Goiânia
Companhia afirma que apuração interna iniciada na nova gestão identificou suspeitos de irregularidades e levou nomes ao Ministério Público antes da investigação da Polícia Civil
Inicialmente estimada em cerca de R$ 300 milhões durante o período de transição, a dívida posteriormente ultrapassou R$ 3 bilhões e hoje estaria acima de R$ 4 bilhões
Pesquisa mostra avaliação positiva da capital durante o evento; segurança pública recebeu a maior nota entre os visitantes
A força indígena é marcada pela luta e Goiás decidiu ampará-la através da educação em seus três colégios: Maurehi, Cacique José Borges e Aldeia Avá-Canoeiro
A distribuidora de energia Equatorial Goiás afirmou que tem intensificado a fiscalização de postes em todo o estado e responsabilizou empresas de telecomunicações pelos fios soltos e irregulares que têm gerado riscos à população.
A Câmara Municipal de Goiânia chegou a instalar uma Comissão Especial de Investigação (CEI) depois que a jovem Nathaly Rodrigues do Nascimento morreu após sofrer uma descarga elétrica por conta de fios soltos. Em nota enviada ao Jornal Opção, a concessionária informou que já realizou cerca de 404 mil fiscalizações desde o início da concessão, há três anos.
Sobre o caso de Nathaly, a Equatorial Goiás afirmou que, na época do ocorrido, a empresa “tomou todas as providências dentro de suas atribuições e colaborou integralmente com as autoridades responsáveis pela apuração do caso”.
Com relação à fiação solta, a empresa alega que as inspeções resultaram na identificação de aproximadamente 1,9 milhão de irregularidades relacionadas a cabos de internet, fibra óptica, TV a cabo e telefonia fixa instalados nos postes da rede elétrica.
A Equatorial informou ainda que 692 empresas de telecomunicações já foram formalmente notificadas para regularizar as situações identificadas. “A responsabilidade pela regularização das instalações e pelo cumprimento das normas técnicas aplicáveis é exclusiva dessas empresas”, destacou a concessionária na nota.
A distribuidora ressaltou que atua na fiscalização e na notificação das operadoras responsáveis pelos cabos. A companhia também citou que as regras para o compartilhamento da infraestrutura dos postes são definidas por resolução conjunta da Agência Nacional de Energia Elétrica e da Agência Nacional de Telecomunicações.
Conforme a Equatorial, cabe às empresas de telecomunicações o papel principal nas ações envolvendo seus próprios fios e equipamentos. Outro ponto destacado pela distribuidora é o destino dos recursos arrecadados com o compartilhamento dos postes.
De acordo com a empresa, 40% do valor é destinado ao pagamento de tributos, enquanto os outros 60% são usados para amortização tarifária, mecanismo que contribui para reduzir a tarifa de energia dos consumidores.
Leia também:
Principal preocupação é a ausência de ações preventivas para evitar acidentes causados por cabos soltos
Estudantes de arquitetura visitarão construção da mesquita em evento técnico
De acordo com a administração, a exumação é necessária e é sempre realizada durante o período de chuvas
Objetivo é ampliar o acesso ao registro civil de casamento para casais em situação de vulnerabilidade social
Mais de 100 conflitos fundiários pressionam ocupações urbanas em Goiânia
Ranking considera 57 indicadores de qualidade de vida
Paulo Henrique Cordeiro confirmou presença nos Jogos Universitários Brasileiros, que será realizado em Goiás, e afirmou esperar recorde de atletas e impacto econômico nas cidades-sede
Investigação da Polícia Civil de Goiás envolve o empresário André Bueno Fleury de Amorim e o Residencial Skygarden Marista
Nova plataforma reúne dados sobre tramitação, execução e destino de cerca de R$ 185 milhões em emendas municipais


