Ao contrário do que muitos pensam, o petismo não está morto em Goiás

Antônio Gomide | Foto: Fernando Leite

O PT de Goiás não está morto, como não estão mortos seus líderes. O deputado federal Rubens Otoni, quando muitos ficam circunscritos à política de Goiânia — pra aparecer na mídia da capital —, trabalha, de maneira intensa, no interior. Fica-se com a impressão de que mora nas estradas e é onipresente. Porque chegam notícias de sua presença em dezenas de municípios de um Estado cujo território é maior do que Cuba, Portugal e Israel juntos. Seu irmão, Antônio Gomide, embora tenha se apequenado ao disputar mandato de vereador em Anápolis, pode ser candidato a governador de Goiás em 2018, sobretudo se Daniel Vilela fechar aliança com Ronaldo Caiado.