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Eleições: a estiagem de maio e junho

conexao.qxd A mais recente pesquisa da corrida presidencial, en­cerrada na quinta-feira, 9, pelo Datafolha, é qua­se uma cópia da anterior, realizada no mês de abril. Todos os porcentuais se moveram dentro da chamada margem de erro, o que não pode ser considerado como queda ou subida, mas variação positiva ou negativa. É natural essa parada geral. Historicamente, as corridas sucessórias pegam fogo no final do ano anterior, quando são definidos os quadros partidários, repercutem nos três ou quatro primeiros meses do ano da eleição, e atravessam por essa calmaria até a chegada das convenções partidárias, no final de junho. Se o quadro nacional é esse, nos Estados deve estar acontecendo a mesma coisa, salvo exceções muito localizadas. De qualquer forma, essa paralisação, com registros apenas de variações positivas ou negativas, não significa que as pesquisas nesses dois meses não são importantes. São, sim, e não somente pelo acompanhamento. Variações sistemáticas e mensais para menos ou para mais indicam a formação e consolidação de tendências. Ou seja, candidatos que agregam um ou dois pontinhos a cada levantamento vivem tendência de alta. O oposto, evidentemente, é tendência de queda. Fora do marketing das campanhas, mas no núcleo pensante delas, essas tendências significam apenas que se deve ter atenção máxima, e reestudo sobre a situação geral da candidatura. Na voz estridente dos marketing, as variações são quedas ou crescimentos, comemorados por quem sobe e silenciados por quem desce. O eleitor não deve levar isso em conta. O trabalho do marketing é esse mesmo. O que se deve fazer, então, quando o candidato entra numa tendência de queda? Descobrir a causa do problema. Pode ser um esgotamento da sensação de proposta inicial por parte dos eleitores ou falta de geração de fatos que chamem a atenção das mídias. Em ambos os casos, é necessário mudar alguma coisa internamente para que a tendência não se torne queda real. É o que está acontecendo neste momento com a presidente Dilma Roussef (PT). Ela caiu muito no início do ano, e entrou agora em tendência de queda com variações negativas mês a mês. Ou seja, parou de cair, mas continua vivendo uma fase negativa. Ela precisa reagir agora, ou poderá enfrentar um seriíssimo problema depois: a cristalização da imagem negativa. Não seria, ainda assim, o fim do mundo para a candidatura dela, mas é claro que quebrar uma cristalização de imagem é muito complicado. É possível, mas da um trabalhão danado. O outro lado dessa mesma moeda é a variação positiva com tendência de crescimento. Num cenário estático, esse é o melhor dos mundos. A voz estridente do marketing nesses casos, costuma salientar que é um crescimento pequeno, mas absolutamente consolidado e seguro. É e não é. Se o núcleo pensante da campanha fizer essa leitura, será enorme a possibilidade de o gás acabar de uma hora para outra. Esse é o mundo ideal para dar sustentação à militância. As campanhas bem organizadas e profissionais costumam usar fases assim para renovar o ânimo das bases, que é a sustentação da candidatura no período de pré-convenção e também depois dele, caso o partido não tenha problemas internos. As tendências de crescimento, quando devidamente trabalhadas tanto pelo marketing como, e principalmente, junto às bases, seria uma forma de estopim pronto a ser aceso a qualquer mo­mento mais à frente, quando as coisas realmente entram em e­bulição total e contagiam as ruas. Por enquanto, e isso pode ser facilmente notado no dia a dia, um dos assuntos menos discutidos pela população são as candidaturas. Não será assim o tempo todo. O clima de eleição vai chegar e, quando chegar, quem estiver com estopim preparado pode assegurar uma boa vantagem inicial no momento vital da campanha. E as candidaturas que estão estacionadas? Bem, essas devem estar enfrentando problemas graves na estrutura das bases. Se nem cresce nem cai, mesmo dentro das variações, não há qualquer tendência. Pode ter uma série de causas, e cabe aos comandados centrais e pensantes descobrir o que é que tem causado a paralisia. Na pior das hipóteses, a paralisação indica que essas candidaturas bebem água somente no mesmo pote, e não conseguem acrescentar novas fontes. Na hipótese melhor, mas não menos problemática, pode revelar que falta visibilidade, especialmente quando somam pequenos porcentuais de intenção de votos. Se o estacionamento está situado nos andares superiores, nem tudo está ruim, principalmente porque nestes meses de maio e junho costuma ser assim mesmo.

Pintores mineiros invadem cidade para mostrar Brasil em suas telas

[caption id="attachment_3917" align="aligncenter" width="635"]Obra “05”, da série de telas Híbrido/Anfíbio, do pintor Nonatto Coelho. Foto: Arquivo do pintor Obra “05”, da série de telas Híbrido/Anfíbio, do pintor Nonatto Coelho. Foto: Arquivo do pintor[/caption] Anápolis tem investido pesado em arte. Às vésperas da abertura do 4º Anápolis Festival de Cinema, que acontece entre os dias 18 e 25 de maio, a exposição simultânea Híbrido/Anfíbio, do pintor Nonatto Coelho, e Primeiro Plano, do carioca Raimundo Brito, é aberta ao público na Praça Bom Jesus, no Centro da cidade. A mostra irá até o dia 6 de junho. Mineiro, radicado em Goiás, Nonatto Coelho mora em Inhumas, cidade a pouco mais de 40 km de Goiânia. O artista, como ele próprio se define, é um cidadão do mundo, visto que já expôs seus trabalhos em diversos países, muitos dos quais também já residiu, como a Alemanha. Na exposição Híbrido/Anfíbio, o pintor alerta para a fragilidade do ecossistema e do equilíbrio precário da vida no planeta. Animais são uma constante no trabalho de Nonatto, principalmente os sapos. O pintor classifica a presença do animal como a ligação inevitável entre o ser humano e a natureza. Costumeiramente, Nonatto coloca sua obra dentro de uma temática dual, que diz respeito tanto à existência quanto à extensão da vida. Nessa dualidade, segundo ele, entram questões como: céu/terra, ar/água, quente/frio e espíri­to/matéria. O intuito do pintor é induzir quem vê suas obras a uma reflexão sobre o mistério da vida. Assim, a proposição de hibridismo e “anfibiologia” marca, de modo essencial, praticamente toda sua produção no decorrer dos 30 anos em que o artista tem se dedicado exclusivamente à arte visual. Já o pintor carioca enraizado em Belo Horizonte, Raimundo Brito, afirma que sua exposição, Primeiro Plano, foi preparada tendo como inspiração “a rebeldia dos ícones das artes visuais”. A mostra exposta em Anápolis apresenta seus mais recentes trabalhos em pintura. Essas telas foram elaboradas nos ateliês da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e retratam cenas do cotidiano do povo brasileiro. Cenas que foram captadas pelo artista durante suas viagens pelo País. Brito mora em Minas Gerais, mas não costuma, como afirma, perder o restante do Brasil de vista. Suas pinturas são construídas — ao passo em que também homenageiam — no expressionismo, movimento artístico conhecido por representar o mundo de forma não objetiva, mas através dos sentimentos do autor. O maior objetivo do expressionismo é potencializar o impacto emocional do expectador com temas, às vezes, exagerados ou distorcidos. Assim, não há um comprometimento claro com a realidade externa, mas com a interna, representada pela força psicológica do autor. A obra mais famosa do movimento é “O Grito”, do norueguês Munch. Dessa forma, Raimundo busca, em sua expressão, representar uma sinceridade em relação à identidade da cultura brasileira utilizando de cores fortes e puras, usando muito de verde e amarelo.

Obama realmente tem um plano para o Irã ou só está blefando?

Há dúvidas sobre a capacidade de o presidente norte-americano em parar a corrida nuclear do país dos aiatolás

Grupo que instalará usina de R$ 1 bi em Anápolis já visa terrenos para comprar

O grupo empresarial que irá investir quase R$ 1 bilhão na construção de uma usina de biocombustível em Anápolis é o CCD Biofuels & Energy, LLC. O grupo tem sede na cidade de Houston, a mais populosa do Estado do Texas e a quarta maior população dos Estados Unidos. De acordo com o site do grupo, a companhia tem mais de 30 anos de experiência na área. “Nosso objetivo é auxiliar os clientes com as suas requisições de abastecimento, bem como ajudá-los com soluções diárias acerca de suas necessidades de biocombustível”. O site também informa que a empresa acredita na criação de novas soluções criativas para abastecimento. A usina a ser instalada em Anápolis deverá utilizar algas para a fabricação de biocombustível. Informações dão conta de que, ainda no fim da semana passada, o grupo estava em Anápolis para adquirir o terreno onde ficará a usina. A empresa tem duas opções. Uma delas é um terreno nas proximidades da Fazen­da Barreiro, entre o Distrito Agroin­dustrial de Anápolis (Daia) e a cidade de Silvânia. A outra opção fica também aos arredores do Daia. Ainda na semana passada, o grupo — que já havia mandado carta de intenção por meio do ex-embaixador da Suíça no Brasil, Juerg Leutert — entrou em contato com a equipe do governador Marconi Perillo, para marcar uma reunião.

Associação de Basquete de Anápolis disputará vaga no NBB

A Associação de Basquete de Anápolis (ABA) é uma das duas equipes do Centro-Oeste que participarão da Super Copa Brasil de Basquete, a ser realizada na cidade catarinense de Brusque, com início no dia 29 de maio. A outra equipe é a Ceub Universitário, de Brasília. As duas equipes se classificaram para a Super Copa ao chegarem na final da Copa Brasil Centro-Oeste. Disputar a Super Copa é importante, pois o campeão desta competição se classifica para o NBB, competição mais importante do esporte no Brasil. O professor Moisés da Silva — que, além de técnico e coordenador, é fundador da ABA — afirma que a classificação é importante, mas também traz novas responsabilidade à equipe. “Sabemos que para consolidar, temos muito trabalho a nossa frente.”A ABA conta com o apoio da Secretaria Municipal de Esporte.

Elismar Veiga acredita em uma grande renovação na Assembleia Legislativa

[caption id="attachment_3908" align="alignleft" width="300"]aps Elismar confia que PHS deverá ter bons resultados mesmo com candidaturas puro-sangue para estadual. Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Uma das figuras políticas mais ativas em Anápolis, o vice-presidente estadual do PHS, Elismar Veiga, acredita que haverá uma grande renovação nos quadros do legislativo este ano, principalmente no que diz respeito à Assembleia de Goiás. O anapolino afirma acreditar que pelo menos 50% dos deputados eleitos este ano serão novos nomes, devido à configuração dos partidos já consolidados e ao surgimento de novas siglas. E nesse contexto, segundo Elismar, Anápolis terá um papel importante. “Penso que Anápolis elegerá mais de dois deputados estaduais. Pelo colégio eleitoral que tem, o anapolino tem chegado a conclusão de que é preciso votar em políticos daqui”, diz. Para ele, o fato de a cidade ter também um representante na disputa pelas majoritárias — se referindo ao ex-prefeito Antônio Gomide — ajuda nessa movimentação. “Não tenho dúvidas de que quando a cidade tem um candidato na majoritária, há grande influência nesse sentido. É claro que, por outro lado, somos um Estado com regiões bem definidas. A região sudoeste, assim como Aparecida de Goiânia, por exemplo, tem resistência a Anápolis por conta do próprio bairrismo natural, mas estamos confiantes.” Elismar, que é um dos principais candidatos a deputado estadual, ao lado da Dr. Gina, confia que o PHS deverá ter bons resultados no pleito de outubro, mesmo com candidaturas puro-sangue para estadual. “A chapa própria para deputado estadual tem sido trabalhada há dois anos. Não temos candidatos puxadores de votos, mas teremos 51 candidatos.” A estratégia do partido é, com um grande número de candidatos, alcançar o consciente para eleger dois ou três. Fora isso, o PHS também terá três candidatos a deputado federal de Anápolis: Cláudio Romero, que é presidente municipal do partido; Pantera, que tem característica de atrair votos de protesto; e Ananias Júnior, apontado como quem tem capacidade de agregar votos de pessoas com menos de 30 anos.

Com chapa de “nanicos”, PPS quer eleger dois deputados estaduais, sendo um de Anápolis

Com o afunilamento das alianças partidárias e aproximação das convenções, o PPS já praticamente definiu quem deverá apoiar em outubro. No cenário nacional, o partido estará com o PSB de Eduardo Campos. Em Goiás, a sigla deverá continuar na base do governador Marconi Perillo, a quem apoia desde 2004. As conversas são favoráveis nesse sentido, principalmente devido à pré-candidatura de Marcos Abrão — sobrinho da senadora Lúcia Vânia (PSDB) — a deputado federal. Para deputado estadual, a meta é eleger dois numa chapa formada apenas por “nanicos”, como PV, PTC e PEN. E um dos favoritos para se eleger é André Almeida, presidente da legenda em Anápolis. André é apontado como um advogado competente, que tem um trabalho político consistente e com boas chances de ter uma boa votação.

A insanidade do Guarujá comprova: internet mata

No mundo “high tech” conectado à barbárie, a informação se processa com tal velocidade que é compartilhada antes de passar pelo cérebro

Fórum de Segurança Pública discute policiamento e propõe alternativas à realidade nacional e goiana

O primeiro ciclo trouxe debates com especialistas, autoridades e sociedade civil. Violência praticada por policiais e desmilitarização foram temas do Forúm

Na disputa entre Marconi e Friboi, dinheiro tem peso mas o candidato é que fará a diferença

[caption id="attachment_3889" align="alignright" width="620"]Júnior Friboi : dinheiro demais pode até atrapalhar sua campanha | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Júnior Friboi : dinheiro demais pode até atrapalhar sua campanha | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] O discurso da “mudança” e do “novo” está no ar. Mas resta saber qual ou quais candidatos cabem no figurino. Até o mo­mento, pelo menos, os eleitores não identificaram quem simboliza a “mudança” e o “novo” em Goiás. Há um certo grau de opacidade e, para a surpresa de muitos, o político que está sendo mais observado — e já mais positivamente — é o governador Marconi Perillo (PSDB). É, porém, cedo para avaliações peremptórias. Há pesquisadores e marqueteiros que dizem que os resultados das pesquisas atuais revelam mais “conhecimento” do que “aprovação real” dos pré-candidatos. Eles sugerem que é na campanha, quando os candidatos estão expostos, e se pode apresentar o contraditório, que os eleitores efetivamente se definem. Sobretudo, ao menos os consultados pelo Jornal Opção, os especialistas sustentam que nas eleições deste ano, se o discurso da mudança não for apropriado por nenhum candidato, se as luvas do “novo” não servirem nas mãos daqueles que se apresentam como “novos”, os eleitores tendem a votar naquele candidato que, apontado como experiente, deu provas de que saber gerir a máquina pública em prol da sociedade. Os eleitores, se apreciam a “mudança”, não têm qualquer paixão por aventuras. Os eleitores são menos aventureiros do que al­guns candidatos. Como Júnior Friboi vai fazer uma campanha cara — dolarizada, dizem —, e o governador Marconi Perillo fará uma campanha bem profissional, a tendência é que a batalha se dê entre estruturas. Acredita-se que a campanha de Friboi vai movimentar mais dinheiro, mas também se diz que não faltará dinheiro à campanha tucana. Daí que, a partir de certa quantidade de dinheiro no mercado político, as coisas se igualam. Estruturas equivalentes se anulam — e aí o que faz a diferença não é, portanto, dinheiro, e sim o candidato. Friboi é inexperiente e o trabalho básico do marqueteiro Duda Mendonça e de seus aliados políticos é torná-lo mais profissional. O empresário terá quatro meses e 25 dias para aprender a fazer política e a dialogar com os eleitores, com a sociedade. Sabendo que enfrentará, em 5 de outubro deste ano, um profissional da política altamente qualificado, que sabe até o pulo desconhecido do gato, pode-se concluir que se trata de pouco tempo. Friboi não tem cultura, mas é um homem inteligente e pragmático. Mas, nos debates e nos programas de televisão, por mais orientado que seja, estará por conta própria — solitário. O leitor vai prestar muita atenção se o que está dizendo é crível e, sobretudo, se tem preparo para gerir o Estado. Se continuar falando errado, com concordâncias verbais tortas, o eleitor certamente desconfiará de seu preparo para governar Goiás. Comenta-se entre peemedebistas que Friboi sabe ouvir, mas o problema é que, como ouve várias vozes, eventualmente se confunde, sobretudo porque não tem ideias próprias sobre vários assuntos. Por exemplo: o marqueteiro manda que fale sobre escola de tempo integral, mas a impressão que se passa é que o pré-candidato não tem uma visão exata do que isto significa. Friboi entende muito de boi, mas Goiás, diria o poeta e prosador Brasigóis Felício, não é mais “Boiás”. O Estado modernizou-se. Friboi teria sintonia com este Estado avançado, menos ruralizado, dinâmico e, educacionalmente, mais bem preparado? O empresário fala ao coração e à razão deste Goiás moderno e, sem dúvida, refratário àqueles que, no fundo, representam a vanguarda do atraso? As respostas ficam para o leitor.

Circuitos Turísticos: as riquezas de Goiás

Com apoio especializado, agências goianas se qualificam nas mais diferentes regiões e garantem mais qualidade para quem curte uma boa viagem

Paulo de Tarso deve ser o principal marqueteiro da campanha de Marconi Perillo

[caption id="attachment_3884" align="alignleft" width="300"]Paulo de Tarso: vitorioso porduas vezes com Marconi Perillo | Leopoldo Silva/Folha Imagem Paulo de Tarso: vitorioso porduas vezes com Marconi Perillo | Leopoldo Silva/Folha Imagem[/caption] O marqueteiro que criou o “Lulalá”, Paulo de Tarso, deve ser o principal criador da campanha de reeleição do governador de Goiás, Marconi Perillo. O martelo está quase batido. O grande desafio do profissional é apresentar o tucano-chefe como renovação num projeto de continuidade — depois de 12 anos de poder. Sobretudo terá de convencer o eleitorado de que não houve acomodação e que a modernização do Estado se deve, em larga medida, às políticas públicas do gestor Marconi. Não só. Porque não se ganha uma campanha apenas “falando” do que se fez. Paulo de Tarso terá de “vender” Marconi como símbolo de esperança em dias melhores para os goianos, portanto terá de cruzar um marketing que imbrique presente e futuro. Na campanha, se fechar o contrato, Paulo de Tarso terá a companhia de Carlos Maranhão, possivelmente um dos principais coordenadores da campanha. O publicitário, Carlos Maranhão e Marconi sempre trabalharam em sintonia fina. Eles se entendem por música. Paulo de Tarso conhece bem a política de Goiás. Em 2002 criou o marketing da campanha de Mar­coni. Em 2006 bolou o marketing de Barbosa Neto. Em 2010, no segundo turno, cuidou da campanha do tucano.

Doutor em ciência política duvida de chance da terceira via no Brasil

Cesar Romero Jacob sugere que a disputa se dará entre Dilma Rousseff e Aécio Neves. Carlos Pereira diz que fragmentação não prejudica o sistema político brasileiro e sugere que a presidente dê mais poder aos seus aliados, antes que seja tarde

Iris Rezende aposta que pode ser o candidato do PMDB a governador de Goiás

[caption id="attachment_1596" align="alignleft" width="300"]Iris Rezende: expectativa de poder é mais forte do que dinheiro | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Iris Rezende: expectativa de poder é mais forte do que dinheiro | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] “Quem disser que Iris Re­zende esta fora do páreo da disputa pelo governo de Goiás pode entender muito de Júnior Friboi, mas pouco, muito pouco, da política que se faz no Estado”, afirma um peemedebista histórico. “Posso dizer que há 50% de chance de Iris disputar o governo de Goiás — assim como 50% de chance de ele disputar mandato de senador. Cinquenta dias — prazo daqui até a convenção do PMDB (que deve ser realizada em 30 de junho, uma segunda-feira) — é muito tempo. A expectativa de poder é mais forte do que di­nheiro. Há uma aposta, cada vez mais azeitada, de que Friboi, por mais dinheiro de que possa dispor, não vai emplacar.” Iris quer assistir de camarote a debacle de Friboi. Não vai jogar pedras, mas não vai ficar insatisfeito com a desmontagem daquele “político” que ousou atropelá-lo. Iris não aprova o fato de que, assim que sai das conversas, Friboi começa a anunciar que ele será candidato a senador. ris não disse a Friboi que aceita ser candidato a senador, embora também não tenha dito que não o será. Porém, os friboizistas em peso garantem aos seus interlocutores que não resta outra saída a Iris, depois de “derrotado” por Friboi, a não ser a disputa para senador. O empresário teria dito a Iris que não faz críticas a ele e que a imprensa é que publica críticas como se fossem dele. O problema é que são aliados de Iris, dos mais leais, que levam as informações de que a turma de Friboi passa o tempo todo dizendo que, apesar de precisarem dele eleitoralmente, estaria “superado” como político.

Goiás tem uma dívida maior, mas está menos endividado. Como explicar?

Tesouro Nacional “levantou a bola” do Estado, com divulgação da lista de unidades federativas que melhoraram sua capacidade de endividamento. Governo comemora e oposição rebate