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Friboi ainda não desistiu de composição com Vanderlan e Gomide

O pré-candidato do PMDB a governador de Goiás, Júnior Friboi, pode até não ter sorte no pleito, mas vai continuar convidando tanto Vanderlan Cardoso (PSB) quanto Antônio Gomide (PT) para ser o seu vice. O problema é que, com Vanderlan, não tem muita liga. Dois empresários na mesma chapa é avaliado como positivo. Já Gomide rejeita aliança com Friboi.

Chapa dos sonhos de Júnior Friboi inclui Gomide na vice e Iris para senador

A chapa dos sonhos de Friboi é a seguinte: ele para governador, Gomide na vice e Iris para senador. Se não der, gostaria de pôr Gomide na vice (ou para senador) e Vanderlan Cardoso para senador (ou na vice). O problema é que Gomide e Vanderlan não querem saber do empresário.

Ex-ministra torna-se um risco para o cabeça de chapa socialista

[caption id="attachment_3861" align="alignleft" width="620"]Roberto Amaral, vice-presidente do PSB: “grilo falante” de Eduardo Campos / Foto: J.R.ROIZ Roberto Amaral, vice-presidente do PSB: “grilo falante” de Eduardo Campos / Foto: J.R.ROIZ[/caption] A festa do agronegócio em Ribeirão Preto consolidou a aliança entre Marina e o grilo falante Roberto Amaral, a quem Campos sucedeu como ministro da Ciência e Tecnologia no primeiro governo Lula. Ao se afastar do concorrente mineiro, Campos adotou um discurso ideológico. Declarou-se mais à esquerda do que Aécio e marcou a diferença entre ambos. “Temos projetos distintos, que têm base política e base social distintas”, sinalizou o socialista. “Estamos oferecendo caminhos que não são a mesma coisa”, reiterou num súbito ataque de sinceridade Mas Campos foi implacável ao justificar historicamente o afastamento de Aécio. Ainda em Minas, recordou uma declaração de 1979 de Tancredo Neves: — O PMDB de Arraes não é o meu PMDB. Tancredo, avô de Aécio, modulou a frase num caráter de rigidez definitiva que transcendia a tradicional e sólida cautela de raposa da política mineira criada no antigo PSD. Mas era o que o momento exigia dele, uma prova vigorosa de que a ao se afastar do PMDB para participar da criação do Partido Popular (PP), efêmero produto da última reforma partidária da ditadura. Assim poderia levar outros consigo. Com os novos partidos, Arraes saiu para o PSB do neto Campos. Tancredo, três anos depois de deixar o peemedebismo, retornou quando o PP percebeu que caíra numa armadilha da ditadura para proteger o PDS. Então o PP se incorporou ao PMDB. Nessa adesão, Tancredo teve a companhia de um antigo vulto da velha UDN em Minas, Magalhães Pinto, numa espantosa aliança entre as duas raposas. Em fim de carreira, o ex-udenista se colocou em plano secundário. Tancredo, livre para se movimentar na liderança do partido em Minas, elegeu-se governador naquele mesmo 1982. Agora, o neto de Arraes colocou o avô na disputa com o neto de Tancredo. Aécio fez o que o avô faria, não tomou conhecimento. Num segundo turno ele e Campos podem se reencontrar. Se Campos colocou o avô Arraes em contraste com Aécio e o avô Tancredo, a coisa é séria. O bote de Marina veio na hora certa, a cinco meses da eleição. Mas o empenho da ex-ministra em orientar o rumo do PSB nas eleições federais e regionais permite a desconfiança de que deseja trocar de lugar na chapa presidencial. Não é nada, não é nada. Veja-se uma nota que brotou em influente coluna política no meio da semana. A coluna de Ilimar Franco publicou que Marina não seria decorativa na chapa. A cotação de Campos em pesquisas, quando seu nome é associado ao de Marina, ultrapassaria Aécio em áreas do PSDB. Quais pesquisas? Públicas ou internas do PSB-Rede? Não se diz. Mas a nota do jornal coincide com o empenho de Marina em rejeitar alianças que incluam a eleição de governadores tucanos. Em Minas, domínio dos Neves, a ex-ministra recusa apoio à eleição do tucano Pimenta da Veiga, que anda enrolado porque recebeu R$ 300 mil, em 1998, da agência do mensaleiro Marcos Valério. Pimenta diz que foi por trabalho como advogado. Contra Pimenta, Marina com a sua Rede deseja que o PSB pesque ali, entre elas o candidato a governador. Seria o ambientalista Apolo Heringer, que militou em Minas contra a ditadura ao lado da presidente Dilma na clandestina Polop. Porém, é noviço nas urnas. Campos resiste, diz que prefere apoiar Pimenta para ter a reciprocidade do PSDB em Pernambuco. Em São Paulo, berço do PSDB, Marina descartou o apoio do PSB à reeleição do governador Geraldo Alckmin. Exige que o candidato, nem que seja para constar, seja o deputado Márcio França, presidente estadual do PSB. França ainda pode se recusar. No Paraná, Marina nega o apoio de Campos à reeleição do tucano Beto Richa. Prefere a deputada Rosane Ferreira, do Partido Verde. Animada com os últimos acontecimentos, Marina partiu para cima de Aécio no meio da semana em clima de beligerância. A ex-ministra reforçou o afastamento de Campos em relação ao tucano. Em entrevista ao repórter Bernardo Mello Franco, negou que Aécio seja um candidato com poder para vencer a eleição: — O PSDB já sabe que tem o cheiro e derrota no segundo turno. O PT já aprendeu que a melhor forma de ganhar é contra o PSDB.

Entorno do Distrito Federal planeja eleger 3 deputados federais: Célio Silveira, Marcelo Melo e Gilvan Máximo

O Entorno do Distrito Federal é a incógnita política de Goiás. No momento, a região não tem nenhum deputado federal, sobretudo porque, no período eleitoral, é praticamente invadida por candidatos de todos os lugares. O Entorno é visto, às vezes, como terra de ninguém — daí a invasão da legião estrangeira. O prefeito de Formosa, Itamar Barreto, apoia, para deputado federal, Thiago Peixoto, do PSD, e Sandes Júnior, do PP. Assim como outros prefeitos. Mas a eleição deste ano poderá ter outra configuração. Não será surpresa se, desta vez, o Entorno enviar três nomes para a Câmara dos Deputados. Não será fácil, mas também não é impossível, dado ao seu número de eleitores, a região emplacar no Congresso Nacional Célio Silveira, do PSDB, Marcelo Melo, do PMDB, e Gilvan Máximo, do PRB. Célio Silveira foi prefeito de Luziânia e, depois de oito anos de mandato, saiu desgastado. Mas seus primeiros quatro anos foram criativos e, por isso, há uma espécie de recall positivo. Ou relativamente positivo. Mais: a gestão de Cristóvão Tormin (PSD), de quem se esperava muito, melhorou, mas ainda deixa a desejar. E Tormin é um dos principais adversários — quase inimigos — de Silveira. Noutras palavras, Tormin está contribuindo, de maneira indireta, para restaurar a imagem do ex-prefeito. Percebendo as dificuldades no Entorno, Silveira não está trabalhando apenas na região. Ele terá votos outras regiões. O prefeito de Morrinhos, Rogério Troncoso, o apoia. Grupos políticos de Jaraguá também vão bancá-lo.

Investida de Marina contra o PSDB não deu certo na hora, e tucano sobe no Datafolha

[caption id="attachment_3856" align="alignleft" width="620"]Senador Aécio Neves: mesmo com a investida de Marina Silva, o tucano ganhou pontos em pesquisa Datafolha / Foto: Wenderson Araujo/ObritoNews Senador Aécio Neves: mesmo com a investida de Marina Silva, o tucano ganhou pontos em pesquisa Datafolha / Foto: Wenderson Araujo/ObritoNews[/caption] Toda aquela carga do PSB-Rede foi desfechada entre o fim de semana anterior e a última quarta-feira, quando o Datafolha já estava nas ruas desde a véspera para apurar sua última pesquisa em torno da eleição presidencial. O ataque não impediu que o tucano Aécio Neves subisse na cotação dos eleitores mais do que o socialista Eduardo Campos. Assim como o vigoroso e beligerante discurso da presidente Dilma Rousseff em cadeia de televisão e rádio pelo Dia do Trabalho, semana antes. não impediu que continuasse em declínio nas pesquisas. Dilma desceu um degrau desde a pesquisa anterior do Datafolha em abril, caiu de 38% para 37%. Em fevereiro, tinha 44 pontos. Aécio confirmou a tendência a subir. Em abril, manteve os 16% que já tinha em fevereiro. Agora foi a 20%. Campos também está em ascensão, mas mais lenta. Em fevereiro, tinha 9%. Foi a 10% em abril. Hoje está com 11 pontos. Conforme aquele jargão “se a eleição fosse hoje”, Dilma iria ao segundo turno contra Aécio. A soma dos outros dez candidatos chegaria a 38$ contra 37% pela reeleição da presidente. Entre os nanicos, o Pastor Everaldo (PSC) é o líder, com três pontos. A seguir, com 1%, estão Eduardo Jorge (PV), José Maria (PSTU) e Denise Abreu (PTN). Os outros quatro candidatos entraram e saíram do Datafolha sem cotação. Receberam traço, abaixo de 1%: Eymael (PSDC), Levi Fidelix (PRTB), Mauro Iasi (PCB) e Randolfe Rodrigues (PSol). Os votos brancos ou nulos chegaram a 16%, enquanto outros 8% não sabem ainda em quem votar. Num segundo turno, Dilma bateria Aécio, como Marina Silva previu: 47% a 36%. Mas, a vitória da reeleição da presidente seria mais folgada se o outro candidato fosse Campos: 49% a 32%. Certamente, o resultado seria melhor para o PSB-Rede se a ex-ministra do Meio Am­biente ocupasse o lugar do ex-governador de Pernambuco. Três quartos dos eleitores, 74%, desejam que o próximo presidente mantenha as ações atuais do governo. Lula é a pessoa mais credenciada a manter o que aí está, se­gundo 38% dos eleitores. A se­guir, Aécio supera Dilma como apta à tarefa: 19 pontos contra 15. Cam­pos ficou com 10% dos votos. E o governo Dilma? Continua em queda. É aprovado por 35% dos eleitores, com cotação ótima ou boa. Em fevereiro, eram 41%. Em abril, os eleitores caíram a 39%. Chegaram a 65% em março de 2013. A cotação regular está em alta: 38% contra 37% em fevereiro e 36% em abril. O governo é ruim ou péssimo conforme 26% dos eleitores. Eram 21% em fevereiro e foram a 25% em abril. Em matéria de rejeição a candidato, a presidente Dilma está em primeiro lu­gar, com a taxa de 35%. Em segundo, Campos com 33% – eis outra si­tuação que Marina Silva poderia me­lhorar. Em terceiro, Aécio tem 31%. Lula venceria fácil o páreo, com a rejeição de apenas 17% dos eleitores. Três quartos dos eleitores do PT, 75%, pensam que ele deveria estar no lugar de Dilma. Fora do PT, são 58%.

Não foi levada a sério a pesquisa fajuta que dava a Aécio uma cotação inédita

A aproximação das urnas de outubro estimula a criatividade sem limite, nem ética. A presidente Dilma Rousseff ainda não era uma especialista no íntimo de candidaturas eleitorais quando discursou num palanque de inauguração de obra em João Pessoa e confessou que vale tudo numa ocasião como esta: — Nós podemos disputar eleição, nós podemos brigar na eleição, nós podemos fazer o diabo, quando é a hora da eleição. E olha que estávamos a 19 meses das urnas da reeleição e a presidente se dedicava à campanha com um discurso onde prometia que tudo seria possível para satisfazer uma população e líderes regionais ansiosos pelas atenções do poder. Há uma semana, o repórter Daniel Bramatti alertou que o presidenciável Aécio Neves (PSDB) seria agraciado com uma gentileza do Instituto Sensus, que ressurgia do ostracismo com uma pesquisa a respeito da corrida presidencial. Nas pesquisas anteriores, em 2010, o instituto submetia os nomes dos candidatos aos eleitores na forma de um disco, onde todos os concorrentes tinham a mesma chance de serem observados e reconhecidos pelos simpatizantes. Agora, não. Os nomes foram submetidos aos eleitores numa lista em ordem alfabética, onde Aécio Neves (PSDB) despontava antes de Dilma Rousseff e de Eduardo Campos (PSB). Bingo! Aécio recebeu 23,7% das preferências. Dilma, em primeiro lugar com 35 pontos, teria o tucano ao lado numa segundo turno. Campos ficou com 11%. O diretor do Sensus, sociólogo Ricardo Guedes, confirmou previamente que a pesquisa foi feita para a revista “IstoÉ”, mas só poderia explicar a preferência pela lista de nomes, em vez do tradicional disco, depois de divulgado o resultado. Ficou devendo.

Ernesto Roller figura em qualquer listagem de favoritos para deputado estadual. Até na de Tião Caroço

Pré-candidato a deputado estadual, o advogado Ernesto Roller (PMDB) é apontado com a principal estrela do Entorno do Distrito Federal. O eleitor de Formosa, que não o elegeu prefeito em 2012, parece que, arrependido de ter elegido Itamar Barreto — que está fracassando e não entusiasma mais nem seus aliados —, quer elegê-lo este ano. Roller, mesmo tendo amplo apoio da população, não se vangloria; pelo contrário, é humilde. “Quero ser eleito e vou trabalhar como um leão. Vou lutar por todos os votos”, afirma. De qualquer, Roller figura em qualquer listagem de favoritos para a Assembleia Legislativa. Até nas listas de seu arqui-inimigo Sebastião Monteiro Caroço.

Sebastião Caroço não quer eleger nenhum candidato a deputado. Só quer derrotar Ernesto Roller

O conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios Sebastião Caroço Monteiro respira política 24 horas por dia. Agora, impôs-se uma missão: trabalhar, full time, para tentar derrotar Ernesto Roller (PMDB), seu ex-aliado e ex-amigo que vai disputar mandato de deputado estadual. Para prejudicar Roller, Caroço pretende lançar vários candidatos por Formosa, como Argentina Martins (PSDB), Fabrício Paiva (PRTB), Nélio Marques (PSD) e Pedro Ivo (PP). Na verdade, o projeto número um do conselheiro não é eleger qualquer um dos citados, e sim tentar derrotar Roller.

Tudo indica que deixaram uma dívida monstruosa para engessar o prefeito de Formosa, Itamar Barreto

O prefeito de Formosa, Itamar Barreto, é um político decente, não está roubando o Erário e tem um plano para incentivar o desenvolvimento do município. O problema é que, apesar de suas qualidades, o líder do PSD não consegue deslanchar. É como se, em um ano e quatro meses de mandato, o gestor não estivesse conseguindo sair do lugar. O resultado é que Formosa, antes uma cidade progressista, está estagnada. Uma coisa é certa: deixaram um abacaxi para o prefeito descascar — uma dívida monstruosa. Fica-se com a impressão de que um grupo de aliados torce e, nos bastidores, trabalha contra Itamar Barreto. A sorte de Itamar Barreto é que tem auxiliares competentes, como o secretário de Administração, Rodrigo Natividade. É provável que, em 2015, com o apoio do governador Marconi Perillo — claro que se este for reeleito —, o pessedista consiga dar a volta por cima.

Roller afirma que Friboi está firme para o governo e que o PMDB vai lançar Iris Rezende para o Senado

Sobre o pré-candidato a governador pelo PMDB, Júnior Friboi, Roller é enfático: “Vai ser eleito governador. No Entorno do Distrito Federal, é forte o impacto de sua candidatura. Ele está animado e, no momento, trabalha para articular a unidade do partido. Júnior representa a renovação com estrutura”. Sobre Iris Rezende: “O ex-prefeito de Goiânia é nosso grande líder e deve ser candidato a senador. No PMDB, de Júnior a Maguito Vilela, todos querem Iris como postulante ao senador. Tanto que ninguém cogita outra hipótese. Não há outro candidato a senador”.

Friboi aposta que pode retirar candidatura do PT e puxar Antônio Gomide para sua chapa

O crescimento de Aécio Neves, candidato do PSDB a presidente da República, e a queda da presidente Dilma Rousseff, nas pesquisas de intenção de voto, podem empurrar alguns pré-candidatos do PT nos Estados para uma aliança com o PMDB. É a expectativa de Júnior Friboi. Júnior Friboi avalia que é muito difícil “retirar” a candidatura de Vanderlan Cardoso, dada a necessidade de um palanque para o presidenciável Eduardo Campos (PSB) em Goiás. Mas aposta suas fichas que pode “retirar” a candidatura de Antônio Gomide.

Tião Caroço diz que Pedro Ivo é forte candidato a deputado estadual

O conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios Sebastião Caroço Monteiro disse ao Jornal Opção, no Restaurante Cateretê, que o ex-prefeito de Formosa Pedro Ivo (PP) deve ser forte candidato a deputado estadual. Pedro Ivo foi prefeito de Formosa e saiu desgastado. Mas é tido como um político moderno e, moralmente, sério.

Friboi conversa com líderes de cinco partidos pequenos e acredita que terá o apoio de pelo menos três

O friboizismo está conversando com líderes de cinco partidos pequenos e acredita que terá o apoio de pelo menos três. Além disso, aliados de Júnior Friboi apostam que, em busca de estrutura de campanha, alguns candidatos de partidos da base do governador Marconi Perillo vão apoiá-lo. Mas o tucano-chefe está fazendo um trabalho intenso para “segurar” seus aliados. O PEN está cada vez mais próximo de Friboi. As conversas entre os líderes do partido e líderes do PMDB estão adiantadas. Mas o PEN está dividido. Um grupo quer apoiar Friboi, apostando na sua estrutura, e outro grupo prefere ficar com o governador Marconi, mencionando que se trata de um vencedor.

Ideologia desumaniza vítima de linchamento e a transforma em troféu político

A convivência cada vez mais frequente entre criminosos e famílias de bem é que torna as periferias disponíveis para toda sorte de violências — desde a menina queimada num ônibus em São Luís até o linchamento da dona de casa em Guarujá

Prefeito de Goiânia deve apoiar Antônio Gomide para governador e Iris Rezende para senador

De um peemedebista: “O prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), deve apoiar Antônio Gomide (PT) para governador de Goiás e Iris Rezende (PMDB) para senador”. A ligação de Paulo Garcia com Iris Rezende é muito forte, praticamente filial. Iris tem aconselhado o petista a ser firme e a manter a autoridade acima de qualquer coisa.