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Governo realizou 2 mil cirurgias em maio

[caption id="attachment_128187" align="alignleft" width="620"] Wanderlei Barbosa: “O governador Mauro Carlesse está reduzindo as filas de espera por cirurgias”[/caption] A Secretaria de Estado da Saúde divulgou, na quarta-feira, 20, que foram realizadas mais de 2 mil cirurgias em todo o Tocantins, das quais cerca de 600 são eletivas. Esses números compreendem procedimentos realizados no atendimento de rotina dos hospitais e também os realizados nos horários extras e fins de semana, dentro do mutirão de cirurgias eletivas, que tem como meta zerar as filas de espera. Inicialmente, 5.547 pacientes serão atendidos, alguns aguardando por cirurgias eletivas há mais de quatro anos. Segundo o secretário de Estado da Saúde, Renato Jayme, a Pasta trabalha para diminuir o espaço de tempo entre a indicação da cirurgia e a realização do procedimento eletivo. “Nossas unidades recebem um número muito grande de demandas, inclusive oriundas de outros Estados e não podemos deixar de atender, pois elas são porta aberta do SUS”, destacou o gestor, acrescentando que os mutirões estão sendo realizados justamente para atender essa demanda reprimida nos hospitais e que a satisfação do usuário atesta a qualidade dos serviços prestados nas unidades hospitalares. O candidato a vice-governador na chapa de Mauro Carlesse (PHS), deputado estadual Wanderlei Barbosa (PHS), destacou as ações do governo em diversas áreas, como a saúde, por exemplo, que é prioridade para o governador, e com ações simples como o Opera Tocantins, que vem apresentando resultados satisfatórios na saúde tocantinense. “O governador Mauro Carlesse está reduzindo as filas de espera por cirurgias”, disse o candidato. Ele reiterou que a gestão de Carlesse, em poucos dias, já conseguiu fazer muito, lembrando do abandono dos municípios por parte do governador cassado. O vice de Carlesse disse que o governador interino vai continuar aplicando os recursos e desenvolvendo os projetos que vão garantir a retomada do crescimento do Estado, gerando oportunidades à população.

Interdição de hospital causa debate no Legislativo

Vigilância Sanitária do Estado fecha hospital de Formoso do Araguaia por dois dias e deputados repercutem o fato na tribuna do Parlamento

Ex-governador Sandoval Cardoso é condenado à prisão pelo crime de peculato

Desvios de recursos ocorreram quando Sandoval presidiu a Assembleia Legislativa

Vicentinho é uma raposa política mas enfrenta aquele que tem a chave do cofre

[caption id="attachment_125860" align="alignleft" width="620"] Senador Vicentinho Alves (PR) | Foto: Reprodução[/caption] O senador Vicentinho Alves (PR) começou a campanha pela via transversa. Na condição de presidente estadual do Partido da Re­pública, aplicou um “golpe de karatê” no ex-aliado e prefeito de Ara­guaína, Ronaldo Dimas — atualmente sem partido – retirando-lhe a oportunidade de ser candidato, para ele mesmo, Vicentinho, o fazê-lo. Sob a égide do mandato de senador e presidente do partido, considerou que seu cacife eleitoral era mais do que suficiente e partiu para outras alianças. Algumas problemáticas, diga-se de passagem. Quase deu errado, a ponto de ficar a um fio de não participar do segundo turno das eleições. Salvou-lhe o fato de ter conquistado o apoio de alguns prefeitos de cidades minúsculas, que lhe acudiram na última hora. Contudo, Vicentinho não superou seus adversários nem em Porto Nacional, seu domicílio eleitoral e cidade da qual já foi prefeito. Mas ele é um político profissional, portanto habilidoso, e pode dar a volta por cima. Em Paraíso do Tocantins, outra decepção: o grande aliado Moisés Avelino também não foi capaz de lhe transferir muitos votos e, naquela cidade, amargou o quarto lugar, ficando atrás até mesmo de Marlon Reis (Rede). Na cidade de Ara­guaína, outro vexame não conseguindo sequer 6 mil votos. Em Gurupi não foi diferente. Ficou na quinta colocação com apenas míseros 1.470 votos. Um fiasco que respinga no prefeito da cidade, Laurez Moreira (PSDB), e na deputada federal Josi Nunes (PROS), uma vez que na condição de líderes da cidade, não conseguiram — nem de longe — transferir votos ao referido candidato. Aliás, quem demonstrou força em seu próprio território foi o governador interino Mauro Carlesse (PHS), que obteve 56,75% dos votos válidos, quase três vezes a votação do segundo colocado. Em Palmas, a aliança com os rejeitados Marcelo Lelis e Claudia Lelis também não lhe rendeu frutos. Obter apenas 7.932 votos dentre os mais de 127 mil computados na capital foi simplesmente pífio. Enfim, o candidato não ganhou em nenhuma cidade representativa do Tocantins e sua ida ao segundo turno é fruto da conduta do velho adágio “de grão em grão se enche o papo”. É pouco, muito pouco mesmo, para enfrentar as urnas no segundo turno eleitoral. É difícil que o senador, ora candidato, mesmo trocando de marqueteiro [contratou a agência Public], consiga angariar muito mais votos do que já teve no primeiro turno. É que os votos do candidato Marlon são eminentemente ideológicos e dificilmente migrariam para ele, enquanto o perfil dos eleitores de Amastha também não se encaixa com o modelo político que Vicentinho cultua e adota. Já os eleitores de Kátia – considerando que ambos não se bicam – também estariam mais propensos a rejeitar Vicentinho. Inobstante a isso, há rumores, à boca pequena, que o caixa da campanha está magro e isto pode influenciar em demasia nos próximos dias de andanças pelo Estado. Porém, como é uma raposa política, não será surpresa se Vicentinho superar Carlesse. Ele é mais político do que o governador, quer dizer, articula mais. A diferença é que o caixa forte está com Carlesse.

ATM defende mais ação dos municípios na eliminação dos lixões

[caption id="attachment_127559" align="alignleft" width="620"] Foto: Divulgação[/caption] A ATM promoveu um grande Encontro Técnico de prefeitos, presidentes de Câmara de Verea­dores e secretários municipais de Meio Ambiente, cujo tema foi a Gestão dos Resíduos Sólidos no Tocantins, com o objetivo de promover a adequação dos Municípios à Política Nacional de Resíduos Sólidos. O evento foi organizado por uma comissão de instituições que envolvem TCE, Associação To­can­tinense de Municípios (ATM), Ministério Público do Estado (MPE), Naturatins, Secretaria Esta­dual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e União de Vereadores do Tocantins (UVET). “Os Municípios tocantinenses precisam avançar o processo de eliminação dos lixões e impulsionar a implementação dos aterros sanitários. O prazo encerrou em 2014 e as penalidades são duras aos gestores municipais que ainda não adequaram os municípios na Política Nacional de Resíduos Sólidos”, alertou o presidente da ATM e prefeito de Pedro Afonso, Jairo Mariano (PDT). As sanções aplicadas aos gestores que não cumprirem a legislação variam de detenção, que vai de um a três anos, determinada pela Justiça comum, ao pagamento de multa que pode chegar até R$ 100 mil, no âmbito do TCE. A Política Nacional de Resí­duos Sólidos (Lei 12.305/2010) determinou que União, Estados e Municípios elaborassem os Planos Municipais de Resíduos Sólidos até o exercício de 2012. O prazo dado pela lei aos Municípios para a destinação ambientalmente correta dos resíduos sólidos e para a construção de aterros sanitários findou em 2014. “De lá para cá, os municípios vem executando as etapas dessa política, mesmo diante da falta de recursos financeiros e técnicos. Temos ainda a esperança de que o prazo seja prorrogado”, explicou Mariano.

Justiça determina redução de comissionados na Câmara de Palmas

Casa de leis é condenada a reduzir quantidade de servidores comissionados, determina liminar

Vereador suspeito de compra de votos é detido com santinhos de Carlos Amastha

Coligação 'A verdadeira Mudança' e o candidato Carlos Amastha informaram que desconhecem o caso

Kátia Abreu recebe apoio dos prefeitos de Goianorte e Aparecida do Rio Negro

Candidata tem recebido apoio de gestores municipais de regiões estratégicas do Estado [caption id="attachment_118549" align="alignright" width="620"] Reprodução[/caption] Na reta final da campanha eleitoral suplementar, a campanha da candidata Kátia Abreu tem avançado a cada dia. Os prefeitos de Goianorte, Luciano de Oliveira e de Aparecida do Rio Negro, Deusimar Amorim, ambos do PSD, manifestaram irrestrito apoio e estão trabalhando duro para eleger a senadora como a primeira governadora do Estado. "Kátia é a mais preparada", disse Deusimar Amorim. Já o prefeito Luciano compartilha da mesma opinião. “Estou com Kátia porque ela é a mais preparada, tem pulso firme, é conhecida no Tocantins e no Brasil. Somente ela pode trazer empresas para investir e desenvolver o nosso Tocantins”, e assinalou que Kátia vai colocar o “Tocantins nos trilhos, pôr fim a essa política de promessas que só paralisou o Estado”. Segundo Oliveira, ela já provou que é uma grande gestora quando esteve à frente da Federação da Agricultura do Tocantins, da Confederação da Agricultura do Brasil e do Ministério da Agricultura. Ela vai fazer muito pelas pessoas que mais precisam”, concluiu.

Procurador-Geral de Justiça, Clenan Renaut se aposenta

Chefe do Ministério Público disse que já deu toda sua contribuição à instituição e quer se dedicar à família e cuidar da própria saúde

6 mil eleitores atendidos no último dia

O último dia de atendimento para o fechamento do cadastro eleitoral para as Eleições Gerais de 2018, na quinta-feira, 10, um total de 5.882 eleitores foram atendidos nos 33 cartórios eleitorais do Tocantins. Em Palmas foram atendidos mais de 1.300 eleitores. Em Araguaína (1ªZE) foram mais de 700 atendimentos e Gurupi (2ªZE) mais de 1.000. Os serviços oferecidos foram transferência domiciliar, alistamento eleitoral, regularização da situação eleitoral, inclusão de nome social, entre outros. As pessoas que não conseguiram resolver suas pendências junto à Justiça Eleitoral só terão nova oportunidade após as eleições, a partir do dia 5 de novembro.  No caso do eleitor que não conseguiu transferir seu título poderá justificar seu voto no dia das eleições, em qualquer seção eleitoral ou em até 60 dias após o pleito.

Candidaturas de Amashta e Kátia Abreu sofrem pedidos de impugnação

Contestações já começaram a ser interpostas nesta segunda-feira (30). É o início do período eleitoral suplementar no Estado

Amastha segue espantando aliados

[caption id="attachment_122477" align="alignleft" width="620"] Foto: Reprodução[/caption] Se tem algo que o ex-prefeito de Palmas Carlos Amastha (PSB) sabe fazer, e também cultivar com maestria, é inimigo. O rol é extenso, mas na semana que se passou, houve uma saravaida e, desta vez, o cultivo foi pesado. Logo após a convenção do partido que o indicou a candidato a governador na eleição suplementar, Amastha perdeu seu fiel aliado, o prefeito de Dianópolis, Padre Gleibson (PSB). É que após o ex-prefeito se coligar com PT e PCdoB, o religioso considerou como inconcebível continuar a caminhada com ele. Para o prefeito, o discurso de Carlos Amastha foi maculado com a aliança. “Eu não comungo. Este discurso da ‘nova política’ que carregava, esta vontade de transformação e mudança, inclusive a fala contra esta ‘velha política, caiu por terra. Então, não tenho motivo para seguir. Onde tiver PT, não estou”, sentenciou. “O meu problema não é com o candidato, não é com o partido. Amo o PSB. Tenho dois vereadores, um monte de gente filiada, foi meu primeiro partido. Só que deu um tiro no pé, uma bola fora. Não tenho interesse em continuar”, justificou o prefeito. Moreira era o único prefeito do PSB, que agora não conta com mais nenhum gestor no Tocantins, dentre todos que havia conseguido eleger em 2016. O partido havia conquistado nove prefeituras, das quais sete prefeitos deixaram a legenda no ano passado para ingressar no PSDB e Amastha renunciou ao mandato no início de abril. Perdendo os aliados que possui, fazendo inimigos institucionais, deixando “rabo de palha” para os adversários botarem fogo, e, finalmente, se aliando ao PT, partido responsável pelo maior esquema de corrupção que já se teve notícia, como Amastha pretende ganhar a eleição suplementar? Só se for por milagre...

Ex-deputado estadual e federal Junior Coimbra morre em acidente automobilístico

Capotamento ocorreu em Dorilândia, povoado que é distrito de Sandolândia

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Parlamentar petista foi condenado por improbidade administrativa relacionada à sua administração enquanto prefeito de Porto Nacional