Por Herbert Moraes
Desde a operação que matou o líder supremo no primeiro dia de guerra, o regime islâmico parece ter se esquecido que havia um outro front neste conflito: a economia do país
O bloqueio americano na entrada do Estreito de Hormuz é uma tentativa de os Estados Unidos pressionarem a China a usar sua influência sobre o Irã para um acordo definitivo
No século XXI, a arte chegou ao limite da percepção quando surgiram os primeiros trabalhos de artistas que exploram a linha entre o visível e o invisível, convidando o espectador à uma viagem ainda mais profunda no simples ato de olhar
Há anos que o controle militar naval do Mar Cáspio é restrito apenas à Moscou e Teerã. É por ali que a Rússia e o Irã realizam transações secretas de importação e exportação de armamentos
Se a espaçonave tiver um simples arranhão ou uma fissura minúscula é o fim. Mas o mundo inteiro espera que dê tudo certo para os astronautas
Neste momento do conflito, uma simples trégua já é o melhor dos mundos para Trump. Assim o presidente americano não terá que se comprometer em cumprir as demandas estabelecidas num suposto acordo bilateral
Há poucas horas do fim do prazo para o Irã aceitar acordo e abrir o Estreito de Hormuz, o presidente do EUA disse: “Uma civilização inteira morrerá nesta noite”. E acrescentou: “Não quero que aconteça, mas provavelmente acontecerá”
Donald Trump mandou um recado para o regime dos aiatolás: “Abram o Estreito de Hormuz imediatamente ou a partir de amanhã vocês saberão o que é viver no inferno”

A edição número 22 do Jornal Opção de 16 a 22 de maio de 1976, traz na capa a ilustração do cartunista, Jorge Braga, que chama a atenção para a fuga do público goiano dos teatros. A plateia totalmente vazia, com apenas um tímido espectador presente, retrata, com humor e crítica, o drama que os teatros de Goiânia viveram há meio século.
Presidente americano vai focar em tomar a ilha Kharg no Golfo e recuperar os estoques de urânio enriquecido do Irã
Quatro astronautas, três americanos e um canadense embarcam numa jornada que vai durar 10 dias e 1,1 milhão de quilômetros no espaço.
Aviões B-52 com bombas atômicas e outras ogivas rumo ao Irã. Se o presidente americano cumprir o prometido, a guerra termina no dia 7 de abril
O Brasil levou 30 anos para conseguir diminuir o tabagismo à níveis históricos, e agora corre o risco de colocar tudo a perder em apenas dez anos simplesmente porque não combateu algo que pode alterar o destino de toda uma geração

A edição número 4 do Jornal Opção foi publicada em 11 de janeiro de 1976. A capa, em preto e branco, traz uma árvore frondosa e algumas silhuetas por toda a copa. Abaixo o título: Cassações. Nessa época, o Brasil ainda estava sob o regime militar e quem comandava o país era o general Ernesto Geisel. O jornal questiona a onda de cassações dos mandatos de deputados e suspensões de poderes políticos, e ainda afirma (sob risco de fechamento pela censura) que isso representava um atraso no processo de distensão proposto pelo presidente Geisel. O clima era tão pesado que, após anunciar a cassação de dois deputados de São Paulo, o ministro da Justiça à época, Armando Falcão, apenas disse que “o ato foi baseado no interesse da Revolução de 64. E só”.
Para não chamar a atenção dos militares, o Jornal Opção optou pela árvore na capa, e lá dentro, entre as folhagens estão escondidos os deputados e senadores que ainda não tinham sido cassados pela ditadura.
Esta será a maior mobilização militar americana desde a guerra no Iraque, em 2003.

