Por Irapuan Costa Junior

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Cadê Luciano Coutinho, do BNDES?

O BNDES continua uma caixa fechada, no que respeita aos governos do PT. Muitas responsabilidades precisariam ser apuradas, nas grandes operações para os protegidos do petismo, em que empréstimos não pagos eram transformados em debêntures e as debêntures em ações. Em operações em que acionistas se enriqueciam enquanto as empresas quebravam. Em empréstimos para governos “companheiros” que serviam para contratações de empresas “amigas” sem concorrência, gerando favorecimentos e propinas, além de desviar para o exterior recursos necessários internamente. Onde anda Luciano Coutinho, o ex-presidente do BNDES?

Romances, novelas e contos históricos de Portugal

Se em Portugal há literatura esplêndida sobre fatos históricos, no Brasil poucos escritores escreveram sobre a Guerra do Paraguai

Missão do governo de Michel Temer e dos próximos é e será remover o entulho petista

O Brasil vai levar anos para acabar com o Estado dentro do Estado criado pelo PT de Luiz Inácio Lula da Silva. Não será fácil, mas é uma missão urgente e incontornável que o país tem pela frente

Gastos de governo no Brasil correspondem a 40% do PIB; no Chile, a 23%

O Chile cresce e se desenvolve mais do que o Brasil porque investe certo em educação, organizou a saúde e fez as reformas previdenciária, trabalhista e judiciária

Confúcio, as cabras e a Polícia Militar

Policiais militares são o alvo preferido de desocupados, autointitulados defensores de direitos humanos, que atuam como se os integrantes da PM não os tivessem

Por que viajar para Portugal pode ser mais enriquecedor do que visitar Miami

No país de Camões e Fernando Pessoa, o brasileiro tem um encontro com sua história. Há cultura em cada canto das cidades portuguesas

Paulo Evaristo Arns não era um religioso exemplar e elogiou o ditador Fidel Castro

O cardeal criticava o regime militar brasileiro, mas defendia a cruenta ditadura cubana; e, mesmo cristão, perseguiu o presidente da Volkswagen, Wolfgang Sauer, que era democrata

A história de um homem que celebrou a amizade e a gentileza

O “tio” Patrick era uma fortaleza, atendia a todos com educação e delicadeza; ele faleceu de um câncer

Michel Temer não é Itamar Franco, mas defender seu governo é salvar o Brasil

Políticos não veem o quanto estão desacreditados perante a sociedade, que trabalha, paga impostos e sente a falta dos mais elementares serviços de educação, saúde e segurança

Equívoco provinciano de Mauro Santayana, Arnaldo Jabor e Janio de Freitas sobre vitória de Donald Trump

O que os jornalistas brasileiros não dizem é que o presidente eleito pelo Partido Republicano é democrata e que a civilização não está ameaçada

Desarmamento e o desrespeito da vontade expressa da população

Medida resulta em aumento de criminalidade em todos os países onde foi experimentado e o governo brasileiro não agiu para impor o desarmamento da marginalidade

José Mariano Beltrame: uma década de “jeitinhos” e fracassos

A ideia de pacificar traficantes e polícia, ou bandidos e sociedade, é uma mediação equivocada. A polícia deve prender bandidos, não assinar tratados de paz, até porque eles não cumprem tratados

Balanço mostra que eleitor brasileiro rejeitou o PT de Lula e eleitor paulistano avalizou Alckmin

O PT elegeu 644 prefeitos em 2012 e apenas 241 em 2016. Trata-se de uma queda abissal. Caciques como Renan Calheiros, José Sarney e Jader Barbalho saíram-se muito mal

Dilma Rousseff preferiu sacrificar o labrador Nego. Eu não sacrifiquei nem vendi o burro Sabiá

Nego, presente de Zé Dirceu para a ex-presidente, estava velho e doente. Foi sacrificado. Sabiá, quando ficou velho, foi muito bem tratado

Quadro de medalhas da paraolimpíada não reflete desempenho real dos brasileiros

Continuo a pensar que a classificação dos países apenas pelas medalhas de ouro conquistadas, desconhecendo, como se não existissem, os segundos e terceiros lugares e suas medalhas de prata e bronze, é uma rematada estultice. Acompanhe o leitor meu raciocínio: se um país A conquista onze medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze, logo treze medalhas, é dado como à frente de outro, que conquistou dez medalhas de ouro, vinte de prata e vinte de bronze, cinquenta no total. Não seria inteligente também uma classificação pelo número total de medalhas: um país que conquistasse onze medalhas de bronze, evidentemente, não seria mais destacado no campo esportivo do que um com dez medalhas de ouro. Mas seria totalmente lógico, cartesiano, um método classificatório que desse peso às medalhas, como eu disse na semana passada: três pontos para cada medalha de ouro, dois para cada de prata e um ponto para cada bronze alcançado. Foi injusto classificar o Brasil em oitavo lugar nas paraolimpíadas, levando em conta apenas os ouros. Veja como muda a classificação dos dez maiores paraolímpicos se dermos pesos às medalhas (O Brasil ficaria perto do quinto lugar que almejava).