Por Alexandre Parrode
União de nove estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil tem como objetivo desenvolvimento sustentável da região
Em parceria com o Movimento Camponês Popular (MCP) e a Caixa, gestão Marconi entregou benefícios em Divinópolis, Guarani, Crixás e Uirapuru
Detido, de apenas 19 anos, estava exibindo o pênis quando foi abordado pelos policiais
Presidente da Comissão de Cultura, deputado goiano busca apoio para companhia de dança
Para deputado federal Daniel Vilela, governo não tem votos suficientes para aprovar matéria no plenário
Vilelismo sugere que bancar o senador do DEM é o mesmo que entregar o comando do partido a Iris Rezende
Há quem aposte que, se o ministro da Fazenda for candidato, João Doria pode ser candidato a governador de São Paulo
Ao contrário do que muitos pensam, o petismo não está morto em Goiás
Se não lançar candidato a governador, o PMDB pode encomendar a missa de sétimo dia, afirma o deputado aos peemedebistas do interior
Equipe do prefeito não se considera ruim e avalia que não tem um líder para renovar Goiânia e motivá-la
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Vice-governador José Eliton, secretária Raquel Teixeira e governador Marconi Perillo | Foto: Jota Eurípedes[/caption]
Incansável, o governador Marconi Perillo visitará oito cidades, nesta semana, com o objetivo de lançar o programa Goiás na Frente.
O Goiás na Frente resultou num sucesso extraordinário, mobilizando todo o interior, que só agora muitos estão percebendo o dano da crise econômica nacional nas cidades. Os recursos que o Estado está levando tende a revitalizar as economias municipais. Os prefeitos e a população estão entusiasmados. Trata-se de uma agenda das mais positivas. Em Cidade Ocidental, um deputado até brincou: “O Goiás na Frente, que colocará a ‘oposição atrás’, até parece o Plano Real quando foi lançado”.
Uma cidade que, de repente, recebe 3 ou 5 milhões de reais para obras, para aplicação direta e rápida, tende a se movimentar em termos econômicos e, até, a gerar novos empregos.
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Andrey: à serviço de Iris | Foto: Fernando Leite[/caption]
Vereadores da Câmara Municipal de Goiânia lamentam que seu presidente, Andrey Azeredo (PMDB), trate o Legislativo não como um poder independente, e sim como uma extensão da Prefeitura de Goiânia. “Andrey pede a bênção do prefeito Iris Rezende para qualquer decisão que precisa tomar na Câmara”, afirma um vereador.
Não fosse a presença ativa de alguns vereadores, como Eliaz Vaz (PSB) e Cristina Lopes (PSDB), a Câmara deveria ser transferida para o Paço Municipal. Porque Andrey Azeredo transforma-a, todos os dias, numa extensão da prefeitura.
Jorge Kajuru (PRP), embora seja mais tolerante com Iris Rezende, também é um vereador posicionado e contribui para que a Câmara não se torne uma autarquia do Paço Municipal.
O senador do DEM, como o PMDB resiste a apoiá-lo, está construindo uma base político-eleitoral independente
Deputado sublinha que há ações do governo em todo o Estado e que a oposição está ausente. “Vamos eleger o governador”
Conhecido como Evandro do Privê, o prefeito estaria governando para um grupo, esquecendo-se do povo e dos demais grupos empresariais

