera que a base partidária de 16 siglas da eleição passada, que reelegeu Marconi Perillo, chegue a 18 ou 20 neste ano
O pré-candidato do MDB a governador, Daniel Vilela, disse a um deputado que vai ter o apoio do PSD ou do PP. Mas não acredita que terá o apoio dos dois partidos.


