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Nova tradução de “Stoner”, de John Williams, será lançada pela Editora Arte e Letra

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José Roque: “Polícia dentro da escola é uma coisa deprimente”

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Descompasso no pP de Anápolis: Baldy na esquerda e Roberto Naves na direita

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Zé Mário Schreiner estaria articulando Wilder Morais contra Daniel Vilela para 2026

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Edward Madureira pode ser vice de Ana Paula do Iris em Goiânia?

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Entenda por que Wellington Carrijo não lidera nas pesquisas e pode ser o próximo prefeito de Rio Verde

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Entenda por que Vanderlan Cardoso é candidato a perder a eleição para prefeito de Goiânia

Falta ao senador o apoio de grupos políticos, ou seja, de estruturas que movem as campanhas eleitorais. E ele não é visto como “confiável” pelos políticos

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Projeto de Jânio Darrot: apoiar Marden Jr. em 2024 e Daniel Vilela em 2026

É definitivo: o empresário e político não vai disputar a Prefeitura de Trindade em 2024. Mas o MDB, que tende a dirigir no município, deve indicar o vice do prefeito

Pode não parecer, mas punição a Monark é defesa da democracia

O que Alexandre de Moraes tem feito é controverso, mas encontra respaldo no princípio de Popper não tolerar a intolerância

Wanderlei Barbosa confirma presença em lançamento do novo PAC

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A bibliofobia de Tarcísio de Freitas 

A partir de 2024, as escolas públicas de São Paulo passarão a ser escolas sem... livros. O novo cenário distópico será fruto da decisão da gestão Tarcísio de Freitas, que determinou que, a partir do ano que vem, a rede de educação paulista tenha apenas conteúdo didático digital a partir do 6º ano do fundamental. 

É claro que Tarcísio está se espelhando em países de primeiro mundo. Bem, na verdade não. A Suécia, um dos países com os melhores resultados educacionais do mundo, por exemplo, decidiu se embasar em pesquisas científicas (algo que parece fugir ao conhecimento do atual governador de SP) para abrir mão do conteúdo digitalizado - que vinha sendo adotado nos últimos anos - para retomar os livros físicos. Conforme a própria ministra das escolas da Suécia, Lotta Edholm, em artigo publicado no final do ano passado, o povo sueco "colecionou conclusões de prejuízos” com a substituição dos livros físicos por material de tela. 

De acordo com estudos apresentados pela Agência Nacional Sueca de Educação, com a leitura digital o leitor passa menos tempo apenas lendo. Os alunos, conforme o estudo, 'folheiam' o texto mais rapidamente em detrimento da compreensão do que leem. Isso foi levado em conta para que o governo sueco percebesse que o tempo de tela de crianças e jovens – que disparou mais de 50% desde 2020, de acordo com pesquisa do Hospital Infantil de Alberta (Canadá) e as Universidades de Calgary (Canadá) e College Dublin (Irlanda) - era justamente o problema, e não a solução, no quesito educacional.  

E é válido destacar que essa não é a primeira decisão de Tarcísio a levantar um estandarte contra o legado do ensino. Em maio deste ano, foi necessária a intervenção da Justiça de São Paulo para evitar que a estação de metrô que leva o nome de um dos educadores mais reconhecidos e citados em trabalhos acadêmicos do mundo, Paulo Freire, fosse rebatizado como Estação Fernão Dias. 

Aparentemente, para Tarcísio, um educador que, com sua metodologia, conseguiu a proeza de alfabetizar 300 adultos no prazo de 45 dias na pequena Angicos, no Rio Grande do Norte, era menos digno de homenagem do que um notório escravagista e caçador de esmeraldas. 

Correndo o risco de os paulistas cheguem a uma situação que se assemelhe a um certo livro de Ray Bradbury, alguém ajude Tarcísio a superar seu trauma com livros.  

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