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Demóstenes, Jean, Lucas e Vecci são favoritíssimos para deputado federal

[caption id="attachment_138790" align="alignright" width="620"] Divulgação[/caption]

Aposta-se que, devido às campanhas estruturadas de modo profissional, Demóstenes Torres (PTB), Jean Carlo (PSDB), Lucas Vergílio (SD) e Giuseppe Vecci (PSDB) podem ser os candidatos a deputado federal mais votados da base governista.

Demóstenes Torres, espécie de outsider, por ter chegado tarde à disputa, está fortíssimo em Goiânia, Anápolis, Aparecida de Goiânia, Senador Canedo e Anápolis. É o “Xerifão”, dizem no interior, e o “Bolsonaro com cérebro”, dizem na capital. Dezenas de prefeitos integraram-se, de maneira espontânea, à sua campanha.

Giuseppe Vecci tem o apoio de dezenas de prefeitos. Jean Carlo está forte em Itaberaí, Catalão, Goiânia e mais uma 25 cidades. Lucas Vergílio tem o apoio de Uruaçu e Trindade e mais outros municípios.

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Jarbas Marques diz que Jávier Godinho foi o quarto jornalista a ser preso pela ditadura em Goiás

[caption id="attachment_138702" align="alignright" width="620"] Jarbas Silva Marques e Jávier Godinho: primeiros jornalistas presos pela ditadura em Goiás[/caption]

O historiador e jornalista Jarbas Silva Marques, de 75 anos, radicado em Brasília, foi um dos presos políticos mais torturados pela ditadura. Na semana passada, ele disse ao Jornal Opção que lamentou a morte do jornalista Jávier Godinho. “Jávier foi o quarto jornalista a ser preso pela golpistas de 1964.”

A ditadura prendeu os jornalistas Jarbas Silva Marques, Batista Custódio, Telmo de Faria, Jávier Godinho e Élbio de Brito Guimarães. “Nesta ordem”, frisa. “Nós fomos presos pelo delegado de polícia Jurandir Rodovalho e fomos interrogados por Rivadávia Xavier Nunes e Joviro Rocha”, relata o pesquisador.

Jarbas Silva Marques conhece os bastidores da esquerda como poucos. Leu praticamente todos os livros sobre o período e, sobretudo, conviveu com alguns dos próceres da esquerda. Ele está se preparando para escrever suas memórias, nas quais pretendem contar tudo — “sem contemplação”. Será uma visão mais realista do que heroica.

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