Datena pode se filiar ao Cidadania se for disputar a Prefeitura de São Paulo, revela Kajuru

O senador por Goiás frisa que o jornalista José Luiz Datena prefere disputar mandato de senador. Mas admite que pode ser candidato em Sampa

José Luiz Datena será candidato a prefeito de São Paulo? O senador Jorge Kajuru (Patriota-GO) afirma que seu amigo “está pensando na vida dele, em sua saúde (é diabético, glicose: 630)”.

José Luiz Datena e Jorge Kajuru | Foto: Reprodução

“Datena trabalha demais, não se diverte, não sai de casa para nada, exceto para trabalhar. Vive para a mulher e os filhos. Ele diz que pode disputar a Prefeitura de São Paulo, mas vai pensar sobre o assunto de maneira detida. Ele quer decidir, não quer que pensem por ele. Prefere ouvir um amigo, como eu, a ouvir políticos profissionais. Só vai se filiar se for disputar eleição em 2020. Antes, insiste, vai me ouvir. Recomendarei a filiação ao Cidadania, porque, neste partido, terá mais independência e liberdade de ação. O Podemos também é um bom partido; o senador Álvaro Dias, do Paraná, é muito bom e consequente. Portanto, torço para que se filie ao Cidadania, mas não colocarei nenhum obstáculo a uma filiação ao Podemos. Friso que Datena tem mais interesse pelo Senado, não pela Prefeitura de São Paulo. Mas tem muita gente pressionando-o para que seja candidato a prefeito. Por quê? Porque sabe que ele tem chance de ser eleito já no primeiro turno. Datena é muito inteligente — discute qualquer tema — e vai examinar as pesquisas com atenção. Trata-se de um jornalista que pensa pela própria cabeça, e é dotado de rara perspicácia. E é honesto, honestíssimo.”

“Datena tem amor genuíno pelo próximo, não prejudica ninguém. Faz o bem sem propagar. Quando ganhava 1 milhão de reais na Record, passava 100 mil para o Instituto Pestalozzi e não divulgava nada. Já a classe política é desencorajadora. Chego a ter vontade de renunciar. Na maioria das vezes, a política é um chiqueiro, e não quero ficar no chiqueiro. Às vezes penso se tenho mesmo de ficar oito anos no Senado. Felizmente, há senadores de qualidade, com os quais é possível estabelecer um diálogo sadio”, assinala Kajuru.

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