Fiscalização do trabalho conseguiu reaver R$ 6,31 bi de FGTS não depositados

O valor recuperado para o FGTS é 21,3% superior ao alcançado em 2018. O dinheiro revisto é depositado nas contas dos trabalhadores.

Auditores fiscais do trabalho conseguiram reaver R$ 6,31 bilhões não repassados às contas vinculadas dos trabalhadores no Fundo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A recuperação desses valores bateu recorde em 2019, segundo balanço divulgado pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia.

O valor recuperado para o FGTS é 21,3% superior aos R$ 5,2 bilhões devolvidos ao fundo em 2018. O dinheiro revisto é depositado nas contas dos trabalhadores.

A recuperação dos recursos que os patrões não vinham depositando, foi resultado de 46.083 ações de fiscalização. Dos R$ 6,31 bilhões, R$ 1,54 bilhão foram identificados pela força-tarefa de fiscalização em grandes devedores e pelos grupos móveis dedicados exclusivamente à apuração de débitos do FGTS. Por meio do cruzamento eletrônico dos dados declarados pelas empresas em diversos sistemas do governo, foram recuperados R$ 30,25 milhões.

O recolhimento do FGTS é um direito dos trabalhadores e uma das obrigações dos empregadores no caso de contratações com carteira assinada, temporários, avulsos, trabalhadores rurais e atletas. O valor corresponde a 8% da remuneração paga no mês anterior.

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