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"Considerando tantos elementos cognitivos, práticos e axiológicos, é fácil perceber porque o povo costuma ser conservador e desejar a preservação da ordem, ainda que esta carregue injustiças"
Historicamente, uma série de fatores propiciaram, por um lado, a riqueza e a pujança da economia americana, por outro atuaram para que a pobreza e a decadência de diversos países se perpetuassem e se agudizassem perante o neoliberalismo triunfante
Crimes brutais ocorridos neste início de 2019 chocam a sociedade pela banalização da crueldade e ajudam a ampliar uma espécie de paranoia
Presidente da Associação Tocantinense de Municípios diz que cobra ação policial acerca de crimes contra prefeitos e diz que cidades carecem de empréstimos para tocar obras
Ibama também agiu aplicando multa de R$ 250 milhões à mineradora. Valor acumula cinco autos de infração no valor de R$ 50 milhões cada
Juíza responsável pela execução da pena do ex-presidente cancelou ainda o direito especial para que Haddad fosse nomeado como defensor jurídico de Lula
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Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva I Foto: Reprodução[/caption]
Graças a decisão tomada pela juíza Carolina Lebbos Moura na última sexta-feira, 25, os dias do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na prisão tendem a ser mais solitários. Lebbos proibiu a visita de Fernando Haddad (PT) — um dos grandes líderes, se não o principal, do Partido dos Trabalhadores na ausência de Lula — e também de líderes religiosos que comumente se dirigiam ao encontro de Lula no cárcere de Curitiba (PR). Lá, o petista cumpre pena desde abril de 2018.
Assim como os demais presidiários alojados na Polícia Federal (PF) de Curitiba, Lula terá, agora, direito a apenas uma visita religiosa por mês. O corte de privilégios por parte da juíza substituta da 12ª Vara Federal, se deu com base no parecer do Ministério Público Federal (MPF). Ela, que é responsável pela execução da pena do ex-presidente, cancelou ainda o direito especial para que Haddad fosse nomeado como defensor jurídico de Lula.
"Efetivamente se vislumbra o término da eficácia do mandato outorgado. Logo, não se pode autorizar a visitação do outorgado na condição de representante do ora apenado", explica Lebbos. Ela ressaltou ainda que, ainda que se mantivesse a eficácia do mandato, "não se identificou qual seria a necessidade e utilidade jurídicas de contato direto e constante de Fernando Haddad com o apenado."
Em alusão aos princípios éticos e garantia da condição de igualdade, Carolina Lebbos lembrou que as prerrogativas da advocacia, que se destinam à efetiva proteção do cidadão, "não podem nem devem ser invocadas e/ou utilizadas em abuso de direito, com o propósito de burlar as regras e controles da unidade prisional".
Vale lembrar que Fernando Haddad poderá visitar o ex-presidente, porém, às quintas-feiras, onde não há vedação à visitação ao detento. Neste caso, será observado, apenas, "o regime próprio das visitas sociais", como lembra a magistrada. Desde que foi preso, Lula recebeu 572 visitas, sendo 21 delas do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.
Neste mesmo período, o ex-presidente também recebeu visitas de lideranças religiosas em sua cela na PF. A prática já havia chamado atenção do Ministério Público (MP) que se manifestou em julho do ano passado. Sobre o assunto, foi questionado recebimento destas visitas em horários diversos da visitação comum. O MP considerou ainda que tais visitas deveriam ocorrer na mesma data em que realizadas as demais. "A manutenção dessas visitas não se mostra compatível com os princípios e as regras que regem a execução da pena", considerou, por fim, a juíza.
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Sede do Ministério Público de Goiás | Foto: Divulgação[/caption]
O Estado de Goiás foi intimado a responder a ação civil pública impetrada pela Associação Mobilização dos Professores de Goiás (AMPG), por meio do Ministério público de Goiás (MP-GO), o que, para a categoria, representa uma vitória para os profissionais da Educação. A associação ingressou também com uma nova ação contra o Estado para cobrar explicações sobre o paradeiro da verba referente ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Em entrevista ao Jornal Opção, um dos professores envolvidos na causa questionou: "O governador e a secretaria dizem que não podem pagar porque a gestão anterior não empenhou o salário. Porém, a Assembleia Legislativa funcionou normalmente essa semana por conta de outras questões. Eles poderiam ter empenhado a nossa folha naturalmente." O prazo para que o Estado responda a ação civil se estende até a próxima terça-feira, 29.
Quanto ao novo processo protocolado pela categoria, o profissional ressaltou que os profissionais da educação possuem documentos que atestam uma verba, disponibilizada pelo Fundeb, superior a R$ 230 milhões. Valor este que poderia ser utilizado para custear a folha de dezembro. Porém, segundo o professor, parte do dinheiro teria sido desviado. “Temos provas concretas de esse dinheiro foi desviado pela gestão anterior. Ingressamos com essa ação exatamente para que isso seja investigado. Temos provas de que uma única pessoa, que não possui ligação com a Educação, inclusive, recebeu R$ 4 milhões”.
O Fundeb atende toda a educação básica, da creche ao ensino médio. Substituto do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), que vigorou de 1997 a 2006, o Fundeb está em vigor desde janeiro de 2007 e se estenderá até 2020.
Projeto tem o apoio Centro de Empreendedorismo e Incubação da UFG
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Foto: Divulgação /Agência Brasil[/caption]
Uma startup goiana desenvolveu uma arma quase invisível, porém muito eficiente contra pragas de lavouras, e está ajudando a reduzir o uso de agrotóxicos. O sistema consiste em colocar pequenas cartelas contendo ovos parasitados com microvespas chamadas Trichogrammas na plantação, que, ao deixarem as cartelas e depositarem seus ovos dentro dos ovos das pragas, interrompem o seu ciclo de desenvolvimento, eliminando o uso do inseticidas.
A engenheira agrônoma, Rizia Andrade, conheceu o controle biológico de pragas quando cursava mestrado na USP de Piracicaba, em São Paulo. Hoje, doutoranda da Universidade Federal de Goiás (UFG), é sócia da startup junto com a irmã, Gláubia Cavalcante, e Janaína Moura, que também engenheira agrônoma.
Apoio
O projeto surgiu em 2015 com o apoio da Escola de Agronomia da UFG, Embrapa Arroz e Feijão e do Centro de Empreendedorismo e Incubação da Universidade Federal de Goiás (CEI UFG), onde funciona o laboratório.
A startup é incubada no CEI, a única incubadora de Goiás certificada pelo CERNE, selo de qualificação conferido pelo Sebrae e Anprotec a ambientes inovadores. E tem como benefícios, espaço físico, cursos e palestras nas áreas de gestão, finanças e mercado , que, segundo Rizia, são fundamentais para a gestão do projeto, bem como para agregar valor ao produto que a startup oferece”, conclui.
Alcance
A Startup já atende dois produtores de milho e quatro produtores de tomate de mesa. “Isso é resultado do esforço para que o controle biológico se torne uma ferramenta acessível no combate de pragas indesejáveis. Muitos produtores já sabem disso e nosso trabalho é levar esses conhecimentos para mais longe”, observa Rizia.
Bruno peixoto, que lidera Alego, e Ernesto Roller, que está à frente da Secretaria de Governo, afirmam que não tem se envolvido em questões internas da legenda
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Fotos: reprodução[/caption]
Após uma semana da eleição do MDB goiano que reelegeu Daniel Vilela como presidente do diretório regional, processo marcado por ação judicial para interromper evento por conta da racha no partido - Já que parte das lideranças da sigla querem apoiar o governador Ronaldo Caiado (DEM) e parte quer ser oposição - os emedebistas caiadistas simulam um desinteresse sobre posse da legenda.
Acontece que, com Bruno Peixoto como líder do governo da Assembleia Legislativa de Goiás e Ernesto Roller como secretário de Governo, é compreensível que queiram comandar o Movimento Democrático Brasileiro goiano à apoiar Caiado por completo. Afinal, Daniel Vilela continua na oposição, apesar de já ter declarado diversas vezes que o apoio ao governador é livre.
Muito se diz, também, sobre a possível intervenção federal no diretório goiano, pois alguns caiadistas assumem que a maior parte dos membros do partido estão com o governo. Apesar disso, porém, Roller respondeu ao Jornal Opção que não tem acompanhado esse assunto. "O governo não se envolve em questão interna dos partidos", afirmou.
Adib Elias, que tem sido o mais militante sobre o assunto, não respondeu o que o MDB caiadista fará a partir de agora. Já Bruno Peixoto acenou que está "concentrado nos projetos da Alego".
Evento vai reunir grandes empresas do segmento e promete integrar inciativas para melhorias na área
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Foto: reprodução[/caption]
Acontece na próxima quarta-feira, 30, o Mobinova, seminário que propõe apresentar novas formas para o transporte urbano com o uso da tecnologia e inovação. A ação está sendo promovida pelas empresas HP Transportes Coletivos, a RedeMob Consórcio e o Codese. O evento será realizado no cinema Lumière do Shopping Bougainville, com inicio às 7h50.
Segundo a organização, o intuito é demonstrar como a inovação pode aliviar o impacto do volume do tráfego nas capitais sem que os cidadãos precisem provocar transformações em suas rotinas. Será a primeira vez que um evento com essa temática acontece na capital.
Para a a diretora Executiva da HP Transportes, Indiara Ferreira, a responsabilidade com o trânsito é de todas e por isso é preciso discuti-lo. “Colocá-lo em pauta e buscar soluções inovadoras e viáveis é fundamental para as mudanças urgentes que precisam acontecer no sistema. Os olhos precisam ser voltados para a priorização do coletivo”, afirma Indiara.
O evento deve trazer novidades concretas já nos próximos meses. Segundo o Diretor Executivo da RedeMob Consórcio, Leomar Avelino, em fevereiro, Goiânia estará na “rota mundial das cidades que utilizam tecnologias avançadas para inovar no serviço de transporte público coletivo em prol de uma mobilidade urbana sustentável.”
Instituição diz que atuação conjunta de quatro experientes promotores comprova seriedade e impessoalidade das investigações O Ministério Público do Estado de Goiás publicou nota rebatendo críticas à conduta de promotores, feitas pelo médico Ricardo Paes Sandre, na sexta-feira, 25. Sandre era diretor médico do Tribunal de Justiça de Goiás e está sendo investigado por improbidade administrativa e também foi denunciado por assédio sexual e moral contra servidoras do Tribunal de Justiça. Em nota à imprensa, o médico afirmou que é inocente e que não há inquérito criminal contra ele tratando de assédio sexual. Sandre também reclamou que, mesmo assim, os promotores insistem em mencionar essas acusações. Em sua resposta, o MP declara que age com seriedade e equilíbrio. Reitera que o fato de o caso ser conduzido conjuntamente por quatro promotores é uma prova de impessoalidade na investigação. Confira, a seguir, a íntegra da nota do Ministério Público.
Nota de resposta O Ministério Público do Estado de Goiás segue inarredável na defesa das atribuições de seus membros, no cumprimento de seu dever constitucional de servir à sociedade. No caso específico das investigações mencionadas, as condutas que foram denunciadas por mulheres que se apresentam como vítimas do investigado são tratadas com seriedade e equilíbrio. Todas as medidas já foram adotadas para garantir a integral continuidade dos trabalhos. O caso está sendo conduzido pelos promotores Fabiana Zamalloa, Geibson Rezende, Juan Borges de Abreu, Carmem Lúcia de Freitas, todos acumulam larga experiência e relevantes serviços prestados à sociedade. Aliás, a atuação em conjunto, por si só, demonstra a impessoalidade de sua condução e a seriedade com que depoimentos e provas têm sido coletados. Não há interesses particulares, apenas a defesa de pessoas que se sentiram atacadas em sua intimidade e sentimentos e buscaram guarida no Ministério Público. O objetivo do trabalho é apurar os fatos e adotar as medidas judiciais pertinentes. A Instituição solidariza-se com os valorosos colegas que estão no desempenho de suas atribuições constitucionais e não se furtará a tomar as medidas legais cabíveis em toda e qualquer situação que assim exigir.


