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Ambientalista e presidente da Arca, ONG ligada ao ambiente urbano, propõe que Plano Diretor seja momento de repensar a cidade e que a Prefeitura favoreça a reocupação da região central por moradias
O Poder Judiciário estadual e a Justiça do Trabalho retomaram as atividades judiciárias desde a segunda-feira, 8, porém os prazos processuais e a realização de audiências e sessões de julgamento seguem suspensas até 20 de janeiro, por força do artigo 220 do Código de Processo Civil (CPC).
Por decisão do juiz Jesseir Coelho de Alcântara, vão a júri popular Ovídio Rodrigues Chaveiro e Valdinho Rodrigues Chaveiro, irmãos acusados de enviar a bomba que vitimou o advogado Walmir Oliveira da Cunha em julho de 2016. Pesa sobre os acusados – policiais federais aposentados que estão presos – denúncia por tentativa de homicídio triplamente qualificado de motivo torpe, com emprego de explosivo e dissimulação. A materialidade e a prova testemunhal em audiência de instrução pesaram na motivação da decisão de pronúncia.
O vice-governador Zé Eliton vai mesmo trocar maioria dos assessores setoriais de comunicação, mas fará uma avaliação do trabalho dos atuais ocupantes dos cargos até abril, quando assumirá o governo. Há críticas acentuadas da falta comprometimento com o governo e baixa qualidade dos serviços hoje prestados. O salário de assessor setorial de comunicação é de mais de R$ 10 mil e é um dos melhores pagos na área da imprensa em Goiás.
A inexistência de norma que discipline a tolerância ao atraso de parte em audiência serviu de fundamento para a 6ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) entender pela aplicação dos efeitos da revelia, mesmo apresentada defesa escrita, em uma situação concreta, oriunda do processo nº 1084-14.2015.09.0657. No caso em referência, preposto e advogado compareceram à audiência com 16 minutos de atraso. A decisão, unânime, pautou-se na Orientação Jurisprudencial nº 245, segundo a qual “inexiste previsão legal tolerando atraso no horário de comparecimento da parte na audiência”.
A oposição critica o recesso do governador Marconi Perillo, mas o deputado e pré-candidato ao governo Daniel Vilela, do MDB, tirou 20 dias de férias. O também emedebista Gustavo Mendanha, prefeito de Aparecida, igualmente saiu de férias neste início de ano.
Brasileiros têm a pecha de terem nascido corruptos, de fazer tudo com o “jeitinho brasileiro”, mas que seja apenas pecha e que toda alma arrependida esteja ou fique livre desse mal
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Daniel Vilela e Iris Rezende durante eleição do diretório estadual | Foto: Cristiano Borges/Divulgação[/caption]
O prefeito Iris Rezende e Dona Iris conspiram contra a candidatura a governador de Daniel Vilela dentro MDB. O casal já não faz muita questão de esconder a simpatia pela postulação de Ronaldo Caiado. O principal operador de Caiado no MDB é um irisa roxo, o ex-deputado Samuel Belchior. Para quem é bom entendedor, um pingo é letra.
O prefeito de Catalão, Adib Elias (MDB), deu entrevista na quinta-feira de manhã falando que gestão do ginásio de esporte reformado pelo governo estadual na cidade teria a gestão da prefeitura. À tarde, foi desmentido categoricamente pelo deputado Gustavo Sebba (PSDB). O tucano disse que Adib mentiu e reproduziu nas redes sociais uma fala do presidente da Codego, Júlio César Vaz, que reformou o ginásio, rebatendo o prefeito e reafirmando que a gestão do ginásio será do Estado.
O jornal “O Popular” perde espaço nas redes sociais, em especial no Facebook. No mês de dezembro, os acessos do Pop caíram 15%, segundo levantamento de institutos independentes. O Jornal Opção é o veículo que mais cresce nas redes em Goiás.
Aliados ouvem do prefeito Iris Rezende que aumento de impostos é "inevitável". Eles têm sentido o gosto amargo da realidade apresentada pelo Paço para 2018. Apesar de prometer obras, em especial de pavimentação e reformas, o decano emedebista deixa claro que será preciso aumentar impostos (leia-se IPTU). Em on, todos negam de pés juntos e pintam um céu de brigadeiro para Goiânia neste ano.
Emedebista pode até desagradas aliados, mas é o único que saberá "mexer o doce"
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Vereadora Priscilla Tejota | Foto: Alberto Maia[/caption]
A vereadora Priscilla Tejota (PSD) afirmou ao Jornal Opção que a vida fácil da oposição ao prefeito Iris Rezende (MDB) na Câmara acabou. Em 2018, o decano já avisou que não cometerá os mesmos erros do ano passado — quando sofreu derrota atrás de derrota no Legislativo — e terá uma base sólida.
E já começou com a mudança de discurso: se antes dizia que indicaria o líder na Câmara "no tempo oportuno", avisou jornalistas na sexta-feira, 12, que a indicação sai na primeira semana.
"Vai ter que haver uma grande união dos contrários a esse projeto que está aí. Se não nos fortalecermos, vamos acabar perdendo assuntos importantes, como o próprio Plano Diretor de Goiânia", alertou Priscila.
Para tentar neutralizar o poder dos 18 a 21 votos que o Paço deve ter, os independentes e oposicionistas devem apostar no contato com a população e com a ajuda da imprensa. "Muitos vereadores combinavam algo com o prefeito, mas quando sentiram a pressão popular, foram obrigados a mudar de posição", lembrou.
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Iris Rezende e a esposa ao fundo: eminência parda? | Foto: Fernando Leite[/caption]
Há quem diga que a indicação da liderança do prefeito na Câmara estaria condicionada a apoio à candidatura da primeira-dama, Dona Íris (MDB), à deputada federal. Iris Rezende (MDB) estaria jogando para matar dois coelhos numa cajadada só: ter o mesmo interlocutor para os interesses da prefeitura e os da esposa no Legislativo.
“Pensar dói”, costumava dizer Geraldo Faria Campos. Sua forma de ensinar português e sua atitude humanizadora na relação com seus alunos o fizeram mestre inesquecível de gerações


