Imprensa
No romance “Acabou o Medo”, a escritora americana fala de sexo na meia idade e do medo da velhice. Numa entrevista, afirma que emissoras de TV excluem as mulheres mais velhas
Pesquisa do Datafolha, feita com 2.771 pessoas, entre 21 e 23 de junho, constata que a imprensa é a segunda instituição mais confiável do país. 22% dos entrevistados garantem que confiam “muito” na imprensa, 48% um “pouco” e 28% “não confiam”. As Forças Armadas lideram: 40% confiam “muito”, 43% confiam um “pouco”, 15% “não confiam” e 2% não responderam.
A pesquisa confirma que a população sabe que a corrupção que assolava — talvez que assola — o país foi revelada, em larga medida, devido às reportagens de jornais e revistas, que, em termos de jornalismo investigativo, estão muito à frente das emissoras de televisão e rádio. A imprensa pauta todas as demais mídias — inclusive sites e blogs.
Não à toa pesquisas têm indicado que a imprensa dita tradicional é mais confiável — porque investe em informação de qualidade — do que as chamadas novas mídias. A rigor, sites e blogs mais repercutam aquilo que sai nos jornais e revistas do que publicam informações novas. Aqui e ali, os blogs e sites, como o Antagonista, furam os jornais e revistas. No geral, porém, tão-somente repercutam a produção dos veículos com mais experiência no mercado jornalístico. Parte da perda de credibilidade da imprensa se deve ao sensacionalismo de sites e blogs, que às vezes aderem à chamada pós-verdade.
O jornalista e escritor Paulo Francis costumava ironizar certos correspondentes internacionais, que seriam especialistas mais em “recortagens” do que em “reportagens”. Com a internet, que possibilita que todos possam verificar as informações de jornais internacionais, ficou mais difícil o “trabalho” dos “recórteres”. Qualquer deslize pode ser verificado imediatamente (a fragilidade da cobertura internacional, com o acesso fácil às reportagens dos jornais europeus, como “The Guardian”, e americanos, como “New York Times”, é cada vez mais evidente). Pois vários blogs, em todo o país, se tornaram “recórteres” do que sai na mídia que, sarcasticamente, denominam de “tradicional”.
As contradições da vida derrubam quaisquer planejamento de se construir “indivíduos” e “famílias” perfeitos. “Pastoral Americana” é um romance notável
Livro conta a história do existencialismo, que era uma espécie de filosofia e atitude, e dos existencialistas
Ele tinha 61 anos e lutava há dez meses contra o câncer
A boa notícia é que o Curta Mais permanece na internet
Negócios ditos legais às vezes não são tão legais assim. Mas vale frisar que o chefão da JBS e o chefão da política não foram julgados nem condenados pela Justiça
O Popular terceirizou sua opinião crítica para jornalistas de outros jornais, como Elio Gaspari e Eliane Cantanhêde
Comprei sobre as coberturas de guerra pelo jornalismo e descobriu que seu ex-dono era um grande leitor. Além de comentários, acrescentou artigos esclarecedores
Livro de jornalista alemão revela que o líder nazista usava drogas pesadas e que soldados alemães eram motivados por doses de metanfetamina
Líder nazista poderia ter construído a bomba atômica antes dos americanos, o que mudaria o resultado da Segunda Guerra Mundial
Livro de Carlos Eduardo Drummond e Marcio Nolasco não é trabalho meramente de fã; é resultado de uma pesquisa exaustiva/
Escrever de maneira correta e atraente pode ser uma arte, mas também pode se usar técnicas
O político aparece grudado num prédio — como se fosse uma preguiça gigante — construído de maneira ilegal, o que provocou sua demissão do governo de Michel Temer
O básico do bardo está publicado, mas, sobretudo para estudiosos, vale a pena conhecer até seus rascunhos e anotações

