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Protestos de motoristas do transporte público se espalham pela Grande Goiânia

[caption id="attachment_4533" align="alignleft" width="620"]Manifestações ganharam maiores proporções, atingindo seis terminais na Grande Goiánia | Foto: Edilson Pelikano Manifestações ganharam maiores proporções, atingindo seis terminais na Grande Goiánia | Foto: Edilson Pelikano[/caption] A manifestação dos motoristas de ônibus do transporte público se intensificou nos últimos dias da semana passada, com o início da participação de usuários, motivados pelo atraso das linhas. O Sindicato dos Traba­lha­dores em Transportes Rodo­viários no Estado de Goiás (Sindittransporte), que representa a categoria, informou que a manifestação não tem in­fluên­cia do sindicato e deu por encerrada as negociações por reajuste salarial, que fechou em 7%, como calculado pela Com­pa­nhia Metropolitana de Trans­porte Coletivo (CMTC). A promessa do presidente do sindicato, Alberto Magno Bor­ges, era um aumento de 15%. A representatividade da categoria foi outra problemática, pois, o Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores no Transporte Coletivo Urbano de Goiânia e Região Metropolitana (Sin­di­coletivo) se posicionou contrário ao Sindittransporte, quanto ao acordo. Os protestos seguiram daí e efervesceram na quinta-feira, 15, culminando em pro­testos em frente ao Minis­té­rio Público do Trabalho em Goiás (MPT-GO), Praça Cívi­ca, Ter­minais Praça A e Der­go, além da Avenida Anhan­gue­ra e Terminal Padre Pelá­gio. Na manhã do dia seguinte, quatro manifestantes foram presos e houve paralisação do serviço no Eixo Anhanguera, protesto nos terminais Ban­deira, Praça da Bíblia, Veiga Jardim, além da Avenida T-9 ter sido fechada para manifestação. Seis terminais registraram problemas comprometendo várias linhas de ônibus.

Protestos ressurgem na Turquia, após explosão de mina

Após tragédia em mina, protestos ressurgem contra o governo do primeiro-ministro islamita conservador Recep Tayyip Erdogan. A mina de carvão em Soma, região oeste da Turquia, explodiu e causou a morte de quase 300 mineiros. As buscas continuaram na sexta-feira, 16, pois 18 trabalhadores continuavam desaparecidos. Os protestos acusavam Erdogan de indiferença com a catástrofe. “Os acidentes são parte da própria natureza das minas”, disse o primeiro-ministro aumentando ainda mais a revolta popular. Além disso, imagens de um assessor do premier agredindo um manifestante foram divulgadas nas redes sociais, porém o incidente não foi confirmado. Erdogan deve se anunciar, nas próximas semanas, candidato para a eleição presidencial de 10 de agosto. O acidente pode ter sido provocado por uma explosão de pó de carvão.

Mercadante fala da tática inflacionária do governo

O novo ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante admitiu que o governo federal segura preços de combustíveis e energia para evitar impactos nos índices gerais de inflação. Mercadante renegou o termo “controle de preços”, mas afirmou que a política é em defesa do cidadão. “O que está sendo proposto neste país, a pretexto de reduzir a inflação, é voltar com desemprego, com arrocho salarial e recessão”, disse. O ministro ironizou a estratégia como um “museu de novidades”. Ainda disse que o efeito dos reajustes se diluirá no tempo. “Se fizer um reajuste muito alto, aumenta o custo da produção, perde a competitividade. Aí, vendo menos, produzo menos e emprego menos”, afirmou. Sobre a crise do abastecimento de água, em uma São Paulo governada pela sigla do PSDB, Mercadante disse ser evidente a falta de investimento prudencial.

Justiça aceita denúncia sobre Riocentro

A Justiça Federal do Rio de Ja­nei­ro aceitou a denúncia do Mi­nis­té­rio Público Federal contra seis agentes do regime militar, acusados por en­volvimento no atentado Rio­cen­tro, em abril de 1981. A juíza da 6ª Va­ra Criminal Federal, Ana Paula Vieira de Carvalho, considerou os crimes pelos agentes da ditadura como contra a humanidade e im­pres­critíveis. O caso cabe à Justiça comum e não militar, pois envolve crimes sistemáticos e frequentes. Os generais reformados Newton Cruz, Nilton Cer­queira e Edson Sá Rocha, o coronel reformado Wilson Ma­cha­do, o major reformado Divany Car­va­lho Barros e o ex-delegado Cláu­dio Guerra terão de responder à a­ção penal. "Passados 50 anos do gol­pe militar de 1964, já não se ig­no­ra mais que a prática de tortura e ho­micídios contra dissidentes políticos naquele período fazia parte de uma política de Estado”, afirmou a juíza.

Prefeitura é acionada por desafetação de áreas

Vereadores de Goiânia propõem ação judicial contra o projeto de desafetação de 18 áreas públicas da prefeitura. O texto foi publicado na sexta-feira, 16, no Diário Oficial do Mu­nicípio, após ser aprovado na Câmara Municipal de Vereadores. O grupo alega que o projeto da Prefeitura de Goiânia irá vender as áreas com finalidade de especulação imobiliária. Também questionam um erro jurídico quanto à alteração do plano de desenvolvimento urbano e seus eixos de desenvolvimento, pois modifica as características das edificações. As áreas farão parte dos Projetos Diferenciados de Urbanização, o que permitirá o adensamento por meio da verticalização dos imóveis. O projeto de desafetação foi aprovado por 19 votos a 11, em definitivo, na Câmara de Verea­dores, na terça-feira, 13.

Com Toffoli, campanha eleitoral se acirra

O ministro Dias Toffoli as­sumiu a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na terça-feira, 13, no lugar de Marco Aurélio Mello. Com a consolidação de uma composição mais liberal na Corte com Toffoli, a tendência é favorecer o acirramento eleitoral deste ano. Mello presidiu o TSE por três vezes e se destacou pela rigorosidade e votou por sucessivas multas aos dois últimos presidentes da República, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, por denúncias de campanha antecipada. Já Toffoli compreende que se não há pedido explícito de voto, não há como condenar as atitudes dos candidatos e, por isso, as punições serão apenas se houver flagrante de descumprimento da lei. O novo presidente do TSE foi fiiado ao PT, tendo sido advogado do partido. Em meio a nova presidência no TSE, o PT apostou no discurso do medo contra adversários. Um comercial, de um minuto de duração, foi exibido também na terça-feira, nas TVs abertas. Para Aécio Neves, foi uma “triste” iniciativa. Já E­duardo Campos, classificou como um “grande tiro no pé”. semana1

A difícil missão de ser cristão na Terra Santa

Jesus é israelense ou palestino? Israel afirma que, sem dúvida, ele é um sabra (nascido em Israel); a OLP não perdeu tempo e declarou Jesus um verdadeiro palestino

RDC, o efeito contrário

Em vez de acelerar, a dispensa de licitação em obras públicas para a Copa atrasou ainda mais os serviços

Iris usa tática do boxe na disputa contra Friboi

Objetivo do líder peemedebista é enfraquecer a posição do rival e levá-lo a nocaute no último momento. Se perder indicação no PMDB, Iris não deve apoiar Friboi na campanha

Graciliano Ramos, não, mas prefeitos atuais sofrem com a falta de planejamento urbano

A aprovação do projeto que prevê a venda de áreas públicas suscitou a discussão sobre que tipo de projeto estamos construindo para as cidades atuais

Indefinição marca chapas na pré-campanha

Principais partidos estão em conversações, mas traço comum é imprecisão de nomes para o Senado

Chapa de Marconi está pronta

PSDB, PP e PSD formam a representatividade da coligação governista

Mesmo com problemas, Friboi tem potencial para crescer

Integrantes da base marconista e adeptos de Iris Rezende manifestam certo menosprezo com a candidatura do empresário, mas eles sabem que ela pode dar “canseira”

Júnior Friboi planeja chapa com Iris Rezende para o Senado e Armando Vergílio na vice

[caption id="attachment_4503" align="alignleft" width="620"]Júnior Friboi, Iris Rezende e Armando Vergílio: dois políticos mais novos ladeiam um político mais experimentado e mais popular | Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção Júnior Friboi, Iris Rezende e Armando Vergílio: dois políticos mais novos ladeiam um político mais experimentado e mais popular | Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Determinado, o pré-candidato do PMDB a governador de Goiás, Júnior Friboi, aposta que, no frigir dos ovos, vai conseguir convencer Iris Rezende a disputar o Senado. Não será fácil, há quem ache impossível. O empresário comenta com os aliados que a chapa ideal teria ele para o governo, o petista Antônio Gomide na vice e Iris para o Senado. É o time dos sonhos. Agora, se não for possível, Friboi vai articular uma chapa alternativa, ressaltando que vai batalhar por Iris até 30 de junho, último prazo para as convenções partidárias. Nos últimos dias, o empresário aproximou-se do deputado federal Armando Vergílio, presidente do Solidariedade em Goiás. Os dois têm conversado com frequência. “O So­lidariedade é uma noiva querida e desejada”, admite um friboizista. Se Iris não aceitar ser candidato ao Senado, Friboi tende a oferecer a vaga para Armando Vergílio, que diz que, de fato, o Solidariedade, se não lançar candidato próprio ao governo, vai participar de uma chapa majoritária. “Fazer parte da chapa majoritária é condição sine qua non para aceitarmos uma aliança”, sugere o deputado. Se Iris for para o Senado, possivelmente o líder do SDD irá para a vice de Friboi. Com quase 1,5 minuto no programa de televisão, com um deputado federal, dois estaduais e 100 vereadores, além de instalado em 180 municípios, o SDD não é uma força política desprezível. Se fosse, seu apoio não estaria sendo disputado, quase a tapa, por quatro pré-candidatos a governador: Marconi Perillo, do PSDB; Antônio Gomide, do PT; Vanderlan Cardoso, do PSB, e Friboi. Com quem mais o SDD pode compor? O mais difícil é compor com Marconi, pois o partido advoga alternância no poder, mudança. Hoje, Armando Vergílio está mais próximo de Friboi e, em segundo lugar, de Antônio Gomide. Ele também é cotado para ser vice de Gomide ou candidato a senador na chapa petista.

Marconi está sobrando, admitem oposicionistas. Ele está sintonizado com a sociedade e seu tempo

[caption id="attachment_4495" align="alignleft" width="620"]Marconi Perillo: o pulo do gato talvez seja a precisa sintonia com a sociedade e com o seu tempo | Foto: Fábio Lima Marconi Perillo: o pulo do gato talvez seja a precisa sintonia com a sociedade e com o seu tempo | Foto: Fábio Lima[/caption] O Jornal Opção ouviu cinco integrantes da oposição e dois marqueteiros e fez a todos a pergunta: por que, depois de quase 12 anos de poder — ou 16, se for considerado o período de Alcides Rodrigues —, o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), continua forte política e eleitoralmente? Todos admitiram — os oposicionistas aceitaram falar apenas em off — que Marconi “está sobrando”, quer dizer, está bem acima, em termos de popularidade e influência, dos demais pré-candidatos. A seguir, publicamos um resumo das opiniões dos sete entrevistados. Está cristalizada a tese de que Marconi criou uma forte identidade com Goiás. Na visão dos entrevistados, o tucano se tornou um símbolo do Estado. Se o Estado está se modernizando, Marconi moderniza-se junto, acompanhando todo o processo e compreendendo-o. Há uma poderosa sincronia-sintonia entre as ações do tucano-chefe e a sociedade civil. Os setores produtivos percebem que o governador está ao lado do que chamam de “progresso”, “desenvolvimento” e “crescimento”. Prevalece a tese de que, ao contrário de outros políticos, Marconi não ficou “para trás”, permanecendo contemporâneo dos demais goianos. As pessoas ouvidas frisam que é impressionante que, da área econômica à área cultural, o jovem político mantém os contatos certos, apropriados. Do ponto de vista estritamente político, há a interpretação de que o tucano articula com rara habilidade, mantendo os aliados antigos e buscando agregar novos aliados. Note-se a questão do deputado federal Ronaldo Caiado (DEM), que quer ser candidato a senador pela base aliada. Marconi não o veta, mas quer que seja assimilado por sua base, para não contrariar os aliados que estão próximos e nunca romperam com ele, como o deputado federal Vilmar Rocha (PSD) e o vice-governador José Eliton (PP). Fala-se muito que Marconi é puro marketing. Os entrevistados dizem ninguém que sobrevive tanto tempo na política, numa sociedade democrática, ancorado tão-somente em marketing. O tucano é um fenômeno real, modernizador, que o marketing não fabricou, apenas ajuda a impulsionar. Parte dos entrevistados sugere que o governador articula bem seu marketing mas estribado em fatos reais, não em ficções. Por exemplo: ao restaurar as estradas e as escolas dos municípios goianos, em várias localidades, ele exibe aquilo que foi feito. O cidadão não tem como ser enganado. Mas qual é o chamado “pulo do gato” de Marconi, que o faz estar sempre um passo adiante de seus oposicionistas? Os entrevistados discordam de que haja um “pulo do gato”, um segredo. Sugerem que talvez, se for possível usar a expressão, se possa falar em “pulos do gato”. O fundamental, analisam, é que Marconi, ao contrário de parte dos políticos goianos, não é nostálgico e não vive no passado. Ele é um político do presente, atual, que sabe o que o velho, o homem de meia idade e o jovem estão pensando e fazendo. Outro “pulo do gato” é que, enquanto a oposição trabalha com um agenda negativa, o tucano sempre avança com um agenda positiva, criando novas esperanças e expectativas. Mar­coni não fica velho — está sempre se renovando.

PCdoB trocou ideologia pelo fisiologismo e pelo capitalismo

Orlando Silva foi escorraçado do governo pela presidente Dilma Rousseff. Jandira Feghali abre restaurante chique no Rio de Janeiro. É o capitalismo tomando conta do comunismo

O realismo trágico de “Os Demônios”, de Dostoiévski

Partindo da história do assassinato de um estudante, Dostoiévski faz estudo profundo do pensamento político, social, filosófico e religioso de seu tempo. Como um profeta, o autor visualiza os desvios que o socialismo real viria a apresentar até o seu esfacelamento

Iris Rezende prefere disputar mandato de deputado federal? Sua obsessão é o governo do Estado

[caption id="attachment_4490" align="alignleft" width="620"]Iris Rezende sonha com a Casa Verde há 16 anos | Foto: Aoaassis Iris Rezende sonha com a Casa Verde há 16 anos | Foto: Aoaassis[/caption] O friboizismo está enviando alguns de seus líderes do interior para dialogar com Iris Rezende. Eles ouvem o líder histórico e, em seguida, repetem o discurso ensaiado: o partido quer o decano peemedebista como candidato a senador. Iris, que planeja ser candidato a governador, ouve os friboizistas, sempre com atenção, mas não apresenta uma resposta precisa, por avaliar que é cedo para dá-la. Os friboizistas saem com a impressão de que se trata de um político de convicções arraigadas e que quer mesmo só uma coisa: disputar o governo de Goiás em 5 de outubro deste ano. Um friboizista afirma que Iris sugeriu que pouco tem a ver com os “personagens” que estão no Senado e criticou a atuação dos senadores na CPI do Cachoeira. E teria sugerido que seria mais adequado disputar mandato de deputado federal. Mas não é, de fato, o que quer. O ex-prefeito tem duas obsessões: ser candidato a governador e tentar derrotar o governador Marconi Perillo (PSDB). O peemedebista avalia que a eleição desde ano é seu canto de cisne em termos de disputas estaduais. Depois, só lhe resta, se tanto, a disputa da Prefeitura de Goiânia, em 2016.

“Pra que serve o agente de trânsito?”

Cláudio Curado Sobre a nota “Agentes de trânsito de Goiânia entram em greve” (Jornal Opção On­line) será interessante saber pra que serve o agente de trân­sito em Goiânia. Se um si­naleiro falha, ele não aparece. Se chove, ele não aparece. Se tem fila dupla na porta da es­cola, ele não aparece. Se estacionam em local proibido perto do Tribunal de Justiça, ele não aparece. Mas se é para mul­tar, ficando escondido atrás de árvore no Centro (vá­rias pessoas e eu, inclusive, já vimos isto) lá está ele o agente arrecadador de trânsito! Cláudio Curado é presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado de Goiás.

“Dilma é melhor que os políticos de nossos pesadelos”

Wagner Silva Chaves Discordo do jornalista Cezar Santos, o autor do texto “Dilma não tem força para impor sua candidatura” (Jornal Opção 2026, coluna “Ponto de Partida”), em gênero, número, grau e pessoa. Ela fez faxina, sim. Pesquise nos seus livros de História do Brasil e verifique: em que gestão política que algum corrupto foi para a prisão? Quando? Em que gestão política a inflação foi a mais baixa? Dilma pode não ser a candidata dos nossos sonhos, mas é melhor do que os políticos de nossos pesadelos. E-mail: wagner.silvachaves@hotmail.com

“Legião de ‘Marias’ com seus ‘Rosários’ pelos bandidos”

Denis Monteiro Parabenizo-o, ilustre dr. Irapuan, por mais um artigo arrojado, corajoso e verdadeiro, com o texto “Política de segurança só dará certo se criminalizar o bandido e não o policial” (Jornal Opção 2027). Nós, Brasileiros com “B” maiúsculo, cidadãos de bem, estamos cansados dessa avacalhação em que se tornou nosso País. A inversão de valores é notória e vergonhosa. O respeito aos direitos humanos deveria alcançar também os humanos de verdade, as pessoas de bem, enfim, os agentes públicos de segurança, todavia, o que vemos, constantemente é uma legião de “Marias” com seus “Rosários” rezando para que bandidos não sejam sequer ofendidos moralmente. E-mail: poxoreobm@hotmail.com

“Parabéns ao Opção pela nova cara na internet”

Antônio Macedo O Jornal Opção tem um conteúdo interessante, abrangente, com informações consistentes e muito bem escritas e está aberto a todas as tendências políticas. Isso me fez o seu leitor assíduo há muitos anos. Parabenizo a toda sua equipe pela alta qualidade do jornalismo e pela nova cara do veículo na rede. Antônio Macedo é médico. E-mail: ammacedo@terra.com.br  

“Família Batista vai usar experiência na área privada por Goiás”

Eduardo Balduíno Júnior Friboi, ao contrário de Marconi Perillo, tem experiência com excelência em gestão, em uma empresa que ele começou do nada e tem hoje 180 mil colaboradores no mundo. Quantos outros frigoríficos já quebraram no Brasil e a JBS continua crescendo mais que 20% ao ano. E nem adianta falar que é por que tem dinheiro do BNDES, porque o [frigorífico] Bertin tinha e quebrou e o Marfrig [outro frigorífico] está tendo enormes prejuízos e pode falir a qualquer momento. Ainda vale lembrar Eike Batista, que afundou com um monte de dinheiro do BNDES. A família Batista compra empresas quebradas e as levanta (sempre fez isso) e vai utilizar essa experiência na área privada para desenvolver Goiás. E-mail: edubalduino@yahoo.com.br  

“O povo tem de abrir os olhos”

Dedimar Gomes Esses deputados do PMDB não estão pensando no Estado e no povo, mas unicamente no dinheiro de Júnior Friboi. O povo tem de abrir os olhos. É uma vergonha E-mail: dedimargomes@yahoo.com.br  

“Se Iris não for candidato, Marconi ganha no 1º turno”

Odlan Cruzeiro Iris Rezende não se acabou po­liticamente. Pode até querer, mas... Fizemos uma pesquisa interna aqui na empresa onde trabalho: Iris ganha de Marconi Perillo; Marconi ganha de Friboi, com 70% de vantagem; Marconi ganha de Gomide, Vanderlan ou Júnior. Ou seja, se Iris não for candidato, Marconi vai ganhar no primeiro turno. E-mail: odlan.cruzeiro@gmail.com

“Raimundo Queiroz para presidente do Flamengo”

Jarbas Freitas Novais Li a entrevista de Raimundo Queiroz ao Jornal Opção (edição 2028). Ele foi o melhor presidente que o Goiás já teve. O clube só será grande quando Raimundo voltar a comandá-lo. Parabéns a ele, gostaria que fosse presidente do Flamengo, pois ai nos não seriamos o maior do Brasil, mas, sim, do mundo. E-mail: jarbasnovais@brturbo.com.br  

“Se o presidente do STF pode, por que a sociedade não pode?”

Deolinda Taveira Tudo começa quando o presidente do STF toma para si o papel de herói e mesmo à revelia da objetividade da lei condena e ainda assume publicamente o ímpeto vingativo que o motiva. O que resta à sociedade? Se ele pode, por que a sociedade não pode? Desmoralizar as instituições é dar espaço para todo tipo de desmando. No final, estamos todos na fila para ser a próxima vítima dessa sociedade vingativa tão apreciada e estimulada pelo nobre presidente do STF a agir com as próprias mãos. E-mail: deolindataveira@terra.com.br

“Análise do racismo sem simplificação do problema”

Ademir Luiz Inteligente, a análise da polêmica do futebol no texto “Ney­mar, brilhante, manda dizer: macaco é quem joga banana nos outros” (Jornal Opção 2026). Em momento algum simplificou o problema nem caiu na tentação de repetir a velha ladainha: se você é rico e famoso, com certeza está mal intencionado. Elder Dias, mais uma vez, dando lição de jornalismo. Ademir Luiz é doutor em História professor da Universidade Estadual de Goiás. E-mail: ademir.hist@bol.com.br

“Qual o real valor de vidas interrompidas subitamente?”

Silvaine Santos O caso do acidente da morte da filha [Lucimar Veiga] da prefeita de Jussara e de mais três morrem em acidente na GO-070, no domingo, 4, mostra que o que infelizmente acontecem por imprudência de pessoas irresponsáveis que colocam a própria vida e a de outras em risco, destruindo famílias. Às vezes segundos fazem toda diferença; melhor perder algum compromisso ou chegar atrasado do que simplesmente não chegar. Até quando isso vai acontecer? Qual o real valor de vidas que são interrompidas inesperadamente? E-mail: silvainesantoss@gmail.com

“Comediantes cuidando das ruas da capital”

Cirlei Araújo O trânsito goianiense é caótico e costuma ser fatal, pois aliada à infraestrutura deficiente e à falta de civilidade dos motoristas e motociclistas, ainda temos o cerol. E tome comediantes escolhidos pelo governo e muito bem pagos com nossos impostos nas campanhas de conscientização para obtermos um trânsito mais seguro. Isso não funciona. A nós, espectadores via mídia, essas perdas humanas — como a da jovem atropelada por um caminhão na GO-080 — são uma coisa é triste; aos familiares, extremamente trágica; e aos governos, deveria ser. É vergonhoso que pouco se faça para mudar esse quadro. E ainda há pessoas que reclamam, “pra que estudar Física, se tal matéria não serve para nada?”. Eu diria que é útil, no mínimo, para evitar acidentes no dia a dia, assim como na construção civil, nos meios de transporte etc. Isso explica a nossa imensa dificuldade de estabelecer relações de causa e efeito quer seja no trânsito, na política ou no funcionamento das instituições brasileiras. Parece pouco mas o desprezo pelo conhecimento e o desrespeito são sintomáticos de nosso atraso como sociedade. Cirlei Araújo é sargento do Exército. E-mail: cirlius@gmail.com

Trindade ganha mais 1 milhão de m² de asfalto

Benefício para as duas áreas da cidade é resultado de parceria com o governo estadual