Notícias
Incômodo por mudar rotina e gastar mais tempo ao volante tende a ser trocado por sensação do benefício que virá com conclusão de grandes construções
Prefeita de Palmas pode ter dificuldades de disputar a reeleição, pois não conseguiu, até agora, formar alianças políticas que lhe deem sustentação
Prefeito Fábio Vaz e presidente da corte, Helvécio de Brito, oficializam parceria para apoio técnico, jurídico e administrativo para resolver a questão no município
Reserva da biosfera reconhecida pela Unesco, com cerca de 20 mil quilômetros, tem seus rios praticamente secos devido à falta de chuva na região
Presidente da associação, prefeito Jairo Mariano (de Pedro Afonso), convoca os gestores municipais a participarem dos encontros no final de setembro
Cotonicultores estão proibidos de manter o plantio até o dia 20 de novembro, para controlar a principal praga que ataca a cultura, o bicudo do algodoeiro
Filme vencedor do Prêmio do Júri do Festival de Cannes joga com a capacidade interpretativa do espectador
Capital goiana falha em diversos itens, como economia, educação e meio ambiente. Em outros, como segurança, energia e urbanismo, nem aparece entre as 100 melhores do País Divulgada na última semana, a edição de 2019 do ranking Connected Smart Cities trouxe notícias ruins para Goiânia. A capital goiana, que nas edições anteriores estava sempre entre as 15 cidades mais inteligentes do País, viu sua posição despencar para o 40º lugar. Não é que ficamos menos inteligentes em um ano, mas a inclusão de novos indicadores, especialmente ligados à tecnologia da informação e às telecomunicações, demonstrou que estamos parando no tempo. Antes de entrar diretamente nos indicadores, cabe discutir um pouco o conceito de cidade inteligente, que é relativamente novo. Em linhas gerais, são municípios que, essencialmente, buscam tratar bem seus moradores. Para isso, investem em soluções para o transporte e mobilidade urbana, conforto e sustentabilidade ambiental, valorização do capital humano, desenvolvimento tecnológico, etc. As cidades inteligentes são inclusivas, plurais, coletivas, inovadoras, transparentes e colaborativas. São, enfim, aquelas que têm um olhar voltado para as pessoas e não para as coisas. Assim o trânsito sempre terá um foco mais direcionado aos pedestres que aos carros, por exemplo. O Connected Smart Cities (CSC) trabalha dentro do conceito de que uma cidade inteligente compreende a conexão entre áreas diferentes. O saneamento é pensado como indutor de preservação ambiental, ganhos em saúde e econômicos; a saúde inclui o número de veículos por habitante; a segurança se preocupa com a lei de uso de solo e assim por diante. Para utilizar um termo um tanto desgastado, há um pensamento holístico em torno da cidade. Responsável pelo ranking, a Urban System avalia 11 setores (que são subdivididos e ganham um peso conforme a relevância de cada um): mobilidade e acessibilidade, meio ambiente, urbanismo, tecnologia e inovação, saúde, segurança, educação, empreendedorismo, energia, governança e economia. São, portanto, dimensões que envolvem o poder público, a iniciativa privada e, como não poderia deixar de ser, os próprios moradores. Em segurança, por exemplo, leva-se em conta o número de homicídios. Em tecnologia e inovação, a qualidade da banda larga. Em educação, a média no Enem e o Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico (Ideb). Até mesmo a escolaridade do prefeito é levada em conta. Portanto, é um levantamento bastante completo. O CSC lista as 100 cidades mais inteligentes em cada um dos eixos avaliados. Eis a primeira preocupação: Goiânia não aparece entre elas em urbanismo, segurança, educação, energia e governança. Nas demais dimensões, há também muito com que se preocupar. As melhores posições ocupadas por Goiânia são a 20ª, em tecnologia e inovação; e a 23ª, em mobilidade e acessibilidade. No item tecnologia e informação, avalia-se a cobertura de banda larga e 4G, o percentual de moradores que têm acesso à internet, o número de patentes, o percentual de empregos para nível superior e a oferta de bolsa pelo CNPQ. Já em mobilidade e acessibilidade, são observadas questões como a proporção entre o número de automóveis e de habitantes, a relação entre ônibus e automóveis, ciclovias, integração de modais e linhas áreas. Em seguida, a melhor colocação da capital goiana é em empreendedorismo, a 30ª, que calcula o surgimento de microempresas, patentes, empresas de economia criativa, incubados e empresas da área de tecnologia. A partir daí, há uma queda brusca. A começar do meio ambiente, eixo em que Goiânia ficou em 52º lugar. A cidade vai mal no percentual de recuperação de resíduos plásticos e demais produtos recicláveis. Mas faz feio em potencial de energia eólica, fotovoltaica e produzida por meio de biomassa. Em saúde, em que ocupa a 57ª posição, a avaliação leva em conta a proporção de médicos pelo número de habitantes, o número de leitos, a quantidade de equipes de Saúde da Família, entre outros. Enfim, fechamos o ranking com o 97º lugar em economia, que apura o crescimento do PIB, a empregabilidade, a renda média dos trabalhadores formais e o percentual de investimento em pesquisa. Vale a pena consultar todos os critérios do ranking. Ele tem o mérito de ampliar a discussão sobre o que é uma cidade boa para se viver, ao lado de outros indicadores, como o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e o Coeficiente de Gini, que mede as desigualdades sociais. Mesmo sendo uma cidade acolhedora e bem vista pela maioria das pessoas de fora, não estamos muito bem em nenhum deles. O Coeficiente de Gini aponta Goiânia como a cidade com maior concentração de renda a América Latina – um passeio do Alphaville à Vila Lobó, separados por poucos quilômetros, é um bom retrato disso. Em relação ao IDH, a posição é aceitável: 45ª, segundo o IBGE. Fazer uma transformação, para que a capital goiana seja cada vez mais inclusiva e com melhor qualidade de vida passa pelas políticas públicas, mas também pelas ações individuais de cada cidadão. De pouco vale bradar contra os políticos se você estaciona seu carro na vaga especial – sem precisar ou ter direito a ela.
Profilaxia Pré-Exposição, que barra o vírus da aids, está disponível pelo SUS em Goiás desde o ano passado e meta é dobrar o número de pacientes
Deputado federal Tiago Dimas critica posição da Agência Nacional de Transporte Terrestres sobre a rodovia e diz que Estado sai prejudicado com a postergação da obra
Personagem que trava batalha com o sobrenatural pode levantar comparações com John Constantine, mas é bem diferente
Em 2013, ao aproveitar as manifestações que tomaram as ruas do País, o quadrinista Luciano Cunha lançou o anti-herói Doutrinador. O personagem é, na prática, um vigilante caçador de políticos e empresários. O sucesso foi tão grande, que a criação foi parar no cinema e também na TV, pois virou série.
Além disso, Luciano aproveitou a boa fase para criar o selo Guará Entretenimento, que, além do Doutrinador, traz outras histórias no mesmo universo. Dentre elas, o “Santo”. Adquiri recentemente a edição #1.
A ideia é uma publicação periódica nos moldes Marvel/DC, mas com equipe, histórias e personagens brasileiros. O Santo acompanha a história do médium Salvador Sales, que, apesar de não ter nada a ver com o Hellblazer (o mago inglês John Constantine), logo de cara levanta comentários comparativos.
Sinopse
“Salvador Sales é um professor solitário que rejeita sua mediunidade, latente desde os quatro anos de idade. Mas ele presencia um brutal ataque a um centro de umbanda, perpetrado por uma sociedade secreta que revive o Círculo Vril, uma tenebrosa mistura de magia negra e arianismo. Ele então decide usar seus poderes paranormais para combater os lunáticos e descobre um influente político por trás do grupo. Enquanto forças espirituais poderosas se envolvem numa verdadeira guerra entre luz e sombras, Salvador encontra seu ideal de luta contra falsos profetas.”
Política, religião e nazismo. Um monte de clichês batidos no liquidificador. Apesar disso, é divertido e vale a sequência de leitura para ver onde isso vai dar.
A história não é sutil. Espíritos guias já deixam claro logo de cara que tudo está acontecendo, a batalha do bem e do mal é direta.
Ambientação
O protagonista é um homem negro que tem como uniforme terno branco e chapéu, que provavelmente tenta remeter aos pais de santo. Mas ele aparece em boa parte da história com trajes civis.
Ambientada no Rio, a história tem cenários de acordo e, sendo assim, bem diferente dos estilos de comics dos Estados Unidos. Ponto para arte de Mikhael RS e as cores de Alzir Alves. Já o roteiro é de Luciano Cunha e Gabriel Wainer.
Obras
A primeira edição do Santo, que foi publicada em maio deste ano, mas só chegou por aqui em julho, tem formato 17 x 26 cm e 48 páginas. A número #2 ainda não apareceu, mas quando vier, provavelmente comprarei movido pela curiosidade.
Além do Santo e do Doutrinador, a Guará Entretenimento também possui outras HQs impressas. São elas: “Os Desviantes” e “Pérola”.
“Os Desviantes” traz uma história mais voltada para o universo dos super-heróis. "Num país ainda mais dividido entre ricos e pobres, as castas privilegiadas — a chamada Fortaleza — tenta dominar as zonas periféricas autoproclamadas Resistência, onde vivem os desamparados, as cobaias para experimentos transumanos. É na luta entre essas duas forças que nossos heróis Fióti, Tom e Anita entram em cena. Uma guerra civil ideológica-tecnológica, onde voltar para casa será uma aventura épica”.
Já em “Pérola”, o leitor acompanha “uma dançarina que está juntando dinheiro para tirar ela e Belinha, sua irmã mais nova, dessa vida. Seu cafetão a manda para uma festa na casa de poderosos e Pérola experimenta uma droga que lhe dá habilidades sobre-humanas. Quando volta da festa, sua irmã Belinha é sequestrada por uma quadrilha de prostituição e sua saga para combater o crime só está começando”.
O deputado federal afirma que o Difal é uma bitributação e afirma contar com apoio de Caiado, mesmo com o impacto negativo nos cofres
[caption id="attachment_142178" align="alignnone" width="620"]
Foto: Divulgação[/caption]
O deputado estadual Thiago Albernaz (Solidariedade) comentou sobre seu projeto de extinguir a cobrança do diferencial de alíquotas (Difal) sobre produtos que não foram industrializados no estado de Goiás. O parlamentar afirmou ter se reunido com o governador Ronaldo Caiado (DEM), que se mostrou sensível aos apelos do setor interessado no fim da cobrança – setor produtivo e lojistas – sob a justificativa de que o Difal significa bitributação.
Segundo a Secretaria de Economia, o Diferencial de alíquota está previsto na Constituição Federal. Foi criado para compensar o Estado de origem quando a empresa sediada na unidade federada adquire determinados produtos em outros estados. Em Goiás, por exemplo, é comum as empresas comprarem produtos de São Paulo, pagando alíquotas fiscais diferentes das existentes em Goiás. Ao tomar a decisão de aplicar o Difal, já praticado em outros Estados, o Governo atua para proteger as empresas instaladas em Goiás que ofertam os mesmos produtos, mas com alíquotas em alguns casos mais elevadas.
Thiago Albernaz afirmou que realiza um levantamento junto à Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) e Secretaria de Economia para verificar quanto da arrecadação estadual seria perdida com a extinção do Difal. “Mesmo impactando os cofres, o governador foi favorável”, afirmou Thiago Albernaz. “Quero elogiar Caiado, que em momento de crise está abrindo mão de recursos, porque são injustos.”
RRF
O parlamentar ainda afirmou não acreditar que o Regime de Recuperação Fiscal (RRF) será discutido ainda este ano na Assembleia Legislativa de Goiás. “A tramitação depende de uma conjuntura nacional. O governador ainda terá de se mobilizar em Brasília para conseguir autorização do Supremo Tribunal Federal de ordem judicial para ter a documentação necessária para pleitear o RRF. Eu particularmente não vejo com bons olhos a ânsia do Governo em entrar num programa que limita tanto as ações da gestão.”
Grupo pretende mobilizar a população local para que esta também se torne protetora
À reportagem, alguns dos nomes que podem pleitear cargo nas próximas eleições municipais consideraram que o que foi aprovado no Congresso flexibiliza regras e dá margem para irregularidades
Moradores do Madre Germana II também devem ser beneficiados pelo Governo do Estado, com investimentos recuperados pelo Estado junto à União.
[caption id="attachment_211551" align="alignnone" width="620"]
Foto: Divulgação[/caption]
Neste sábado, 21, o governador Ronaldo Caiado (DEM) entregou 473 escrituras aos moradores do bairro Madre Germana I, em Aparecida de Goiânia. Assinaturas para o registro de outras 271 escrituras em cartório também foram coletadas. O investimento foi realizado por meio da Agência Goiana de Habitação (Agehab) como etapa do programa de regularização fundiária urbana de interesse social das áreas do domínio do Estado de Goiás.
O programa de legalização dos bairros tem objetivo de entregar, até o final dos quatro anos de mandato de Ronaldo Caiado, mais de 20 mil escrituras em todo o Estado. “Estamos avançando naquilo que o povo de Goiás deseja: ter sua casa escriturada para que a pessoa possa ter a garantia da propriedade. Para mim, melhorar a qualidade de vida daqueles que vivem em Goiás é o objetivo principal”, afirmou Caiado na ocasião da entrega de escrituras.
Mônica Aparecida de Oliveira, 50, foi uma das beneficiadas na ação. A dona de casa que reside há 15 anos no Madre Germana I afirmou que a entrega das escrituras traz mais tranquilidade e dignidade para as famílias do bairro. “Para gente é mais segurança. Agora o lugar que a gente vive realmente é nosso. É muito importante você ter um documento que atesta que o imóvel é seu”, afirmou.
Durante a entrega deste sábado, o governador Ronaldo Caiado anunciou que cerca de R$ 15 milhões serão destinados à promoção de melhorias no bairro Madre Germana II – recurso que foi recuperado junto ao Governo Federal.
O vice-governador Lincoln Tejota, que também esteve presente na cerimônia, ressaltou que a ação resgata o compromisso do governador Ronaldo Caiado em dar dignidade e qualidade de vida à população. “O governador, por meio da Agehab, vem fazendo isso com muita maestria. São pessoas que estão aqui há muito tempo e que merecem ter sua vida regularizada.”
Este programa do programa do Governo de Goiás já atendeu a mais de mil famílias na região Noroeste de Goiânia nos bairros Jardim Curitiba, São Domingos, Floresta, Primavera, Boa Vista, Vitória, São Carlos e Mutirão. Os documentos já foram encaminhados ao cartório para registro. O Governo do Estado pretende entregar 2 mil escrituras ainda este ano.


