Polícia
Um dos suspeitos foi levando ao Hospital de Urgências de Goiânia em estado grave. O outro teve ferimentos leves e foi encaminhado para a delegacia
Cinco estelionatários usavam nome de frigorifico para adquirir os bovinos de forma fraudulenta
Investigados são suspeitos de armazenar e compartilhar material pornográfico com outros usuários pela internet
No mês passado, ex-servidor foi interrogado a respeito do caso das joias das Arábias
Órgão cumpriu 30 mandados de busca e apreensão após suspeita de repasses irregulares, com ação em Goiânia
Megaoperação ocorre em 13 estados cumpre simultaneamente 228 mandados de prisão e 223 mandados de busca e apreensão contra membros de facções criminosas
Frigorífico teria gasto mais de R$ 3 milhões para quitar dívidas de candidato; processo corre em segredo de justiça
Nesta terça-feira, 9, agentes da Polícia Federal (PF) buscam provas de que empresa do ramo de proteína animal teria feito doações ilegais para candidato em campanha eleitoral de 2010 no Estado de Goiás. O inquérito policial, instaurado em 2019, apurou que os recursos doados ilicitamente superam R$ 3 milhões. Os crimes investigados são: associação criminosa, falsidade ideológica para fins eleitorais e lavagem de ativos.
Em entrevista exclusiva ao Jornal Opção, Braúlio Cardoso de Lorenzo - responsável pelo Serpes Pesquisa - confirma que agentes da PF foram ao instituto. " Recolheram os HD's dos computadores e falaram que iriam avaliar todo o conteúdo. Inclusive, estamos sem trabalhar neste momento", disse.

Braúlio explica ainda que não sabe qual pesquisa eles estavam buscando. "A gente guarda uns seis, sete anos, porque não temos espaço físico. Os policiais não nos informaram os detalhes do que buscavam. No ano passado, informamos o mesmo quando eles enviaram e-mail perguntando".
As doações de campanha não contabilizadas/declaradas a Justiça Eleitoral configuram caixa 2. Os policiais querem comprovar os ilícitos narrados por pessoas em delação premiada homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O nome dos investigados não foi revelado e o processo corre em segredo de justiça.
De acordo com a PF, a operação foi denominada O Fiador, porque a empresa colaboradora e seu sócio atuaram como fiadores das despesas e dívidas de campanha do agente político, liquidando e quitando tais dívidas sem ter recebido, em tese, qualquer bem ou serviço em troca.
Cinquenta Policiais Federais cumprem 11 mandados judiciais de busca e apreensão, expedidos pela 146º Zona Eleitoral de Goiânia, nas cidades de Aparecida de Goiânia/GO, Goiânia/GO e Luziânia/GO.
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