Bastidores

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PMDB numa encruzilhada: Daniel Vilela é a renovação e Iris Rezende simboliza o passado

Um dos políticos qualificados do PMDB de Goiás, o ex-prefeito de Goianésia não teria cuidado de sua "contabilidade"

A ex-deputada federal Iris Araújo pode assumir a presidência do PMDB?

A rejeição da ex-deputada federal é alta mesmo entre iristas da linha xiita

Peemedebistas de Catalão desaprovam veto de Iris Rezende a Adib Elias para presidir o PMDB

Líderes peemedebistas sugerem que o velho cacique paga com ingratidão a lealdade canina do ex-prefeito de Catalão Adib Elias com Iris Rezende10592810_693602904057974_3954307618619440557_n Líderes do PMDB de Catalão ficaram possessos com o veto do velho cacique Iris Rezende ao nome do deputado estadual Adib Elias para presidir o Diretório Estadual do partido. Peemedebistas de Catalão que Adib Elias é leal e sempre defendeu Iris Rezende. E isto quando poucos queriam defendê-lo. “O problema de Adib Elias é que, de tão submisso, acabou se tornando móveis e utensílios do irismo”, afirma um deputado peemedebista.

Ana Paula não abre mão da candidatura de Iris Rezende para prefeito de Goiânia. Vai ficar no caixa

Noutras eleições, os familiares do ex-governadores eram contrários que disputasse. Agora, querem vê-lo na disputa

Marconi Perillo é o principal responsável pela criação de mais duas universidades federais em Goiás

Mesmo que não se desconsidere as lutas anteriores, o trabalho decisivo foi mesmo do tucano-chefe goiano

Devido ao desgaste do prefeito Dioji Ikeda, José Essado pode disputar mandato em Inhumas

Se Abelardo Vaz for barrado pela Justiça, o peemedebista enfrentará, possivelmente, o médico João Antônio, do PSD

PMDB e PSDB podem fazer dobradinha eleitoral em Aparecida de Goiânia e Jataí?

Especula-se que Ozair José pode ser vice de Gustavo Mendanha e Vinicius Luz pode ser vice de Leandro Vilela

Baldy admite que o senador Ronaldo Caiado pode apoiá-lo para prefeito de Anápolis

O pré-candidato tucano não teria gostado de o prefeito João Gomes ter viajado para a Europa com o governador Marconi Perillo

Joesley Batista recebe sugestão de novo nome para a JBS: JBNDES

[caption id="attachment_49763" align="aligncenter" width="620"]Foto: reprodução / internet Joesley não teria gostado do comentário | Foto: reprodução / internet[/caption] A coluna Painel da Folha de S. Paulo publica na edição desta quarta-feira (28/10) que o empresário goiano Joesley Batista, dono da JBS, recebeu uma "sugestão" bem melindrosa durante um evento promovido pela revista britânica “The Economist”. Segundo informa o jornal, o irmão de Júnior Friboi desconversou ao ouvir uma provocação de que o gigante frigorífico deveria se chamar, na verdade, "JBNDES" -- em alusão ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES). A JBS foi fundada por José Batista Sobrinho (o Zé Mineiro), em Goiás, mas, atualmente, os filhos Joesley e Wesley Batista é que comandam as empresas. Desde a abertura do capital da JBS, em 2007, o grupo passou a receber "vultosos recursos" do BNDES, mas não em forma de empréstimo, e sim de participação acionária. Cogitou-se, ainda, a hipótese de que o ex-presidente Lula (PT) e um de seus filhos fossem sócios/donos da empresa. No entanto, nada foi comprovado.  

Ex-vice-prefeito de Uruaçu filia-se ao PSDB e deve apoiar Valmir Pedro para prefeito

O professor André Luiz da Silva, do IFG, é um dos políticos mais respeitados do município

PTB vai bancar Luiz Bittencourt para prefeito de Goiânia e quer ser protagonista

Jovair Arantes e os deputados estaduais do partido se unem para bancar um nome para a disputa na capital

Chapa dos deputados ganha apoio de Sandro Mabel, um reforço considerável

Chapa de Nailton Oliveira, bancada por Iris Rezende, perde um aliadoconsistente

Iris Rezende não comparece à comemoração do aniversário de Goiânia

Ex-prefeito, pré-candidato e aliado do atual mandatário, decano peemedebista não participou da inauguração da Praça Cívica

Iris Rezende no comando sugere para o eleitorado goiano que o PMDB não aceita renovação

[caption id="attachment_45415" align="aligncenter" width="620"]Iris Rezende: seu projeto é disputar a Prefeitura de Goiânia, em 2016, manter o controle do PMDB, mas não necessariamente dirigi-lo | Foto: Alexandre Parrode / Jornal Opção Iris Rezende: seu projeto é disputar a Prefeitura de Goiânia, em 2016, manter o controle do PMDB, mas não necessariamente dirigi-lo | Foto: Alexandre Parrode / Jornal Opção[/caption] O ex-prefeito de Goiânia e ex-governador de Goiás Iris Rezende confidenciou a pelo menos três políticos, com e sem mandato, que seu projeto número um não é assumir o comando do PMDB. Porque, se indicado para dirigir o partido, seu projeto número um — disputar a Prefeitura de Goiânia pela quarta vez — ficará comprometido. Se eleito para presidir o PMDB, Iris Rezende terá de frequentar o interior e, sobretudo, organizar as campanhas dos candidatos a prefeito pelo menos nos principais municípios do Estado. Se fizer isto, sendo cobrado a todo momento pelos líderes interioranos, terá de descuidar de sua própria campanha para prefeito de Goiânia. A saída? Escolher um vice-presidente representativo para, no interior, representá-lo. Funciona? Não. Porque os candidatos vão cobrar a presença não do preposto, e sim do titular, Iris Rezende. Porém, para evitar a disputa pelo comando do partido, é provável que Iris Rezende aceite dirigi-lo? Pode até aceitar, se o PMDB não sair “fraturado”. O peemedebista-chefe não aceitaria concorrer com nenhum outro nome do partido. Teria de ser ungido por todos. O deputado José Nelto e Nailton Oliveira admitem que apoiam Iris Rezende para comandar a legenda. O deputado Daniel Vilela disse, inicialmente, que iria para a disputa. Mas seu pai, o prefeito de Aparecida de Goiás, Maguito Vilela, por certo o forçaria a apoiar o peemedebista-chefe. Iris Rezende no comando do partido pode evitar a crise interna? Pode, ao menos circunstancialmente. Mas o recado de que manda tanto para os políticos jovens quanto para os eleitores goianos é um só: a velha cúpula do PMDB não aceita a renovação e os políticos jovens são cordeirinhos e não têm tutano para confrontá-lo. Basta Iris Rezende bater o pé e todos recuam e começam a incensá-lo. Quando cobrarem mudanças — renovação —, alternância de poder, os peemedebistas decerto serão lembrados de que só cobram modificações substanciais na “casa” dos outros.

Os principais nomes da base de Marconi Perillo para a disputa da Prefeitura de Goiânia

[caption id="attachment_49511" align="aligncenter" width="620"]Jayme Rincón, prioridade do governador; Giuseppe Vecci pode entrar no páreo; Thiago Peixoto é consistente; Vanderlan Carsdoso tem se aproximado do tucano-chefe | Fotos: Jornal Opção / reprodução / Facebook Jayme Rincón, prioridade do governador; Giuseppe Vecci pode entrar no páreo; Thiago Peixoto é consistente; Vanderlan Carsdoso tem se aproximado do tucano-chefe | Fotos: Jornal Opção / reprodução / Facebook[/caption] A eleição para prefeito de Goiânia será realizada no dia 2 de outubro de 2016 — daqui a 11 meses. Parece muito tempo, mas não é, sobretudo porque a campanha, com as mudanças na legislação, será curta — pouco mais de 40 dias, com 35 dias de programa na televisão — e os recursos, para a maioria dos candidatos, não serão fartos. O pré-candidato Iris Rezende, do PMDB, é o mais conhecido e, por isso, pode “mergulhar”. Mesmo assim, ao seu modo, recebendo pessoas no seu escritório e em sua casa, faz política em tempo integral. Já a base do governador Marconi Perillo (PSDB), apesar de certos movimentos, parece relativamente cautelosa — contribuindo para criar uma espécie de “vácuo”. O presidente da Agetop, Jayme Rincón, é o nome preferido de Marconi Perillo. Primeiro, porque é do PSDB. Segundo, porque é um gestor consagrado. Terceiro, tem vontade. Quarto, seu discurso é afiado. Quinto, não tem receio de enfrentar vacas sagradas como Iris Rezende. Depois de ter se posicionado de modo mais intenso, há alguns meses, Jayme Rincón “mergulhou” — concentrando-se mais na gestão das obras do governo. Mesmo com recursos escassos, trabalha de maneira incansável para entregar à sociedade obras no Estado e em Goiânia. Enganam-se aqueles que acreditam que está parado. Não está. Permanece articulando, sobretudo nos bastidores. Jayme Rincón é a única alternativa do tucano-chefe? Não é, porque um político da estatura de Marconi Perillo não trabalha, jamais, com apenas uma hipótese. O presidente da Agetop é o primeiro da fila. Se quiser, será candidato e terá apoio integral do tucano-mor. Mas há outros nomes a se considerar, tanto no PSDB quando em outros partidos da base governista. Fala-se que Marconi Perillo está preparando Giuseppe Vecci (PSDB) para voos mais altos. Porém, como para 2018, o candidato a governador tende a ser o vice José Eliton (PSDB), o deputado federal e economista, no caso de desistência de Jayme Rincón, passa a ser a primeira opção. No PSDB, há outros dois nomes consistentes: os deputados federais Waldir Soares e Fábio Sousa. Waldir está bem nas pesquisas — cada vez mais próximo de Iris Rezende —, mas tucanos sublinham que, ganhar com ele, não significa que o PSDB governará. O delegado “está” no PSDB, mas “não é” do partido. No fundo, quer que o partido submeta-se ao que pensa. É do PWS — Partido do Waldir Soares. Comenta-se que o vice-governador José Eliton, ao ser atraído para o PSDB, pode ser candidato a prefeito. A hipótese, se não pode ser descartada, é repelida com veemência pelo jovem político. Um nome sólido da base governista é o do secretário de Gestão e Planejamento, Thiago Peixoto, do PSD. Porém, disciplinado, sugere que respeita a fila, quer dizer, Jayme Rincón. Seu partido tem outro nome colocado — o deputado estadual Virmondes Cruvinel. O PP pode lançar o deputado federal Sandes Júnior. Há pelo menos dois outsiders, quase no estilo de Waldir. São Vanderlan Cardoso, do PSB, e Luiz Bittencourt. Independentemente do apoio do tucano-chefe, os dois devem ser candidatos. O PHS pode emplacar Eduardo Machado ou Marcelo Augusto.