Contraponto

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Revolta o tratamento que a esquerdalha dispensa aos policiais brasileiros

[caption id="attachment_93259" align="alignnone" width="620"] Mateus Ferreira da Silva: agredido pela Polícia Militar em Goiânia | Reprodução: Facebook[/caption] Se há uma assimetria perfeitamente visível na imprensa (e na esquerda em geral) é aquela entre o respeito que se dispensa a um marginal e o que se defere a um policial. Tomemos o caso do black bloc Mateus Ferreira da Silva, que sofreu violenta pancada, desferida por um policial, em tumulto no dia 28 de abril, em Goiânia. Todas as simpatias da imprensa se dirigiram a ele: em nenhum momento foi evidenciado que Mateus Ferreira era um dos ativos participantes de depredações a estabelecimentos comerciais e ateamento de fogo em materiais encontrados na rua. Desde logo foi intitulado “estudante”, a despeito de se encontrar naquela demonstração não como tal, de maneira ordeira, mas como integrante de uma turma de encapuzados dispostos a tudo. E é preciso ser claro que o termo estudante se aplicaria melhor a um adolescente, um “teenager”, do que a alguém bastante maduro, bem passado dos 30 anos, como Mateus Ferreira. A imprensa foi pródiga no entrevistar seus parentes, e evidenciar suas qualidades. A estes parentes não foi perguntado se advertiram Mateus Ferreira para se abster, se participasse de movimentações de rua, de depredações e agressões, que constituem crime. Mas vá lá. Mateus foi hospitalizado e passou por maus momentos. A todos nós, de boa vontade, cumpre desejar que se recupere e não se meta mais em episódios semelhantes, para o bem de todos e felicidade geral da nação. Mas chama a atenção, e peço aos leitores, como sempre faço, que me desmintam, se adianto inverdades: essa mesma imprensa, e essa esquerda, que tantas atenções dispensaram a Mateus Ferreira, até em nível nacional, sempre se calaram quando as vítimas de tumultos foram policiais. Um exemplo recentíssimo: dois dias antes do ocorrido com Mateus, na Universidade de São Paulo (USP), um grupo de universitários encapuzados, também a pretexto de protestar contra a reforma da Previdência, depredava e incendiava uma agência do Banco Santander, instalada no campus universitário justamente para atender os alunos. Um soldado da PM paulista, chamado a intervir, sofreu violenta pedrada na cabeça, e teve que ser internado com suspeita de traumatismo. Não teve qualquer solidariedade dos jornalistas, sua família não foi procurada. Nem sequer seu nome foi divulgado. E estava ali (ao contrário de Mateus Ferreira) para impor a ordem mínima necessária e para resguardar o patrimônio da universidade e dos próprios universitários turbulentos. No fim de novembro passado, num protesto contra a PEC dos Gastos Públicos, um grupo de black blocs em Brasília incendiava viaturas e depredava prédios públicos, quando a PM (que já levou até flechadas de índios) foi chamada. A reação dos black blocs foi violenta. Um cabo da PM, esfaqueado, foi hospitalizado. Um soldado foi atingido com uma pedrada na cabeça e também hospitalizado. Sabe o leitor o nome deles? Nem eu. Para a imprensa e as esquerdas, eles eram — e são — ninguém. Em Goiânia, estiveram três senadores visitando Mateus Ferreira: Gleisi Hoffman, Lindbergh Farias e Fátima (“é gópi!”) Bezerra. Nunca passou pela cabeça de nenhum deles visitar um policial ferido, ou prestar solidariedade a sua família. São livres para fazer o que quiserem, e muita gente boa acha que sua visita não engrandece, mas compromete Mateus Ferreira ainda mais com o que está errado. Mas o fato é que revolta muita gente o tratamento que a esquerdalha dispensa aos nossos policiais. Eu poderia citar muitos casos semelhantes. Mas para o bom entendedor, basta.

Por que pegam pesado contra Eduardo Cunha e esquecem Renan Calheiros?

[caption id="attachment_94282" align="alignnone" width="620"] Eduardo Cunha e Renan Calheiros: fica-se com a impressão de que o primeiro é protegido e o segundo, não[/caption] É assimétrico o tratamento que o Ministério Público e a Justiça dispensam a uns e outros nos recentes casos de corrupção. Já no mensalão chamou a atenção geral a disparidade entre as condenações do núcleo publicitário (Marcos Valério, por exemplo, foi condenado a 37 anos e seu sócio Ramon Hol­lerbach a 27 anos), do núcleo fi­nanceiro (Kátia Rabello e José Roberto Salgado, ambos do Banco Rural e ambos condenados a 14 anos) e aquelas do nú­cleo político (José Dirceu condenado a sete anos e Delúbio Soares a seis anos, por exemplo). Se tal disparidade causou estranheza, por outro lado foi benéfica ao país no Petrolão. Foi ela que ocasionou, por medo de condenações pesadas, a enxurrada de delações premiadas, permitindo que se levantasse o véu que encobria, desde o governo Fernando Henrique Cardoso, a promiscuidade entre empreiteiras e políticos. Agravada, lembremo-nos, nos governos Lula da Silva e Dilma Rousseff, com a adesão dos governos “bolivarianos” estrangeiros à quadrilha. Mas ainda existem estranhezas: por que tanta celeridade nos processos quando se tratava do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, hoje engaiolado, e não se aborrece o ex-presidente do Senado Renan Calheiros, a despeito da penca de processos abertos contra ele? Há uma sequência de depoimentos, ações, ameaças de prisão e até prisões quanto a algumas madames de atolados nos últimos escândalos, como Cláudia Cruz, mulher de Eduardo Cunha e Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral. Mas a “amiga” de Lula, Rosemeire Noronha, a despeito de ter “pintado o sete”, não é incomodada por ninguém, tendo sofrido apenas uma busca e apreensão de computadores, ao início de sua investigação pela Polícia Federal. E, “last but not least”, com evidências até menores, grandes empresas (como a Petrobrás) e Fundos de Pensão (como o Postalis, dos Correios e o Petros, da Petrobrás) foram investigados, mas ninguém até hoje bateu às portas suspeitíssimas do BNDES, de onde saíram os recursos para os “campeões nacionais” amigos do petismo, que quebraram e deixaram enormes buracos na instituição, e para os governos “bolivarianos” implantarem obras em seus países, também dirigidas a empreiteiras cúmplices. E de difícil retorno aos cofres do Banco.

A sociedade vai pagar pelo “mico” da telefônica Oi

Há algo de muito assimétrico entre as situações financeiras das operadoras de telefonia que operam no país. Enquanto Claro, Vivo e TIM funcionam normalmente, ao menos em aparência, e se enfrentam prejuízos, estes são apenas ocasionais, a Oi se arrasta em situação de agonia, e não encontra uma solução para sua situação pré-falimentar, para dizer o mínimo. Mesmo com todo esforço do governo e de grupos interessados, que estão dispostos a apostas no enorme potencial das comunicações brasileiras, a situação da Oi parece apenas se agravar a cada dia. Quando se fala em sua dívida estratosférica (65 bilhões de reais!), surgem as perguntas: como é possível uma empresa acumular tal passivo? O que ocorreu em sua história para chegar a esse disparate? Quem quiser a resposta, leia a revista “Piauí” número 125, de fevereiro deste ano. Vai encontrar um soberbo trabalho de reportagem, que só pode ser feito se somar determinação, faro de jornalista, boas fontes de informação e ajuda de quem tem muito conhecimento de finanças e contabilidade. Tudo isso está ali. Consuelo Diegues conta, ao longo de oito páginas (reportagem longa, mesmo para o perfil da excepcional revista), com detalhes, a história da Oi, que daria um bom roteiro para um filme hollywoodiano. Ingredientes não faltam: movimentações suspeitas de figuras do alto escalão do governo em países de três continentes (Brasil, Portugal e Angola), lances ousados de negócios, acionistas majoritários beneficiados enquanto a empresa afundava. E curiosidades, muitas curiosidades. Como a do filho do presidente Lula com interesses não muito explicados na empresa, um decreto do governo brasileiro (sob Lula) feito sob medida para um único negócio, a presença de José Dirceu (sempre ele) como lobista, uma parceria entre um empresário ligadíssimo a Lula (Sérgio Andrade, da Andrade Gutierrez) e o irmão do líder do principal partido de oposição a Lula no Congresso (Carlos Jereissati, da La Fonte, irmão do senador Tasso Jereissati), megacomplicações acionárias em Portugal e no Brasil envolvendo até um ex-primeiro-ministro português (e amigo de Lula), José Sócrates (que chegou a ser preso), e muita coisa mais. E Consuelo responde, em sua reportagem, aquela pergunta lá de cima: como a Oi acumulou tal passivo? “Pela utilização abusiva da empresa por seus antigos controladores — os grupos Andrade Gutierrez e La Fonte — e a excessiva interferência governamental.” Quem herdará o mico? Não é difícil de prever. Basta saber quem são os credores maiores da Oi: BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e os acionistas minoritários. Em outras palavras, sobrará para você, leitor. Vale a pena ler a reportagem. E perguntar uma vez mais: nunca será aberta a caixa de segredos do BNDES?

O romance “1984”, de Orwell, pode ser considerado plágio de “Nós”, de Zamiátin?

Há “coincidências” nos dois romances, mas a literatura do escritor britânico é ainda mais sombria. Os dois livros deveriam ser lidos por todos que vivem a liberdade, ainda que relativa, pois nem sempre se sabe o que ela vale

Apesar do desastre e dos alertas, o lulopetismo prepara seu “retorno” à política do Brasil

Não faltaram alertas sobre Hitler, Lênin e Stálin. Mas ninguém quis ouvir. Agora, assiste-se a possibilidade da volta de Lula ao palco central da política brasileira

Ministério Público é, por vias indiretas, o maior cabo eleitoral do petista-chefe

[caption id="attachment_90906" align="alignleft" width="620"] Lula da Silva, ex-presidente, e Rodrigo Janot, procurador-geral: falta de percepção do segundo, a respeito da influência nefasta do PT, que controlava a máquina pública, protege, por vias indiretas, o primeiro | Fotos: Ricardo Stuckart/Instituto Lula (Lula) e Sérgio Dias/ABR (Janot)[/caption] Um dos maiores cabos eleitorais de Lula da Silva, não por vontade própria, mas por falta de visão de sua cúpula, é o Ministério Público Federal. Lento, míope, preocupado com a reação das ruas, cometeu ao menos duas falhas graves, que beneficiam de Lula: não agiu com a devida presteza e nem muito afinco contra figuras graúdas ligadas ao petismo, como Renan Calheiros, enquanto fez o contrário contra figuras que o combatiam, como Eduardo Cunha. O MPF nunca evidenciou o fato de que, se todos os partidos têm suas falhas, foi o PT quem elevou a roubalheira ao patamar de ação governamental organizada, formando o quadrado de desvios Governo-Partido-Empreiteiras-Governos Estrangeiros. Principalmente com Rodrigo Janot, as denúncias parecem embutir a preocupação de mostrar imparcialidade, sendo preciso juntar todos os líderes e partidos numa mesma culpa, como se não fosse o PT o comandante do governo e da corrupção. O MPF deu a Lula o bordão de que todos os partidos são iguais na corrupção, o que de fato não é verdade. Não por virtude, mas porque quem tinha nas mãos a máquina, e a usou desbragadamente, foi o PT, partido dos tesoureiros e presidentes presos em série. Foi o PT quem pôs de joelhos a Petrobrás, algo impensável até então. Foi o PT quem praticamente faliu os Correios. Se Janot quer, a todo custo, ser im­parcial, está conseguindo o contrário. De­latores da Odebrecht falam que 90% do dinheiro da propina vinha das o­bras feitas no exterior. Ou seja, dos bi­lhões de dólares (do BNDES, principalmente) que Lula, Dilma e asseclas subtraíram do Tesouro, de nossas com­balidas Saúde, Educação e Se­gurança. E que entregaram a Angola, Cuba e outros, em conluio com a Odebrecht. Um tapa no rosto da nação brasileira.

O que pode impedir a candidatura de Lula da Silva à Presidência da República?

[caption id="attachment_90904" align="alignleft" width="620"] Lula da Silva: Lula pode estar inelegível em 2018, mas a lerdeza da Justiça é proverbial | Foto: Divulgação[/caption] Lula da Silva (PT) está em plena campanha para a Presidência da República. Todos os observadores po­líticos lúcidos sabem disso. Dis­cordam apenas sobre o início dela. Quando começou? Muitos colunistas políticos veem esse ponto de partida na mobilização feita em Mon­teiro, na Paraíba, no dia 19 de março, quando o petista resolveu reinaugurar o trecho do desvio do Rio São Francisco, que o presidente Michel Temer havia batizado dias antes. Mas é possível afirmar que há eventos anteriores que se inserem nes­sa campanha. Um, a movimentação na Avenida Paulista contra as reformas Trabalhista e da Previdên­cia, seguida de comício, no dia 15 passado. Outro, mais emotivo e surpreendente, o sepultamento de Marisa Letícia, no dia 4 de fevereiro, quando Lula não perdeu a ocasião de fazer pronunciamento que pode muito bem ser visto como político-eleitoral. Nenhum aparecimento de Lula desde o impedimento de Dilma Rousseff pode, a rigor, fugir ao figurino eleitoreiro, embora tenham se resumido a plateias de fiéis à seita do lulopetismo. Objeta-se que Lula poderá estar inelegível — e até mesmo preso — até a época do registro de candidaturas. Mas há que se levar em conta a lerdeza da Justiça e o fato de que não basta uma sentença de primeira instância — leia-se sentença de Sérgio Moro — para gerar efeitos mais retumbantes sobre uma candidatura. Seria preciso uma confirmação em tribunal colegiado. Viagens de jato As movimentações feitas até agora pelos petistas não aparentam falta de recursos. Lula da Silva se desloca em jato — ou jatos — que custam muito caro e ninguém sabe quem paga. Militantes mobilizados ganham diárias, transporte e os famosos sanduíches de mortadela. Quem custeia? Na Paraíba, percebeu-se que o poder público, na pessoa do governador petista (ora no PSB) Ricardo Coutinho e prefeitos, patrocinou os preparativos e o comício extemporâneo. Triste e ilegal. Mas parece que há ainda uma plêiade de “companheiros”, ONGs e assemelhados agarrados a órgãos públicos que encontram meios de ao menos em parte financiar, como faziam nos governos do PT, essas movimentações. Sem falar em grandes empresas que muito se aproveitaram dos “favores” da era petista.

Petismo está preocupado em retornar ao poder mas não com a crise do país

Tem havido competência, para não dizer cinismo ou desfaçatez, por parte de Lula da Silva e companheiros para ignorar o assalto ao dinheiro público e a devastação econômica pro­movidos pelo petismo. Escolhem uma impatriótica campanha contra a Reforma da Previdência para centrar sua fala política, convenientemente esquecidos do mensalão, do petrolão e da recessão que provocaram. São mestres nisso. Foram contra a Cons­ti­tui­ção, não porque a acharam ruim como é, mas porque a queriam pior. Foram contra a Lei de Res­pon­sabilidade Fiscal, o governo de união na­cional de Itamar Franco e contra o Pla­no Real, porque lhes convinha eleitoralmente. E danem-se o país e os po­bres que juram amar. Afinal a Re­forma da Previdência, por mais justa e necessária que seja, é facilmente manipulável junto aos menos esclarecidos, como “retirada de direitos dos mais pobres”.

Polícia Federal errou na Operação Carne Fraca e prejudicou a economia do país

A Polícia Federal sempre foi, desde sua estruturação em 1964, uma séria instituição do Estado. Salvo algum desvio pessoal de um ou outro integrante, nada no seu meio poderia ser classificado como falha. Deve-se a uma das figuras maiores do petismo, Márcio Tho­maz Bastos, quando ministro da Justiça (2003-2007), uma tentativa de partidarizá-la, fazê-la polícia política, e devem-se a ele os primeiros desvios e erros da instituição, de que não se livrou de todo até hoje. As operações espetaculares, televisivas, impróprias mesmo algumas vezes, que desabavam sobre os investigados como condenações prévias, foram criação do advogado petista. “Rico também vai em cana”, proclamava a cúpula do PT, pouco importando o grau de culpa dos exibidos na Rede Globo, como a dona da Daslu, Eliana Tranchesi. Eliana merecia uma simples investigação da Receita Federal e uma cobrança enérgica de impostos, seguida, se necessário, de um processo. Ganhou em 2005 uma prisão e a expiação em praça pública que a liquidou. O mesmo aconteceu com outros, e o ambiente chegou a criar um delegado Protógenes Queiroz, que de tanto exibicionismo, em 2004, não conseguiu inculpar ninguém, perdeu o cargo, elegeu-se deputado federal com auxílio do palhaço Tiririca e do anacronismo comunista ainda existente por aqui (PC do B), e desapareceu num rio de trapalhadas. Com a queda do petismo, não é mais fácil que a Polícia Federal aja politicamente, mas o gosto pelas câmeras de televisão seduziu delegados e agentes, e pode provocar estragos na corporação e fora dela. Como prova a desastrada Operação Carne Fraca, que está gerando muito mais malefícios do que benefícios, a ponto de entidades ligadas à própria Polícia Federal tecerem críticas, não aos seus objetivos, mas à sua condução. Críticas, aliás, endossados pelo juiz do feito, Marcos Josegrei da Silva, da 14ª Vara Federal de Curitiba. Não nos esquecendo de que a economia vinha dando sinais, ainda que tênues, de recuperação. Ao menos no setor de carnes, algum desemprego virá. Exibicionismo nas operações policiais, um entulho petista, entre os muitos a serem removidos.

Cadê Luciano Coutinho, do BNDES?

O BNDES continua uma caixa fechada, no que respeita aos governos do PT. Muitas responsabilidades precisariam ser apuradas, nas grandes operações para os protegidos do petismo, em que empréstimos não pagos eram transformados em debêntures e as debêntures em ações. Em operações em que acionistas se enriqueciam enquanto as empresas quebravam. Em empréstimos para governos “companheiros” que serviam para contratações de empresas “amigas” sem concorrência, gerando favorecimentos e propinas, além de desviar para o exterior recursos necessários internamente. Onde anda Luciano Coutinho, o ex-presidente do BNDES?

Romances, novelas e contos históricos de Portugal

Se em Portugal há literatura esplêndida sobre fatos históricos, no Brasil poucos escritores escreveram sobre a Guerra do Paraguai

Missão do governo de Michel Temer e dos próximos é e será remover o entulho petista

O Brasil vai levar anos para acabar com o Estado dentro do Estado criado pelo PT de Luiz Inácio Lula da Silva. Não será fácil, mas é uma missão urgente e incontornável que o país tem pela frente

Gastos de governo no Brasil correspondem a 40% do PIB; no Chile, a 23%

O Chile cresce e se desenvolve mais do que o Brasil porque investe certo em educação, organizou a saúde e fez as reformas previdenciária, trabalhista e judiciária

Confúcio, as cabras e a Polícia Militar

Policiais militares são o alvo preferido de desocupados, autointitulados defensores de direitos humanos, que atuam como se os integrantes da PM não os tivessem

Por que viajar para Portugal pode ser mais enriquecedor do que visitar Miami

No país de Camões e Fernando Pessoa, o brasileiro tem um encontro com sua história. Há cultura em cada canto das cidades portuguesas

Paulo Evaristo Arns não era um religioso exemplar e elogiou o ditador Fidel Castro

O cardeal criticava o regime militar brasileiro, mas defendia a cruenta ditadura cubana; e, mesmo cristão, perseguiu o presidente da Volkswagen, Wolfgang Sauer, que era democrata

A história de um homem que celebrou a amizade e a gentileza

O “tio” Patrick era uma fortaleza, atendia a todos com educação e delicadeza; ele faleceu de um câncer