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De acordo com o IPM, os 29 policiais militares envolvidos no caso cometeram crimes no âmbito da Justiça comum, e não da Militar
A ex-deputada Cilene Guimarães (PP) vai ocupar a Secretaria de Articulações Políticas do governo estadual. Com a nova atribuição, está descartada a possibilidade de que ela saia como candidata nas eleições deste ano, conforme vinha sendo especulado. Cilene substitui Sérgio Cardoso, que está cotado para atuar na campanha de Marconi Perillo (PSDB).
Leandro Silva Oliveira era administrador de um grupo no aplicativo de mensagens onde eram postadas imagens de mulheres em situação vexatória
O governador detalhou as condutas permitidas e as vedadas aos candidatos e aos funcionários públicos
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Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
O primeiro escalão do governo estadual foi instruído pelo governador Marconi Perillo (PSDB), em reunião nesta quinta-feira (3/7), a respeitar rigorosamente a legislação eleitoral. O governador detalhou as condutas permitidas e as vedadas aos candidatos e aos funcionários públicos.
"Todos devem cumprir rigorosamente o expediente", ressaltou o governador. Ele disse que é necessário que se continue trabalhando normalmente para concluir, até 31 de dezembro, o programa de governo pactuado com a população. "Vou cumprir rigorosamente o expediente durante todo o processo eleitoral, com agenda de governo diária, despacho com secretários, tomada de providências, para que não haja nenhuma interrupção do andamento de nossas atividades."
O governador pontuou que vai continuar cumprindo rigorosamente o expediente durante todo o expediente eleitoral, com agenda de governo diária, despacho com secretários e tomada de providências, para que não haja nenhuma interrupção do andamento das atividades. "Todos devem fazer o mesmo no governo, com a preocupação adicional de integral e rigoroso cumprimento da legislação eleitoral", observou.
Participaram da reunião o vice-governador José Eliton Júnior e os auxiliares de primeiro escalão do governo – secretários, presidentes de agências e empresas e os comandantes-gerais e diretores das polícias.
Mesmo com denúncias da população de falhas no serviço, o presidente afirma que não há nenhum problema com coletas de lixo na capital
“Como Começou a Guerra Fria — O Caso Igor Gouzenko e a Caçada aos Espiões Soviéticos” (Editora Record, 362 páginas), da doutora em Política Russa (pela London School of Economics) Amy Knight, é uma pequena obra-prima. Knight escreve com o rigor do historiador, apura como o mais preciso dos repórteres investigativos, especula com certa liberdade, mas dizendo ao leitor que está especulando, e explica os limites da documentação. Põe a nu, sem estardalhaço, conclusões sobre, entre outros Alger Hiss, considerado espião pelo FBI. Gouzenko era criptógrafo da Embaixada Soviética em Ottawa, no Canadá, quando, pressionado para voltar para seu país, optou por desertar, junto com sua mulher Anna, em setembro de 1945. Levou vários documentos da inteligência do Exército, o GRU, para o qual trabalhava e entregou-os ao governo canadense. Naquele momento, depois de ter lutado bravamente ao lado das democracias ocidentais, como Inglaterra e Estados Unidos, a União Soviética, apesar do tirano Stálin, era considerada uma nação amiga, com a qual era lícito partilhar informações. Mas o desconfiado Stálin — todo ditador é desconfiado e paranoico — não queria saber de “amizade verdadeira” e colocou um batalhão de espiões para roubar segredos militares e científicos dos ingleses e, sobretudo, dos norte-americanos. Esses espiões recrutaram cientistas, como Klaus Fuchs e Alan Nunn May, que, direta ou indiretamente, contribuíram para que os soviéticos pudessem desenvolver a bomba atômica. Stálin deu autorização para Beria recrutar os melhores cientistas, a quem foram dadas excepcionais condições de trabalho, mas tinha pressa para fazer a bomba atômica, acreditando que, sem ela, o país estaria permanentemente ameaçado pelos Estados Unidos. Como resultado disso, Stálin articulou uma gigantesca operação de espionagem em vários países. O Canadá era usado como base para se obter informações dos Estados Unidos e, também, da Inglaterra. Mas, ao desertar, Gouzenko pôs quase tudo a perder, porque canadenses, ingleses e americanos, além de outros povos, descobriram que Stálin era o mesmo de antes e que não queria relações diplomáticas transparentes. A “ovelha” Stálin havia virado “lobo” novamente. Esta é a grande contribuição de Gouzenko, ao revelar que o ditador soviético trapaceava o tempo todo. A Guerra Fria surge do desencanto dos aliados (ingleses e americanos) com Stálin, de quem o sábio Winston Churchill, embora tenha chegado a elogiá-lo, sempre desconfiou, tanto que criou a expressão Cortina de Ferro. Há quem diga que a descoberta da bomba atômica pelos soviéticos “segurou” os americanos e que a bomba atômica americana “segurou” os soviéticos e que, assim, evitou-se a Terceira Guerra Mundial. Há um filme sobre a história de Gouzenko — “Cortina de Ferro” (The Iron Curtain), de 1948, com direção de William Wellman e os atores Dana Andrews (Gouzenko) e Gene Tierney (Anna). Um dos relatos mais impressionantes do livro tem a ver com o diplomata canadense Herbert Norman. Acusado sobretudo pelos americanos de ter sido comunista, portanto suspeito de espionagem, Norman matou-se. Eis o relato quase literário de Knight: “Na manhã quente e ensolarada de 4 de abril de 1957, Norman acordou cedo, despediu-se da mulher e foi a pé de sua casa no Cairo até um edifício alto no fim da rua, com vista para o Nilo. Tomou o elevador para o último andar e subiu as escadas para a cobertura. Tirou o paletó, os óculos e o relógio. E arremessou-se do terraço para a morte”. Norman nem havia sido comunista, no máximo, sentira-se atraído pelo marxismo, quando muito jovem, na universidade. O cientista americano Arthur Steinberg, também acusado de espionagem pelo FBI de Edgar J. Hoover, foi perseguido e perdeu vários empregos. Não era comunista nem espião. O espião verdadeiro, o inglês Kim Philby, amigo do escritor Graham Greene, passou informações para os soviéticos durante muitos anos e, depois, escapou das garras da espionagem de seu país e morreu, como herói, na União Soviética. Ele próprio era um espião-chefe dos espiões ingleses. Knight é erudita, como observam os historiadores Margaret MacMillan e Simon Sebag Montefiori, autor do ótimo “Stálin — A Corte do Czar Vermelho”, e, como tal, discute os assuntos com extrema facilidade, mas sem o pedantismo de alguns acadêmicos.
O viaduto é uma das vias de acesso ao Estádio Mineirão, que fica distante cerca de 4 quilômetros do local do acidente e é uma das sedes da Copa do Mundo
Em reunião na sede do MPGO, foi deliberada a instituição de uma Comissão Permanente de Negociação
A medida foi tomada após ação cautela de exibição de documentos, por parte da Procuradoria Regional Eleitoral em Goiás (PRE-GO), já que o prefeito não atendeu requisição para a apresentação das informações
Trio costumava fazer arrastões em veículos do Eixo Anhanguera
“Não é todo dia que temos um Cauã no Palácio", disse bem-humorada
A unidade vai atender ao setor Veiga Jardim. A obra é uma parceria da administração municipal com o governo federal e custou cerca de R$ 400 mil
Pepista minimiza impasse quanto ao chapão estadual, ao qual o PP teve de ceder, e diz que ataques oposicionistas não prejudicam por falta de conteúdo
Açougueiro mudou-se para Portugal e teve a prisão decretada pela Justiça. Ele deveria comparecer em juízo todo mês e estava proibido de sair de Goiânia sem aviso prévio
A câmera de Louis J. Archambeau, morto em 1944, foi achada debaixo uma trincheira. Os registros históricos ficaram preservados durante 70 anos Quando encontraram uma câmera fotográfica com fotos da 2ª Guerra Mundial, o capitão Mark D. Anderson, da Marinha dos Estados Unidos da América, juntamente com o historiador Jean Muller estavam à procura de artefatos da "A Batalha das Ardenas" em Luxemburgo, o pequeno Estado situado na Europa Ocidental. Mark e Jean trabalhavam nas montanhas do pequeno país, exatamente no campo de guerrilha, quando o detector de metais os alertou para algo sob seus pés. Abaixo de uma antiga trincheira, os dois encontraram os pertences do soldado americano Louis J. Archambeau. Entre as coisas que Louis, que morreu na batalha, deixou para trás, estava uma câmera com um filme não revelado. O historiador revelou o filme e, depois de passar 70 anos em uma trincheira, as fotografias feitas por um soldado já falecido, foram, finalmente, reveladas. Apesar da exposição do rolo do filme ao meio ambiente por décadas, os registros históricos ficaram preservados. A Batalha das Ardenas, também conhecida como Ofensiva das Ardenas ou Batalha do Bulge, aconteceu de dezembro de 1944 a janeiro de 1945 e ficou marcada como a grande contraofensiva alemã no oeste, durante a 2ª Guerra Mundial. O soldado Louis J. Archambeau, a quem a câmera pertencia, foi uma das mais de 89 mil vítimas da batalha. Confira galeria abaixo: [gallery type="slideshow" ids="8882,8876,8877,8879,8880,8881"]

