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Criado há um ano, comitê de prevenção à tortura se reúne pela primeira vez

Foi a primeira reunião do grupo desde sua criação, em agosto de 2013, por meio da mesma lei federal que instituiu o Sistema Nacional de Prevenção e Combate à Tortura

Marina Silva diz que Campos estava empenhado até o final na defesa dos ideais

Emocionada, Marina se solidarizou com a família de Campos e dos assessores e disse que “durante esses dez meses de convivência, aprendi a respeitá-lo, admirá-lo e a confiar nas suas atitudes e em seus ideais de vida”

Presidentes da Acieg e da Fieg avaliam propostas dos governadoriáveis Iris Rezende e Vanderlan Cardoso

Os governadoriáveis receberam um documento com as principais necessidades para o próximo mandato elaborado pelas entidades. São citados quesitos como educação, tributação, segurança pública, infraestrutura, política industrial e gestão pública

Delegada de polícia, suplente ressalva luta de Vilmar pela segurança

A vereadora  por Aparecida de Goiânia Cybelle Tristão (PSDB), segunda suplente do candidato ao Senado Vilmar Rocha (PSD), faz parte do núcleo da campanha do deputado que  formata as propostas para a melhoria da Segurança Pública, uma das bandeiras que Vilmar defenderá no Congresso. Delegada de Polícia de carreira, Cybelle abraçou propostas como a luta pela criação do Ministério da Segurança, a reforma do sistema de execução penal e a criação no Brasil do  Fundo Especial para a Segurança, que tem sido mostradas por Vilmar Rocha nesta campanha.
“Vilmar é um candidato que tem propostas. E a Segurança Pública é algo que nós clamamos tanto. Estamos vivendo um momento complicado, gargalos que temos não só aqui no estado de Goiás, mas no país, como este da violência” ,disse a candidata a suplente em recente discurso. “E o Vilmar traz consigo uma de suas bandeiras principais a bandeira da Segurança Pública. Precisamos deste homem honrado, ponderado, e que tem diálogo atuando no Senado, para ver as mudanças acontecendo”, ressaltou.
Cybelle Tristão vem atuando também junto a coordenação política da campanha de Vilmar em Aparecida de Goiânia, sua base política. “Nós estamos empenhados. Nós, vereadores, estamos valorizados ao sermos indicados para compor esta chapa”, assinalou Cybelle. Outro segmento que está sendo agregado com sua presença na chapa é o da representatividade feminina. Cybelle é a única vereadora em Aparecida. “Nós, mulheres, precisamos também unir as forças e ir em busca da nossa vitória”, conclama.

“O pessoal dói mais que a questão política”, diz Vanderlan Cardoso sobre morte de Eduardo Campos

O ex-governador de Pernambuco viria a Goiânia nesta sexta-feira (15) para participar de caminhadas na região noroeste da capital, ao lado do governadoriável

Obras de desvio da BR-153 em Goiânia devem começar em menos de um ano

O governador Marconi Perillo se reuniu nesta quarta-feira com representantes da ANTT, em Brasília, para discutir detalhes do projeto

Ricardo Lewandowski é o novo presidente do STF

A eleição ocorreu de maneira rápida e o nome de Lewandowski já era esperado. Tradicionalmente, é eleito o ministro com maior tempo de atuação e que não foi presidente

Nota de pesar do PSDB de Goiás pela morte de Eduardo Campos

O PSDB Estadual, em nome de todos os seus dirigentes e filiados, lamenta a perda do político Eduardo Campos, uma pessoa emblemática no fortalecimento da Democracia e que carregava, em seu DNA, a luta do avô, o ex-governador Miguel Arraes, símbolo da persistência pela redemocratização brasileira. O Brasil perde um grande guerreiro. Paulo de Jesus Presidente do PSDB Sérgio Cardoso Secretário de Articulação

Nota de pesar do deputado João Campos pela morte de Eduardo Campos

Deputado federal pelo PSDB, João Campos, consternado pelo falecimento do ex-governador por Pernambuco Eduardo Campos (PSB), lamenta o trágico acidente aéreo em companhia de seus assessores, piloto e copiloto. Eduardo, um político respeitado; um pai exemplar e homem de valores, cumpria sua agenda em Santos. João Campos, em forma de respeito pela fatalidade, deseja à família força e sabedoria, para conseguirem passar pelo momento de dor e saudade.

Acusados de participação no assassinato do cronista Valério Luiz vão a júri popular

Na decisão, o juiz afirmou que, “pela análise da prova, restou patenteada a materialidade do delito, e presentes indícios suficientes da autoria imputada aos acusados, autorizando um juízo de pronúncia, a fim de que estes sejam submetidos a julgamento popular”

Marina, candidata do PSB, pode evitar vitória de Dilma no 1º turno e não deve apoiar Aécio no 2º turno  

[caption id="attachment_12515" align="alignnone" width="597"]Candidata Marina Silva durante visita a cidade de Curitiba. Curitiba/PR, Brasil - 30/06/2010. Foto: Geraldo Bubniak | Fotoarena Candidata Marina Silva durante visita a cidade de Curitiba. Curitiba/PR, Brasil - 30/06/2010. Foto: Geraldo Bubniak | Fotoarena[/caption] Marina Silva será a candidata do PSB a presidente da República. “Será” nem é a palavra apropriada. O certo mesmo “é”. Eduardo Campos, que morreu na quarta-feira, 13, não era o melhor nome do PSB, em termos eleitorais, porém, como controlava o partido, havia se tornado candidato a presidente da República. Em termos de conhecimento e popularidade, Marina Silva — que “está” mas não “é” do PSB — é muito superior a qualquer outro nome do partido. Portanto, deve ser anunciada como nova candidata. Os bolsões de resistência, porque a maioria dos líderes do PSB não aceita as ideias da Rede Sustentabilidade, não vão impedir a candidatura de Marina Silva. O motivo é simples: não há outro nome com sua capilaridade política nacional para a eleição deste ano — que ocorrerá daqui a 53 dias. Não dá tempo de criar um novo Eduardo Campos ou uma nova Marina Silva. Se não for a ex-senadora, o partido não terá candidato a presidente. É provável, até, que Marina Silva, definida candidata, apareça com intenção de voto um pouco acima da intenção de Eduardo Campos. É provável que se aproxime de Aécio Neves, o candidato do PSDB, mas não o supere, ao menos não agora. Se crescer um pouco, sem retirar eleitores do tucano de Minas Gerais, aí o segundo turno estará mais garantido. No momento, existe a possibilidade de Dilma Rousseff (PT) ser eleita no primeiro turno. Com a entrada de Marina Silva no jogo, e não mais como coadjuvante, cresce a possibilidade de segundo turno. Ideologia de Marina Eduardo Campos podia não ser mais forte eleitoralmente do que Marina Silva — até porque não era tão conhecido; mudou-se para São Paulo com o objetivo de se tornar um político nacional —, mas tinha uma virtude que a política oriunda do Acre não tem: era aberto a alianças não ortodoxas e, portanto, ouvia e dialogava mais. Com Marina Silva, o PSB fica mais “fechado”. A líder da Rede Sustentabilidade, um partido dentro do partido, parece acreditar que é possível governar um país com e para os “escolhidos”. A tendência é que, na campanha, o discurso fique mais radical, atraindo eleitores e aliados que estão descontentes com “tudo”, mas ao mesmo tempo é possível que perca aliados mais tradicionais. Para Aécio Neves, a escolha de Marina Silva é positiva e negativa. É positiva porque tende a ter mais votos do que Eduardo Campos — o que aumenta a possibilidade de segundo turno. É negativa porque, no segundo turno, a ex-ministra pode optar pela neutralidade e, agindo assim, parte dos líderes e militantes do PSB pode acompanhar Dilma Rousseff, e não Aécio Neves. Há, por fim, a possibilidade de Marina Silva superar Aécio Neves, se se apresentar, e for percebida assim pelo eleitorado, como o verdadeiro e atraente “fato novo”. Marina Silva é uma política que não parece política — parece mais uma missionária religiosa que planeja salvar uma comunidade de “escolhidos” — e isto pode agradar a fatia, cada vez mais maior, de eleitores que não toleram políticos profissionais. Tese diferente O Jornalista Alexandre Braga defende outra tese: "Sem Eduardo Campos, que tinha votos no Nordeste, Dilma Rousseff deve ganhar no primeiro turno".  

Candidatos à presidência, Aécio e Dilma lamentam morte de Eduardo Campos

Confira na íntegra notas de pesar divulgadas pelos presidenciáveis

Morte de Eduardo Campos gera comoção entre políticos goianos

Segundo o Corpo de Bombeiros, a aeronave caiu, por volta das 10h, em uma casa na altura do número 50 da Rua Vahia de Abreu, na esquina com a Rua Alexandre Herculano, no bairro do Boqueirão

Em dez dias, PSB terá que realizar convenção para substituir candidato à presidência

Ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos morreu em acidente aéreo. Apenas integrantes da executiva nacional poderão participar da escolha

Partido de Marina Silva lamenta morte do presidenciável Eduardo Campos

Marina Silva, segue neste momento para Santos, onde o avião caiu [caption id="attachment_12493" align="alignleft" width="620"]Foto: Fernando Leite / Jornal Opção Foto: Fernando Leite / Jornal Opção[/caption] Após confirmação da morte do candidato à presidência Eduardo Campos (PSB) na manhã desta quarta-feira (13/8), o partido político de sua candidata à vice-presidente Marina Silva, a Rede Sustentabilidade (Rede), lamentou o ocorrido pelo microblog Twitter. https://twitter.com/maisumnarede/status/499584510905049088 O ex-governador de Pernambuco estava com os assessores Pedro Valadares e Carlos Percol, e um fotógrafo ainda não identificado. Eles estavam a caminho do evento Santos Export. A candidata à vice-presidência Marina Silva não estava a bordo. Segundo o Corpo de Bombeiros, a aeronave caiu, por volta das 10h, em uma casa na altura do número 50 da Rua Vahia de Abreu, na esquina com a Rua Alexandre Herculano, no bairro do Boqueirão. Marina Silva, segue neste momento para Santos, onde o avião caiu. Nesta sexta-feira (15) o candidato viria a Goiânia para participar de caminhadas ao lado do governadoriável Vanderlan Cardoso (PSB). O evento seria realizado na região noroeste da capital.