Notícias
Câmara aprovou modificação no regime de arrecadação da Contribuição para Custeio dos Serviços de Iluminação Pública (Cosip) e Prefeitura de Goiânia deixará de repassar R$ 300 mil mensais à Enel
ECA estabelece mais de uma dezena de atribuições aos conselhos tutelares, entre elas “representar contra a violação de direitos” de crianças e adolescentes
Para representante da federação, apesar da crise, munícipes querem benefícios e políticas públicas
Álvaro Guimarães diz que é a primeira vez que a Alego se interessa pela contrapartida contratual de empresas fomentadas pelo Estado
Lincoln Tejota defende uso inteligente dos estímulos ao setor produtivo, com avaliação de custos e resultados
Por Amilton Filho*
[caption id="attachment_172341" align="alignleft" width="209"]
Foto: Divulgação/Alego[/caption]
A educação pública de qualidade é um direito reconhecido constitucionalmente. Apesar do contexto nacional em que o poder público não atende de forma ideal esse princípio, uma obrigação básica é a inclusão de todos no sistema educacional. E quando se trata das crianças e adolescentes portadoras do Transtorno do Espectro do Autismo, até agora, nenhum Estado do país tem ações públicas para viabilizar o acesso à educação por esse público.
O autismo costuma se manifestar em bebês a partir de um ano e meio a dois anos de idade, mas existem registros de casos de o transtorno ocorrer um pouco mais tarde. Há também graus da manifestação, indo desde o autismo leve até moderado e mais intenso. Em todos eles, a escola, desde que bem orientada, representa um apoio essencial à criança e aos pais. Essa estrutura contribui com a possível redução da intensidade do autismo ao longo da vida, gerando mais qualidade de vida aos portadores e familiares.
Trata-se, a meu ver, de uma grave ausência do poder estatal em uma questão que merece particular atenção. Hoje, os pais, mães e crianças portadoras desse transtorno vivem com quase total abandono por parte da educação pública, salvo honrosas exceções, muito mais por sensibilidade de diretores e professoras de algumas escolas. Instituições importantes como a Casa Joana e a Associação de Pais e Amigos dos Autistas, ambas na cidade de Anápolis, acabam sendo o único apoio possível a esses pais.
Foi por isso que apresentamos projeto de Lei que institui uma política estadual de proteção aos direitos dos portadores de autismos, que deverá ser votado pelo plenário da Casa em breve. A escola deve estar devidamente preparada para receber crianças com autismo e, principalmente, apoiá-las com propriedade, de maneira correta e de acordo com a Constituição do nosso país.
*Deputado estadual de Goiás, pelo Solidariedade
De acordo com a Asmego, norma é terrorismo legal que que ataca a independência do magistrado, mas presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB discorda
Talentoso quadrinista brasileiro relança obra, mas também terá trabalho inédito no fim do ano
Governos tucanos “driblaram” a Lei de Responsabilidade Fiscal, segundo o Supremo Tribunal Federal, o que deve prejudicar funcionários
Wilder Morais, Desirée Penalba, Paulo Daher ou Silvio Fernandes: um deles pode ser vice do prefeito de Goiânia. Um do Pros e três do DEM
Maguito é cotado para ser o vice de Iris. Se disser que aceita a vice, o prefeito não o barrará. Mas aí o DEM vai apostar possivelmente em Wilder Morais, do Pros
O senador por Goiás frisa que o jornalista José Luiz Datena prefere disputar mandato de senador. Mas admite que pode ser candidato em Sampa
Ex-deputado estadual diz que vai esperar que o quadro político fique mais claro, com a definição das candidaturas, para se posicionar
Do Verdão abatido, que foi goleado por 6 a 1 pelo Flamengo na volta da Copa América e amargou sete derrotas e três empates, time esmeraldino começou o segundo turno sem levar gols e com três vitórias seguidas
Governador celebrava o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa. Caravana faz parte do Programa Goiás Empreendedor, coordenado pela Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC)


