Força-tarefa consegue estabilizar nível de barragens em Catalão

Entre terça e quarta-feira desta semana, município recebeu cerca de 133 milímetros de chuva em um período de quatro horas

Foto: Reprodução

As três barragens que receberam um alto volume de água proveniente de uma represa que se rompeu após temporais da última terça-feira, 28, em Catalão, já foram estabilizadas. A força-tarefa montada pelo Governo de Goiás e prefeitura municipal realizou, durante toda a quinta-feira, 30, uma série de análises nas estruturas das represas do Clube do Povo, da Bica e de um condomínio e constataram que não há mais risco de rompimento.

Mineradoras da região cederam equipamentos para bombear água da barragem do clube e auxiliar a vazão dos extravasores, que seguem totalmente abertos desde o início do incidente. Segundo Robson Disarz, da Semad, a prioridade do grupo de trabalho é manter o cenário estável.

Ainda há possibilidade de chuvas na região

“Ainda há possibilidade de chuvas na região, então o nosso foco é assegurar que o volume dos barramentos seja normalizado e estabilizar as estruturas. Em um segundo momento, passaremos a analisar os motivos para o rompimento da represa”, afirma Disarz.

Na barragem do condomínio, máquinas trabalharam o dia todo para retirar o excesso de vegetação e material orgânico para auxiliar na normalização do volume. O Corpo de Bombeiros de Catalão não registrou nenhuma vítima, apenas danos materiais e ocorrências relacionadas ao incidente.

Entre terça e quarta-feira, Catalão recebeu cerca de 133 milímetros de chuva em um período de quatro horas, o que sobrecarregou os barramentos da região. O grande volume de chuva trouxe preocupação com o transbordamento da represa da Bica e a represa do Clube do Povo, ambas localizadas na área urbana de Catalão.

A secretária Andréa Vulcanis enalteceu o trabalho da prefeitura de Catalão nas ações emergenciais logo após o registro do rompimento. “As medidas tomadas de prontidão pela equipe do prefeito Adib Elias garantiram que danos maiores fossem evitados e que a população não fosse exposta a riscos decorrentes de uma inundação maior ou de qualquer outro incidente relacionado ao rompimento das estruturas”, conclui.

 

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