Por Irapuan Costa Junior

Encontramos 562 resultados
Prisão de reitor que se matou precisa ser esclarecida

[caption id="attachment_113267" align="aligncenter" width="620"] Luiz Carlos Cancellier: o reitor era inocente?[/caption] É absolutamente necessário que se esclareça o envolvimento (ou não) do reitor da Universidade de Santa Cata­rina, Luiz Carlos Cancellier de Oliva, no desvio de recursos objeto da operação Ouvidos Moucos, da Polícia Federal. Luiz Carlos se matou após ser algemado e preso em casa, e passar dois dias na prisão. Se inocente, seu desafeto e acusador, Rodolfo Hickel do Prado, a delegada Érika Mialik Ma­rena, que pediu e supervisionou a prisão, o procurador André Ber­tuol que a avalizou e a juíza Juliana Cassol que a decretou, terão que ser pesadamente responsabilizados. Só bandidos defendem a impunidade. Mas tornar réu um inocente, prendê-lo e humilhá-lo com fundamento apenas na palavra de um delator (em geral, um bandido), é inaceitável no Estado de Direito.

É preciso não ter vivido sob o comunismo pra ser comunista

[caption id="attachment_113268" align="aligncenter" width="620"] Stálin: o homem que mandou matar 30 milhões de soviéticos[/caption] A revolução soviética completou um século em outubro (1917-2017). O regime, implantado na Rússia e fortalecido pela vitória da União Soviética sobre o nazismo, ao lado dos Estados Unidos e Inglaterra, estendeu-se pelo Leste Europeu, onde vigeu durante a segunda metade do século 20. Cerca de 200 milhões de pessoas viveram sob ele, até que o efeito dominó da queda do Muro de Berlim as libertasse — e esse é o verbo apropriado. Esperavam-se vastas comemorações do centenário comunista, principalmente na antiga União Soviética. Afinal, o comunismo governou metade do mundo dito desenvolvido, e pretendia se estender por todo o globo. O que vimos acontecer? Uma comemoração de 5 mil pessoas em toda a antiga URSS. Pouco mais de dois milésimos por cento da população. Número irrisório, desprezível. Há mais admiradores do regime comunista na universidade brasileira. Ou na Imprensa deste nosso país tropical. É preciso não ter vivido sob o comunismo para ser comunista.

O eleitor tende a escolher Alckmin, Meirelles, Bolsonaro ou Lula

É provável que o petista seja afastado do páreo pela Justiça, o que fortalecerá os políticos de centro e um de direita

Epifanias sobre uma cidade que ainda não exilou seus canários, tiús e saracuras

Num bairro de Goiânia, em que as matas foram preservadas, é possível encontrar vários tipos de animais

Governo deveria se preocupar mais com o combate ao tráfico de drogas do que com desarmamento

Não há prova alguma de que desarmar a população reduz a violência. A principal batalha tem de ser o desarmamento dos criminosos

Portaria sobre o trabalho escravo é uma boa medida e não deve ser apedrejada

A Portaria 1.129 sugere apenas que os produtores rurais devem ser tratados com respeito pelo Estado

Brasil transferiu à ditadura de Cuba cerca de 4 bilhões de reais. Retirados dos médicos cubanos

O programa Mais Médicos, ou Mais Ditadura, se tornou mais um instrumento do governo do PT para dar sobrevida à ditadura da família de Raúl Castro

Seis casos graves de “blindagem” em que a Justiça tarda e talvez falhe

Renan Calheiros, Orlando Silva, Luciano Coutinho, José Gabrielli e Rose Noronha: o que explica a blindagem do quinteto? Com a palavra magistrados e procuradores de justiça

Livro conta uma história do sandinismo, a doença crônica da Nicarágua

Apesar de omissões, livro de Sergio Ramirez, “Adiós Muchachos”, revela as entranhas da ditadura de Daniel Ortega

O que a Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos tem a dizer ao Festival de Cinema de Gramado

Festa de São Paulo é bancada pela iniciativa privada e 1 milhão de pessoas participam dela. A festa do Rio Grande do Sul é bancada pelo governo

Que democracia existe num país onde se assassinam 60 mil pessoas por ano?

Aqui, onde há superabundância de direitos, absurdamente suprimiu-se um direito, o da legítima defesa

Livro Verde não explica porque o BNDES “deu” bilhões à Odebrecht, JBS, Cuba e Angola

Procurador Rodrigo Janot está preocupado com 500 mil reais que seriam direcionados ao presidente Michel Temer, mas não dá importância aos bilhões “emprestados” aos empresários Joesley Batista e Marcelo Odebrecht

Compreendendo o caleidoscópio brasileiro

Algumas obras, tanto no estudo social quanto na ficção, são fundamentais para a compreensão da nossa realidade

Não nos esqueçamos da Petrobrás

Devemos sempre reavivar a curta memória nacional, para que não caia no esquecimento o que fizeram os últimos governos com a estatal de petróleo brasileira. Uma direção competente e correta como a atual estanca a sangria e aponta os rumos para uma recuperação da empresa, mas não faz milagres. Recuperar a Petrobrás demandará tempo, e nunca será uma tarefa completa, pois existirá sempre a fragilidade estatal. A corrupção, o empreguismo, os altos salários existirão enquanto a empresa for pública, ainda que em níveis muito diferentes dos que vimos nos últimos anos, quando a Petrobrás beirou a bancarrota. Ainda há muito a fazer. A petroleira havia se transformado num cabide de empregos. O número de funcionários diretos havia dobrado, de 2002 para 2014, passando de 40 mil para mais de 80 mil. Pior ainda, o número de terceirizados havia triplicado no mesmo período, de 120 mil para 360 mil. Para mostrar o exagero desses números, basta dizer que somados, os funcionários das três maiores empresas de petróleo do mundo (Exxon, Shell e British Petroleum), pouco ultrapassam a metade dos funcionários da Petrobrás. E faturam, essas empresas em conjunto, quase dez vezes o que fatura nossa petroleira. A dívida da Petrobrás, que era de aproximadamente 20 bilhões de dólares em 2002, hoje passa dos 120 bilhões. É uma das maiores dívidas corporativas do planeta, e a maior de uma companhia petrolífera. O presidente da empresa, Pedro Parente, afirma que dois terços dessa dívida não foi contraída de molde a produzir retorno, isto é, não foram recursos aplicados em investimentos produtivos. O que ele não quis dizer, é que foram empréstimos para cobrir corrupção, corrigir má gestão, ou tapar buracos deixados pelo mau uso político da empresa. Há que se trabalhar muito, exercer uma severa vigilância e demonstrar bastante competência para superar a devastação a que foi submetida a Petrobrás nos governos petistas. E esperar que sejam devidamente responsabilizados os devastadores, principalmente os principais, os que presidiram a Petrobrás e o país. Não podem Lula, Dilma, Gabrielli e outros ficarem esquecidos, depois do que fizeram à Petrobrás.

5 fatos que pedem inquéritos da Procuradoria-Geral da República

A ideologia é mais destrutiva do que a corrupção, mas os procuradores federais fazem vistas grossas para o descalabro dos “investimentos” no PT na Bolívia e em Cuba