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Geração de emprego em Anápolis segue retomada e fecha 2019 com salto positivo 

Criação de novo polo industrial na cidade gera expectativa de contratação de 10 mil trabalhadores A cidade de Anápolis fechou o ano de 2019 com um saldo positivo na geração de emprego. Segundo os dados do Caged, foram abertos novos 1.142 postos de trabalho. O resultado demonstra que o município conseguiu manter nos últimos três anos um ritmo de crescimento na oferta de trabalho formal. O mercado de trabalho em Anápolis registrou uma forte retração nos anos de 2015 e 2016, com fechamento de 3,5 mil vagas. Mas de 2017 para cá tem conseguido alcançar um constante crescimento,  e já contabiliza no acumulado dos últimos 3 anos o total de 4.700 vagas formais ofertadas na cidade.  O município tem lugar de destaque no estado quando se trata do setor industrial. E para 2020, a expectativa é de os investimentos resultem em geração de mais emprego. É aguardado para este ano o lançamento do novo polo industrial de Anápolis. Quando alcançar o pleno funcionamento as empresas instaladas deverão empregar 10 mil trabalhadores.  “Para alcançar estes resultados positivos, colocamos em prática uma série de ações estratégicas, que foi desde a qualificação profissional gratuita para a população até a desburocratização da máquina pública”, explica o prefeito Roberto Naves (PP). O investimento na infraestrutura da cidade também é apontado com o um dos motivos para o resultado na geração de emprego.  “Novos investimentos, que geram empregos e desenvolvem economicamente uma região, só são realizados quando o empresário vê um cenário favorável e se sente confiante”, pontua o secretário. Ou seja, quando há menos burocracia, mais investimentos em educação e inovação, os ganhos de eficiência, controle e transparência são diretos -- não tem como errar, é para frente que se vai”, diz secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Anastacios Apostolos Dagios.

Inovação

Saindo à frente das grandes capitais, Anápolis foi a primeira localidade da região Centro-Oeste a implantar a emissão totalmente online do alvará de construção - documento que autoriza a execução de obras e serviços no município -, um dos processos mais burocráticos e demorados para o segmento da construção civil. O trâmite, que antes levava de 45 a 60 dias, passou a ser solucionado em até 48 horas. 

Novo polo industrial

Com foco nas empresas de base tecnológica, que não geram resíduos ou qualquer tipo de efluente, o novo polo industrial será instalado na região da chamada grande Recanto do Sol, porção norte da cidade. Para isso, já está sendo desenhada uma nova política municipal de incentivos para as empresas que lá vão se instalar.  A escolha da área para o projeto levou em conta a viabilidade do fornecimento de energia, abastecimento de água e a proximidade de viaduto ou trincheira. Mas o fator principal é a localização, na região norte da cidade. “É uma das áreas mais populosas do município,  com mais de 50 mil moradores, que em sua maioria atravessam a cidade diariamente para trabalhar ou buscar oportunidades de emprego na porção sul, onde fica o Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia) -- que não comporta mais empresas e enfrenta gargalos de infraestrutura, desacelerando a chegada de novos negócios à região”, afirma o prefeito Roberto Naves.  Além do desenvolvimento socioeconômico para esta parte da cidade, que foi negligenciada por sucessivas gestões anteriores, a iniciativa promete transformar o trânsito na cidade. Segundo Roberto Naves, Anápolis está desbalanceada, muitas pessoas morando na parte norte e trabalhando na região sul.

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Governo de Goiás publica Lei que autoriza a venda de empresas estatais

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Lorena Vieira, esposa de Rennan da Penha, denuncia agência do Itaú por racismo

Esteticista foi questionada sobre dinheiro em sua conta, em seguida encaminhada para delegacia, onde conta ter sido destratada  [caption id="attachment_233804" align="alignnone" width="620"] Esteticista Lorenna Vieira e DJ Rennan da Penha Foto: Reprodução.[/caption] A esteticista Lorenna Vieira afirmou ter sido vítima racismo em uma agência do banco Itaú nesta quinta-feira, 30. Ela denunciou em sua conta do Twitter que funcionários foram  preconceituosos ao averiguarem uma movimentação em sua conta e que a levaram para uma delegacia, onde foi tratada com deboche por ser mulher do DJ Rennan da Penha. "Não é porque eu sou preta e humilde que eu sou criminosa!!!", comentou na postagem. Ela contou que ao ir ao banco retirar o valor de R$ 1.500 e desbloquear um cartão, as funcionárias da agência a interpelaram e contestaram de onde havia vindo o dinheiro em sua conta. Logo após pediram para que ela esperasse e voltaram com a Polícia Civil, que encaminhou Lorenna para a delegacia. Em entrevista ao G1, a esteticista contou que rasgou a própria identidade depois que ele questionou a veracidade do documento. "O policial falou que era quase impossível saber se era eu, porque o meu cabelo estava liso, falou que era pra eu jogar minha identidade fora e fazer outra com o meu cabelo natural. Aí eu rasguei. Se é uma pessoa branca que tem o cabelo alisado e depois deixa encaracolar, ninguém faria isso", declarou. Os policiais civis também questionaram diversas vezes sobre a relação de Lorenna e Rennan. Em nota, o banco Itaú se pronunciou:

"O Itaú Unibanco lamenta e se desculpa pelos transtornos causados a Lorenna Vieira nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro, e vem tentando contato com ela para resolver a situação. O Itaú Unibanco esclarece que o procedimento adotado na agência é padrão em casos de suspeita de fraude, e não tem qualquer relação com questões de raça ou gênero. O objetivo era proteger os recursos de Lorenna de possível fraude, uma vez que já havia um bloqueio preventivo de sua conta corrente e era difícil identificá-la com o documento apresentado no caixa. O Itaú Unibanco acredita que toda forma de discriminação racial deve ser combatida”.
Também defendeu na conta oficial do Twitter "O Itaú esclarece que o procedimento adotado na agência é padrão em casos de suspeita de fraude, e não tem qualquer relação com questões de raça ou gênero. O Itaú acredita que toda forma de discriminação deve ser combatida". Lorenna rebateu. "Procedimento padrão? Dizer que está resolvendo meu problema, me fazer esperar até depois do horário de fechar o banco. Não me informar o que estava acontecendo, mentir para me prender lá, não deixar eu sair e chamar a POLÍCIA CIVIL??????? Isso é procedimento padrão? Não poderia ser de outro jeito?"